IRRADIA AMOR E MANTÉM TUA INTEGRIDADE

Deus disse:
Eu te digo para amar, no entanto nós não conseguimos definir o amor.
O amor é tão vasto, querido, ele desafia a descrição.
Vamos falar um pouquinho sobre o amor, o que ele é, o que não é, e como ele se mostra sob luzes diferentes.
É natural amar.
Para um bebê, é natural amar.
Ele nem conhece o mundo e já ama.
Para a mãe, é natural amar seu bebê.
É antinatural não amar.
Podes perguntar: 

“Deus, devo amar aquele que suja o Teu lindo mundo?
Devo amar pessoas que assassinam
Teus lindos filhos? Devo amar os ladrões?
Devo amar os sequestradores?
Devo amar os inimigos?”

Amar não significa desculpar. Não precisas gostar do que o assassino fez, nem precisas fingir que está tudo bem. Não tens que fazer uma demonstração do teu amor.

Não precisas casar-te com aquele que feriu o mundo. Percebes onde quero chegar?
Não precisas ficar amigo dele. Não tens que ir lá e dar um abraço nele.

Deixar ir o medo que existe em teu próprio coração é um dever que tens para contigo mesmo. No teu coração deves ter ausência de medo. Não precisas punir. Não precisas atacar. Em questões como essas, Eu converso com o infrator.
Não estás devendo amor, querido. Tu és amor.

O amor não é um pagamento que exiges de ti mesmo. Não precisas abraçar o assassino.
Não precisas dar tapinhas nas costas do assassino e dizer, “Calma, calma, está tudo bem.”
Nem precisas abençoá-lo do fundo do teu coração.
E não precisas ser esnobe.

O amor assume muitas formas. A mãe que ama também ensina o filho.
Quando a criança cresce, nem tudo o que ela faz é adorável.
A mãe ama, mas ela não diz: “Podes fazer qualquer coisa porque eu te amo.”
A mãe ama, mas ela diz ao filho que ele deve pagar por tudo o que comprar.
A mãe ama e diz ao filho que ele precisa respeitar os outros. A mãe tem responsabilidade.
Porque ela ama, ela assume a responsabilidade.
Amar não significa ser desonesto.
Amar não significa ser irresponsável.
E também não significa ser mais santo do que os outros.
Oferecer água a todos os que tiverem sede – isto é amar.
Entretanto, não precisas tornar-te amigo íntimo de todo mundo que tiver sede.
Não deves ser vingativo, nem deves defender um ato desumano.
Não ataques a pessoa, mas também não precisas colocar todo mundo no teu colo.
Não adotes todo mundo.
Quando digo para amares, não quero dizer que deves anular-te.
Também tens direitos.
Não costumas correr atrás de todos os compradores do shopping para abraçá-los.
Por que farias isto? Só porque são compradores?
Às vezes as pessoas precisam merecer o teu amor.
Teu amor pessoal vale alguma coisa, e deve significar alguma coisa.
Não é que deves amar a qualquer preço.
Se alguém te bate, não é o amor que vai te fazer ficar para apanhar de novo.
Se alguém te aponta uma faca, não precisas atirar-te nos braços dele para provar que és uma pessoa amorosa.
Se vires uma pessoa apontando uma faca para outra, não pares para amar o detentor da faca.
Procura conhecer a diferença entre amor pessoal e amor universal.
Irradia amor e mantém tua integridade.

A PRECE SILENCIOSA

A oração Silenciosa é um reconhecimento de Tudo O Que É.
Nesta oração eu sei que tudo que eu evoquei foi ouvido pelo espírito e que me foi dado tudo aquilo que pedi.
É um reconhecimento de que minha alma é completa no amor e na graça de Deus.
É um reconhecimento de meu total estado de perfeição e de Ser.
Tudo aquilo que desejo, tudo o que quero co-criar, já esta dentro de minha realidade.
Eu a chamo de Prece Silenciosa porque sei que meu ser já está realizado.
Não há necessidade de pedir nada ao espírito, porque tudo já lhe foi dado.

Em meu coração, eu aceito meu Ser Perfeito.
Eu aceito que a alegria que eu quis já esta em minha vida.
Eu aceito que o amor que rezei por ter já está dentro de mim.
Eu aceito que a paz que pedi já faz parte de minha realidade.
Eu aceito que a abundância que procurei já preenche minha vida.
Em minha verdade, eu aceito meu Ser Perfeito.
Eu assumo responsabilidade por minhas próprias criações,
E todas as coisas que estão dentro de minha vida.
Eu reconheço o poder do espírito que está dentro de mim,
E sei que todas as coisas são como devem ser.
Em minha sabedoria, eu aceito meu Ser Perfeito.
Minhas lições foram cuidadosamente escolhidas por mim mesmo,
E agora eu caminho por elas em completa experiência.
Meu caminho me leva em uma jornada sagrada com propósito divino.
Minhas experiências se tornam parte de tudo que há.
Em meu conhecimento, eu aceito meu Ser Perfeito.
Neste momento, eu me sento em minha cadeira de ouro
E sei que sou um anjo de luz.
Eu olho sobre a bandeja dourada- o presente do espírito-
E sei que todos os meus desejos já foram realizados.
Em amor por mim mesmo, eu aceito meu Ser Perfeito.
Não faço julgamentos nem ponho fardos sobre mim mesmo.
Eu aceito que tudo em meu passado foi dado em amor.
Eu aceito que tudo neste momento vem do amor.
Eu aceito que tudo no meu futuro resultará sempre em amor maior.
Em meu ser, eu aceito minha perfeição.
E assim é…

2012: NOSSOS DIAS DE DECISÃO – Urgente


Por David Icke:

Nós estamos no auge de uma mudança global incrível. Uma encruzilhada onde nós tomamos decisões que influenciarão enormemente a vida na Terra em um futuro próximo. Nós podemos arremessar para bem longe as portas das prisões mentais e emocionais que limitaram a raça humana por milhares de anos. Ou nós podemos permitir que os manipuladores completem a sua agenda para a escravização mental, emocional, espiritual e física de cada homem, mulher e criança do planeta com um governo mundial, um exército, um banco central, uma moeda corrente e uma população controlada por microchips.
Eu sei que soa fantástico, mas se a raça humana erguesse os seus olhos da mais recente novela ou game show por tempo suficiente para empenhar seu cérebro, veria que estes eventos não estão para acontecer – eles estão acontecendo. 
O impulso para o controle centralizado da política global, dos negócios, dos bancos, do exército e da mídia está aumentando a passos largos. 
A implantação de microchips nas pessoas já está sendo sugerida e, em muitos casos, a caminho. Sempre que uma agenda escondida está a ponto de ser implementada sempre há o período quando o escondido tem que subir à superfície para o empurrão final na realidade física. 

Isto é o que nós estamos vendo agora na explosão de fusões entre bancos globais e impérios empresariais, e a velocidade pela qual o controle político e econômico está sendo centralizado através da União européia, das Nações Unidas, da Organização Mundial do Comércio, do Acordo Multilateral de Investimentos, e uma corrente de outros corpos de globalização como o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional e o G-7/G-8.

Por trás desta constante e coordenada centralização está uma tribo de linhas genéticas que cruzam entre si que podem ser relacionadas ao antigo Oriente Médio e Próximo Oriente. 

Elas emergiram de lá para se tornar a realeza, a aristocracia e o sacerdócio da Europa antes de expandir o seu poder pelo mundo, principalmente através do “Grande” Império britânico.

Isto permitiu que a tribo exportasse suas linhagens genéticas a todos os países que os poderes britânicos e europeus ocuparam, inclusive os Estados Unidos onde eles continuam dirigindo o espetáculo nestes dias.

Os Estados Unidos tiveram apenas 40 Presidentes e 33 deles têm sido geneticamente relacionados com duas pessoas: o Rei de Inglaterra, Alfred o Grande e Carlos Magno, o famoso monarca da França do século IX. Ao longo de todo esse período a agenda desta linhagem genética tem sido implementada gradualmente até que nós alcançamos o ponto hoje onde o controle global centralizado é possível.

Se você quer saber como será a vida aqui na Terra a menos que nós acordemos bem depressa, então dê uma olhada na Alemanha Nazista.

Este é o mundo que espera a população global na medida em que o plano que eu chamo de a Agenda dos Reptilianos se desdobra pelo ano 2000 e nos primeiros 12 anos do novo século.

2012, particularmente, parece ser um ano crucial por razões que nós discutiremos a seguir. 

As pessoas não têm nenhuma idéia do abismo que nós estamos fitando ou a natureza do mundo que nós estamos deixando para nossas crianças suportarem e a maioria delas parece não se importar. Elas vão ignorar o óbvio e entrar em negação de uma verdade que está bem em frente dos seus olhos.

Eu me sinto como uma vaca que corre no campo gritando: 

“Ei, você sabe aquele caminhão que leva embora alguns de nossos amigos todos os meses?

Bem eles não os levam a outro campo como nós pensávamos.

Eles atiram na cabeça deles, os sangram, os cortam, e colocam os pedaços em pacotes. Então esses humanos os compram e os comem!”

Imagine qual seria a reação do resto do rebanho: 

“Você está louco cara. Eles nunca fariam isso. De qualquer maneira, eu tenho ações naquela companhia de caminhão e eu consigo um bom retorno. Cale-se, você está fazendo ondas.”

A Agenda que eu estou expondo tem se desdobrado por milhares de anos até o seu ponto atual, perto da conclusão, porque a humanidade entregou sua mente e sua responsabilidade.

A Humanidade preferiria fazer o que ela acha ser certo para si mesma no momento do que considerar as futuras conseqüências de seu comportamento para a existência humana.

Ignorância é felicidade, nós dizemos, e isso é verdade – mas só durante algum tempo. 

Pode ser felicidade não saber que um tornado está vindo porque você não tem nenhuma necessidade de preocupar-se ou de tomar providências. Mas enquanto sua cabeça está dentro da areia seu traseiro está no ar, e o tornado ainda está vindo.

O conhecimento está nas Mãos de poucos e o resto é mantido ignorante. 
A clássica estrutura para manipulação e controle.

Se você erguesse a sua cabeça e o enfrentasse, o desastre poderia ser evitado, mas ignorância e negação sempre asseguram que você terá a força completa e as mais extremas conseqüências, porque o tornado vem quando menos se espera e quando você está menos preparado.

Como eu disse, ignorância é felicidade – mas só por algum tempo. Nós criamos nossa própria realidade  através dos nossos pensamentos e ações. Para toda ação ou omissão há uma conseqüência. Quando nós entregamos nossas mentes e nossa responsabilidade nós entregamos nossas vidas.

Se bastante de nós fizermos isto, nós entregamos o mundo e isso é precisamente o que nós temos feito ao longo da história humana conhecida. É por isto que poucos sempre controlaram as massas. A única diferença hoje é que poucos estão agora manipulando o planeta inteiro por causa da globalização dos negócios, dos bancos e comunicações.

A fundação deste controle sempre foi a mesma: mantenha as pessoas em ignorância, medo e em guerra contra elas mesmas. Divida, governe e conquiste mantendo o conhecimento mais importante pra você.

Aqueles que usaram estes métodos para controlar a humanidade por milhares de anos, são membros da mesma força, da mesma tribo de cruzamentos, seguindo uma Agenda de longo prazo que está alcançando agora um ponto principal na sua jornada.

O estado global fascista está sobre nós. E ainda, não tem que ser assim.

O real poder está nas mãos de muitos, não de poucos.

Realmente poder infinito está dentro de todo indivíduo. A razão porque nós somos tão controlados não é que nós não temos o poder para decidir nosso próprio destino, é que nós entregamos este poder a cada minuto de nossas vidas. Quando algo acontece que nós não gostamos, nós procuramos outra pessoa para culpar.

Quando há um problema no mundo, nós dizemos “o que é que ELES vão fazer sobre isso”.
Neste ponto ELES, que secretamente criaram o problema em primeiro lugar, respondem a esta exigência apresentando uma “solução” – mais centralização de poder e erosão de liberdade.

Se você quer dar mais poderes para a polícia, agências de segurança e exército, e você quer que o público exija que você faça isso, então assegure que haja mais crime, violência e terrorismo, e então é uma brincadeira de criança alcançar suas metas.

Uma vez que as pessoas estão com medo de serem roubadas, assaltadas ou bombardeadas, elas vão exigir que você tome a liberdade delas para as proteger do que foram manipuladas para temer.

O atentado à bomba em Oklahoma é um clássico exemplo disso, como eu detalho em… E A Verdade O Libertará.

Eu chamo esta técnica de Problema-Reação-Solução.

Crie o problema, encoraje a reação “algo precisa ser feito”, e então ofereça a solução.

Isto é resumido pelo lema Maçônico ‘Ordo Ab Chao’ – ordem vinda do caos. Crie o caos e então ofereça uma maneira para restabelecer a ordem. Sua ordem.

As massas são agrupadas e dirigidas por muitas e variadas formas de controle mental e emocional. É o único modo que isto poderia ser feito.

Poucos não podem controlar bilhões de pessoas fisicamente, da mesma maneira que animais de fazenda não podem ser controlados fisicamente a menos que um grande número das pessoas esteja envolvido. Dois porcos escaparam de um matadouro na Inglaterra e iludiram a captura por tanto tempo, apesar dos esforços de muitas pessoas para pegá-los, que eles se tornaram celebridades nacionais. Controle físico da população global não pode funcionar.

Mas isto não é necessário quando você pode manipular a maneira como as pessoas pensam e sentem ao ponto em que elas “decidem” fazer o que você quer que elas façam e exigem que você introduza leis que você quer introduzir.

Há um provérbio velho, bem velho que diz: “se você quer que alguém faça algo, faça com que ele acredite que a idéia é dele”.

A mente da Humanidade está controlada e só ligeiramente mais consciente do que um zumbi.

Longe disso? Não. 

Eu defino controle mental como a manipulação da mente de alguém de forma que ele pense, e então aja, do modo que você quiser.

Depois desta definição, a questão não é quantas pessoas têm suas mentes controladas, mas quantas não têm. Todos são controlados em uma maior ou menor extensão.

Quando você é persuadido por um anúncio ou exagera na compra de algo que você realmente não quer ou precisa, sua mente está sendo controlada.

Quando você lê ou ouve uma notícia viciada e permite que ela afete sua percepção de uma pessoa ou evento, você está sendo controlado. Olhe só para o treinamento das forças armadas. É puro controle da mente.

Desde o primeiro dia dizem para você aceitar ordens sem questionar e se alguém com um boné pontudo lhe diz para atirar em alguém que você nunca encontrou e não sabe nada sobre ele, você tem que atirar sem questionar.

Esta é a mentalidade do “Sim senhor!”. E isto também penetra o mundo não-militar. “Bem, eu sei que não está certo, mas o chefe me disse que fizesse isto e eu não tive escolha.”

Não teve escolha? Nós sempre temos uma escolha. Nós temos escolhas que gostaríamos e escolhas que não gostaríamos de fazer. Mas sempre temos uma escolha.

A lista de técnicas de manipulação da mente é infinita. Eles querem sua mente porque quando eles a têm, eles têm você.

A resposta está em pegar nossas mentes de volta, pensando por nós mesmos e permitindo que os outros façam o mesmo sem medo do ridículo ou de condenação pelo crime de ser diferente.

Se nós não fizermos isso, A Agenda que eu estou expondo será implementada.

Mas se nós recuperarmos o controle de nossas mentes e alcançarmos soberania mental, A Agenda não poderá acontecer porque a fundação de sua existência terá sido tomada.

Eu tenho falado e pesquisado em mais de 20 países e eu vejo o mesmo processo em todos eles. Políticas e estruturas idênticas são introduzidas em linha com uma Agenda Global, contudo ao mesmo tempo há um despertar global bastante óbvio.

Cada vez mais pessoas ouvem o despertador espiritual e emergem de suas sonecas mentais e emocionais, do transe terrestre.

Qual força vai prevalecer nestes anos do Milênio até 2012? 

Isso é com a gente. Nós criamos nossa própria realidade por nossos pensamentos e ações.

Se nós mudamos nossos pensamentos e ações nós mudamos o mundo. Simples assim.

Tudo é consciência em diferentes manifestações e nós estamos interagindo com outros campos de energia vibracionais a cada momento de nossas vidas.

Nós sentimos isto freqüentemente quando encontrarmos alguém e sentimos suas “vibrações” ou quando vamos para uma casa e ou sentimos incomodados ou imediatamente em casa.

É a energia da pessoa ou do lugar que nós estamos sentindo. Como nós estamos vivendo dentro dos campos de energia da Terra, somos constantemente afetados pelo seus estados vibracionais.

Os reptilianos sabem disto e aqui você tem outra razão para o simbolismo e ritual deles em uma escala tão obsessiva.

Tudo ressona a uma freqüência, e símbolos são exemplos muito poderosos disto.

Um símbolo é uma representação física de um pensamento.

O que aquele símbolo significa pra você é a energia que ele ressonará.

Um obelisco simboliza a energia sexual masculina e, dessa forma, é a energia que ele gera e atrai. A cúpula representa o útero, a fêmea, e essa é a energia que ela gera e atrai.

O mesmo com um pentagrama, uma tocha iluminada, o que quer que seja. Se eles são colocados em pontos de vórtice particularmente poderosos e em pontos sobre os cruzamentos magnéticos da Terra, afetarão o estado vibracional do campo de energia global mais eficientemente.

Acontece o mesmo com as plantas geométricas de ruas e a colocação geométrica de certos edifícios em relação uns aos outros.

Dealey Plaza

O assassinato do Presidente Kennedy em um ponto de vórtice poderoso como o Dealey Plaza, e a energia do pensamento humano de horror, aflição e medo focalizada lá, teve um efeito volumoso na ressonância vibracional da energia da Terra.

O mesmo, ou até mais, com a morte da Princesa Diana naquele Local de energia lunar em Paris.

Tudo isso é parte do feitiço lançado pelo reptilianos nas emoções e na mente humana para nos desligar de nosso verdadeiro e infinito poder.

Também, quanto mais nós somos manipulados a sentir emoções negativas por estes e por outros eventos, mais nós geramos nosso próprio medo nos campos da Terra, e a espiral descendente continua.

Há outro ponto aqui que é altamente relevante. Pesquisas têm mostrado que há um pulso, um sinal elétrico, que é gerado do centro, da Via-Láctea para nosso Sol (e outros sóis) e de lá para a Terra.

Esse pulso é apanhado então pelo coração humano, passa pelo cérebro, e de lá vai para as células do corpo. 

Quando esse pulso, que ressoa, passa por esse caminho intacto e inalterado, o ser humano está em harmonia com o cosmo. Cada célula está conectada, e em harmonia com o pulso cósmico. Porém, emoções de baixa vibração e desequilíbrio bloqueiam o caminho e quebram o circuito e, uma vez mais, nos desconecta da Terra e da amplitude do universo.

A conexão coração-cérebro tem sido quebrada na maioria das pessoas pela separação da cabeça e do coração, do intelecto e da intuição, do físico e do espiritual.

A razão pela qual os reptilianos estão acelerando a sua Agenda tão rapidamente hoje é que eles sabem que têm um desafio colossal em suas mãos.

A criação é governada por ciclos de energia. Em um nível, nós os vemos nas estações da Terra, primavera, verão, outono e inverno. Mas há também ciclos muito maiores, e esses têm sido registrados em números e símbolos pelos povos antigos como os Sumérios, egípcios, hindus, chineses, os Mayas da América Central e os Americanos nativos como os Hopi do Arizona.

Esses mediam os ciclos de energia solar, lunar e outras energias cósmicas que transformam os campos de energia da Terra e assim transformam a vida neste planeta.

Nós estamos agora no meio de talvez o maior desses ciclos, um que acontece, segundo estimativas, só uma vez a cada 26.000 anos, e o calendário Maya prevê que o ponto crítico de mudança é 12 de dezembro de 2012. 

Esse é o real ponto focal da transformação, não o manufaturado Milênio.

Estes ciclos de consciência são como entradas ou portais que se abrem para aqueles que estão pronto para passar para um estado muito mais alto de consciência.

Eu vejo isto como um tipo de relógio cuco no qual, em certos momentos-chave, a porta ou portal se abre. Quando estes portais são perdidos, o ciclo começa novamente até outro portal abrir.

Mas o que nós estamos encarando agora, ao que parece, não é um portal, mas sim um vasto abismo de oportunidades para uma transformação global que desafiará todas as crenças atuais. Textos de escolas religiosas e de mistério têm previsto isto abertamente ou simbolicamente por milhares de anos.

Agora a evidência física, espiritual e, crescentemente, científica pode confirmar que a denominada “Grande Mudança das Eras” está sobre nós.

Gregg Braden 

Uma série de eventos, descrita por Gregg Braden em Despertando Para o Ponto Zero, tem confirmado que os tempos estão mudando.

Em 1991 foi identificada uma nova freqüência ressonando do centro da espiral de nossa Galáxia e em 1994 a sonda Ulysses foi enviada para investigar mudanças no Sol.

Desde a metade dos anos 80, houve um tremendo aumento nas chamas solares e nas explosões de raios-x, e Ulysses descobriu que o campo magnético do Sol estava diminuindo rapidamente.

As leituras nos pólo norte e no pólo sul e no equador estavam “muito mais baixas do que o esperado”.

Também, enquanto o Sol está esfriando, os planetas do sistema solar, especialmente os mais afastados, estão aquecendo.

Isto sugere que a fonte de calor planetário vem de dentro, embora isto possa ser estimulado por mudanças magnéticas e elétricas no sol. Ao mesmo tempo em que estas mudanças estavam acontecendo no Sol, uma tempestade em Júpiter, primeiro documentada pelos chineses 3.000 anos atrás, também mostrou mudanças súbitas.

cometa shoemaker-levy em Júpiter  

Uma vasta espiral dentro desta tempestade começou a girar na outra direção. As ondas de choque e outros fenômenos causados pela colisão do cometa shoemaker-levy em Júpiter em 1994 também têm afetado todo o sistema solar, inclusive a Terra.

O que está claro é que as mudanças no campo magnético do Sol têm se refletido aqui.

A Terra é um imã gigantesco com diferentes níveis girando para criar um campo magnético. Quanto mais rápido a Terra gira, mais poderoso e denso é o campo magnético.

Dois mil anos atrás este campo magnético atingiu o ápice de sua intensidade no ciclo atual e vem caindo desde então, a medida em que o planeta tem girado cada vez mais lento, Braden diz.

O campo está agora 50% menos poderoso do que estava 1.500 anos atrás e a velocidade desta queda está aumentando muito depressa. Não há nenhuma razão para pânico porque tudo isso é parte de um ciclo natural, uma versão mais longa e infinitamente mais poderosa das estações anuais. Junto com isso vem a notícia de que a freqüência de ressonância da Terra ou, se preferir, a sua pulsação, está aumentando rapidamente.

Esta freqüência, chamada de Freqüência Ressonante de Base ou Ressonância de Cavidade de Schumann, foi identificada em 1899. 

Entre 1899 e a metade de 1980, manteve um pulso constante ao redor de 7.8 Hertz ou 7 ciclos por segundo.

Mas de 1986-87 começou a acelerar.

Ao final de 1995 tinha alcançado 8.6 de acordo com algumas estimativas e os últimos números que eu ouvi estavam acima de dez e ainda subindo.

Gregg Braden acredita que no ano de transformação Maya de 2012, a ressonância da Terra poderia ser de 13 ciclos por segundo enquanto que o seu campo magnético poderia estar no zero ou próximo disso.

Ele chama isso de Ponto Zero, quando o campo magnético da Terra desaparecerá porque o planeta terá parado de girar.

Isto não significa que não haverá gravidade porque ela é criada por outros fenômenos, não pela rotação do planeta. Algo assim parece ter acontecido pelo menos 14 vezes nos últimos 4.5 milhões de anos.

O último é calculado ter sido aproximadamente há 11-13.000 anos atrás, uma janela de tempo que corresponde com muitas estimativas do fim da Atlântida e o começo da recuperação daquele grande cataclismo depois de aproximadamente 10.500 AC. 13,000 anos atrás teria sido o ponto intermediário no Grande Ciclo de 26,000 anos que está terminando agora, outro tempo de grande mudança.

Eu não estou dizendo que a Terra vai deixar de girar, mas eu certamente não descartaria essa possibilidade.

Porém, pode ser que tenha havido uma troca dos pólos magnéticos mais recentemente, aproximadamente 3.500 – 3.600 anos atrás, de acordo com o exame do gelo em Greenland e nas regiões polares.

Toda vez que a Terra sofreu uma rápida queda no campo magnético como a que nós estamos vendo agora, resultou em uma troca de pólo que é quando o norte e o sul magnéticos trocam de lugar.

Pessoas como Braden, estimam que a Terra deixará de girar durante alguns dias antes de começar a girar na direção oposta.

Como você pode ver, quando o fluxo de eletricidade de uma barra de ferro é invertido, os pólos se invertem. A medida em que o planeta girar na direção oposta, o fluxo de eletricidade se inverterá e, conseqüentemente, os pólos também se inverterão.

Se o planeta deixasse de girar, um lado da Terra estaria em constante claridade e o outro em constante escuridão nesse período, e isso é o que os antigos disseram que aconteceu há milhares de anos atrás.

Os peruanos falam sobre a ‘longa noite’ de três dias e na Bíblia há referência a um dia durando 20 horas, o dia mais longo.

A Tribo Hopi registra como o Sol nasceu duas vezes em um dia. Primeiro nasceu no oeste e se pôs no leste e depois nasceu no leste e se pôs no oeste – o ciclo que permanece desde então.

Outros contos antigos dizem que o Sol costumava nascer no oeste e se pôr no leste, outra indicação de que a Terra costumava girar em outra direção.

No começo dos anos 90, quando eu estava apenas acordando para essas coisas, me foram dadas algumas informações canalizadas por uma psíquica que disse: “O mundo está mudando e o norte se tornará o sul e o leste, oeste. Assim foi comandado desde o começo do tempo.”

Brian Desborough, o cientista-investigador da Califórnia, também me falou que alguns importantes eventos geofísicos estão acontecendo, os quais estão sujeitando as telecomunicações a um blecaute. Ele confirma que o campo geomagnético da Terra está caindo rapidamente e logo alcançará o zero. Ele acredita, assim como eu, que nós estamos iniciando um passeio geologicamente muito acidentado. O Serviço Geológico dos EUA diz que o campo magnético da terra cai para zero a cada 500.000 anos, e então lentamente se reconstrói, e que estes são períodos de cataclísmicas mudanças na Terra, terremotos e vulcões, por causa da parada temporária na rotação do planeta. Eu acho que isso acontece mais freqüentemente do que se supõe.

De acordo com os contatos de Brian, o campo magnético do Sol já caiu pra zero e parece ter alcançado um nível mais alto de conversão de hidrogênio em hélio.

Ele diz que as chamas solares estão sendo emitidas acima e abaixo do equador do Sol a uma latitude de 19.5 graus.

Este é o ponto onde é trocada energia entre esferas giratórias e é nesta latitude na Terra que as pirâmides ficam situadas. A energia que é recebida do Sol a estas latitudes deve ser agora fenomenal.

Nós temos seguido a conexão entre mudanças na ressonância vindas do centro da galáxia, com as mudanças no sol e com as mudanças na Terra.

Isso segue em frente de lá para o coração humano, e então para o cérebro e depois para cada célula do corpo. Quanto mais você abre o seu coração, mais poderoso este fluxo fica e mais rápido você se sincronizará com as vibrações ascendentes e alcançará um estado mais alto de consciência. 

Se você fechar o seu coração e sua mente, você estará resistindo a estas mudanças e uma quantidade cada vez maior de sua energia será gasta nessa luta contra as mesmas energias que transformarão sua vida e o libertarão.

Também o seu corpo crescentemente sairá de sincronia com a energia ao seu redor e as conseqüências físicas, mentais e emocionais serão óbvias.

Você pode tentar nadar contra a correnteza desse enorme oceano, ou você pode relaxar, deitar-se em uma bóia e deixar as coisas fluírem naturalmente. É sua escolha, e não importa o que aconteça, você sempre viverá.

Se nós nos permitirmos sermos tocados por essa luz de alta freqüência, nossos corpos se consertarão e nós não envelheceremos. Nós viveremos em corpos físicos indefinidamente se nós assim desejarmos e nossos poderes mentais e psíquicos não conhecerão nenhuma limitação.

Se também está correto que nós estamos entrando em um volumoso campo elétrico chamado de Cinturão de Fótons, nós vamos experimentar algumas coisas surpreendentes.

Os antigos sabiam destes grandes ciclos de mudança e todos os calendários antigos dos egípcios, dos Mayas, dos Tibetanos, dos chineses e de outros terminam no período em que nós estamos vivendo agora. 

O calendário egípcio data de aproximadamente 39.000 anos atrás e o Maya talvez 18.000 anos. O Maya disse que haveria um período de transição entre o velho e o novo mundo, a medida em que uma versão de tempo fosse substituída por outra.

Eles chamaram esse período de “Sem Tempo” e eles disseram que isso começaria em julho de 1982 e conduzir à uma mudança no dia 12 de dezembro de 2012.

O efeito de tudo isso na humanidade é fácil de ver. Eu visitei mais de 20 países nos últimos anos e há um despertar acontecendo em todos eles.

Contudo, a maioria ainda não despertou, mas os números estão aumentando dia-a-dia a medida em que este despertador espiritual tira as pessoas de suas sonecas.

É a aceleração da vibração da Terra, e da galáxia em geral, que está dando a impressão de que o tempo está passando cada vez mais rapidamente.

Isso é uma ilusão porque, na verdade, não há nenhum tempo, mas nos sentimos dessa forma porque a freqüência está ficando mais rápida. 

Eu lembro que me foi dada uma comunicação canalizada por uma psíquica no começo dos anos 90, a qual disse que estava chegando o dia em que o tempo parecerá estar se movendo tão depressa que será assustador.

Esse momento está próximo. Não há nada com o que se preocupar, é só um ciclo natural, mas apresentará muitos desafios e, conseqüentemente, oportunidades infinitas.

O universo, como o todo do mundo físico, é um holograma – colunas de luz colidindo para criar o aspecto de forma tridimensional. 

É como lançar pedras em uma lagoa e assistir as ondas colidirem e criarem padrões.

Dois cientistas nos Estados Unidos, Terrance e Dennis McKenna, sugerem que o universo é um holograma de 64 ondas ou escalas de tempo e é por isso que nós temos os 64 hexagramas do I-Ching, 64 chaves da Árvore da Vida, e os 64 cordões do DNA.

A análise do computador deles sugere que todas essas 64 ondas atingirão juntas o ápice em 2012.
Isto fará com que os próximos anos sejam um período de mudanças estarrecedoras.

Terrance e Dennis McKenna

Os McKennas dizem que a velocidade da mudança tem dobrado dentro de um período cada vez menor, se manifestando como os saltos no desenvolvimento tecnológico neste século.

Projetando adiante, eles dizem que isto continuará pelo ano de transformação de 2012 quando em um período de 384 dias haverá mais transformações de consciência do que em todos os ciclos anteriores juntos. 

Depois disso, haverá um ciclo de seis dias dentro do qual eventos se moverão ainda mais rapidamente e nos últimos 135 minutos haverá outros dezoito enormes saltos na consciência humana, culminando no último 0.0075 de um segundo quando outros 13 acontecerão.

Eu não acho que nós estaremos assistindo a alguma novela enquanto isto estiver acontecendo. “Querido, eu acho que acabei de passar por várias transformações existenciais enquanto estava assistindo àquele comercial. Aceita uma xícara de chá?”

Enquanto eu escrevo estas palavras o ciclo das chamas solares está aumentando rapidamente e rumando ao seu poder e efeito máximos entre 1999 e 2002.

Essa não é a transformação, mas é parte do ciclo. É muito significante que o culto solar do reptilianos-humanos deveria criar uma medida de tempo que sincronizasse o ano 2.000 deles com o pico das explosões solares neste ciclo (ciclo 23 como é conhecido).

Essas tempestades solares de energia altamente carregada provavelmente aumentarão a força de temporais, mudanças no tempo, incríveis espetáculos no céu ao nascer do Sol e, possivelmente, causarão cortes de energia e mau-funcionamento de satélites. 

As bases subterrâneas e cidades construídas pela Elite neste século estão em preparação para as mudanças monumentais que vão acontecer até 2012.

Situada na do “Mar das Filipinas” parece uma ilha, mas na verdade não é,
não possível ver ninguém trabalhando encima,
mas parece um tipo de um tampão arredondado,
onde por cima possue sistemas de escotilhas.
Um outro “tampão” na mesma região

Bases subterrâneas, notem nas duas pontas, sistemas de elevadores
Base de Dulce, Novo México


Um complexo bem interessante, pirâmides? Mais pirâmides? Novo México em Dulce

No Brasil na Amazônia existe este tipo de tampão, e ele é imenso!
Para que serve não sabemos…
Base subterrânea na Bolívia, considerado como base dos Estados Unidos

O satélite Telstar 401 foi destruído por, aparentemente, densidades elétricas mais altas do que o normal e isso não é nada comparado com o que está por vir. 
Em março de 1989 a rede elétrica de Quebec, no Canadá entrou em colapso por dois minutos entre uma tempestade de energia solar semelhante e, novamente, são esperadas tempestades muito maiores. 
É esperado que as principais tempestades geomagnéticas atinjam o ápice entre 1999 e 2002; tempestades severas deveriam atingir o ápice entre 1999 e 2005; e o ano para o número máximo de pequenas tempestades por dia é predito para ser 2005, a medida em que o ciclo solar 23 entra em declínio. As maiores chamas deste ciclo solar são estimadas em serem 10.000 vezes mais poderosas do que as observadas na metade dos anos 90.

Os Reptilianos têm tecnologia para mexer com o clima e eles a usam, não há nenhuma dúvida sobre isso. Mas os fenômenos que eu descrevi até aqui são a verdadeira razão para as dramáticas mudanças nos padrões globais do clima, os quais estão ficando mais extremos a cada mês.

Nós ainda não vimos nada. Como eu disse, entre grande ridículo público na Inglaterra no começo dos anos 90, mudanças enormes em padrões climáticos serão prováveis neste período, junto com efeitos geológicos a medida em que a Terra se reestrutura e prepara o seu corpo para a mudança, da mesma forma que os humanos estão tendo que fazer.

Nós e a Terra estamos sendo desafiados a sincronizar nossa consciência e sua expressão física com as freqüências que estão se acelerando rapidamente e que estão agora inundando o planeta.

Os Reptilianos estão buscando desesperadamente esconder estes fatos colocando a culpa pelas mudanças no clima no “efeito estufa” ou “El Nino”. Eles sabem que uma vez que as pessoas percebam que algo muito diferente está acontecendo, os dominós cairão e o jogo estará acabado.

Foram os Reptilianos que criaram o Movimento New Age para desviar o despertar. O termo New Age é o nome de uma revista Maçônica. 

Uma escrava mente-controlada do Governo americano, agora recuperada, me confirmou que o movimento New Age foi secretamente lançado por Henry Kissinger e outros, enquanto ela estava sobre o seu controle na década de 70.

Sempre que eu faço estas observações, os “New Agers” rejeitam a idéia porque eles dizem que os Reptilianos não iriam querer que as pessoas tivessem uma visão diferente da vida.

Não, não em um mundo ideal, mas este não é um mundo ideal para eles porque as mudanças de energia estão acordando as pessoas.

Os Reptilianos sabiam que essas mudanças estavam vindo e qual seria o seu efeito. Eles não puderam pular para dentro de uma espaçonave e mexer com o Sol ou ir até o centro da galáxia para desligar essa nova vibração.

A única alternativa deles era seqüestrar esse despertar de consciência e conduzi-lo para uma outra religião-de-regras-e-regulamentos, onde ele não seria nenhuma ameaça à Agenda dos Reptilianos.

Eles têm feito isso com o Movimento New Age. 

Há algumas pessoas muito sensatas e conscientes dentro do movimento fazendo um grande trabalho, mas tantos outros estão em negação do que está acontecendo no mundo.

Eles estão sendo enganados por outras entidades dimensionais, por transmissões dos Reptilianos nas freqüências psíquicas e por comunicações canalizadas vindas dos níveis mais baixos da quarta dimensão.

Eles se sentam ao redor de suas velas ou esperam que um “comando Ashtar” extraterrestre ou Mestres Ascensionados Inexistentes venham e os arrebatem para fora do planeta em uma espaçonave.

Muitos da mentalidade New Age nem mesmo falarão sobre a manipulação dos Reptilianos porque “é negativo”. 

Sim é, e ficará desse jeito até nós tomarmos conhecimento e mudarmos isto. Correr ou ficar pairando perto do teto não fará diferença. A maior parte do movimento New Age não busca espiritualidade como mudança, mas espiritualidade como escapismo. Ele está suprimindo e desviando o despertar, não avançando.

Nós estamos claramente sendo preparados para revelações sobre os Reptilianos, porque as energias de freqüência mais altas e altamente carregadas, aumentarão dramaticamente o número de pessoas que vêem os reptilianos da mais baixa quarta dimensão.

Arizona Wilder me falou que o número de rituais de sacrifício tem aumentado maciçamente desde os anos oitenta porque os Reptilianos precisam de cada vez mais sangue humano e energia para manter a sua forma humana.

Eles precisam que as pessoas estejam micro-controladas antes deles serem vistos abertamente como répteis por causa do avanço das mudanças vibracionais. 

As mudanças estão tirando a máscara vibracional dos Reptilianos e a verdade terá que vir à tona.

Em preparação para isto há uma lista muito longa de filmes e programas de televisão para os adultos e crianças sobre répteis-humanóides, amigos e inimigos.

Eu tenho mencionado A Chegada e V: A Batalha Final, mas existem muitos mais. Em Stargate, a história da viagem no tempo para um Egito antigo controlado por extraterrestres, a possível natureza réptil do “alien” é revelada quando a pele dele é arrancada fora no fim. Stargate: SG-1 continua o tema dos reptilianos ocupando forma humana; Mina Inimiga e Dreamscape, ambos estrelados por Dennis Quaid, mostram répteis-humanóides; Theodore Rex é sobre um dinossauro vertical-ambulante de sete pés de altura; Babylon 5, a série de televisão, inclui os répteis-humanóides chamados de Narns e o mesmo tema pode ser visto em Jornada nas Estrelas; Jornada nas Estrelas – A Próxima Geração; Zona Espacial; Busca Marítima DSV; Limites Siderais, e em muitas outras.

O Parque dos Dinossauros e O Mundo Perdido, ambos de Steven Spellberg, trazem os dinossauros de volta à vida e a sua animação de vídeo para crianças, Nós Estamos de Volta, mostra dinossauros falantes de duas pernas. Em uma cena um T-Rex é levado para uma espaçonave, dotado de inteligência e levado adiante no tempo até o presente.

Filmes e séries de televisão para crianças estão cheios de imagens de répteis. 

Mario Brothers é baseado na idéia de que os dinossauros não foram extintos pelo meteorito e que, na realidade, o impacto criou uma dimensão paralela onde os dinossauros continuaram a viver e prosperar e evoluíram para humanóides inteligentes. Os heróis do filme entram em uma passagem subterrânea onde eles caem nessa outra dimensão e lutam com dinossauros-humanóides para impedir a invasão desta dimensão.

Dinotopia e Dinotopia: O Mundo Subterrâneo, os livros para crianças por James Gurney, conta histórias sobre um mundo intraterreno no qual reptilianos inteligentes e dinossauros vivem debaixo do chão com humanos. O Elo Perdido mostra uma família que volta no tempo para uma terra dominada por dinossauros onde eles são atacados por uma raça de humanóides-répteis chamados de Sleestak. Em um episódio, um humanóide reptiliano estuda humanos que irradiam “calor emocional” – a energia emocional humana na qual os reptilianos prosperam.

A série para crianças, Barney, é sobre um amigável réptil e as Tartarugas Ninjas Mutantes são as lutadoras anfíbio-répteis contra o crime e a injustiça. Dinossauros, no começo dos anos 90, foi um programa de televisão para crianças sobre uma amável família de dinossauros, interessantemente chamada de família Sinclair! Um deles é chamado de Earl! (Conde). Desenhos como Dinosaucers; Liga Mutante; G. L. Joe e Dino Power House também incluem seres répteis inteligentes. 

Uma coincidência? É Claro que não.
Por muito tempo os Reptilianos têm se preparado para impedir a humanidade de fazer a mudança de consciência. A natureza hierárquica da estrutura de controle deles, tem lhes permitido promover o mesmo plano por incontáveis instituições e agências diferentes.

Primeiro eles nos atacaram no nível físico com drogas, suplementos alimentares e fluoreto na água. 

Os métodos antigos de curar (conhecidos hoje como alternativos ou complementares) estão sobre constante agressão dos estabelecimentos médicos que estão cheios de Maçônicos e sobre o controle do cartel farmacêutico dos Reptilianos.

O império Rockefeller sozinho agora possui mais que 60% da indústria farmacêutica dos Estados Unidos.

Este, e as outras asas do cartel farmacêutico global, patrocinam as “pesquisas” de novos tratamentos e, é claro, estes “tratamentos” sempre acontecem de serem drogas.

Há um livro excelente que documenta isto chamado A Máfia Médica escrito por um doutor canadense, Guylaine Lanctot que está disponível através da Bridge of LovePublicações.



O cartel farmacêutico se integra com os principais produtores mundiais de “comida” como a Nestlé, Kellogg, Proctor e Gamble e o resto. 

Por esta rede os Reptilianos podem orquestrar um ataque combinado no corpo humano e nos seus processos mentais através de drogas, vacinas e suplementos alimentares.



Animais e comida geneticamente modificados também fazem parte disto.

Quando um dos cientistas britânicos envolvido no desenvolvimento de comida geneticamente modificada questionou sua segurança publicamente, ele foi imediatamente despedido. E isso aconteceu em um país supostamente com liberdade de expressão.

O Flúor que é colocado na água e em outros produtos é um supressor mental, bem como os adoçantes como o aspartame que você acha hoje em quase todas as bebidas suaves.

Estes suplementos são projetados para tornar mais difícil para o cérebro e para as células se sintonizarem nas novas freqüências.

Os Trabalhadores das fábricas de comida não têm nenhuma idéia do que eles estão fazendo, porque eles só seguem ordens.

As decisões estão sendo tomadas em um nível muito mais alto. O mesmo acontece com as vacinações, uma das maiores de todas as fraudes médicas. Os doutores (a maioria deles) e as enfermeiras não têm nenhuma idéia do dano que eles estão fazendo ao corpo, à mente e ao sistema imunológico de uma criança quando eles administram as vacinas. Mas esses que orquestram os programas de vacinação certamente sabem.

Os Reptilianos também criaram uma rede altamente complexa de tecnologia para capturar a consciência coletiva humana e desligá-la do resto do seu eu multi-dimensional.

Isso começa no espaço com a tecnologia de “Guerra nas Estrelas” que é parte de uma vasta teia eletromagnética dentro e ao redor da Terra.

Ela inclui: Transmissores de Freqüência Extremamente Baixa (ELF) que estão difundindo os seus sinais por todo o mundo; transmissões de microonda as quais incluem ataques diretos naqueles que os Reptilianos desejam matar ou desacreditar por manipulação da mente; as redes de telefones móveis que causam um enorme dano mental e físico e permitem que o dono seja localizado até mesmo quando o telefone está desligado; emissões de televisões, fornos de microondas e outras tecnologias; e, é claro, o microchip.

A razão principal para a campanha por uma população micro-controlada é para suprimir o despertar e nos desconectar dos pulsos que estão nos libertando. Um cientista da CIA me contou que a implantação de microchips dará o controle dos pensamentos, das emoções e da saúde física das pessoas aos Reptilianos.

Um contato no mundo financeiro, que aceita a conexão reptiliana por sua própria experiência, me deu algum pano de fundo interessante para os sistemas de energia modernos. Ele tinha trabalhado com vários inventores de energia livre (grátis), e ele percebeu que essa tecnologia de energia livre trabalhava na direção “horária”, e assim, estava em harmonia com o giro dos chakras.

Mas, a maioria da tecnologia elétrica convencional era “anti-horária”, portanto em conflito com os chakras. Ele acreditava que isto estava ajudando a fechar o sistema de chakras e desligar a humanidade de outros níveis de consciência.

Esta é uma razão por que os Reptilianos têm suprimido, freqüentemente através de assassinatos, o desenvolvimento da tecnologia de energia livre.

Os sistemas mais comuns de instalação elétrica nas casas funcionam a 60 ciclos por segundo que é muito prejudicial ao corpo e afeta a atividade das ondas cerebrais.

Os Reptilianos buscam aprisionar a psique humana no cérebro esquerdo, a parte “racional” que só acredita no que pode ver, tocar, ouvir ou cheirar. O sistema de “educação” e a mídia são estruturados com essa intenção e a maioria dos professores, conferencistas, cientistas e jornalistas também são prisioneiros do cérebro esquerdo.

Quando nós abrimos nossos corações e mentes nós ativamos o cérebro direito e, conseqüentemente, a intuição e a inspiração que nos conecta com o cosmos.

Brian Desborough me falou como as pessoas desenvolvem doenças e outros problemas se a cama delas é colocada contra uma parede que tem instalação elétrica interna. As suas reclamações freqüentemente desaparecem se eles movem a cama alguns pés pra longe da parede.

Nós vivemos em um oceano pulsante de eletromagnetismo gerado pela “moderna” tecnologia e isto está constantemente afetando a saúde física, mental e emocional humana. A mente, o corpo e as emoções humanas estão sofrendo uma incrível agressão na contagem regressiva para a Grande Mudança porque os Reptilianos estão desesperados para assegurar que a humanidade como um todo não faça o salto de consciência que nos levará além das freqüências reptilianas.

Os Reptilianos também têm estruturado o sistema de “educação” e a mídia para fechar as pessoas no que eu chamo a prisão do cérebro esquerdo.

O sistema de ensino e seus parceiros, como a mídia e a ciência, são projetados para falar ao cérebro esquerdo e para desligar os pensamentos do direito.

É por isso que os gastos com as artes nas escolas estão sendo cortados por todo o mundo e programas rígidos para o cérebro esquerdo estão sendo impostos.

A “educação” enche o cérebro esquerdo com informações, muitas das quais são mentirosas e inexatas, e exige que elas sejam armazenadas e então regurgitadas na hora da prova.

Se você faz isso como um robô você passa. Porém, se você filtra a informação pelo cérebro direito e diz “Ei, essa droga não pode ser verdade”, você não passará, apesar de que você estará dizendo a verdade. A educação não é maravilhosa?

Com o medo como a maior arma dos Reptilianos, o plano é criar eventos, reais e fabricados, que criarão muito medo pelos anos que faltam para 2012.

Isto inclui um plano para começar uma terceira guerra mundial através ou da estimulação do mundo muçulmano a uma “guerra santa” contra o Ocidente, ou usando os chineses para causar um conflito global.

Talvez ambos. As bombas colocadas perto das embaixadas dos EUA na África em 1998 e a resposta americana com bombardeios de alvos islâmicos é tudo parte disto.

Um dos planos-chave deles é chamado Projeto Bluebeam. Um dos elementos desse projeto é usar satélites geradores de lasers na rede “Guerra nas Estrelas” em diferentes partes do mundo para projetar imagens holográficas no céu de OVNI’s, Jesus, Maomé, Buddha, Khrishna, etc.

Com cada sistema de crença convencido de que o salvador deles chegou, o potencial para enormes conflitos religiosos é óbvio.

Mensagens serão transmitidas (como elas já estão sendo) na Freqüência Extremamente Baixa (ELF), na Freqüência Muito Baixa (VLF), na Freqüência Baixa (LF) e nas faixas de microondas que podem ser recebidas pelo cérebro humano.

Esta tecnologia está altamente sofisticada hoje em dia, e muitas pessoas acreditarão que “Deus” e o seu salvador está falando com eles, quando na verdade serão os manipuladores reptilianos. Muitas informações canalizadas já estão vindo desta fonte.

O Projeto Bluebeam também envolve a manifestação de fenômenos “sobrenaturais” de muitos tipos para aterrorizar a população e entre o terror e o conflito, também por imagens holográficas no céu, o “Salvador” fabricado pelos Reptilianos virá.

Também deve ser enfatizado, quando nós consideramos o Projeto Bluebeam, que os fenômenos dos círculos nas plantações não têm que ser necessariamente extraterrestres ou “sobrenaturais”, como a maioria dos investigadores acredita.

Poderia ser, mas não tem que ser. No período anterior ao primeiro aparecimento dos complexos padrões nas plantações nos anos 80, a tecnologia que poderia criá-los já tinha sido desenvolvida. Era um dispositivo que projetava uma coluna de raios-gama de alta freqüência que foi desenvolvido para o exército.

Algumas das principais características dos círculos genuínos (muitos são uma fraude) são: os talos dobram na junta mais baixa e não quebram; a estrutura da célula muda; os padrões dos círculos emitem microondas; animais mortos dentro dos círculos são carbonizados; um som de alta freqüência ou um barulho de click é ouvido quando o padrão é formado; luzes de plasma às vezes são vistas.

Cada um destes efeitos seria causado pela coluna de raios-gama do dispositivo.

O cientista e pesquisador Brian Desborough diz:

“A coluna de raios-gama de alta freqüência faria com que a umidade nas juntas fervessem, inchando e amolecendo as células das juntas e fazendo com que a palha dobrasse na direção do raio. Tais colunas são capazes de criar detalhes extremamente precisos; o som de alta freqüência que é emitido dos círculos recentemente formados sugerem fortemente que os sistemas de colunas empregados neste ato enganoso integram a tecnologia de Mossbaur. O solo dentro do círculo emitiria radiação e qualquer criatura infeliz o bastante que fosse irradiada pela coluna de raios seria carbonizada… antes de começar um círculo na plantação, a coluna de raios-gama precisaria de ajuste para o foco e intensidade. Isso poderia ser a explicação para as depressões circulares menores normalmente encontradas adjacentes ao círculos nas plantações.”

Algumas pessoas perguntarão por que, se eles são feitos pelas autoridades, tal esforço teria sido feito para os desacreditar com fraudadores, até o ponto onde a mídia agora os ignora.

É uma pergunta muito boa, mas o fato de que a tecnologia humana pode fazê-los permanece, e nós deveríamos saber disso.


Desborough sugere que o vôo 800 da TWA, o jumbo que explodiu logo após a sua partida de Nova Iorque, foi atingido por uma coluna de raios de Mossbaur.

A autópsia nas vítimas revelou que o sangue delas tinha coagulado nas veias e os seus cérebros tinham virado uma “pasta”. Isso é o que a arma produziria, e na ocasião a aeronave estava voando perto da Base Naval de Pesquisas Brookhaven, onde esta mesma arma foi desenvolvida.

Uma fraude OVNI

A ambição principal do Projeto Bluebeam é convencer as pessoas de que a Terra está sendo invadida por extraterrestres.

É vital que nós não acreditemos nisso. Os extraterrestres não estão invadindo, eles têm estado aqui por milhares de anos e eles se parecem, na superfície, com você ou comigo.

Em 1938 o ator Orson Welles disse estar transmitindo ao vivo de um local em New Jersey onde os “aliens” haviam aterrissado. Ele não estava em New Jersey, estava transmitindo de um estúdio de uma rádio usando atores e efeitos especiais. O programa, uma radiodifusão do “romance” A Guerra dos Mundos por H. G. Wells, causou pânico no lugar em que os marcianos estavam supostamente invadindo.

Um sujeito cometeu suicídio e houve engarrafamentos de pessoas tentando escapar porque eles pensaram que os marcianos tinham chegado.

Welles disse que foi só uma brincadeira e que as pessoas tinham entendido mal. Isso foi na verdade um experimento para ver como as pessoas reagiriam à uma situação como essa e eles usaram uma história escrita por H. G. Wells, um clone dos Reptilianos que defendeu a Agenda reptiliana, incluindo o controle mental em massa. Pense nisso.

Se você quisesse uma desculpa para centralizar globalmente todos os governos, as finanças, os exércitos, a polícia e outras instituições, você precisaria de uma ameaça à todo o planeta. Que melhor desculpa do que inventar que as pessoas estão sendo invadidas por seres do espaço?

Você teria um problema global, uma exigência global de que “Algo precisa ser feito” e uma oportunidade para oferecer uma solução global: um governo mundial e um exército para enfrentar essa ameaça. Esse é o plano para o qual nós estamos sendo preparados.

De volta aos anos 60 durante a administração Kennedy, é reivindicado que um grupo de 15 experts nos seus vários campos foram reunidos para produzir um relatório sobre maneiras de controlar a população e centralizar o poder sem o uso de guerras. Ele ficou conhecido como o Relatório da Montanha de Ferro, uma instalação subterrânea no Estado de Nova Iorque onde eles celebraram os seus primeiros e últimos encontros.

Dizem que um dos menbros vazou o conteúdo das reuniões para um amigo que o vazou mais amplamente. Eu detalho esse relatório em …E A Verdade o Libertará.

Muitos acreditam que ele seja uma fraude, se isto está correto, então foi uma fraude bem inspirada. Duas das recomendações que ele fez para centralizar o poder foram: uma ameaça para o meio-ambiente mundial e uma ameaça de uma invasão extraterrestre.

O relatório foi completado em 1966, a história continua, e em 1968 veio o Clube de Roma, a fachada reptiliana de que eu falei anteriormente, que criou o movimento ambiental.

A recomendação ambiental do Relatório da Montanha de Ferro claramente aconteceu. Agora eles estão jogando a carta extraterrestre.

Por décadas a idéia da existência de extraterrestres foi desmentida e ridicularizada pela mídia, mas de repente, agora é a hora certa, eles estão levando isso cada vez mais seriamente.

“Pesquisas” sobre OVNI’s nos Estados Unidos têm sido fundadas por Laurance Rockefeller e ele incluiu um painel de nove cientistas conduzidos pelo físico da Universidade de Stanford, Peter Sturrock. Sturrock disse à Televisão americana que eles tinham achado compelentes evidências físicas de que algo está acontecendo que eles não entendem.

Agora, eu fico me perguntando o que isso pode ser? E olhe para a corrente de programas de televisão baseados no medo extraterrestre e filmes como Independency Day (produzido pela 20th Century Fox propriedade de Rupert Murdoch), Alien – A Ressurreição (produzido pela 20th Century Fox propriedade de Rupert Murdoch) e Arquivos-x (produzido pela Fox Television propriedade de Rupert Murdoch). E, eu deveria acrescentar, Rupert Murdoch é propriedade dos Reptilianos.

Para apoiar estas mensagens existem os incontáveis relatos de OVNI’s sendo vistos e as experiências de grandes números de pessoas que dizem terem sido seqüestradas por extraterrestres.

Eu não estou dizendo que isto não acontece, mas algumas coisas nós podemos dizer.


Os “abduzidos” invariavelmente se recordam de uma, algumas ou de todas as seguintes sensações: lapso de tempo, barulhos de clique ou zumbidos, sentimentos sexuais e um odor sulfuroso.

Brian Desborough mostra que todas essas sensações são típicas de contato com intensos campos eletromagnéticos e são causadas por mudanças neuroquímicas no cérebro como ele explica em detalhes.

Em 1930, Professor Cazamalli descobriu que alucinações poderiam ser induzidas por freqüências eletromagnéticas de 500 Megahertz.

Estes fenômenos podem ser estimulados até mesmo através de áreas de tensão geopáticas na Terra e por fios de alta tensão, ambos produzem campos eletromagnéticos e eles certamente podem ser produzidos pela tecnologia eletromagnética usada pelos Reptilianos nos seus projetos de controle mental.

O efeito e o potencial de campos eletromagnéticos para levar as pessoas para estados alterados de consciência e para ativar muitos fenômenos “sobrenaturais” são enormes. A menos que nós entendamos isso, explicações extraterrestres podem ser dadas para eventos bem terrestres.

Isso se aplica às bolas de plasma e às luzes no céu que são comumente causadas por projeções eletromagnéticas da Terra. A moderna explosão de avistamentos de OVNI’s não começou até depois da Segunda Guerra Mundial, época em que os alemães tinham desenvolvido formas de “discos voadores”.

O Projeto Paperclip foi a operação da inteligência americana-britânica para retirar os principais cientistas, engenheiros, geneticistas e manipuladores da mente nazistas da Alemanha e levá-los para a América do Norte ou do Sul. Isso teria transferido o conhecimento “OVNI” pelo Atlântico, e logo em seguida o número de avistamentos de discos voadores nos Estados Unidos começou a crescer.

O famoso incidente Roswell aconteceu em 1947. Mutilações de gado foram atribuídas aos extraterrestres porque, como dizem, nenhuma tecnologia humana poderia dissecar o gado e drenar o sangue deles da maneira que tem sido feita.

Mas Brian Desborough mostra que isso não é verdade. Um laser portátil do tipo apropriado foi desenvolvido pelo laboratório Phillips da Força aérea dos EUA para uso pelo pessoal das forças especiais e foi depois disso que as mutilações de gado começaram. Algumas das primeiras mutilações aconteceram perto do laboratório de guerra química em Dulce, Novo México e Desborough sugere que o gado está sendo seqüestrado como parte desta pesquisa.

Isto explicaria por que muitos deles são marcados com pintura luminosa que só pode ser vista à noite. O gado pode ser levado a bordo de uma nave, ter algumas partes do corpo removidas, e ser deixado em uma área diferente do campo, não deixando nenhuma pegada e criando um grande “Mistério”.

Muitos investigadores de OVNI’s desinformados (ou que fazem parte da conspiração), dizem que naves como a de Roswell têm que ser extraterrestres porque elas são feitas de um material com uma estrutura não cristalina que não pode ser produzida na Terra ou cortada com ferramentas humanas.

Novamente, isso não é verdade. Desborough diz que o processo de produzir tais metais é chamado de resfriamento cortado. “Metal fundido é depositado em uma superfície resfriada criogenicamente resultando em um produto não cristalino. Semelhantemente, quando o metal é comprimido a temperaturas próximas do zero absoluto, ele atinge a dureza de um diamante.”

A comunidade de “pesquisas” de OVNI’s está cheia de desinformantes dos Reptilianos e de pessoal da inteligência. Vários dos principais “whistle-blowers” (agentes que denunciam as tramas das agências para as quais trabalham) e autores que falam de OVNI’s, são membros de uma unidade da inteligência conhecida como o Aviário, porque todos os seus codinomes são nomes de pássaros.

Isso faz você se perguntar como “ex”-agentes da inteligência podem falar livremente sobre projetos secretos quando fazer isso deveria significar ações severas contra eles e a perda do direito à todas as pensões por violações ao seu juramento de segredo.

E ainda há a tecnologia conhecida como EDOM (Dissolução Eletrônica da Memória) que é usada em ex-agentes da inteligência para extinguir o conhecimento que as autoridades não querem revelado.

Outros membros do Aviário incluem muitos dos hipnotizadores que “ajudam” os “abduzidos” a recuperarem a “memória” do rapto “alienígena”.

Alguns dos mais “importantes” contatados têm conexões com projetos secretos. George Adamski estava envolvido com cientistas no Laboratório de Eletrônica Naval Point Loma e em uma operação semelhante em Pasadena, quando ele anunciou seus contatos extraterrestres ao mundo.

Os microchips, que são ditos terem sido implantados em abduzidos por extraterrestres são, na realidade, bem terrenos.

Eles foram desenvolvidos por um consórcio de engenheiros da Motorola, General Eletric, IBM e o Centro Médico de Boston.

Um exemplo disso é o chip IBM 2020 usado no programa de controle mental Projeto Monarca.

Eles também são implantados em pacientes desavisados pelos médicos e dentistas sobre contrato com as agências de inteligência.

Cada vez mais livros estão agora sendo publicados sobre aliens malignos que estão invadindo o planeta. Pra onde tudo isso está nos conduzindo?


Eu deixarei Henry Kissinger responder a essa pergunta em uma passagem de seu discurso no encontro Bilderberg em 1992 no Evian-Les-Bains, na França. Ele foi escrito, ao que parece, por um delegado suíço. Kissinger disse:

“Hoje, a América ficaria enfurecida se tropas da ONU entrassem em Los Angeles para restabelecer a ordem; amanhã ela agradecerá. Isso seria verdade especialmente se fosse dito a eles que havia uma ameaça vinda de fora, tanto faz se real ou não, que ameaçava a nossa existência. É então que todos os povos do mundo pedirão aos líderes mundiais para livrá-los deste mal. Uma coisa que todo mundo teme é o desconhecido. Quando apresentado com este cenário, os direitos individuais serão renunciados de boa vontade para a garantia do seu bem estar pelo governo mundial.”
Essa é a razão para a fraude OVNI. Problema-Reação-Solução. Os extraterrestres não estão invadindo, eles já estão aqui e são os que, operando através de corpos físicos, se oferecerão para nos salvar! 

O conferencista e investigador de OVNI’s Norio Hayakawa, diz que este plano é chamado “Projeto Pânico” e que equipamentos de alta tecnologia serão usados para criar uma ilusão óptica de uma invasão alienígena.

Isto dará aos governos e às Nações Unidas a desculpa para decretar um estado de emergência global e todos aqueles poderes de emergência e ordens executivas serão implementados.

O “vírus” de computador Y2K, que é esperado para trazer caos pelo Milênio é outro manipulado “problema” com isso em mente.

Como eu detalhei antes, as ordens executivas passadas neste século por Presidentes dos Estados Unidos sem aprovação ou debate no Congresso permitirão que o Governo assuma o controle do transporte, da energia, da sua casa e de toda a mídia.

Estas ordens executivas permitem que o Governo lhe diga onde você viverá e permitem que o coloquem para trabalhar de qualquer forma que eles quiserem. Suas crianças podem ser levadas pra longe de você, qualquer coisa pode acontecer quando essas ordens forem exigidas para lidar com uma fabricada “emergência”. 

Você descobrirá que poderes semelhantes estão disponíveis pra todos os governos nestas circunstâncias.

Outros aspectos da Agenda dos reptilianos, pelo “Milênio” e até o ano de 2012, incluem: um colapso financeiro global para introduzir uma única moeda eletrônica mundial; conflitos e terrorismo em abundância; e uma gama inteira de outros eventos para aterrorizar e desanimar a população humana e colocá-la em servidão.

Mas não tem que ser assim. Você não é um ser humano ‘comum’ e ‘impotente’. Você é um aspecto da consciência eterna, um gênio esperando para acontecer. Tudo que você precisa fazer é abrir o seu coração, abrir a sua mente, reconectar-se com aquele gênio e abraçar o seu infinito poder para criar o seu próprio destino. Esse é o nosso desafio nessa incrível fase de oportunidades e nós vamos ver a liberdade retornar para este planeta pela primeira vez em muito, muito tempo.

HAARP – O som do Apocalipse

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HAARP – Programa de Investigação de Alta Frequência


Auroral Activa (High Frequency Active Auroral Research Project) é da responsabilidade conjunta da Força Aérea e da Marinha dos EUA, em colaboração com o Instituto de Geofísica da Universidade do Alasca, de Fairbanks. 

Experiências semelhantes decorrem também na Noruega, provavelmente na Antárctida, mas também na antiga URSS(23). 

O HAARP é um programa de investigação em que é utilizado um dispositivo terrestre, uma rede de antenas, cada uma alimentada pelo seu próprio transmissor, cujo objetivo é aquecer sectores da ionosfera (24) graças a potentes raios de frequências de rádio de impulsos. 

Deste aquecimento de setores da ionosfera resultam buracos ionosféricos e lentes artificiais.

Isto pode ser utilizado para muitos fins. Através da manipulação das particularidades eléctricas da atmosfera é possível controlar energias gigantescas. 


Utilizadas como arma militar contra um inimigo podem produzir efeitos devastadores. 


Com as técnicas do HAARP pode-se dirigir para um ponto determinado uma energia milhões de vezes superior à que é possível controlar com um emissor clássico. 


A energia pode também ser dirigida contra alvos móveis, o que poderia ser utilizado contra mísseis inimigos.

Mas hoje sabemos que nao é só isso.

imageHAARP, em virtude das suas vastas consequências para o ambiente, constitui um problema mundial e deve-se pôr a questão de saber se as vantagens desse sistema compensam os riscos. 


Os efeitos ecológicos e éticos devem ser investigados profundamente antes de continuar com a investigação e os testes. 


O HAARP é um projeto quase totalmente desconhecido do público e é importante aumentar a consciência do público em geral sobre este projeto.

DESABILITE A PLAY LIST MUSICAL DO BLOG PARA ASSISTIR AOS VÍDEOS:

Muitas pessoas pelo mundo afora têm ouvido sons estranhos das áreas mais habitadas, as mais isoladas…está mais que provado não só por vídeos amadores de pessoas que captaram esses ruídos vindos do “céu” “aparentemente” e por documentos legais, a HAARP tem andado em ação principalmente este ano, e ainda estamos só no começo do ano, muitas pessoas ao redor do globo tem-se mostrado assustadas, pasmadas, confusas, e até em estado de choque em alguns casos, o que pode enganar muita gente este tipo de tecnologia…


Muitos relatos já tem dito “é o fim do mundo”… outros “os demônios estão se pronunciando”,  todo o cuidado é pouco para grande parte da população mundial se deixar manipular e pensar em fenômenos paranormais, sendo apenas uma tecnologia usada como “arma”, desenvolvida pelos cientistas e militares, enfim veja este site, já tive a oportunidade de ver, onde fala bastante sobre este assunto, não só vídeos captados bem como informações importantes. 


Site: http://strangesoundsinthesky.com/

Existem milhares de vídeos na internet que mostram sons ocorrendo em vários lugares do mundo. Sabemos que as ondas de frequência baixa que a HAARP é capaz de afetar ao ser humano, já não é uma teoria, mas sim uma conspiração, e já são muitas pessoas que se queixam que se sentem “meio esquisitas” quando essas ondas estão em plena atividade no Céu (as áreas que estão sendo afetadas), podendo dar as pessoas sensação de fácil perturbação do humor… sejam episódios de agressividade, medo, angústia, tonturas, depressão entre muitos exemplos e esta é uma área ainda pouco estudada.

O mecanismo de alteração da mente é baseado em uma tecnologia transportadora subliminar: o Spread Spectrum Silencioso Som (SSSS), às vezes chamado de “S-quad” ou “Squad”. 


Ela foi desenvolvida pelo Dr. Oliver Lowery de Norcross, Georgia, e é descrita nos EUA Patente # 5159703, “Sistema de Apresentação Subliminal Silenciosa”, datado de 27 de outubro, 1992. O resumo da patente diz o seguinte:

“Um sistema de comunicação silenciosa em que as transportadoras nonaural, na muito baixa ou muito alta gama de frequências de áudio ou no espectro de frequência ultra-sônica são adjacentes amplitude ou frequência modulada com a inteligência desejada e propagadas acusticamente ou vibracionalmente, de incentivo para o cérebro , geralmente através do uso de alto-falantes, fones de ouvido, ou transdutores piezoeléctricos.


Os portadores modulados podem ser transmitidos diretamente em tempo real ou pode ser convenientemente registrados e armazenados em mídia mecânico, magnético ou óptico para transmissão diferida ou repetido para o ouvinte. “


De acordo com a literatura por Silencioso Sons, Inc., é agora possível, utilizando supercomputadores, para analisar os padrões de EEG humano emocional e replicá-las, em seguida, armazenar esses “emotion signature clusters ” em outro computador e, à vontade, “silenciosamente induzir e alterar o estado emocional em um ser humano”.


Curiosamente as pessoas a milhares de quilômetros de distância em Woodland, Inglaterra também estão experimentando um zumbido, recorrente enlouquecedor. cachorros dóceis tem atacado pessoas e outros cachorros, sem motivo aparente. 

Fonte: Wikipédia
http://despertardegaia.blogspot.com/

A HISTÓRIA DA HUMANIDADE (7)

Conselho Intergaláctico – Interferência Nibiruana

O Grande Salão do Conselho da Federação Inter Galáctica era uma sala de reunião imensa com tetos transparentes e arqueados que davam ao espaço infinito. 

Anu, Enlil, Enki, Ninhursag, Nannar, Ninurta, Nergal, Utu e Inanna estavam todos formalmente sentados no círculo do Conselho.

Marduk não quis assistir. De repente sentiram se pequenos e até Anu parecia diminuído neste lugar. Só a presença dos membros do Conselho os deixou humildes, um sentimento ao qual não estavam acostumados.

Os Doze Superintendentes do Conselho (10D) eram uma amostra representativa das galáxias. No auditório havia centenas de outros representantes de todo o universo.

Tantas espécies! Havia membros de Sírius, Andrômeda, Órion, Arcturo, Cruzeiro do Sul e muitos outros sistemas.

Os Etéreos estavam muito bem representados. Eles têm uma freqüência vibratória muito alta. Às vezes se vêem sólidos, outras vezes transparentes ou translúcidos e se diz que estão por cima da polaridade.

Os nibiruanos jovens não sabiam por que, mas parecia que os Etéreos tinham a última palavra na condução da reunião.

Também haviam seres que eram esferas ou bolas de luz e voavam ao redor deles, transformando-se nas cores do espectro; primeiro dourado, depois rosado ou turquesa.

Possuíam a habilidade singular de entrar dentro dos outros seres com permissão, de encher suas células com luz e, por meio disto, conhecer a soma total de seu ser. Tudo estava muito interessante, mas a disposição de ânimo no Salão trocou.

King Anu

Quando Anu ficou de pé diante Dos Doze, deles saiu simultaneamente um som o qual se converteu em palavras que foram claramente entendidas por cada raça: “NÃO INTERFERÊNCIA!”

Não interferência é a lei do universo do livre-arbítrio e os Pleidianos-Nibiruanos, disseram Os Doze, tinham violado esta lei ao interferir diretamente na evolução de uma espécie. 

A lei afirmava que era possível ajudar à evolução dos seres se, e somente se, eles solicitavam essa ajuda.

Alterar seu DNA e romper os campos eletromagnéticos de um planeta inteiro com a arma Gandiva era algo monstruoso e ilegal.

Inanna pensava para si que este conceito de livre-arbítrio devia ser como o mercado livre na Terra: é somente livre quando serve aos que estão no poder. Parecia-lhe que este Conselho estava tratando de fazer pressão ao interferir no seu livre-arbítrio.
Para o Conselho era óbvio que os membros da família de Anu não entendiam muito bem, de modo que explicaram cuidadosamente que não os iriam castigar, fazê-los voar em pedaços ou confiscar suas armas.

Contudo, algo aconteceria a eles. Um estado de consciência, uma energia, uma disposição de ânimo – que refletia a totalidade de suas ações na Terra – chegaria até os seus mundos.

Esta energia lentamente, mas por certo, afogaria a criatividade e espontaneidade de suas vidas. Ver se íam bloqueados, incapazes de evoluir. O Conselho chamou a esta energia a Rede.

Claramente explicaram que eles não eram vítimas, que eles mesmos tinham criado esta Rede. Era seu próprio invento. Eles criaram.

Também proibiram que usassem o Gandiva outra vez. Ou se fizessem seria considerado como um ato de guerra e pagariam as conseqüências.

Se eles não acreditavam que as armas do Conselho eram mais fortes que as suas, talvez poderiam lhes mostrar hologramas de outros grupos errantes que tinham sido aniquilados por violar a lei.

Acrescentaram que suas armas não somente destruíam civilizações mas sim, eram tão fortes que podiam vaporizar as almas dos habitantes.

Eles podiam retornar-los à mente do Primeiro Criador para não existir mais, não os dariam a possibilidade de encarnar em nenhuma forma! Sentiram um calafrio na espinha.

O Conselho continuou dizendo que mais tarde em seu desenvolvimento seria óbvio para os nibiruanos que estavam na fase adolescente.

Desavenças como as de Enki e Enlil passariam com o tempo e teriam servido para um fim. Enquanto isso não lhes iriam permitir destruir planetas ou fraturar o tempo com estas explosões.

Recordem. Eles concluíram com a palavra RECORDEM!!!

Anu estava visivelmente aturdido; nenhum membro da família nunca o tinha visto assim. Anu retornou a Nibiru, Enki e Enlil voaram à estação orbital. Os três ficaram em comunicação permanente

HISTÓRIAS até hoje. E 2012
Como os Nibiruanos/Pleiadenses cometeram o engano de usar a Grande Arma Radioativa, a Gandiva. O resultado foi que ondas de radiação letal fluíram para o sistema solar, para a galáxia, o que os levou a serem chamados atenção pelo Conselho da Federação Inter galáctica.
Durante alguns anos do século XX, grande parte da humanidade temeu a guerra nuclear, mas ela já aconteceu há milhares de anos… 
Segundo a Deusa Inanna, a sua família estava tão ocupada lutando, competindo e jogando que se esqueceu por completo do “chato” Conselho da Federação Intergaláctica. 

E além do mais, a Terra era propriedade da família de Anu na visão de mundo dos membros da família de Anu.

Mas nem todos os argumentos que apresentavam permitiram que pudessem fugir da intervenção do Conselho Inter Galáctico.

Os membros do Conselho argumentaram que a Terra tinha sido colonizada antes da família de Anu chegar, realmente os Sirianos Etéricos aqui estavam há éons e a eles, sim, foi dado o direito de guardiões do planeta e de semeadores da raça herdeira, os humanos.

E eles, os nibiruanos pleiadenses simplesmente infringiram a Lei do Primeiro Criador ao pôr em perigo outros mundos com suas maravilhosas armas.

Os nibiruanos também foram acusados de alterar as capacidades genéticas da espécie humana, despojando-os assim da habilidade para evoluir. 

E de violar a Lei de Não Interferência. Enredados em meio de seus próprios problemas, pareceu-lhes que isto não era assunto do Conselho. A família de Anu, estava em guerra, irmão contra irmão – a velha e interminável guerra entre Enki e Enlil.

Nem lembravam e alguns mesmo nem sabiam, que deviam obediência ao Conselho da Federação Inter Galáctica e a sua raça Conselheira, os Sírianos Felinos.

Para eles, o Conselho da Federação Inter Galáctica não importava em nada, até que se viram rodeados da Rede. Não era uma rede real, como uma de pescador com cordas e tecidos; esta era uma parede de freqüência invisível e, por conseguinte, para eles tudo começou a mudar.

A magia desapareceu por completo de suas vidas; já não havia faísca, não havia ação. A vida se voltou muito sólida e densa, deixou de circular.

A Deusa da Sabedoria de Sírius estava a ponto de os ensinar algo que tinham esquecido, ou que possivelmente nem sequer tinham começado a aprender…

Cuidadosamente o Conselho da Federação Inter Galáctica explicou-lhes que teriam que outorgar aos terrícolas os mesmos poderes que possuíam!

Informaram-lhes que teriam que tomar a responsabilidade para si pelo que tinham feito.

Que Desacato!

A família de Anu jamais poderia aceitar isso!

A Deusa Innana, neta de Anu, explica: “Podem imaginar que coisa chata seria se seus animais domésticos fossem iguais a vocês? Poderiam começar a falar e inclusive lhes dizer o que gostariam de jantar. Onde terminaria, com um jantar de quatro pratos e trufas de chocolate como sobremesa?”

Imaginem só: Animais Domésticos! Como você trata os seus? Pense bem…

Muito chateados e em meios a infindáveis discussões, onde uma acusava o outro por tal situação, a família de Anu voou para casa. Brigaram muito, para variar, entre eles mesmos, como era seu costume.

Alguns imaginaram que a Federação Inter Galáctica estava conspirando com seus inimigos, outros pensaram que o Conselho obviamente queria ficar com a Terra só para si.

Os Sirianos eram mais antigos no Conselho que os pleidianos ou, eram os Acturianos? A família de Anu era tão auto-centrada que não sabia coisas básicas da realidade cósmica, a não ser o próprio Anu.

Alguns deles acreditaram que era por certo algo pessoal e começaram logo a culpar uns aos outros por provocar tal situação. São uma família fragmentada na verdade.

Foi quando tentaram dissolver a Rede por meio de um sacrifício ritual colossal, belo e realmente horripilante a gosto dos que se consideram entendidos nestes assuntos.

Nada de fato aconteceu; nada mudou, a Rede ainda estava ali e eles ainda mais aborrecidos, estancados e desorientados. O desespero, anteriormente desconhecido para os Deuses Nibiruanos Pleidianos, cravou suas garras dentro de suas almas, suas almas reptilianas, exatamente.

Nesse momento em suas telas de comunicação apareceu uma mensagem urgente: 


Marduk tinha sitiado todo o sistema solar pleidiano. Eram os momentos críticos do KaliYuga se aproximando.

Durante muitos anos em segredo, Marduk tinha fabricado exércitos de clones e os tinha treinado em Marte, um planeta abandonado. O temor que tinha aprendido a tirar da raça humana lhe servia agora como alimento e energia para apoiar este projeto impressionante.

Com um ataque supressivo entrou nas Plêiades e destruiu a monarquia governante. Agora tinha tudo sob seu tirânico controle e ordenou a Anu que se rendesse ou do contrário destruiria Nibiru.

Anu escapou com Antu, sua rainha, a um sistema vizinho.

Todos estavam sobressaltados.

Enki e Inanna voaram com Matali ao centro da Terra para se esconderem no profundo mundo subterrâneo do Reino da Serpente, onde estariam a salvo dos restos da radiação do Gandiva.

Enlil saiu para unir-se a seu pai Anu. Os dois estavam decididos a desenvolver um plano para recuperar Nibiru e liberar as Plêiades.

Marduk estava agora no controle de Nibiru e do planeta Terra e começou a mudar muitas coisas. Foi nesta época que as mulheres diminuíram em estatura e foram consideradas inferiores na espécie, junto com as crianças.
Marduk criaria as igrejas para apagar a Deusa e o modo de vida pleidiano comunitário que tinham recebido dos Fundadores do Universo, os Felinos e Carians.

Mulheres que eram líderes nas comunidades eram reprimidas, estigmatizadas como bruxas e queimadas na fogueira. Este processo continuou através da época escura da Idade Média, e terminou no final do século 18 d.C. Foi à coisa mais importante que Marduk fez para atingir o controle absoluto da Humanidade.

Marduk proclamaria a si mesmo como o “Deus entre os deuses”. Depois, mudaria para “Deus” apenas. E toda vez que se pronunciasse a palavra Deus, a imagem dominadora, repressora e temível de Marduk estaria por trás. O politeísmo agora daria lugar ao monoteísmo de Marduk.

Ele dominaria através do medo; e isto ele tem feito até os dias de hoje.

A salvo, e além das freqüências de tempo do planeta desolado, a família divina observava com horror como Marduk conseguia apoderar-se do que estava na Terra e seus habitantes.

Com o tempo se apoderou de todo o planeta. Não utilizou exércitos para conquistar a Terra, usou a propaganda.

Os sacerdotes de Marduk acusaram Enlil de desatar o terrível Gandiva contra os indefesos humanos, realizando a Guerra Nuclear.

E isto era, antes de tudo, a verdade e por isso Marduk fez com que os habitantes da Terra se voltassem contra Anu e Enlil. Apoiando a sua ideologia do Deus Único (o Deus MARDUK!)

Marduk fez tudo o possível para difamar Inanna.

Dizia que ela era uma bruxa malvada que devorava aos homens e convertia mulheres inocentes em prostitutas.

Como cobiçava seus templos e as terras que possuíam suas sacerdotisas, iniciou uma campanha de difamação para destruir a estas mulheres.

As sacerdotisas, que estavam muito bem treinadas em negócios e nas artes, foram acusadas de magia negra, de lançar conjuros por toda a Terra.

Sempre que algo saía mal, uma tormenta ou um problema nas colheitas, jogavam a culpa nessas mulheres.

E Marduk se encarregou de que muitas coisas saíssem mal.

As belas sacerdotisas foram encarceradas, golpeadas, torturadas, violadas e queimadas vivas. 

Confiscaram-se todas as suas propriedades. Marduk estava se vingando de Inanna, aquela que ordenou que o enterrassem vivo.

No Reino da Serpente, Inanna jazia em uma pequena cama em um quarto cômodo mas não se dava conta do que havia a seu redor. No olho de sua mente viu como os homens de Marduk desfiguravam e mutilavam seus templos.

Todas as imagens das deusas foram substituídas pela de Marduk. Esculpiu seu nome em pedra por cima do de Inanna e reescreveu a HISTÓRIA, convertendo-se a si mesmo no herói de cada conto e lenda.

Em meio de uma agonia impotente, Inanna viu como suas sacerdotisas sofriam todo tipo de humilhações. Há tantos contos de fadas sobre virgens, às que se levam aos dragões e as presas em cavernas escuras.

Estas histórias estão apoiadas na verdade, mas não havia nenhum cavalheiro em armadura que devesse resgatar as suas belas sacerdotisas.

Marduk não se deteve com as mulheres da Deusa Inanna apenas; ele não estaria satisfeito até que esmagasse a todas as mulheres.

Para obter isto, usou os homens. Disse aos humanos varões que eles eram superiores, que a mulher tinha sido criada da costela de um homem para que lhe servisse. Mentiras, mentiras saíam da boca dos sacerdotes de Marduk.

À medida que as mulheres perdiam sua posição de respeito, os homens por sua vez perdiam parte de si mesmos. As coisas não voltaram a ser iguais.

Inclusive fazer amor se converteu em uma guerra. Como Marduk queria mais súditos para controlar e mais energia do temor que se gerava, fomentou a procriação de seus súditos.

lado escuro da Lua

Na lua da Terra colocou um aparelho eletromagnético que conectava a ovulação feminina com seus ciclos.

Nem sequer os animais da Terra se podiam fecundar com tanta freqüência como suas mulheres.

Marduk queria produzir o temor como uma mercadoria, assim que ordenou aos Lulus que se multiplicassem.

Isto lhe daria mais súditos para tiranizar e assim poderia gerar mais energia a partir de seu temor.

O temor se converteu na mercadoria mais valiosa para Marduk.

O temor imperava: temor à morte, temor ao castigo, temor ao conhecimento.

Com uma fonte tão ilimitada, Marduk podia alimentar a suas legiões de clones e a Terra se converteu em uma central elétrica para Marduk e seus tiranos.

E tiranos eram; dos governantes dos países até os administradores de companhias, a tirania era a lei.

Impor a vontade de um sobre outro era a expressão mais altamente valorizada da vida humana. Com a tirania chegou sua amiga, a avareza. E como ninguém pode estar perto daquele que controla as coisas, os troféus da conquista e o controle substituíram ao amor. O prazer se definia em termos de posse e os objetos substituíram à intimidade.

Do Reino da Serpente, Inanna viu o futuro deste mundo projetar-se ante seus olhos. Viu como Marduk se voltava mais e mais ardiloso em suas técnicas de controle e de gerar temor sobre os Lulus.

Sacerdotes e políticos desfilavam diante de si; os estilos trocavam, mas a tirania fundamental permanecia intacta.

Uma garra invisível se pulverizou pelas mentes e almas dos habitantes da Terra. A Inquisição, o sistema feudal, centenas de “ismos” que prometiam esperança vinham e se foram.


A industrialização trouxe consigo o trabalho vazio, aumentou o materialismo e poluiu as águas, a terra e os mantimentos.

Marduk aperfeiçoou a manipulação com a chegada dos meios de comunicação: televisão e jornalismo.
Repetidamente os humanos eram treinados para adorar algo fora de si mesmos; não lhes animava a olhar para dentro. Sempre havia alguém lá para adorar, alguém que era melhor e mais elevado.

Duvidando de si mesmos, os Lulus escutavam sem cessar aos “peritos”, quem por sua vez se contradiziam entre si aumentando deste modo a confusão.

Os humanos que conseguiam pensar por si mesmos eram excluídos como desadaptados, eram castigados ou no melhor dos casos os faziam se sentir culpados.

Se a gente obtinha algo, os outros se sentiam inferiores e se fomentou o sentimento de culpa.

A psicologia se fez popular e os humanos lhes davam o dinheiro àqueles que escutavam seus sentimentos de culpa e temor durante horas, dias, anos. Para Marduk a culpa era tão nutritiva como o temor.

 A Rede Marduk e o Time de Administradores do Mundo agem simplesmente assim:


…se há uma escassez de temor, Marduk ocasiona uma escassez de alimento, um terremoto, um furacão, ou uma GRIPE SUÍNA. Isto pode ser real como um acontecimento real na natureza, por exemplo, ou pode ser simplesmente um holograma ou apenas um programa de televisão. Dá pra imaginar quantos milhões mais podem ganhar todas as empresas e corporações do Time de Administradores do Mundo se o negócio do MEDO continuar crescendo?????
À medida que viajava pelo tempo, de repente alguns membros da família divina de Anu começaram a compreender como um raio que golpeava seus cérebros cansados, que Marduk eram eles mesmos. Ele era o inconsciente coletivo da família de Anu projetado sobre a Terra.

Tinha criado do mesmo modo como tinham criado tudo em suas vidas. Cada um deles tinham dado a luz ao Marduk nesta dimensão. Obviamente, se o haviam criado, também podiam se desfazer dele. Mas como?

Anu nos encoraja a lembrar: Marduk, o 4º aspecto dimensional de Satã, faz parte das Casas Reais de Avyon e Aln, e, portanto, é da família.

Marduk concordou em representar seu papel como líder das Forças Escuras, para dar à Humanidade as necessárias oportunidades para sua evolução espiritual.

Sem este seu esforço em benefício da Humanidade ela não poderia evoluir, pois não haveria nenhuma negatividade.

Marduk está pronto para voltar para casa!!!! Como você sabe, é muito mais difícil representar o papel do vilão do que representar o papel do herói.
Marduk será contido, e serão cada um de nós que o pararão, não com força, violência, mas com amor, através da integração do lado escuro de nós mesmos e, portanto, de Marduk e as forças dele. Assim anuncia Anu.
E a Agenda Pleidiana/Nibiruana é “Tomem de volta seu poder, para os Nibiruanos isso ocorre através da recodificação do DNA.

Agora é o tempo. Vocês, os Sirianos Etéricos, são os herdeiros deste planeta. Reivindiquem seu direito inato, dado a vocês há tanto tempo atrás pelos Fundadores.

Os Nibiruanos Avyonianos (pleiadianos) sua raça paterna, seus irmãos e irmãs, os Sirianos Aquáticos e os Sirianos Crísticos, estamos aqui para ajudá-los. Vocês só têm que estender a mão e convidar.”


 fim

Material livre para divulgação.
Por gentileza, respeite os créditos citando as fontes.
Esse texto não é ficção, foram baseadas nos livros de
Rodrigo Romo, Zecharia Sitchin, Martim Claret
Autor do texto Vicente Chagas (Projetovega-Ufo)
Edição, elaboração e fotos:
Angel Lux

A HISTÓRIA DA HUMANIDADE (6)

Elementos Radioativos na Terra – Gandiva Yoga

Os jogos estavam cada vez mais quentes.

Marduk estava conspirando e planejando.

Nergal, seu irmão inimigo, não se deu por vencido depois da derrota de sua aliada Inanna.

Ele agora estava formando alianças com outros enlilitas, os inimigos de seu pai Enki.

E tudo na Terra continuava girando entre as velhas intrigas dos irmãos Enki e Enlil, porém Marduk ganhava um desproporcional e cada vez maior destaque.

Com a animosidade entre os filhos de Enki e Enlil se concentrando na atmosfera da Terra.

Das profundidades do Reino Serpente, onde estavam Matali, Tara e sua convidada especial Inanna, podia ser observado como os deuses se aproximavam cada vez mais da sua destruição.

Os filhos de Enki cresceram conscientes de que toda a Terra lhes teria pertencido se não fosse por Enlil e seus filhos.

O rancor e aversão que Enki sentia por seu irmão Enlil se infiltrou nas vidas de seus filhos como um veneno. Os enkitas estavam apaixonadamente decididos a vingar-se e se opunham a cada passo que dava Enlil.

Nabu

Como Enki perdeu o controle sobre seus filhos, o ódio deles afundou a família.

Marduk e seu filho Nabu trataram de arrebatar o poder a seus próprios irmãos.

Nergal foi o único irmão que não estava disposto a entregar todo seu poder a Marduk e opôs a maior resistência chegando até a formar uma aliança com Ninurta, filho de Enlil.

Ninurta comandava os esquadrões de vôo enlilitas que patrulhavam a Terra. Ele tinha conduzido as famosas Hordas Gutianas para a Acádia para destruir o que ficara dos exércitos de Inanna.

Também foi encomendada a Ninurta a tarefa de recuperar os sistemas de águas do Eufrates depois que Marduk os tinha poluído.

Ninurta – Gula
Ninurta e sua esposa, Gula, estavam na cidade de Lagash.

Ninurta, a quem adorava voar e comandar a força aérea, também era aficionado à construção e a engenharia.

Esperava ansiosamente o desafio de limpar o rio.

Mas detestava o assunto de governar e não tinha paciência para a vida social que suportam estes deveres.

Sua esposa Gula estava muito dedicada a ele mas Ninurta era muito esquisito para ser companhia de alguém.

Talvez ele tenha levantado uma parede a seu redor para desviar os constantes cuidados de Ninhursag, sua dominante mãe. Ninurta ficou muito introvertido, descuidou do controle do governo e desaparecia durante dias.

Escapava em sua nave favorita, o Pássaro Negro.
Ele queria construir pirâmides; dos tempos da guerra sentiu inveja das grandes pirâmides do Egito – o que afinal era algo comum na família de Anu, a inveja, especialmente do Egito – e convidou aos arquitetos que haviam realizado o desenho e construção de Gizé para que começassem a trabalhar na Suméria.
Isto o manteve ocupado por um tempo perto de casa, por isso sua esposa se alegrou. Mas paulatinamente a tentação de voar sozinho em sua nave o venceu. 

Afastou-se de toda civilização e voava sem cessar através de montanhas longínquas. Ali formou uma legião de lutadores e lhes ensinou as artes marciais. Desfrutava muito da companhia destes homens rústicos.

Ninurta
Ninurta estava enfastiado do estilo de vida de sua família, os deuses. 

Preocupado por seus conflitos eternos, ele recordava sua infância quando a Terra era ainda uma aventura desconhecida.

Desejava essa época quando estava livre das enormes responsabilidades de ser o filho de Enlil. Ninurta é uma pessoa muito complexa, atormentado pela carga de seus deveres e uma necessidade premente de simplesmente ser um garotinho brincalhão, o garotinho que talvez nunca tinha sido.

Como Ninurta estava fora por longos períodos, Marduk começou a olhar a Babilônia e suas cidades circundantes.

Ele e seus seguidores começaram a infiltrar-se nos povos da campina e, empregando hologramas, aparecia-se ante os líderes de certas tribos identificando-se com diversos nomes. 

A estas tribos lhes incentivou a que se inclinassem e adorassem ao Deus Marduk.

Ele executou muitos milagres de hologramas para as pessoas, deu-lhes poder e riqueza e lhes advertiu que os deuses de Enlil e sua classe eram deuses falsos. Dizia-lhes que aqueles que não o adorassem seriam castigados; condenados ao inferno para sempre.
Planeta Marte

Durante este período, a motivação de Marduk era trabalhar em seu mais novo plano para a dominação mundial. Desta vez isto envolvia a construção de uma poderosa arma no planeta abandonado, Marte.

Durante séculos, os humanos tinham sido preparados para adorar algo que estava fora deles, ou seja a família de Anu, os Deuses.

Contra esta manipulação, eles tinham muito pouca defesa.

Qual dos deuses era verdadeiro?

Certamente todos os deuses eram volúveis; mais de uma vez tinham deixado os humanos abandonados à sua sorte.

As pessoas das tribos raciocinavam que possivelmente deveriam adorar ao deus que lhes proporcionasse o melhor, ou que talvez seria melhor obedecer àquele que ameaçava com castigos horríveis.

FOTOS DE MARTE NA ATUALIDADE, TIRE SUAS CONCLUSÕES:

O complexo de ruínas da cratera Victória em Marte
Lembra muito o templo de Abul-Simbel no nosso Egito
Formação de UFOS – imagem capturada pela sonda da Nasa
Nitidamente uma estátua Anunnaki

Marduk 
Deus Marte da Guerra

Marduk era um gênio para confundir as pessoas. Começou a ganhar na devoção dos Lulus ao corromper levemente o poder dos outros deuses. 

A ciência do controle mental e a propaganda para lavar o cérebro estavam em suas primeiras etapas.

Devido à ausência de Ninurta, Enlil teve que nomear alguém mais idôneo e estável para a tarefa de governar a Suméria.

Escolheu ao pai de Inanna, Nannar.

Da cidade de Ur, Nannar e sua esposa, Ningal, começaram a reconstruir as rotas comerciais normais e a restaurar a agricultura e os negócios na área.

Os templos reataram suas atividades normais e se construíram novos zigurates.

Não obstante, as coisas não estavam bem de tudo. No ar da Terra se sentia a fricção e o antagonismo. Era como se o planeta fosse um ser que não pudesse suportar os ódios e disputas dos deuses.

Uma sensação de ansiedade começou a rodear tudo. A ambição e a avareza corriam rápido por toda a Terra; logo que se inaugurava uma monarquia era destronada por outra. 

As escaramuças aumentavam enquanto os estados de ânimo se exacerbavam. Os olhos de Marduk liam por cima de seus futuros domínios.


Podem ler a história deste tempo, pois se escreveu muito nas tabuletas de argila. Marduk e seu filho Nabu lutaram sem cessar para ganhar o território e controle do porto espacial. Ao lado de Enlil estavam Nannar, Utu, Ninurta e Nergal, este último, filho de Enki.
Para acabar com essas horríveis guerras, Matali foi visitar seu velho amigo Enki. Matali sempre tinha estado ao comando da nave pessoal de Enki e os dois tinham passado muitas horas juntos. Matali rogou a Enki que falasse com seus filhos.

O que se obteria com toda esta luta? Com certeza a Terra e sua gente só sofreriam mais. E se os filhos de Enki e Enlil morressem na batalha?

O que sobraria a um dos dois patriarcas? O resultado desta guerra só poderia ser a aniquilação mútua, posto que ambos os lados tinham armas poderosas.

Se Anu escolher o Gandiva, ninguém poderia evitar a aniquilação. Quem poderia predizer o fim de uma guerra tão devastadora?

Enki

Depois de escutar Matali, Enki visitou seu filho Nergal e tratou de ponderar com ele sobre os conselhos de Matali. 

Mas Nergal se negou; ele sempre tinha acreditado que Enki preferia a Marduk.

A verdade era mais comovedora: Marduk exercia uma forma sutil de controle mental sobre seu pai e Enki era simplesmente impotente em presença de Marduk.

Nergal se zangou muito pelos esforços de Enki para que se obtivesse a paz com Marduk.

Enfurecido, disse a Enki que partisse e amaldiçoou tanto a seu pai como a seu irmão, prometendo destruí-los.

Sozinho, o pobre Enki chorou tristemente. Não sabia o que fazer e recordava as épocas mais felizes, as festas de Antu.
Os profetas da fatalidade começaram a multiplicar-se por toda a Terra.

Todo sacerdote e adivinho contava histórias da destruição que se avizinhava e oráculos em todos os templos profetizaram o fim do mundo.

Muitas das predições foram absurdas e nunca se cumpriram, mas era como se a gente estivesse viciada nestes pronunciamentos. Quanto mais horrorosas eram as predições, mais gente pagava para as escutar.

Os profetas estavam na verdade fazendo seu agouro! É possível comparar com o que acontece agora com a aproximação do ano de 2012, por exemplo. 

Em pouco tempo, muitos filmes vão ser lançados no circuito comercial e as pessoas em todo o mundo vão pagar mais caro e lotar mais as salas daqueles filmes que trouxerem as predições mais horrorosas.
Levantaram-se novos edifícios para abrigar os Lulus que desejavam reunir-se para encher-se de temor.

Entre as profecias mais populares estavam os contos de escassez de alimento e a devastação de cidades inteiras, enquanto que os terremotos e dilúvios lutavam pelo segundo lugar.

Os Lulus gastavam todo seu dinheiro por vir e escutar estes contos, que os assustavam até a loucura.

Este temor gerava uma energia da qual Marduk aprendeu a alimentar-se, e começou a fomentar o medo projetando imagens holográficas no céu e criando cenas aterradoras.

Brincou e fez muitas experiências com a energia desse temor, manipulando-a e modificando-a para saciar seu apetite.

Era melhor que a carne humana e mais fácil de administrar.

As profecias se tornaram realidade. Num dia terrível, os exércitos de Marduk caíram sobre Nippur, à cidade sagrada de Enlil.

Ninurta chegou com suas tropas para defendê-la, mas o templo e os tronos sagrados já estavam destruídos.

Enlil respondeu de uma maneira implacável ordenando a destruição da Babilônia, a cidade preferida de Marduk, assim como de todos os seus centros logísticos.

Enlil reuniu o conselho de guerra e fez a Anu a temida pergunta.

A arma Gandiva só podia ativar-se sob a ordem de Anu porque, uma vez desencadeada, não se podia predizer o resultado. Nergal tratou de reunir-se pela última vez com seu irmão Marduk.

Se este renunciasse a suas pretensões de domínio supremo, o Gandiva permaneceria inativo.

Enki, que estava presente com Marduk e Nabu, parecia estar em um estado de cegueira, como se sua vontade tivesse sido minada. Sumido na escuridão, Enki jogou sua ira e frustração sobre Nergal, pelo que a ira deste aumentou. Decidido a usar o Gandiva, Nergal deixou Marduk e seu pai. Agora já nada poderia detê-lo.
Todos os deuses estavam conscientes dos perigos possíveis do Gandiva. Inclusive Marduk sentiu medo quando se deu conta de que seu irmão Nergal estava disposto a usá-lo.
Anu
Anu se encheu de angústia. A inveja de seus filhos tinha levado a Terra a este estado.

Deu-se conta de quão fraco se tornou seu filho Enki e preferiu destruir as cidades e o porto espacial do que permitir que tudo ficasse nas mãos do turbulento Marduk.

Anu e Enlil viam algo escuro, quase perverso em Marduk e suas ambições. Ele queria se apoderar do planeta Terra, arrebatar o poder de Anu e inclusive governar as Plêiades.

Converteu-se em uma ameaça séria, uma espécie de máquina que devorava tudo o que encontrava no seu caminho. Sem sentimento, sem coração, sem gozo de ser, só pensava em uma conquista desumana.

A vitória dele na Terra não veio sem um preço. 

Foi decidido pelo Conselho de Nibiru, usar a bomba de plutônio para neutralizar completamente as instalações espaciais e outras áreas críticas.

Anu desencadeou o Gandiva.

“Uma labareda de luz, afiada como uma lâmina de barbear e mais forte que o sol, com um movimento em forma de zig-zag. Embora apontada para objetivos específicos, esta arma da perdição não fazia distinções.”

Não só se destruiu o porto espacial; muitos outros lugares importantes para Marduk do ponto de vista logístico desapareceram.

A península do Sinai foi destruída totalmente. Mas havia algo primitivo que não tinham planejado e que não podiam controlar: o vento.

A radiação da bomba foi levada pelo vento para as cidades da Suméria, matando os habitantes e devastando a área circunvizinha. 

Levaria muitos, muitos anos até que a área voltasse a se tornar adequada para habitação humana.

É irônico que o nome de Enlil pode significar “O Senhor do Vento”, mas nesse momento nem Enlil nem nenhum outro deus pôde controlar os ventos que sopravam sobre a Suméria.

Nuvens de radiação arrasavam as planícies matando todo ser humano e animal no seu caminho.

O envenenamento por radiação desintegrava as células de seus corpos, a pele caía de seus ossos, seu sangue se evaporava nos ardentes ventos e morriam em meio de uma dor aguda.

Abraão

Os que estavam na periferia foram os que mais sofreram porque sua morte foi mais lenta.

As terras ficaram negras com os fogos nucleares e as águas ficaram envenenadas.

Esta operação aconteceu em 2.024 A.C e foi realizada com êxito.

Era o único modo que Anu acreditou possível para impedir Marduk de tomar o controle das instalações espaciais e depois partir para o controle de todo o sistema estelar das Plêiades.

O Conselho Nibiruano escolheu Abraão para levar a bomba, guardada na Suméria, até a estação espacial, para detonação por Uta, filho de Enlil e um comandante em chefe da estação.

A bomba causou a destruição de todas as instalações espaciais, junto com as cidades de Sodoma e Gomorra, que foram destruídas na explosão por estarem perto das instalações espaciais.

Isto transformou em deserto o que antes era uma luxuriante área subtropical do planeta, e Sodoma e Gomorra foram para o fundo do Mar Morto, há pouco formado.

Abraão, nascido de uma família Real de sacerdotes Nibiruanos, recebeu esta área como legado.

Ela ficou conhecida depois como Canaã.

Muito tempo depois seus descendentes a reivindicaram de outras tribos, com a ajuda de outro descendente dos Nibiruanos, Moisés.

A salvo em suas naves, os deuses observavam uma vez mais como seu frenesi destruía, de novo, milhões de vidas.

Povos inteiros desapareciam; animais e colheitas, pontes e zigurates desapareciam da superfície do planeta, enquanto a Terra se agitava violentamente.

O que tinham feito eles? 

Somente uns quantos sobreviventes permaneceram em meio da espantosa devastação do que uma vez foi um planeta verde e formoso. A violência do Gandiva e as nuvens de radiação criaram um impacto que se converteu em uma onda que enviou um sinal para o sistema solar.

Movendo-se além dos últimos planetas do sol, o sinal viajou por toda a galáxia até chegar a outros setores.


Além da vastidão do espaço, o sinal foi recebido pelo Conselho da Federação Intergaláctica. Esses pleidianos que se divertiam no planeta Terra tinham ido muito longe; teriam que detê-los.

Um comportamento tão irresponsável era inadmissível. Tinham alterado o equilíbrio de todo o universo.

Fez-se um chamado e todos foram citados ao Grande Salão do Conselho da Federação Intergaláctica.

Os membros da família de Anu haviam estado tão entretidos em seu jogo e em suas brigas que esqueceram por completo do resto do universo.

Quem eram estes intrusos que se atreviam a interromper o seu jogo?

Anu sabia muito bem quem eram eles e convocou a todos com autoridade

 Continua Parte 7

Material livre para divulgação.
Por gentileza, respeite os créditos citando as fontes.
Esse texto não é ficção, foram baseadas nos livros de
Rodrigo Romo, Zecharia Sitchin, Martim Claret
Autor do texto Vicente Chagas (Projetovega-Ufo)
Edição, elaboração e fotos:
Angel Lux

SUPER ALIMENTOS QUE NÃO PODEM FALTAR EM SUA VIDA

Eles são pouco populares, mas enchem o prato de vitaminas, minerais e proteínas.


Não agradam tanto quanto o morango, nem deixam inimigos por aí, como o jiló. 


Por isso, na hora da montagem do prato ou da compra do mês, ficam esquecidos entre as prateleiras de frutas e legumes do supermercado.


Rabanete? Nabo? Inhame? Os próprios nutricionistas, muitas vezes, esquecem que eles existem. Mas fique sabendo que alguns alimentos que ficam de fora do seu cardápio trivial, trazem muitos benefícios para a saúde e ajudam a compor uma dieta equilibrada. 


Quem perde com a ausência dessa turma e de seus nutrientes é a nossa saúde. Para tirá-los do esquecimento e para te ajudar a montar uma dieta rica em nutrientes e cores, foi selecionado superalimentos que fazem muito bem para o seu organismo e para a dieta. 

Confira:

Lentilhas
Lentilha: É muito requisitada nas festas do final de ano. Mas, depois passa o resto do ano esquecida. 

Uma injustiça, já que é um alimento ideal para a dieta a para a saúde, pois é rica em proteína vegetal, que ajuda na formação e no fortalecimento da massa muscular e na cicatrização de ferimentos. 
A lentilha tem também alto teor de fibras, vitaminas e ferro e pouca gordura, sendo ótima substituta para o feijão do dia a dia, por exemplo.

Batata-doce

Batata-doce: Muitas vezes elas são vistas com olhares tortos e cara feia. Alguns acham estranho o fato de ser doce e outros, ainda, acham que ela tem grande quantidade de calorias e por isso precisam ficar longe do prato. 

Mas, mesmo sendo cerca de duas vezes mais calórica do que a batata normal e que tenha também mais carboidratos, a batata-doce é uma ótima fonte de vitamina C, fibras e potássio, diferente da batata convencional. Além de muito versátil – pode ser usada em pratos doces e salgados -, ela é amiga do verão, pois é fonte de betacaroteno, o componente que potencializa o bronzeado.


Inhame

Inhame: ele é uma importante fonte de proteínas, potássio e fósforo, podendo ser usado para prevenir doenças como osteoporose, artrite e cálculos renais. 

Fonte de carboidratos e fibras, pode ser uma opção para pães, massas, cereais e todos os tipos de tubérculos e raízes. Além disso, o consumo desses minerais ajuda a manter a memória funcionando mesmo depois da velhice. O melhor jeito de consumi-lo é cozido. Mas é importante que ele não fique muito tempo no fogo, para que não haja uma perda de nutrientes e vitaminas.


Rabanete
Rabanete: rosa por fora e branquinho por dentro, o rabanete é um legume benéfico graças às suas propriedades medicinais. 


Ele estimula as funções digestivas, limpa as vias respiratórias e ainda dá uma força ao sistema imunológico. 

Isso acontece graças à grande quantidade de vitaminas e minerais, como cálcio, potássio, magnésio e fósforo.

Acelga: também conhecida como couve-chinesa, essa hortaliça é extremamente versátil, pois dela aproveita-se tanto talos quanto as folhas. Além disso, ela fica ótima crua e também refogada com azeite e alho. 

Além de proteger o fígado, a acelga auxilia no controle do diabetes, pois apresenta fibras e possui substâncias que causam regeneração das células do pâncreas, que é o local onde há a produção de insulina, Além disso, a acelga também é fonte de vitamina A e C. Quem tem tendência a desenvolver cálculos renais, precisa maneirar na quantidade consumida desse alimento. Há grande quantidade de oxalato na acelga, substância que pode se ligar ao cálcio e formar pedra no rim.

Beterraba
Beterraba: ela também está entre os rejeitados. Mas o que poucos sabem é que ela é uma grande aliada no combate ao cansaço. 

Pesquisadores da Universidade de Exeter (Grã-Bretanha) descobriram que o nitrato encontrado nela ajuda a reduzir o consumo de oxigênio e, portanto, desacelera o ritmo do processo que leva ao cansaço. 
Por isso, eles recomendam um copo de suco de beterraba antes de praticar atividades.

Nabo
Nabo: Este vegetal carrega doses de vitamina C, cálcio e potássio. “Estudos mostram que possui uma substância que pode prevenir certos tipos de câncer”, explica a nutricionista Daniela Cyrulin. 

As folhas do nabo constituem um excelente alimento com alto teor de vitamina A, vitaminas do complexo B e de vitamina C. 
Além disso, suas fibras contribuem para regularizar o funcionamento intestinal, o que ajuda a digestão.

Chicória
Chicória: ela é rica em oligossacarídeos, substâncias que não são totalmente digeridas pelo organismo e servem de alimento para as bactérias benéficas intestinais, são os chamados prebióticos. Esta substância auxilia no bom funcionamento intestinal, tratando casos de intestino preso, diminui os níveis de toxina no intestino, auxiliando na prevenção de cânceres. 

Também melhora a absorção de minerais e controla os níveis de triglicérides no sangue. Outra vantagem é a sua capacidade de desintoxicação, ou seja, auxilia na eliminação de toxinas no organismo. Além disso, constitui uma importante fonte de vitaminas A, B, C e D e de sais minerais. É de baixo valor calórico, sendo excelente para utilizar nas dietas de emagrecimentos. O melhor modo para ela ser consumida é crua, para melhor aproveitar o seu valor nutritivo.

Nêspera
Nêspera: popularmente chamada de ameixa-amarela, esta fruta é rica em vitamina C e sais minerais, como o cálcio e o fósforo. Outra propriedade da nêspera é controlar os níveis de gordura no sangue e diminuir a resistência à insulina, atuando assim na prevenção contra diabetes. 

Estudos ainda indicam que a nêspera apresenta triterpenos, substâncias que modulam a formação de óxido nítrico, que age nas vias respiratórias e tem efeito que pode ser benéfico no controle de bronquite, além de auxiliar no tratamento de doenças alérgicas inflamatórias como asma, rinite e sinusite.

Cará
Cará: esse tubérculo é o primo menos famoso da batata. 

Por ter o gosto muito parecido com o de um alimento tão popular, o cará foi deixado de lado, e poucas pessoas o colocam no prato. 

O cará é uma fonte de carboidratos que pode ser utilizado para a recuperação muscular após uma atividade física. Também traz benefícios para o sistema imunológico e inibe a ação maléfica de radicais livres.

Pitanga
Pitanga: essa pequena fruta vermelha se destaca pela quantidade de cálcio que carrega, fósforo e ferro, além de vitaminas A e C, indicando seu elevado poder antioxidante o que faz dela uma poderosa aliada para os ossos, ajudando a prevenir doenças como osteoporose. 

Ela também é rica em licopeno, importante na prevenção de uma série de cânceres, como o câncer de próstata, pulmão e estômago. Para consumir essa fruta, é preciso tomar cuidado com os fungos, que se reproduzem na casca da fruta. Observe se a casca não com uma textura áspera ou com uma cor diferente.


Fonte: Vista-se
http://despertardegaia.blogspot.com/

A HISTÓRIA DA HUMANIDADE (5)

(Sargon) Sargão, O Grande – A Acádia de Inanna

Sargão foi o amor da vida de Inanna na Terra. Juntos fizeram amor apaixonadamente, tiveram formosos bebês e fundaram reinos grandiosos.

Ela o viu pela primeira vez em seu templo. Ele era o copeiro de Ur-Zababa, rei da cidade de Kish.

Chamou-lhe a atenção porque era muito parecido com seu pai Nannar. Tinha os mesmos olhos. Embora ninguém sabia com exatidão quem era o pai de Sargão, Inanna tinha suas suspeitas.

A mãe de Sargão era uma sacerdotisa em um dos Templos do Amor. Quando nasceu, ela o envolveu em mantas em uma cesta de juncos e o colocou no rio.

Enquanto ela orava, cuidadosamente observava como flutuava até chegar a um homem chamado Akki que estava encarregado de irrigar os campos com água do rio.

Akki tirou Sargão das águas, adotou-o como seu filho e lhe ensinou a cuidar do jardim. À medida que crescia, suas qualidades inatas de liderança o levaram até a corte de Kish.

Mas foi sua beleza e seu humor o que induziu a Deusa a amá-lo. Era alto e forte, de maçãs do rosto altas e finas maneiras. Era extremamente inteligente e seu próprio ser impunha lealdade.

Inanna sentiu-se atraída desde o primeiro momento em que o viu e ele sentiu o mesmo.

Foi como uma super voltagem em seus corpos, conta a Deusa.

Ele não tinha medo dela nem era tímido.

Ele sabia o que ela queria e tomou-a como a um deus; a cópula foi divina.

Ao princípio permaneceram em um estado de êxtase durante mais de duas semanas. As portas douradas dos aposentos de Inanna estavam trancadas com a poderosa espada de Sargão e unicamente deixavam que de vez em quando os serventes trouxessem vinho e comida. Não necessitavam de comida, viviam do néctar do amor e paixão.

Seu único desejo era jazer entrelaçados nos braços um do outro e passar horas simplesmente tocando e explorando com seus lábios e pontas dos dedos o recém-achado território de seus corpos.

Seus olhos desejosos procuravam profundamente o do outro como se já tivessem estado juntos antes e de algum modo tivessem sido separados. À medida que se perdiam na união, fortaleciam-se e se convertiam em um.

Às vezes, nas agradáveis tardes, banhavam-se nas piscinas do jardim sob árvores frutíferas à luz salpicada do sol.

Inanna trajava apenas suas jóias; colares de ouro, lápis lázuli e pérolas caíam sobre os seios nus.

Uma cadeia de diamantes lhe dava a volta à cintura e braceletes de esmeralda adornavam suas pernas e tornozelos.

Sentado sobre as águas com flores fragrantes que os rodeavam, Sargão beijava seu corpo com ternura, acariciava seus peitos firmes e tomava o tempo certo para excitar a poderosa força da paixão da Deusa.

Sua virilidade a satisfazia à medida que ondas de prazer murmuravam por todo o seu ser. Os dois corpos pareciam dissolver-se, palpitavam como uma luz branca à medida que se convertiam em um oceano de criação eterna.

A consciência de dois como eles ficava no vasto silêncio da eternidade e seu prazer se convertia em música nos reinos mais elevados.


Sargão adorava Inanna e ela o converteu em seu rei. Como tudo o que tocavam prosperava e florescia, construíram um reino novo ao que chamaram Acádia. 

Ali desenharam e fundaram uma bela cidade nova, Agade. No Agade construíram um maravilhoso templo dedicado a Inanna chamado Ulmesh que queria dizer suntuoso e rutilante, como certamente o era.

Aos músicos eram dadas instruções para que tocassem dia e noite em seu templo. 

O povo era feliz e próspero; suas casas eram construídas com lápis e prata. 

Em suas adegas abundavam os grãos e as frutas, os velhos e as mulheres respeitavam-se e a juventude do casal real-divino radiava com a beleza da confiança. 

Os pequenos jogavam alegremente nesta cidade de amor. Sargão o Grande e sua querida Inanna governavam o reino mágico da Acádia. Este foi um período extraordinário.


Quando Acádia estava firmemente estabelecida, Inanna começou incitar a Sargão que tomasse mais terras.

Os Lulus estavam brigando entre eles mesmos e Inanna convenceu a seu irmão Utu de que uma união com Sargão traria um tempo de paz e abundância do qual poderiam todos serem beneficiados.

Utu se reuniu com seu pai Nannar e com seu avô Enlil.

Sargão caiu extremamente bem a Enlil; possivelmente recordava a seu próprio filho Nannar. Enlil concedeu a Sargão a monarquia na Suméria e Acádia.


Inventaram uma nova caligrafia chamada acadiana para anotar os lucros.
Eles nunca poderiam ter feito todas estas conquistas de tanto alcance sem a aprovação de Enlil. Em anos posteriores, Inanna esqueceria este fato duro e frio.
A época de Sargão, segundo a contagem do tempo terrestre foi 2.334 – 2.279 a.C. Seu reinado foi um tempo de muita glória para Inanna.

Nesses dias ela era a Rainha do Céu e da Terra no trono. Enlil permitiu a Sargão que conquistasse o mundo conhecido do Egito até a Índia e fizeram alianças e acordos comerciais com Ninurta, Nergal e Ningishzidda.

Por suas rotas passavam livremente os grãos e o vinho, o cobre e o ouro e toda classe de mercadorias. O povo enriqueceu e inclusive os deuses pareciam estar satisfeitos.

Mas de conformidade com o defeito humano da arrogância, Sargão cometeu um grave engano. O poder lhe tinha subido à cabeça. Começou a pensar que era igual aos deuses e tristemente começou a beber em excesso.

Enheduanna

Sargão e Inanna haviam trazido para o mundo uma formosa menina cujo nome era Enheduanna.
Ela era como Inanna, formosa e teimosa. Tinha o dom da poesia e passava horas compondo hinos à grandeza de seu pai, a suas conquistas e a sua beleza física.

Estava apaixonada por seu pai e decidida a separar o casal real-divino.

Inanna não podia culpá-la por seus sentimentos; não havia ninguém em seu mundo que se igualasse a seu pai. Mas seus constantes cuidados tiveram um efeito insidioso em Sargão.

Ela se fez sacerdotisa para não ter que casar-se e esperou Sargão no templo. Recitou-lhe seus poemas, encheu seu ego de sonhos de juventude e virilidade e lhe serviu vinho. Sargão queria desesperadamente realizar um ato heróico para agradar à sua filha.

Havia um templo na Babilônia que tinha sido consagrado por Marduk. Era algo sagrado para ele e era sua maneira de manter suas garras sobre a Babilônia durante seu período de exílio.

Ele sempre tinha sido muito suscetível e possessivo quanto a Babilônia. Sargão concebeu uma cerimônia na qual transladou o chão sagrado a um novo lugar onde serviria como a base simbólica para uma nova Babilônia que ele construiria. Não se imaginou que este ato traria graves conseqüências.

Quando Marduk se inteirou do sacrilégio, levou a arma Pasupata Plasmon à sua espaçonave e voou sobre os campos da Acádia e Suméria.

Ondas de radiação de alta intensidade destruíram as colheitas em questão de minutos, o que produziu um período de escassez que obrigou o povo a rebelar-se contra Sargão.

Ele se viu obrigado a reprimir centenas de rebeliões. Homens que uma vez o amaram e o adoraram levantaram suas espadas contra ele e os louvores se converteram em maldições à medida que os Lulus, mortos de fome, viam que suas crianças morriam em seus braços. O império começou a desintegrar-se

Inanna não estava envelhecendo mas Sargão sim. E começou a cair ante seus olhos. Com horror via como suas bebedeiras se convertiam em um pesadelo.

Inclusive começou a amaldiçoar a sua amada Inanna. Sargão se mudou para o templo para estar perto de Enheduanna.

Na noite Inanna jazia sozinha na enorme cama de cedro que tinham construído para os dois.

Enquanto brisas suaves moviam as cortinas brancas de seda através da cama, atormentavam a Inanna as lembranças agora dolorosas de sua magnífica paixão e uma fria solidão se apoderou de seu coração.

Ela não podia permitir que tudo o que tinham edificado se esfumasse…

Os tempos pacíficos, as belas cidades. Tinha que mudar o destino, tinha que lutar. Não estava disposta a perder o que tinha construído e não importava a ela o que custasse.

Enheduanna

A imagem de Sargão em sua cama agonizando e tremendo, com Enheduanna a seu lado, ainda está cravada em sua memória

Poderia ser este o mesmo homem cuja força a tinha levado ao êxtase, o mesmo homem a que ela tinha coroado como rei?

Para Inanna, o final de Sargão foi uma tragédia que mudou sua vida para sempre.

Já não era a mesma; uma parte dela morreu nesse dia.

A menina exuberante que corria rindo por pisos de lápis já tinha desaparecido.

Não havia príncipe que a resgatasse ou ao seu povo.

Ela sabia que dependia de si mesma retomar o que era seu, e estava bem consciente de que os outros deuses se apressariam a reclamar suas terras se ela não lutasse.

Colocou os objetos de guerra e desfilou entre as legiões de seus soldados, montada sobre seu leão.

Reanimando as suas tropas, tirou de dentro de seu ser ferozes gritos de guerra. Seus soldados estavam impressionados; a deusa Inanna os guiaria pessoalmente à batalha.

Ombro a ombro lutou com eles como um homem enquanto se convertia na deusa da morte e da destruição.

Durante dois anos conduziu a seus dedicados exércitos à batalha e matou a milhares de homens. Um após o outro foi colocando os filhos de Sargão no trono durante sua ausência. 



Enheduanna escrevia poemas que ilustravam seus 
massacres dizendo que sua mãe, Inanna, fazia correr rios de sangue.
Ferozmente lutando pelo que acreditava que era seu, Inanna perturbou o equilíbrio dos deuses. Aconteceu uma reunião na casa de Enlil.

Enlil e Ninurta tomaram uma decisão: “teremos que deter Inanna”.

Os deuses decidiram permitir que Marduk retornasse a Babilônia. Enlil e Ninurta sabiam que Marduk com gosto cercearia as atividades de Inanna que uma vez quis enterrá-lo vivo.

Como diz o ditado, o inimigo de meu inimigo é meu amigo.

Marduk não tinha esquecido que quando estava preso na grande pirâmide de Gizé, Utu lhe tinha tirado todo o fornecimento de água e, ao chegar a Babilônia, imediatamente tomou medidas para proteger o bebedouro da cidade, o rio Eufrates.

As forças de engenharia de Marduk reduziram os fornecimentos de água às cidades circundantes, o que exasperou aos outros deuses.

Nergal
Chamaram Nergal da África para que dialogasse com seu irmão Marduk.
Nergal se despediu de sua querida Ereshkigal e empreendeu a viagem para Babilônia.

Entrou na casa de Marduk e começou a adular a seu irmão. Que façanha de engenharia tinha obtido Marduk!

Entretanto, o desvio do rio Eufrates tinha roubado a água aos outros deuses!!!

Anu e Enlil estavam contrariados.

Marduk replicou que dos tempos do Grande Dilúvio o equilíbrio de poder na Terra se trocou de uma maneira inaceitável, que tinha sido redistribuído artificialmente e que não preenchia às suas aspirações.

Adicionou que certas armas e fontes de poder tinham sido injustamente furtadas de Enki e exigiu que as devolvessem a ele, não a Nergal. Logo ameaçou que envenenaria todo o rio Eufrates se não se cumprissem suas demandas.

Inanna sempre gostou muito bem de Nergal, que era tão inteligente e de aparência agradável. Pensava que era uma lástima desperdiçá-lo com sua irmã Ereshkigal. Enki já tinha perdido o controle sobre seus filhos fazia anos. Nergal e Marduk estavam agora a bordo de uma verdadeira disputa fraternal.

Se a Deusa pudesse se aliar com Nergal, ele poderia ajudá-la a obter suas ambições. Assim preparou um jantar tranqüilo para seu cunhado Nergal. Ele aceitou com prazer o convite.

Estiveram totalmente de acordo, fizeram planos, fizeram amor. A família de Anu era ególatra e narcisista. Era muito fácil os motivar à guerra ou a paz porque só os moviam seus próprios interesses e o que os convinha nesse preciso momento. Uma vez inundados nos esforços penosos da ambição, perdiam de vista o caráter e esqueciam da verdade singela de que o caráter é o destino.

Nergal

No dia seguinte Nergal retornou à casa de Marduk na Babilônia e  negociou um acordo. 

Nergal devolveria as armas e as pedras cantantes a Marduk, mas este deveria sair da Babilônia e voar à terra das minas na África e as recuperar para si. Marduk aceitou com relutância.

Antes de partir, Marduk advertiu a Nergal que não tocasse nos controles que regulavam o rio Eufrates.

Como irmãos são irmãos, no momento em que Marduk saiu, Nergal entrou à força na sala de controle mas para sua surpresa descobriu que toda a sala estava cheia de armadilhas.

Quando Nergal desmontou os controles, soltaram-se venenos no rio. Marduk também inventou um mecanismo que alterava os satélites que regulavam o clima no caso de alguém destruir sua sala de controle.

Sobre a Babilônia os céus se tornaram negros, aumentaram as tormentas, os rios se poluíram e toda a área da Acádia e Suméria ficou devastada. 

Enki apreciava muito o sistema de águas da Suméria e não podia suportar que o Eufrates estivesse envenenado. Furioso culpou a seu filho Nergal desta ofensa destruidora.

A esta ira Nergal reagiu cancelando a elevação de uma estátua de Enki que já estava planejada. Só para provar sua ira, e por sugestão de Inanna, Nergal queimou a casa de Marduk.

Naram-sin

Como Marduk estava na África, pelo menos temporariamente, Inanna colocou no trono da Acádia a Naram-sin, neto de Sargão.

Seu pai Nannar adorava esse moço e Nergal também o apreciava. Sua aliança com Nergal, apoiada em sua inimizade com seu irmão Marduk, deu-lhe tanto poder que  Naram-sin  e ela puderam continuar guerreando e conquistando territórios por um tempo.

Suponho que já estava tornando-se um pouco agressiva e a brutalidade da guerra a estava mudando.

Algumas das histórias sobre Inanna eram verdadeiras, outras não.

Ela entregava os escravos capturados aos campos de trabalho. Impulsionada pela ira, a ambição e sua solidão, tornou-se desumana.

Sentia-se e comportava-se como uma loba encurralada. As ações de sua vida estavam começando a aparecer em seu rosto. Sua beleza estava se convertendo em algo duro e cruel. 

Colocava mais pintura mas isso não servia. Era colérica e irritável, exceto quando queria algo. Voltou-se manipuladora para obter o que queria; era uma hárpia, uma beleza convertida em besta.

Naram-sin

Naram-sin teve muito êxito e se escreveu sobre suas campanhas nas tabuletas de argila. Mas um dia foram muito longe.

Chegaram até as Montanhas de Cedro do Líbano, muito perto do porto espacial.

Enlil reuniu aos deuses e todos ficaram de acordo:

“Inanna tinha começado a guerra e teria que detê-la”.

Ninguém a defendeu. Emitiu-se uma ordem para a sua detenção.

Ela não iria permitir que Enlil a pusesse na cadeia, de modo que escapou em sua nave.

As tropas de Enlil chegaram até seu templo de Agade e, ao ver que ela não estava, levaram todas as armas e fontes de poder.

Palácio de Nergal
Inanna escondeu-se no palácio de Nergal na Etiópia, 
onde ele todos os dias lhe dava informações sobre o que acontecia.


Ruínas do Palácio de Nergal

Entre os deuses começou a circular o rumor de que a Deusa tinha desafiado a Anu. Isto era falso, mas proporcionou a Enlil a desculpa que necessitava. Como castigo por desafiar a Anu, destruíram a cidade de Agade. A bela cidade de prata e lápis que Sargão e ela tinham construído devia ser vaporizada. Atiraram os raios antimatéria e Agade se esfumou. Até este dia ninguém descobriu o lugar onde uma vez existiu sua querida Agade.

Ruínas do Palácio de Agade

Enlil, com seu estilo firme, trouxe seus homens da montanha, as hordas gutianas para que tomassem Acádia. Aqueles que eram leais a Inanna foram degolados. Como ela não estava lá para as guiar, suas legiões se desmoralizaram e fugiram para os estepes.

No palácio de Nergal lhe sobreveio uma depressão que nunca antes havia sentido. 

A derrota e a perda plasmaram seus feios rostos sobre seu corpo enquanto ela sentava abatida sobre seu trono durante dias. Ninguém a podia convencer para que comesse ou falasse.

Sonhou que estava engatinhando por um deserto. Sua querida Ninhursag a chamou com o apelido que lhe pôs quando era uma garotinha: “Nini! Nini!”

Viu o rosto triste de Dumuzi, o marido que não tinha amado.

Sentiu o eco da risada assassina de sua irmã Ereshkigal. Por um momento sentiu a carícia tenra de Sargão, unicamente para se encontrar em um ninho de serpentes.

Corria assustada em uma gelada noite e se viu apanhada em uma teia com uma enorme aranha cujos olhos vermelhos e garras cortantes estavam prontas para a devorar. Despertou gritando… gritando.

Era ela, Inanna, vulnerável? Era tão diferente de quantos escravos tinha capturado ou às mulheres que haviam lhe trazido taças douradas de vinho? Estava de algum modo limitada em seu poder? Por que estava aqui, vivendo neste corpo azul?
Ningal

Sua mãe Ningal lhe enviou uma mensagem suplicando que retornasse a casa.

Prometeu que ali estaria a salvo em seus braços.

Deu-lhe sua palavra de que seu pai Nannar tinha garantido amparo contra as acusações.

Segundo ele, ela já tinha sido castigada o bastante.

Ningal orava para que sua filha retornasse para casa, mas ela devia renunciar a seus caminhos aventureiros e inovadores.

Com prazer, Inanna viajou a Ur, o lar de sua querida mãe Ningal.

Inanna, outrora Rainha do Céu, foi à casa de sua mãe…

 Continua Parte 6

Material livre para divulgação.
Por gentileza, respeite os créditos citando as fontes.
Esse texto não é ficção, foram baseadas nos livros de
Rodrigo Romo, Zecharia Sitchin, Martim Claret
Autor do texto Vicente Chagas (Projetovega-Ufo)
Edição, elaboração e fotos:
Angel Lux

A HISTÓRIA DA HUMANIDADE (4)

Marduk e Inanna brigam pelo Egito


“‘Vós sois bons quando vos tentais dar. No entanto, não sóis maus quando procurais proveito. Pois quando procurais proveito não passais de uma raiz que se agarra a terra e lhe suga o seio.

Com certeza que a fruta não pode dizer à raiz: ‘Sê como eu, madura e cheia e sempre abundante’. Pois para a fruta, dar é uma necessidade, tal como receber é uma necessidade para a raiz.

Vós sois bons quando estais completamente despertos. No entanto, não sois maus quando dormis enquanto a vossa língua murmura sem sentido. E até um discurso sem sentido pode fortalecer uma língua fraca.

(…) E pelo mal que fazeis devereis bater à porta dos abençoados e esperar. O vosso interior é como o oceano; Permanece para sempre imaculado. E, tal como o etéreo, só ergue os seres alados.

O vosso eu interior é como o sol; Não conhece os esconderijos da toupeira nem procura as tocas da serpente. Mas o vosso eu interior não habita sozinho dentro de vós. Muito de vós ainda é humano, e muito não é “….

Inanna – Felinos
O maior desejo da Deusa Inanna era governar o Egito.

Depois da Babilônia e das cidades sumerianas, esta era a região mais cobiçada pelos deuses empreendedores da família de Anu, porém desde os tempos mais antigos, era também uma região protegida pela hierarquia dos felinos, os guardiões temporários do planeta.

Com a chegada da família de Anu, muitos dos deuses regentes mais novos, ignoravam completamente a existência de alguma hierarquia, além de si mesmos.

E no momento em que o Egito alcançou o seu apogeu e a sua missão para aquele momento, começaram as disputas entre Inanna e Marduk sobre quem reinaria no Egito.

Inanna e Dumuzi

O Egito era tão rico. Dumuzi, o marido de Inanna, era muito fraco para apropriar-se dele por si só.

Porém a Deusa acreditava que com a ajuda e resolução que possuía, o Egito poderia ter sido domínio de Dumuzi e ela teria sido sua rainha.

Porém Marduk estava decidido a frustrar as ambições de Inanna.

Marduk – Dumuzi
Marduk matou o próprio irmão Dumuzi.

Houve uma investigação depois da morte de Dumuzi.

Marduk alegou que, embora ele tinha dado a ordem de deter a fuga do irmão, a morte de Dumuzi tinha sido um desafortunado acidente, a conseqüência de tropas muito agressivas.

Durante a guerra, porém, Inanna obteve fama por sua coragem e domínio das armas.

Quando escutou a desculpa tão patética de Marduk pelo assassinato de seu marido, perdeu a razão.

Anunciou sua determinação de acabar com Marduk.

Como tinha a reputação de uma combatente aguerrida, e que inspirava temor, Marduk fugiu para esconder-se no Ekur – A Grande Pirâmide.

Inanna também voou para as pirâmides.

Inanna

Vestida com uma armadura de ouro e brandindo suas armas, de uma forma arrogante ordenou a Marduk que saísse.

Ele não a obedeceu, e Inanna perdeu a calma, lhe lançou toda classe de maldições e levantou seu raio de plasma e começou a disparar aos lados da grande pirâmide.

As pedras do Ekur começaram a tremer.

Foi um espetáculo. Inanna com seus peitos ao ar e formosa desatou sua fúria pasmosa – eles eram deuses muito apaixonados.

Todos, na família, contavam piadas depreciativas sobre a operação da cauda de Marduk, e ela lhe gritou para todos ouvirem muitas qualidades negativas que pudessem desafiar Marduk: Grande Serpente e outros nomes .

Utu

Os outros deuses estavam se pondo nervosos. O irmão de Inanna, Utu decidiu chamar Enlil e, conscientes de que Anu é a única pessoa que Inanna escuta, Enlil o chamou.

Sobre os céus de Gizé apareceu um holograma de Anu.

Ele rogava a sua amada Inanna que desistisse de sua ira. Anu sabia que Marduk tinha escondido armas no Ekur e não queria que sua Inanna fora machucada.

Anu a aconselhou que levasse Marduk a julgamento diante dos deuses. Ela aceitou porque depois de tudo não sabia como ia entrar na pirâmide e já estavam acabando as suas munições.
Os Deuses nunca antes tinham tido um julgamento real. Com Enlil, anteriormente, o tinham banido por violar a sua futura esposa, mas nunca foi processado em uma corte.

Ninguém sabia o que fazer e ninguém queria julgar a outro deus por algo que eles poderiam fazer mais tarde. Abriria-se um precedente de castigo que algum dia recairia sobre eles.

Posto que Marduk tinha contratado alguém para que matasse Dumuzi, seria seu crime punível com a pena de morte? Ninguém queria pronunciar uma sentença de morte sobre um membro da família de Anu.
Disseram a Inanna que ela fizesse por si mesma a punição, e sua adrenalina ainda estava fluindo. Ocorreu a Deusa o castigo perfeito: selar Marduk dentro do Ekur, ou seja, enterrá-lo vivo, sem comida e sem água.

Como ninguém queria tomar a iniciativa, todos estiveram de acordo com seu plano, enterraria-se vivo Marduk no Ekur. Inanna estava feliz.

A Deusa sabia que sem água e comida, a energia da pirâmide manteria vivo Marduk por um tempo. 

Isto lhe assegurava uma morte lenta, prolongada e horrível. Estava muito feliz consigo mesma. Era tão criativa e tinha vingado Dumuzi.

Não é que tivesse estado muito apaixonada por seu marido, mas tinha chegado a odiar Marduk e o queria fora de seu caminho para sempre.

Pessoalmente foi ao Ekur para as cerimônias. Simplesmente se baixaram alavancas e blocos enormes de pedra caíram um em cima do outro, selando Marduk em sua tumba.

Sarpanit

Bom, Marduk tem mãe. Ela não estava muito feliz com o que tinha passado e começou a suplicar a Enki. 

Ainda mais patética foi à irmã-esposa de Marduk, Sarpanit, que desfilava nua dia e noite frente ao Ekur.

Fez todo um espetáculo chorando e golpeando as paredes com suas pequenas mãos que sangravam. Reuniu-se uma multidão de Lulus/humanos a observar e Enki fracamente cedeu.

Pressionou a Inanna para que se retratasse. Enki e Inanna eram muito bons amigos. Antes de tudo, ele tinha dado a ela os ME’s divinos. Então, relutantemente, aceitou que o soltassem.
A Deusa Inanna sabia que isso era um engano mas não podia discutir muito tempo com Enki.

Então aceitou com a condição de que Marduk fizesse oferendas em todos os templos da Deusa para suplicar sua piedade.

Removeu-se então a marquise da pirâmide por meio de raios de plasma poderosamente concentrados e ficou em liberdade Marduk.

Se Marduk e Inanna tinham desprezo um pelo outro antes, podem imaginar que este pequeno incidente não melhorou a relação.

Talvez de vez em quando ele despertava na noite, e ouvia os gritos horripilantes de Inanna: “Que o enterrem vivo!” Eles já eram inimigos e eventualmente procurariam a vingança.

Porém, uma vez mais, Marduk teve que pagar por suas ações. Depois de sua libertação ele foi exilado mais uma vez.

As ambições de Marduk de governar o mundo não desapareceriam tão rapidamente. Algum dia retornaria. Escuros e cavilosos, os olhos vermelhos de Marduk impregnavam a alma de qualquer ser. Era possível senti-lo esperando, conspirando em meio de sua ira silenciosa.

Com os seus planos frustrados, Marduk voltou ao Egito e se empenhou em destituir Thoth. Isto ele conseguiu. Thoth foi para a América do Sul e começou uma civilização lá.

O ano era 3.113 a.C e esse é o período que a civilização Egípcia enfrenta a decadência, depois de cumprir o seu papel de plantar a semente da civilização para o futuro.

Na América do sul, Thoth/Ningizida ficou conhecido como 
Quetzalcoatl – a Serpente Branca Emplumada

Os Nibiruanos divulgam que Thoth é filho de Enki, por isso ele também trazia a serpente como seu símbolo, o símbolo da casa de Enki/EA. 

Por outro lado, no Egito, Thoth é associado ao Carians, um grupo de seres muito mais desenvolvidos que os reptilianos e por esse motivo, no Egito, o símbolo de Thoth é a Íbis.

Enlil e seus descendentes, por sua vez, traziam a cruz como símbolo. A cruz simbolizava Nibiru e a casa de Anu.
Por volta de 2.900 A.C. Inanna tornou-se governadora de uma nova colônia no Vale Indu. A localização era a Índia dos dias atuais.

Todas as histórias registradas lá, relativas aos Nibiruanos, foram transmitidas por ela para serem escritas. Este foi o tempo em que ela se tornou a proprietária da Índia.

Seiscentos anos depois ela se apaixonou por Sargon e juntos eles construíram um novo império, que seria chamado de Império Acadiano.

Também durante este tempo, ela e Marduk lutaram amargamente muitas vezes.

As histórias de suas muitas batalhas estão registradas nos livros de história.

Sargon

“Vós sois bons quando ergueis firmemente o vosso objetivo com passos ousados. No entanto, não sois maus quando caminhais com hesitação. Até aqueles que caminham com hesitação não andam para trás. Mas vós que sois fortes e determinados, evitai hesitar ante os indecisos, nem que seja por bondade. Vós sois bons de inúmeras formas e não sois maus quando não sois bons. Sois apenas vagabundos e ociosos.”

Os Templos do Amor – A Índia de Inanna

Você não pensaria que uma tradição antiga iniciaria assim: de uma Deusa despontada.

Porém, ainda nesses tempos escuros, Inanna procura manter sua conexão com a fonte e trazer o conhecimento mais apropriado ao Kali Yuga – O Tantra – para a sua própria diversão e de seus humanos/lulus. ..


E assim foi: Após perder o marido e de uma briga muito difícil com sua meia irmã Ereshkigal, Inanna decidiu estender os seus Templos do Amor, dedicando-se à Índia meridional no Vale do Indo, onde possuía territórios que ninguém mais queria.

Às bordas do rio Indo construiu as cidades Mohenjo-Daro e Harappa.

A desembocadura do rio Indo era o centro de comércio do Leste naquela época. A Deusa concentrou-se nos cristais divinos que possuía e pôs todo o seu empenho para criar negócios e comércio entre a Suméria, Babilônia e Egito e o Vale do Indo.
 Harappa

Inanna sempre gostou muito dos tesouros da Terra e tem a habilidade para os negócios; mostrava-se como uma comerciante inata.

Seus templos eram escritórios de intercâmbio que serviam como lugares de troca e negócios com vários produtos, assim como de salões de aprendizagem e adoração.

Convidou a sua mãe, Ningal, para que ajudasse a desenhar e construir os templos.

Ela tem uma paixão pela arquitetura e trouxe consigo a sua boa amiga, Maia, a arquiteta mais famosa naquele tempo, para planejar Mohenjo-Daro e Harappa.

Maia já tinha desenhado outros templos na Suméria mas as três queriam superar as criações anteriores. Construíram umas estruturas tão formosas e valiosas que Anu e Antu vieram às admirar.

Ruínas e Artefatos encontrados – Mohenjo-Daro e Harappa

Artefatos de Lápis Lázuli encontrados – Mohenjo-Daro e Harappa

Inanna tinha grande preferência pelo lápis lázuli. Seus azuis profundos realçam muito bem os tons de sua pele, mas não havia suficiente para construir todos os templos, por isso pediu a Enki que desenvolvesse um substituto em seus laboratórios. 

Em pouco tempo tinha mais que suficiente lápis, e cobriu os pisos dos templos, as colunas e as telhas do teto com um novo lápis falso, que era o presente de Enki para Inanna.

O mármore e o ouro se mesclaram elegantemente, com turquesa, malaquita e lápis em ritmos geométricos.

Também especialmente convidou a Tara para que a ajudasse nos templos.

Tara é a esposa de seu amigo Matali, o piloto de Enki.

Matali não compreendia muito bem à família de Anu; suponha-se que os conheceu como “deuses” há muito tempo e não sentia bem vivendo junto a eles.

Ele prefere confiar no Povo da Serpente e por isso se casou com Tara, sua bela princesa da raça serpente.

A linhagem de Tara é a mais antiga no planeta Terra. Matali diz que o Povo da Serpente é muito mais sábio que o de Nibiru.

Ele contava histórias fabulosas de seu reino que está nas profundezas do planeta.

Diz que trabalham com freqüências que os nibiruanos ainda não entendiam. Porém a aquisição do poder material não lhes interessaria.

O que Inanna entendia e tinha interesse foi que Tara era a melhor bailarina que tinha visto. Ela sabia que seu estilo de balé atrairia os mercadores de todo o Leste a seus templos. Ela seria uma pessoa muito útil, de modo que a convidou a treinar as bailarinas de seu templo.

Tara é uma formosa mulher de pele cremosa verde pálido e olhos escuros doces de amêndoa que piscam como estrelas no céu noturno. 

Colares de pérolas negras e bolinhas de ouro cobriam seus firmes peitos nus.

Sua amiga Tara, por certo, a ajudou a instaurar uma cultura grandiosa e florescente.

Também convidou a Ninhursag. Ela estava dedicada completamente a administrar cura a seus queridos Lulus na pirâmide.

Seu amor e sua compaixão por todos os seres viventes a converteram na médica mais brilhante.

Tinha um grupo de enfermeiras maravilhosas que lhe ajudavam, mas estava muito sozinha.

Passava a maior parte do tempo com seu filho Ninurta.

Bom, assim era Nin, na visão de Inanna.

Inanna queria que Ninhursag fundasse o que chamamos hospitais, mas a nossa medicina moderna soa como algo absolutamente barbarizo para os pleidianos.

Eles usavam formas de pensamento e freqüência, não drogas ou bisturis. Ser a única matriarca solteira na Terra estava saindo caro a Nin, e Inanna a queria muito. 

Porém, Nin se apresentava mais competente e fresca que nunca. Nunca se sabe ao certo os seus segredos, Nin era muito reservada.

Ao observar a vida de Ninhursag, junto com suas próprias experiências, Inanna revela ter começado a sentir compreensão pela mulher. À medida que o tempo passava na Terra, os homens de sua família se tornavam mais e mais dominantes. Era como se a atmosfera deste planeta remoto os estivesse afetando a todos.

Nas Plêiades a mulher é respeitada como símbolo da grande Deusa e é tratada com consideração.

A lei pleidiana proíbe estritamente golpear ou violar a uma mulher.

As freqüências fronteiriças da Terra aparentemente produziram um giro desta tradição.

Os homens de Nibiru estavam adotando uma atitude diferente com a mulher.

Os filhos de Enki, guiados por Marduk, inventaram leis que proibiam às mulheres certas liberdades em seus territórios.

É óbvio que a Deusa estava zangada e transtornada por essas leis tão ridículas.

Então, em terras de Inanna, era enfatizado o fortalecimento e a melhora da energia feminina. Ela decidiu ensinar aos Lulus alguns dos Mistérios Pleidianos.

Quando Ninhursag e Enki criaram os Lulus, deixaram alguns componentes chaves inativos – 10 fitas de DNA.

Embora os Lulus e todos os humanos nascidos deles, incluindo os habitantes da Terra hoje, possuem os gens pleiadianos, alguns destes não funcionam, porque tinham sido desconectados de propósito.

Aos Lulus foi ensinado a chamar a família de Anu, de “divina”, mas eles escassamente o foram.

Os filhos de Anu são os adolescentes eternos, e palavras como ambiciosos os descreveriam com mais precisão. Intencionalmente tinham deixado os códigos genéticos de sua raça trabalhadora parcialmente funcionando para que fossem mais dóceis.

Inanna sabia que não podia interferir no funcionamento do DNA dos Lulus, mas ninguém podia evitar que ela lhes ensinasse certos segredos.

E como o pensamento cria a realidade, ela esperava que algumas de suas sacerdotisas e sacerdotes pudessem acender aos “genes divinos” que estão presentes em todos os Lulus e fomentar deste modo sua evolução latente por meio da secreção hormonal.

Na época atual o Samkhya é tudo o que fica da sabedoria pleidiana.

Samkhya é uma palavra sânscrita que significa “enumerar”.

O conceito Samkhya sugere que a matéria está organizada a partir de dois componentes primários, Consciência e Energia que interagem para criar o universo.

É o pensamento focado conscientemente no que move as freqüências de energia para que se convertam a si mesmos no teatro de todos os mundos infinitos e inumeráveis.

Os físicos em seu tempo presente se estão aproximando deste entendimento, mas os falta um componente e esse é o amor. Não a classe de amor que experimentaram como humanos — um pouco limitado e impossível de predizer — mas o amor como uma força primária.

A um cientista contemporâneo nunca lhe ocorreria medir um estado de consciência como o amor, mas esse é o segredo.

O amor é a peça que falta em todas as teorias de campo unificado.

O amor do Primeiro Criador é a causa principal deste universo e de todas as outras realidades dimensionais que existem. Não dizem seus professores que o amor é a maior de todas as virtudes? Não obstante, é muito simples, muito óbvio para a maioria das pessoas.
Samkhya
De modo que Inanna ensinou este Samkhya em seus templos.

Ensinou às suas sacerdotisas dançarinas e a alguns dos homens que queriam aprender a usar suas formosas mentes e corpos para trazer esta força, a força do amor divino a Terra, a nossas cidades, nossos campos e a nossos filhos.

Foi uma época maravilhosa para todos, a Deusa conta.

Os negócios prosperavam. Às mulheres era permitido ter suas propriedades e manter sua fortuna por separado se o queriam.

Deste modo ninguém as escravizava.

Ambos os sexos eram soberanos, e os homens eram igualmente felizes.

Houve um florescimento da civilização e as artes.

Os campos eram abundantes, o comércio com a Suméria e Egito gozava de prosperidade e as artes da dança, o canto, a pintura e a escultura estavam em todo seu apogeu.

Os rumores das obras arquitetônicas de Maia se pulverizaram por todo mundo.

De todos os rituais iniciados nos Templos do Amor de Inanna, o rito do matrimônio era o favorito. As sacerdotisas se vestiam e preparavam à noiva, que era educada nas artes de agradar a seu marido e em métodos de assegurar a concepção quando o desejasse. O marido também era preparado e instruído nestes assuntos.
Nesses tempos era de conhecimento geral o fato de que o maior prazer se conseguia estimulando à mulher ao ponto mais elevado do êxtase.

A noiva se convertia no canal para toda a energia feminina da criação e o marido se convertia em toda a energia masculina. 

Essa união permitia que as forças do Primeiro Criador e da grande Deusa se expressassem na Terra.

O segredo desta união é a concentração. O casal era treinado para que obtivesse uma concentração profunda olhando-se mutuamente nos olhos enquanto estavam realizando o ato sexual.

Cada célula do corpo, assim como toda a consciência do ser, deve estar ali nesse momento.

Todo pensamento deve estar enfocado no agora.

Uma mulher não pode obter estados elevados de consciência nesta união se está preocupada com a lista de legumes ou alguma outra tolice.

Pensar no passado ou preocupar-se com o futuro somente debilita a experiência.

Eram receitados vinhos e elixires para aumentar a concentração daqueles que requeriam ajuda, mas os melhores alunos não necessitavam nenhum tipo de ajuda exterior.

As energias que eles emanavam reforçavam a fertilidade da agricultura e a felicidade de todo o povo. Freqüentemente curavam aos doentes.

No Vale do Indo se amava e se venerava aos animais. 

Em suas transações comerciais usavam elefantes e bois.

Eram tão desejados e queridos que foram venerados nos templos.

Havia lugares destinados para que os velhos se retirassem com segurança, onde eram amados e protegidos.

Os mais jovens os visitavam com freqüência.


Muitos dos Lulus ainda conservavam o dom de falar com os animais e eram solicitados para que treinassem aos elefantes, ao búfalo asiático, aos bois, leões, gazelas e toda classe de animais.

A Deusa Inanna tinha dois leões domésticos. Estas criaturas a amavam com todo seu coração e foram uma grande bênção para ela.

A sabedoria que os animais a ensinaram foi muito elevada e especial.

O macho a permitia montar sobre seu lombo pelas ruas e nunca a abandonava.

A fêmea a cuidava com os instintos firmes de uma mãe.

Havia muito amor e lealdade vindo dos animais.

Depois de cerca de quatrocentos anos terrenos, a Deusa começou a perder o encanto de estabelecer uma nova civilização no Vale do Indo.

Os negócios estavam indo bem, os templos estavam construídos, e suas sacerdotisas estavam tão bem treinadas que já podiam dirigir as coisas sozinhas.

Uruk

Inanna constantemente viajava com seu amigo Matali às cidades sumérias de Uruk para controlar as entregas de grão e coisas assim. 

Sentia saudades da Suméria, Egito e o Abzu de Enki. Suas cidades não eram tão sofisticadas; não tinham porto espacial com acesso à estação em órbita. Sentia-se como se estivesse estancada no interior do país.

Além disso, não tinha mais marido. Matali dizia a ela, conta, que por sorte não estava casada com nenhum de seus parentes, pois ele não os tinha em muito alta estima! Enquanto este dilema a deixava perplexa, lhe ocorreu uma magnífica idéia.
Em Uruk, na Suméria, Anu estava outorgando os poderes de monarquia a alguns dos Lulus que mais sobressaíam na época. Anu lhes delegava um poder limitado a aqueles que governavam as cidades. Dando aos Lulus controle sobre os assuntos humanos que careciam de importância para a família de Anu.
A monarquia se estava convertendo em uma parte importante na nova vida da Terra. Por que não podia ser Ela, a Deusa, a encarregada de outorgar este poder?

Se pudesse convencer a Anu de que podia substituí-lo, ele não teria que preocupar-se com tudo isso e teria mais tempo para si e para as festas de Antu.

Esculturas de Inanna Templo em Uruk

Antu sempre tinha querido muito bem a Inanna, e a Deusa havia esculpido seu rosto nas estátuas das deusas de seus templos. O fato de ser a irmã de Anu lhe tinha outorgado um poder indisputável e tinha conexões políticas por toda a galáxia.

A Antu nunca pareceu lhe incomodar o fluxo contínuo de concubinas de Anu. Ao que se parece, ela sabia inundar-se em estados de consciência muito elevados. É uma dama tão feliz, cheia do que chamam hoje de vida!

Com o fim de convencer a Anu e a Antu de que a Deusa Inanna era a pessoa indicada para escolher os reis, construiu um templo em Uruk. O templo em si estava dedicado a Anu.

Na parte interior, a área mais importante, colocou uma cama de ouro sólido com o nome de Antu gravado visível e belamente sobre ela. A cama estava elevada sobre um estrado e estava soberbamente adornada com flores frescas e sedas flutuantes.

Ruínas Templo de Anu – Uruk
Este templo em Uruk se chamava a Morada de Anu.

Mas a cama que estava dentro do lugar sagrado mostrava a todos a que mulher escutava Anu.

Que detalhe!

Ambos adoraram!

Quando a Deusa lhes pediu que a concedessem o direito de outorgar a monarquia, ambos concordaram.

Claro que ela devia informar a Anu sobre suas decisões. Sua bisavó Antu estava feliz com as perspectivas da nova carreira da neta. Pois não havia melhor maneira de encontrar um marido!

 Continua Parte 5

Material livre para divulgação.
Por gentileza, respeite os créditos citando as fontes.
Esse texto não é ficção, foram baseadas nos livros de
Rodrigo Romo, Zecharia Sitchin, Martim Claret
Autor do texto Vicente Chagas (Projetovega-Ufo)
Edição, elaboração e fotos:
Angel Lux

A HISTÓRIA DA HUMANIDADE (3)

Terra – 11.000 a.C. para 3.200 a.C.


Depois da inundação, os nibiruanos retornaram a Terra para começar a reconstrução. Enki e Enlil – principais herdeiros de Anu – trouxeram sementes, instrumentos para lavoura e o conhecimento de agricultura animal para Noé e sua família. 

Noé começou a cultivar no sopé do Monte Ararat, onde o submarino com o material genético havia assentado quando as águas baixaram. Ninurta e Nannar – herdeiros do lado de Enil – ajudaram represando e escoando a área circunvizinha, como Enki tinha lhes ensinado a fazer.

Por volta de 10.500 A.C. a Mesopotâmia havia se recuperado juntamente com muitas outras áreas. A Humanidade mais uma vez tinha se multiplicado e disseminado.
A estação espacial foi reconstruída, mas desta vez em um novo local, o Monte Moriah.

O Monte Moriah, como vocês sabem, se tornou conhecido como Jerusalém. As outras cidades pré-diluvianas de Nippur, Eridu e o restante também foram reconstruídas.

As pirâmides sobreviveram à inundação, mas foi necessário escavar para fazê-las ressurgir novamente, pois estavam cobertas por muita areia e lixo orgânico.

Por volta de 9.000 a.C. tudo havia voltado ao seu pleno ritmo. Enki havia devolvido o governo do Egito aos seus descendentes, Osíris e Seth.

Foram os filhos de Enki que construíram as pirâmides com a ajuda dos seus ancestrais os Carians.

E este era o seu maior orgulho: trazer para a Terra a atmosfera elevada de Nibiru no início dos tempos para as suas civilizações e empreendimentos no planeta.

Muito embora, as pirâmides não tenham impedido a decadência crescente da família de Anu na briga pelo poder.

Marduk havia sido banido do Egito depois do seu desastre Atlantiano – Enki sabia que já não poderia confiar em seu filho Marduk.

Adad, um filho de Enlil, foi enviado para a América do Sul 
para encontrar ouro, e conseguiu.

Enlil teve ajuda de Nannar e Ninurta (o filho dele e Nin) na administração do restante da Terra. Logo ele teria que escolher um herdeiro também.

Ele não teria que aderir à Lei Pleidiana/Nibiruana, pois, como estava na Terra, novas regras de sucessão poderiam ser feitas.

Este foi o período de tempo no qual a geração mais jovem começou a lutar pelo poder da geração mais velha.

A geração mais jovem consistia de, entre outros, Ninurta, Nannar, Utu, Inanna, Seth, Osíris, Ningishzida e claro, Marduk, embora Marduk estivesse neste jogo há bastante tempo.

Estes foram os netos mais importantes de Anu.
Neste período, também, os filhos e filhas da Terra, a humanidade terrestre, assume um novo papel, pois é a descendência dos deuses que governará e os jovens deuses será o poder por detrás do trono. As grandes linhagens terrestres que manterão o poder dos jovens deuses.

Também são os humanos na Terra que serviriam para fazer a propaganda daqueles “deuses” que a protegem… o poder e conhecimento que antes viria de uma conexão com o conhecimento estelar original passa a vir da exploração de uns pelos outros… o Kali Yuga acelera, em seus últimos anos, na direção da escuridão e da falta de harmonia com as leis cósmicas

Os Yugas ou Eras e as Leis Cósmicas.
BRAHMA abre os olhos e BRAHMA fecha os olhos…quanto tempo se passou?
O pensamento hindu desenvolveu um conceito de templo cíclico através da doutrinas dos Yugas ou eras cósmicas. No pensamento ocidental moderno, o conceito de tempo é linear, como uma sucessão sem fim de eras, épocas que traz um pensamento implícito de uma evolução também linear e contínua, quase que automática.
Assim como os gregos acreditavam que existiam quatro eras: a Idade do Ouro, da Prata, do Bronze e do Ferro, que se sucede nessa ordem.

A tradição hindu contempla esses ciclos históricos e os denomina da seguinte forma: Satya Yuga, Treta Yuga, Dwapara Yuga e Kali Yuga.

Na sucessão dos Yugas a humanidade descende de uma elevada plataforma espiritual, como é vivida no Satya Yuga, para um estado de gradual degeneração nas Yugas subseqüentes.

As eras ou Yugas diferem uma da outra quanto ao grau de obediência dos seres humanos ao Sanáthana Dharma, isto é, à “Lei Eterna” ou as “Leis Cósmicas”, a lei que determina justiça, retidão, moralidade e harmonia em todo o universo e podem ser encontradas fundamentando todas as religiões e caminhos espirituais, pois é a essência eterna e única de todas elas.

Cada Yuga tem também uma dada escritura (ou shastra) apropriada ao nível ético de sua humanidade.

Atualmente estamos vivendo a última dessas quatro eras, o Kali Yuga, também chamada a Idade do Ferro, onde a ignorância e o materialismo, o egoísmo e os vícios etc. prevalecem sobre as virtudes espirituais.
É importante notar que na seqüência das eras existe uma gradual degradação do Dharma (lei universal ou retidão). Na Satya Yuga o Dharma é perfeito, na Treta Yuga ele decresce em ¼, na Dwapara Yuga em metade e na Kali Yuga apenas ¼ do Dharma prevalece.

Então com o inicio da nova Satya Yuga o estado original de pureza é restaurado, os ciclos começam novamente e assim repetem-se -ad infinitum. Esses conceitos são encontrados nos Puranas, textos sagrados que descrevem a cosmogonia e a mitologia na tradição hindu.

Duração de cada Yuga de acordo com a nossa contagem do tempo:
KALI YUGA = 432.000 anos

DVAPARA YUGA = x2 = 864.000 anos

TRETA YUGA = x3 = 1.296.000 anos

KRITA YUGA = x4 = 1.728.000 anos
A soma dos 4 YUGAS é a MAHA YUGA ou grande YUGA. A soma de 1.000 MAHA YUGAS corresponde a um dia de BRAHMA (KALPA). Depois de um dia de BRAHMA, segue-se uma noite de BRAHMA de igual tamanho.
MAHA YUGA = a soma = 4.320.000 anos
Cada KALPA subdivide-se em 14 MANVANTARAS, ou intervalos de MANU, que terminam com dilúvios. Cada qual equivalendo a 71 MAHA YUGAS e uma fração. O desenvolvimento e o caos de cada KALPA são marcados por eventos mitológicos que se repetem ciclicamente.

O Deus Brahma vive 100 anos (MAHA KALPA), depois o universo é absorvido novamente no Absoluto durante um século de Brahma, então tudo recomeça e entra indeterminadamente novamente no ciclo de 311 trilhões de anos.

1 dia de BRAHMA = MAHA YUGA X 1000 = 4.320.000.000 anos

1 noite de BRAHMA = 4.320.000.000

24 h de BRAHMA = 8.640.000.000

MAHA KALPA = 100 anos de Brahma = 360 X 8.640.000.000 X 100 = 311.040.000.000.000
O conhecimento dos Yugas também está associado ao sistema de castas indiano que referem-se originalmente a designação divina ao destino de cada ser humano:
No KRITA YUGA, o DHARMA penetra totalmente no organismo universal, assim, os seres deste período nascem virtuosos e dedicados ao seu dia a dia harmonizado divinamente com o DHARMA;
Em TRETA YUGA, o modo de vida de cada uma das quatro castas – conceito também presente no hinduísmo – começa a entrar em desordem, os deveres deixam de ser espontâneos e naturais pelo DHARMA, precisam ser aprendidos;
DVAPARA YUGA é o desafio de equilibrar as dualidades de imperfeição e perfeição, luz e treva. A perfeição da ordem espiritual não está mais à frente de tudo, os seres são cegos pelas paixões e mesquinharias materiais, dissolvendo o estado semi divino da sociedade. Nesta era, a santidade só pode ser alcançada por jejum, devoção e ascetismo e prática religiosa;
KALI YUGA, é conceituada como idade das trevas, existindo com apenas um quarto da lei do DHARMA, desenvolvendo a degradação moral e social, e deixando o mundo e o ser humano atingirem o que têm de pior.
E assim, configura-se uma explicação para a organização da vida do universo voltada ao desenvolvimento espiritual classificado em quatro diferentes vivências.

Marduk e As Guerras da Pirâmide.
O planeta Terra sofreu um acidente, uma quebra dimensional. Os ancestrais Felinos e Carians enviaram o conhecimento da construção de Pirâmides para equilibrar o desequilíbrio, mantendo a sintonia com as estrelas e criando um campo harmônico dentro de civilizações em queda: o campo do Nilo Azul. 

O Egito foi uma missão, uma tentativa de sucesso de deixar os códigos e conhecimentos da matriz da civilização para o futuro, nosso presente.

Naquele presente, nosso passado, de 8.400 a.C a 3.400 a.C foi o máximo que pode ser feito.

A Queda era inevitável, mas o futuro estaria garantido…. será mesmo?

Os filhos de Enki sempre estavam discutindo entre si, inclusive quando eram crianças.

Quando Enki e seu irmão Enlil – os principais herdeiros de Anu e, portanto, da Terra – lutavam pelo poder, também o faziam seus filhos.

Poderia e ainda pode haver alianças temporárias, mas cedo ou tarde um quer impor-se sobre o outro e os irmãos chegavam aos golpes. O mito da criação reptiliano é fortemente presente na linhagem de Enki.

Os principais filhos de Enki eram Marduk, Ningishzida, Nergal e Dumuzi. 

E os netos: Seth e Osíris.

Quando eram crianças, alguns deles receberam horríveis feridas dessas armas de plasma de brinquedo. Algumas das mães rivais ensinavam seus filhos a colocar formas de pensamento de demônios imaginários nos sonhos dos outros pequenos.

As mulheres aprenderam que se os filhos se mantinham no poder, também o fariam elas. Começaram a descuidar de suas filhas e só se preocupavam com procurar matrimônios poderosos para as pobres rapazes.

Uma reunião familiar freqüentemente era um desastre e às vezes chegava a converter-se em um motim. Os jovens brigavam e suas mães os incentivavam. Normalmente Enki se retirava no meio do temor e do desespero. Nunca gostou de disciplinar a ninguém.
Marduk
A princípio, quando Marduk tomou o poder na Atlântida, Ningishzida (Thoth) recolheu-se em registrar e disseminar o conhecimento, passando a ser conhecido como a Divindade da Ciência e da Escrita.
Porém, quando a catástrofe Atlante se tornou eminente – no intervalo entre o período e o desastre energético das construções marcianas lideradas por Marduk que causou o rompimento das membranas dimensionais do planeta e o período em que o dilúvio aconteceu como conseqüência do desastre anterior, um período de aproximadamente 4.000 anos – Thoth/Ningishzida, juntamente com os ancestrais Felinos e Carians da hierarquia planetária e acima dela, procuraram soluções que incluiu a construção das Pirâmides do Platô de Gizé.
Depois da queda Atlante, porém, entre muito conflito e engano, o Egito também foi dado a Marduk para que o governasse. 

Parecia que Marduk tinha o poder de submeter à mente de Enki; exercia uma espécie de controle mental sobre seu pai.

Enki preferia ficar no Abzu trabalhando em seus projetos genéticos, de modo que lhe entregou o domínio do rio Nilo e os territórios adjacentes ao Senhor Marduk.

Imediatamente Marduk começou a construir enormes estátuas monolíticas de si mesmo por toda parte. (Marduk era conhecido como Ra ou Amon Ra no Egito)

Eye of Amon Ra Ancient Egyptian sculpture

  
  
  

Estas obras de arte aumentavam sua beleza e tinham como fim intimidar ou aterrorizar aos Lulus/humanos. 

O mandato por meio da intimidação era o código de Marduk. Todos os tiranos da história da Terra de um modo ou outro se inspiraram no primogênito de Enki.

Como o Egito era o domínio de Enki, sua prole ficou encarregada de regular os padrões climáticos ao redor do Nilo.

Deste modo se controlava o fornecimento de água e se evitavam as inundações.

Em Nibiru, o controle do clima se faz por meio de reguladores de freqüência.

 

Na Terra um satélite em forma de disco de electroprata e ouro cruzavam os céus e, por meio de emissões magnéticas que vocês ainda não conhecem, regulavam-se as quantidades de água e a formação de nuvens.

Este procedimento fez que os Lulus/humanos pensassem que a família de Anu controlava o sol e que eram deuses que eles deviam adorar.


Marduk adorou esta idéia e se autodenominou o Deus do Sol, Ra, e por todo o Egito fundou templos onde lhe adoravam.

Ele era extremamente vaidoso e sempre queria sair-se com a sua.

Deus Sol, o Brilhante, Possuidor do Céu e da Terra e quase todo título que era dado aos outros deuses, Marduk o apropriava cedo ou tarde.

Até Enki lhe tinha medo.

De algum modo toda a força de Enki se transferia a Marduk, o que deixava Enki impotente.

Ekur

A grande pirâmide de Gizé era chamada de Ekur, uma palavra que quer dizer casa que é como uma montanha – seu intento era manter a freqüência vibratória da casa solar nibiruana no planeta, criando um campo eletromagnético que permitia viver na atmosfera solar e até estelar.

Enki e seus filhos construíram este Ekur em Gizé para restaurar a força de conexão estelar do planeta que neste momento perdia sua estrutura dimensional original.
Ningishzidda/Thoth, o filho de Enki e Ereshkigal, instalaram a tecnologia estelar pleiadense dentro do Ekur.

A pirâmide era o gerador principal de freqüências elevadas de poder e conhecimento estelar que foi usado em todos os veículos espaciais, os discos que controlavam o clima e os sistemas de comunicação do planeta com a comunidade cósmica e de sustentação do campo intra-planetário.

Nessa época as transmissões das Plêiades, do planeta Nibiru e da estação de órbita, chegavam ao Ekur.

Aquele que controlasse a grande pirâmide exerceria o poder na Terra e na família de Anu. Por isso, Marduk se apressou em reivindicar o Egito.

Marduk e Nergal começaram a lutar pelo controle do Ekur. Ningishzida/Thoth nunca foi dado às guerras, estava satisfeito em cumprir os propósitos de salvar o planeta e a humanidade da queda eminente.

Marduk fez clones de si mesmo e formou um exército de guerreiros ferozes e valentões, grandes de estatura e facilmente substituíveis. Com estas legiões de clones atacou os exércitos do Nergal e sobreveio a guerra.

Quando os filhos de Marduk conseguiram se apoderar do Ekur, venceu-os a ambição e a avareza. E não demorou muito para que houvesse conflito no horizonte novamente.

Desta vez foi entre Seth e Osíris. 

Seth quis governar todo o Egito e, levando às últimas conseqüências a queda eminente, assassinou seu irmão Osíris.

Hórus (o filho de Osíris) jurou vingar a morte de seu pai e assim começaram a brigar entre eles mesmos. Esse fato ocorreu no último momento foi a Primeira Guerra da Pirâmide, que em realidade ocorreu na Atlântida em queda.

Depois, os filhos de Enki moveram suas legiões para o portal espacial que pertencia a Enlil, o seu irmão herdeiro legítimo.

Esta briga provocou a Enlil e a toda a família e deu origem a uma larga e sangrenta guerra familiar que terminou dividindo a família de Anu em dois grupos definidos, os Enlilitas e os Enkitas.

Cerca de 300 anos depois teve início a Segunda Guerra da Pirâmide. Desta vez já no Egito, foram os Enlilites (os descendentes de Enlil), contra os Enkites (os descendentes de Enki).

O conflito só terminou quando os descendentes de Enki deixaram de controlar a Grande Pirâmide e quando o Sol voltou a nascer – só que do lado oposto – depois do dilúvio. 

Enlil não aceitava que os filhos de seu irmão rival Enki controlassem o Ekur e o porto espacial. Não queria lhes entregar o manejo das freqüências e das comunicações estelares vindas das Plêiades, de Nibiru e a estação orbital aos Enkitas.

Depois do fiasco Atlante de Marduk, o Enlilites não se conformou que os descendentes de Enki detivessem o controle dessas instalações.

A preocupação deles era que Marduk organizasse outro golpe e assumisse o controle da galáxia. O que sempre foi a sua intenção.

Enlil e seus filhos não tardaram em ficar à altura das circunstâncias. Escolheu a Ninurta como chefe das forças enlilitas contra Marduk.

Ninurta

Ninurta sendo o filho de Enlil e Ninhursag, vivia para agradar a seu pai, executava suas ordens de uma maneira saturnina e obsessiva, usualmente tinha êxito.

Ninurta era uma pessoa muito estranha, excessivamente egocêntrico e ressentido, uma espécie de menino mimado.

Como era o centro de atenção de sua mãe, cresceu com algumas características insuportáveis, conta a Deusa Inanna.

Quando eram crianças, Ninurta e Inanna, brigavam violentamente. Mas desta vez estavam brigando juntos no mesmo bando.

Nannar

O pai de Inanna, Nannar também comandava exércitos. A própria Inanna, insistiu em ir à batalha.

Tinha alcançado o nível de Falcão Dourado no conhecimento das armas. Lutou ao lado de Ninurta e uma vez levou-lhe uma arma que necessitava com urgência.

Foi à única vez que sentiram alegria da presença um do outro! Eram muito diferentes!

A guerra foi inegavelmente espantosa e usaram aos Lulus/humanos como soldados.

De vez em quando as grandes ondas de radiação chegavam a povos inteiros e Lulus/humanos inocentes morriam em quantidades.

Muitos mais morreram de fome no domínio africano de Nergal porque Ninurta evaporou todas as águas nos rios e chamuscou as terras com fogo de plasma.

Ninurta também usou o que vocês chamariam guerra química; o terrível míssil Madhava envenenava tudo o que encontrava pela frente. Havia muitos tipos de armas destrutivas, mas a mais engenhosa de todas era a arma Ruadra.

Esta produzia um holograma de enormes exércitos de monstros e demônios que atacavam armados com pistolas de plasma e que emitiam gritos horripilantes de guerra. 

Os Lulus/humanos de Marduk nunca imaginaram que se tratava somente de uma aparição, de modo que deram a volta e fugiram deixando que os clones sozinhos enfrentassem às legiões de Ninurta.

Ao final da guerra, Ninurta conseguiu alagar o Abzu, exigindo a Enki e a seus filhos que se retirassem da grande pirâmide.

Empregando o amparo do Ekur, os enkitas geraram uma parede de luz venenosa ao redor do complexo. Esta parede era um campo energético estimulado pelas enormes capacidades da grande pirâmide. Nenhuma arma podia penetrá-la.

Utu

Ninurta convocou o irmão gêmeo de Inanna, Utu, e lhe ordenou que cortasse todos os fornecimentos de água ao Ekur.

Sem água não poderiam sobreviver por muito tempo.

O desespero obrigou a um dos filhos menores de Enki a escapar para procurar água, mas em seu ousado intento a arma engenhosa de Ninurta o deixou cego.

Um membro da mesma família nunca havia feito tamanha agressão a outro antes.

Foi nesse período que Marduk tinha utilizado assassinos para matar o marido de Inanna, seu próprio irmão, Dumuzi.

Então interveio Ninhursag, a filha legítima de Anu. Já tinha visto muito.

Era algo muito vil que presenciasse a degolação de seus Lulus/humanos, mas matar e aleijar aos membros de própria família era algo intolerável.

Ordenou a seu filho Ninurta que lhe desse uma roupa protetora contra a radiação inferior que e encontrava no planeta e lentamente se aproximou do Ekur.

Ninguém se atrevia a agredir Ninhursag, nem sequer Marduk.

Ela é a filha de Anu e podem estar seguros de que Enki se sentiu muito nervoso quando ordenou a ele que baixasse a parede venenosa.

Ninhursag

Começaram as negociações de paz. Ninhursag informou a Enki e a seus filhos que Anu lhe tinha dado autoridade para pôr fim a esta loucura.

Ordenou a Enki que imediatamente se rendesse ante Enlil.

Enki procurou Marduk para lhe pedir conselho e este aceitou. Nesses tempos Marduk ainda tinha medo de Anu.

A guerra terminou com essa intervenção e mediação de Ninhursag.

As pirâmides foram concedidas à Ninhursag e ela ficou conhecida como a Dama da Montanha na História Antiga de vocês.

Ninurta esvaziou a pirâmide dos equipamentos dos enkilites e Thoth/Ningishzida (o filho de Enki com Ereshkigal, a neta de Enlil) assumiu o governo do Egito, substituindo a linhagem de Marduk. Isto aconteceu por volta de 8.600 a.C.

Daquele ponto até 3.400 a.C. a paz reinou no planeta, um Oásis no centro do Kali Yuga.


Ekur e O Sistema de Pirâmides no Platô de Gizé.

Então três homens foram neste lugar particular no Egito que era a origem dessa rede, que neste momento, após o desastre dimensional provocado pelos marcianos na Atlântida, estava destruída e iria em pouco tempo se destruir completamente. 

Foram para criar uma rede ao redor do Planeta Terra, chegaria a ser uma rede viva, mas criada sinteticamente.

Seria como criar um cristal sintético que requer certa tecnologia do cristal para fazê-lo. Construiu neste lugar um pequeno edifício de pedra, um retângulo áureo.

E, na espiral de fibonacci a partir do ponto original da rede, na distância de 1.5 km do edifício construído, construíram a Grande Pirâmide. O ápice da Grande Pirâmide está exatamente na espiral.

A grande pirâmide em Gizé, o Ekur, é um receptor natural de energias. Inclusive sem as melhoras da tecnologia siriana e pleidiana qualquer pirâmide recolhe e amplifica as freqüências circundantes.

Mas Gizé esteve ligada ao sistema estelar siriano, ancorando as energias estelares superiores ao Campo Energético do Egito conhecido como Nilo Azul.

Os egípcios do Nilo Azul alcançaram um estado de ativação fotônica muito intensa, ou seja, aprenderam como manter o seu corpo de luz – o seu ka – ancorado no corpo físico.

Graças à construção do sistema de pirâmides no Platô de Gizé, que ancoravam a luz estelar. Um mapa estelar para acessos às “Estradas de Osíris”, como chamaram determinada época, ou estrada para o corredor de Órion da Noite Galáctica.

Por certo, foi antes destes últimos, um acesso ao Sistema Estelar Siriano.

O Sistema Siriano é um sistema que ancora a luz estelar. Sem esse campo, a consciência na superfície da Terra se torna extremamente dualizada e só conseguimos pensar isso é bom e aquilo é mal, em um campo assim é realmente impossível ser criativo e desenhar o próprio destino.

Os egípcios do Nilo Azul eram uma civilização especial que vivia em acordo pleno com as leis cósmicas, gerando uma sociedade harmônica, a harmonia superior siriana. E assim foi no início deste projeto.

Como conseqüência do ódio que sentiam os familiares deuses da família de Anu entre si, a atmosfera da Terra estava se tornando pesada e obscurecida. Esta nova densidade, na freqüência baixa, estava penetrando dentro de cada coisa vivente sobre a Terra e a estava alterando.

Em meio de sua sabedoria felina, Ninhursag – a senhora da montanha – se deu conta do que estava acontecendo, mas o resto da família não notou.

Seus cientistas contemporâneos já entendem o campo magnético que rodeia a todos os corpos astrais, que se conhece como a magnetosfera.

À medida que a magnetosfera rodeia a todo o planeta, é atraída para as regiões polares na Terra onde se concentra.

Eles também estão conscientes de que a magnetosfera protege a Terra dos ventos reveses, que estão compostos de partículas de plasma de elevada energia que viajam a 200 milhas por segundo.

Estes ventos reveses literalmente bombardeariam o planeta se não fora pelo campo magnético circundante que desvia os ventos reveses de plasma.

O plasma é o material mais abundante em sua galáxia e, por conseguinte, uma fonte de energia apetecível.

As pirâmides continham uma tecnologia atualmente desconhecida para vocês que permitia acesso ao plasma dentro dos ventos reveses. Daí se tirava energia. As pirâmides se colocaram estrategicamente ao redor do planeta e se usavam como receptores de plasma.

O Ekur era o receptor de energia maior na Terra. Todas as naves espaciais Pleidianos estão dotadas de receptores similares de menor escala.

É obvio, todos os planetas que os Pleidianos colonizaram têm pirâmides para receber energia de plasma, eles aprenderam isso com suas raças conselheiras, os felinos e carians.

Antes de Akhenaton, o polêmico faraó da Décima Oitava Dinastia, os sirianos podiam alcançar todo o planeta Terra através da Grande Pirâmide. 

E isso aconteceu desde antes da primeira visita de Nibiru a Terra, ou seja, há mais de 500.000 anos.

Sírius teve uma ligação direta com a Terra através das dinastias egípcias por milhares de anos; cada dinastia Egípcia tinha a tarefa de proteger esse sistema estelar.

O Ekur portanto, além da luz estelar, também permitia conectar o plasma dos ventos reveses com o campo magnético que há no centro da Terra.

Este plasma de alta energia se canalizava como um funil pelo eixo vertical da pirâmide, enquanto que o magnetismo do centro da Terra era dirigido para cima pelo mesmo eixo.

Ambos eram concentrados em uma trajetória coerente e intensa, similar ao que seus cientistas conseguiram fazer com a luz na tecnologia laser.

Milhares das chamadas “pedras cantantes” recebem e conduzem esta energia. Há fragmentos enormes de âmbar, rubi e safira; cristais altos de citrino, esmeralda e água-marinha estão em uma ordem harmônica com a ametista, o diamante e o quartzo.

Muitas das pedras seriam desconhecidas para vocês, como por exemplo o uzup, que se recolhe no sistema solar pleidiano.

As “pedras cantantes” colocam-se de uma maneira consecutiva em uma espiral em todo o centro do Ekur.

No centro da espiral há um cristal azul monolítico.

O ápice do cristal se alinha perfeitamente com a ponta da marquise da pirâmide para que haja uma amplificação de energia magnífica.

As “pedras cantantes” são um espetáculo digno de presenciar.

Quando o plasma entra pela parte superior do Ekur e o magnetismo entra da terra, encontram-se no cristal azul que está no centro.

As duas energias se unem, redemoinham em meio de um vórtice de poder extremamente capitalista em forma de torés, uma forma geométrica que se parece com uma rosca de pão.

Quando o torés se forma, as duas energias se convertem em uma bela união de forças em forma de espiral. O torés de fluxo magnético em conseqüência fica em movimento com um anel que volteia sobre si mesmo para dentro e outro para fora.

Nesta forma cria-se o movimento perpétuo.

A beleza desta tecnologia não é algo incomum para os pleiadianos.

As formas que os pleidianos usam devem estar em harmonia com seu propósito; por isso, a função nunca é maior que a forma. Uma deve refletir e ser igual à outra ou se diminui o poder.

Há um debate quanto a se a cobertura exterior do Ekur era de branco alabastro ou turquesa. Era de ambos.

Em um lapso de 300.000 anos foram experimentadas com diferentes coberturas para ver qual gerava mais poder, mas a marquise sempre foi de ouro, pois este é um magnífico condutor.

A família de Anu e os sirianos compartilhavam tecnologias na Terra e por milhares de anos isso funcionou. Aos faraós era concedido um cetro sagrado que continha o campo do Nilo Azul – o ancora mento estelar siriano – e nas mãos de Akhenaton este cetro se perdeu.

Os sirianos cortaram, então, a conexão entre Sírius e a Grande Pirâmide, assim o Egito foi abandonado pelos sirianos permanecendo apenas sob o comando de Nibiru e o seu povo, assim como todo o planeta Terra.

A tecnologia nibiruana pleyadense no Ekur era de geração de poder, empreendedorismo, que culmina na presença dessa força em nossa época, porém sem o direcionamento do propósito estelar superior siriano, o grande poder voltou-se contra si mesmo, e a ira e o ódio que geraram as guerras da família nibiruana, se amplificaram muito com a presença do Ekur.
Ao finalizar a última Grande Guerra da Pirâmide, assinados os acordos de paz, autorizou-se a Ninurta para que desmontasse todos os sistemas bélicos nibiruanos/pleiadenses do Ekur, deixando somente o suficiente poder para controlar o clima e uns quantos instrumentos de comunicação e criação do campo estelar.
Inanna / Ísis

Inanna seguiu a Ninurta para a grande Pirâmide.

Quando Ninurta desmontou as pedras cantantes, ela lhe pediu umas quantas esmeraldas. Ele se negou, indicando de uma forma determinada que todas as pedras deviam ser transferidas ao novo centro de poder em Heliópolis, o domínio de Enlil.

Ninurta, que sempre era rígido e inflexível, perseguia o Pai de Inanna, Nannar, segundo ela mesma.

Ambos eram filhos de Enlil, mas seu pai é tão encantador e bom moço, tão lógicamente dotado que era evidente que entre os dois Enlil preferia a Nannar, nos conta de forma passional a Deusa.

Para Ninurta só restava cumprir seus deveres direito para ganhar a aprovação de Enlil. Por isso Ninurta era muito minucioso, muito aborrecido.

O dever e a integridade são qualidades maravilhosas, mas Ninurta não tinha senso de humor. E, claramente, não deu as pedras à Inanna.

Enlil é estrito em sua fidelidade à autoridade nibiruense e, uma vez que tinha promulgado uma lei na Terra, seguia-a ao pé da letra.

Seu irmão Enki é mais flexível, mais criativo.

Geralmente Enlil tomava partido por Nibiru, enquanto que Enki sentia um amor profundo pela Terra e os Lulus/humanos e freqüentemente lutava pelo melhoramento da humanidade.

Como parte do acordo de paz, Enki fez certas exigências em favor dos Lulus/humanos que tinha sido muito prejudicados na guerra.

Destruíram-se muitas cidades e os Lulus/humanos morreram em grandes quantidades. Enki exigiu que se restaurassem as cidades que tinham ficado em ruínas e que se construíssem novas.

Queria dar aos Lulus/humanos a possibilidade de ser mais que trabalhadores escravos, portanto se decretaram leis que lhes davam a oportunidade de escolher trabalho apoiado em seus talentos. Proporcionou-lhes uma extensa variedade de ocupações mais produtivas em suas estruturas sociais.

Foi quando Thoth/Ningishzidda pode criar o seu oásis egípcio em acordo com a hierarquia galáctica durante um curto período nesta época de degradação sob o planeta.

Como conseqüência da devastação da guerra das pirâmides, limitou-se o poder dos filhos de Enki.

Marduk se enfureceu quando se inteirou de que a seu meio-irmão Ningishzidda/Thoth tinha sido outorgado Gizé e o controle sobre o Egito.

Ningishzidda era considerado neutro na divisão familiar porque é filho de Enki, mas sua mãe, Ereshkigal, é a neta de Enlil. Marduk, porém, cobiçava todo o Egito; ele queria o mundo inteiro.

A Ninurta foi concedido o controle da nova capital da Suméria, Kish, o que lhe deu ainda mais poder e enfureceu mais a Marduk.

Ele queria Kish e o domínio da Suméria, assim como sua cidade favorita, Babilônia. Todos amavam a Babilônia; era tão formosa naqueles dias e seus famosos jardins eram o marco para muitos dos festivais mais famosos.

O povo de Babilônia chamava a Inanna de Ishtar, e em sua honra construíram um formoso portão de pedra coberto de ouro e lápis lázuli. Se viajarem lá hoje, na cidade velha poderão ver vestígios dos templos que construíram para si os deuses.

Marduk foi arrebatado da maioria dos domínios que desejava. Refletindo sobre suas perdas, decidiu tomar uma atitude em segredo e inventou um plano para utilizar aos Lulus/humanos contra os outros deuses de sua família
A Torre de Babel e a Desconexão do DNA

Era conhecido o fato de que iríamos cair dimensionalmente, que iríamos perder o alto nível de consciência que tinham os lemurianos/atlantes com 12 hélices ativas do DNA. 

Iríamos cair muito abaixo no espectro da vida, mas foi o que poderia ser feito para não acabar simplesmente a vida de mais um planeta. Isso teria que ser feito rápido, ao mesmo tempo seria necessário esperar um momento específico no grande ciclo do sol ao redor do centro da galáxia.

Então caímos para onde estamos agora, e deveríamos continuar a partir deste ponto para que pudéssemos chegar à solução para o nosso problema.

O problema é que não conseguiríamos fazer isso sozinhos. Uma vez que caímos e estávamos naquele nível levaria muito, muito tempo mesmo até que fôssemos capazes de fazer isso de forma natural e para o tempo que teria o planeta, estaríamos mortos.

Levaríamos um milhão de anos…

Por volta de 3.700 a.C. à realeza de Nibiru, mais uma vez, desceu do céu para a Terra. A humanidade tinha finalmente dado provas de que tinha amadurecido o bastante para governar a si mesma!!!! 

Essa foi à opinião dos Nibiruanos, naquele momento.

Teve início a nova linhagem de Reis-sacerdotes, meio nibiruano/pleiadianos e meio humano-terrestre. Foi quando a humanidade terrestre começou há organizar o tempo.

O calendário foi dado por Enlil, em Nippur.

O período Neolítico, como o chamam, começou, e a Terra teve seu primeiro governante meio-Nibiruano, Alulim. 

Ele seria chamado de semideus. Até aquele tempo todas as civilizações tinham sido governadas por seres de outros planetas.

Muito embora, haja controvérsias a este respeito, uma vez que algumas dinastias egípcias foram, antes deste tempo, lideradas pelos faraós, que embora semideuses, eram seres da Terra.

Porém esse é o ponto de vista da família de Anu, e essa família não considera nada além de si mesma, principalmente com relação ao Egito mais antigo sempre houve um ciúmes especial.
Muitos historiadores de nosso tempo, acreditam que a civilização suméria foi realmente criada nesse período, entre 3.800 e 3.400 a.C.

Nibiru entra em nosso sistema solar a cada 3.600 anos, e orbita entre Marte e Júpiter, mas os nibiruanos e Anunnakis não descem a Terra em todos os seus retornos.

As épocas mais favoráveis para o pouso deles são as Eras de Touro e de Escorpião, quando o nosso Sol está mais afastado dentro da Noite Galáctica, longe do Cinturão de Fótons.

Por volta de 3.400 a.C. a paz foi quebrada por Marduk.


Ele estava pronto novamente para seus truques. Desta vez convenceu os babilônios a criarem sua própria astronave e plataforma de lançamento (a Torre de Babel). Marduk, como governador da Babilônia, supervisionou a construção.

Seguindo um programa de austeridade, disciplinas de concentração intensas, Marduk ativou sua vontade de cobra.

Por meio de cristais e raios de freqüência colocou formas de pensamento nas mentes receptivas dos Lulus/humanos. Sua magia teve muito êxito. Pela primeira vez os Lulus/humanos pensaram que poderiam ser iguais aos Deuses de Nibiru!

Despertaram na noite com uma visão: uma torre enorme que chegava até o céu e o conhecimento de como construí-la.

Parecia como se os Lulus/humanos chegassem de todas as partes da Terra enquanto se reuniam nas planícies nos subúrbios da Babilônia.

Começaram a construir uma torre que chegasse até o céu onde poderiam exigir igualdade de parte dos deuses.

Um ponto muito perigoso! Marduk deve ter pensado que mais tarde poderia tirar essa tolice de seus cérebros.

O Deus Marduk dá, e o Deus Marduk tira!

Nessa época, os Lulus/humanos somente falavam em uma linguagem muito simples.

Os conceitos complexos não se encontravam em seu idioma porque seu vocabulário estava restrito às palavras que necessitavam para executar trabalhos manuais ou obedecer ordens.

Mas ainda possuíam restos de suas habilidades telepáticas originais da época em que ainda estavam em harmonia com os animais da Terra.

Essas habilidades telepáticas estavam funcionando a pleno vapor quando de uma forma misteriosa começaram a reunir-se para construir sua torre até o céu.

Quando Enlil se deu conta do que os Lulus/humanos estavam fazendo, apressou-se em ir até o local, caminhou entre eles e os admoestou para que suspendessem o projeto.

Disse-lhes que este ato era algo contra a vontade de seus criadores e que deveriam deter-se ou do contrário seriam castigados.

Para surpresa de Enlil fizeram pouco caso de suas palavras. Era como se nunca o tivessem visto. Enlil se deprimiu. Somente um Deus poderia produzir esta magia e o único que podemos imaginar que poderia fazê-lo era o desprezado filho de Enki, Marduk.

Enlil sabia que teria que tomar medidas drásticas e gerar um campo energético mais forte que o de Marduk.

Enlil destruiu a torre de Babel com um raio de partículas. Os Lulus/humanos ficaram estupefatos.

Dur-Untash, ou Choqa Zanbil, construído no século XIII a.C. por 
Untash Napirisha e localizado perto de Susa, Irã é um dos mais
preservados zigurates do mundo – suposta ruína da Torre de Babel

A maioria morreu e os que tiveram a má sorte de viver experimentaram as agonias que produz a radiação. Além disso, sua memória tinha sido removida.

Os Lulus caminharam cambaleando sem rumo, sem saber aonde ir ou de onde tinham vindo. Era algo deprimente. Cada Lulu começou a sentir uma parede invisível de separação que crescia a seu redor por toda a Terra.

As cidades e os povos ficaram invadidos pelas freqüências de separação de Enlil. E a partir desse momento todos os humanos foram animados a pôr em destaque sua heterogeneidade e a desenvolvê-la.

Para cada região se criaram novos idiomas, as raças começaram a denegrir umas às outras e às pessoas foi ensinado a temer-se mutuamente. Os Lulus aprenderam a odiar e a brigar entre si mesmos.

Além disso, a cada Deus deram nomes diferentes, houveram disputas quanto a qual dos deuses era o verdadeiro, embora freqüentemente só se tratava do mesmo Deus, mas com um nome diferente.

 A Inanna chamaram Ishtar, Vênus, Hathor, Afrodite, Lakshmi, Rhiannon e muitos outros nomes. 

Fomentou-se a dissensão entre os Lulus. Nunca mais foi permitido a estes antepassados humanos unir-se contra os Deuses e nunca mais recordaria a espécie humana que todos vinham da mesma fonte: uma criatura selvagem da Terra e a Pleidiana/Siriana Nin.

Acreditou-se que isso reduziria a velocidade do progresso tecnológico dos seres humanos terrestres e atrasaria uma vez mais Marduk de atingir seu objetivo de dominação mundial.

Ele não poderia fazer isto sozinho, ele tinha que ter a ajuda da humanidade para fazer o trabalho de propaganda.

Com o idioma confuso, não poderiam se comunicar entre si, e isso era uma fonte de grande irritação para Marduk.

Ele teve que gastar muitos anos lhes ensinando outro idioma para tê-los trabalhando juntos no mesmo projeto.

Também esse foi um dos motivos para a decisão de mudar a estrutura do DNA dos humanos, para suprimir suas habilidades psíquicas, que haviam sido concedidas anteriormente.

Enki e Nin regressaram para o laboratório em Sharrupak para executar esta diretriz, que também vinha da hierarquia galáctica.

Uma vez que as membranas dimensionais do planeta haviam sido destruídas, o experimento egípcio que daria uma nova chance de restabelecimento, precisou optar por essa regressão temporária do DNA de 12 para 2 hélices em toda a humanidade sobre o planeta.

Era sentido pelos Nibiruanos e outros, que desconectando dez das doze fitas de DNA dos humanos terrestres, isto reduziria a velocidade mais adiante.

Eles já tinham testemunhado os resultados da velocidade com a qual o gênero humano poderia progredir com a ajuda de tecnologia reptiliana, chegando a quase destruição do planeta Terra.


Enki e Nin, além de desatarem as fitas de DNA, colocaram implantes nos corpos astrais para impedir que as fitas se reagrupassem. 

Em seguida eles desconectaram estas dez fitas do sistema endócrino no corpo físico, que parou a produção de uma substância química que ativa as glândulas pineal, pituitária e hipotálamo.

Essas glândulas então se atrofiaram por falta de uso.

Só alguns humanos deteriam o poder de uso destas glândulas nas gerações futuras; eles carregariam um gene especial para este propósito.

Foi decidido que uma pequena porção da humanidade teria a capacidade de se comunicar conscientemente com os seres em outras dimensões, para que os humanos permanecessem no curso de sua evolução espiritual.

Estes indivíduos eram profetas, místicos, xamãs e paranormais. A humanidade permaneceria com a capacidade de ativar as glândulas, mas para isto seria necessária uma verdadeira dedicação.

 Continua Parte 4

Material livre para divulgação.
Por gentileza, respeite os créditos citando as fontes.
Esse texto não é ficção, foram baseadas nos livros de
Rodrigo Romo, Zecharia Sitchin, Martim Claret
Autor do texto Vicente Chagas (Projetovega-Ufo)
Edição, elaboração e fotos:
Angel Lux