OS 10 MAIORES TRUQUES USADOS PELA CIÊNCIA LIXO CORPORATIVA

A ciência lixo Corporativa é uma presença que a tudo controla em nossa sociedade. Está em toda parte. 

As revistas científicas do mundo inteiro, off-line e on-line são inundadas com tanta falsa ciência quanto possível, é triste dizer, mas tornou-se praticamente impossível para uma pessoa comum percorrer e classificar o pouco trigo no meio de tanto joio.
A falsa ciência a qual me refiro aqui não é um trabalho não intencional ou negligente, que é um problema menor no esquema das coisas (já que ele acabará por ser corrigido com o devido controle), mas sim os estudos “científicos” deliberadamente fraudulentos que são publicados pelas grandes corporações com uma agenda definida em mente, normalmente estabelecendo uma base científica de falsa “segurança” para os seus produtos, sejam eles vacinas, telefones celulares, OGM, tabaco, flúor, sucos ou refrigerantes, etc. 
Não são nada mais do que mentiras da ciência lixo corporativa e muitas pessoas incluindo médicos, cientistas e acadêmicos, foram fisgados pelo anzol da corrupção, com linha e chumbada junto.
É hora de brilhar a luz sobre este fenômeno horrível.
A ciência deveria ser uma busca da verdade e da compreensão de como nosso mundo funciona. Tornando realmente revoltante ver a forma que ela foi sequestrada para servir aos interesses corporativos, à custa de prejudicar e matar o resto da humanidade.
Investigação de Má Conduta e Falsa Pesquisa.
Um estudo recente publicado no JAMA intitulado “Investigação do FDA nos EUA” identificou improbidade em algumas coisas muito perturbadoras em uma amostra de 57 estudos analisados:

“Cinquenta e sete ensaios clínicos publicados foram identificados em uma inspeção FDA onde o centro de ensaios encontrou evidências significativas de um ou mais dos seguintes problemas: Falsificação ou apresentação de informações falsas em 22 estudos (39%). Problemas com eventos adversos do relatório em 14 estudos (25%). Violações do protocolo em 42 estudos (74%). Manutenção de registros inadequados e imprecisos em 35 ensaios (61%). Incapacidade de proteger a segurança dos pacientes e/ou problemas com a fiscalização ou consentimento informado em 30 tentativas (53%). Violações de outra forma não categorizadas em 20 estudos (35%)”.
Dê uma olhada na primeira constatação. Ela afirma que 39%, o que é cerca de 2/5 dos estudos cometeram falsificação de dados ! Como podemos confiar nesta ciência médica quando a fraude é tão evidente e generalizada ? E não foi através dos autores destes estudos saindo e admitindo isto. O estudo também constatou que:
“Apenas 3 das 78 publicações (4%) identificadas nos ensaios em que o FDA encontrou violações significativas foram divulgadas as condições ou práticas censuráveis encontradas durante a inspeção. Não existe correções, retrações, expressões de preocupação ou outros comentários, reconhecendo as principais questões identificadas pela inspeção que foram posteriormente publicadas”.
“Que em média, 2% dos cientistas admitem ter falsificado a investigação pelo menos uma vez e até 34% admitem outras práticas questionáveis de pesquisa, as frequências reais de má conduta, podem ser maiores do que isto”.

À luz de tudo isto, se queremos a verdade, precisamos olhar para toda a estrutura de como a “ciência” funciona no mundo real. 
Precisamos descobrir e divulgar os métodos que são usados por grupos inescrupulosos para promoverem sua agenda. Com isso em mente, aqui está uma lista dos 10 melhores truques usados pela corporatocracia para jogar areia nos nossos olhos através da manipulação da ciência, em vez disto podemos substituir esta falsa ciência lixo corporativa (graças a Webster Kehr do CancerTutor.com que compilou sua lista instrutiva, a partir da qual os pontos abaixo são derivados).
1. Substituindo Versões Naturais Por Sintéticas de um Nutriente
Aqueles que conhecem um pouco sobre nutrição provavelmente sabem que há uma grande diferença entre um nutriente encontrado em alimentos ou plantas, e sua contraparte sintética artificial feita em laboratório. 
Toda vitamina C não é criada igual, algumas versões são diferentes das outras. O mesmo vale para as outras vitaminas. Isto também se aplica aos minerais, uma vez que alguns são derivados de plantas ou matéria animal (“orgânico”), enquanto outros são derivados de rocha (“inorgânico”). 
O corpo não pode assimilar minerais inorgânicos, por isso todos os chamados suplementos “naturais” produzidos de rocha e cálcio derivados de energia fóssil são inúteis e na verdade prejudicam o seu corpo, causando a calcificação.
Quando a corporatocracia quer um resultado distorcido contra uma solução natural não patenteável em favor de um de seus produtos patenteáveis, eles simplesmente usam somente um principio ativo natural (a versão menos potente) desse nutriente no estudo e “publicam” que ele é ineficaz. A ciência lixo empresarial faz o seu melhor para nos enganar !

2. Isolamento de Nutrientes Para Remover Seu Poder de Sinergia
Aqui está outro truque usado pela ciência lixo corporativa. Se ela está tentando “provar cientificamente” que uma substância natural é ineficaz, em vez de testar toda a substância, ela isola certos nutrientes a partir dele declara um único benefício para a saúde, em seguida, mostra que é ineficaz. 
Isto é como tomar um dente de alho, declarando que a alicina é a única coisa que poderia fazer algo de bom para a saúde humana, em seguida, desconsidera toda a planta porque a alicina não faz tudo o que você espera.

O mesmo vale para quando a ciência lixo corporativa intencionalmente ou não, testa o nutriente errado e declara encerrados os testes.

A natureza não funciona assim, as plantas são organismos complexos. Alguns são compostos de centenas de diferentes fitonutrientes que trabalham em conjunto em sinergia para produzir o bem-estar no corpo humano. 
A “ciência real e verdadeira” deveria testar a planta inteira e exclusivamente aberta em uma variedade de maneiras para tentar descobrir e desvendar o segredo do seu potencial de cura.
3. Contaminando os Testes
Webster Kehr menciona um caso envolvendo laetrile ou amigdalina (coloquialmente chamado de vitamina B17). 
Ele escreve que o “NIH está usando uma pílula falsa contaminada em um estudo. Laetrile natural não pode nunca ser prescrito a um paciente com os sintomas de envenenamento por cianeto. É simplesmente impossível. O NIH se recusou a permitir que um fornecedor alternativo de laetrile fornecesse o laetrile natural para o estudo onde pudessem criar uma pílula feita sob encomenda para o estudo. 
Criar a sua pílula laetrile costumeiramente falsa não foi o suficiente para eles que não usam o laetrile natural na pílula. A pílula verdadeira não teria causado a qualquer paciente os sintomas de envenenamento por cianeto. Eles também tiveram que ligar a pílula com cianeto inorgânico para que os pacientes tivessem os sintomas de envenenamento por cianeto”.
Como explicado em meu artigo “A Cura Natural do Câncer com Laetrile (Amigdalina, vitamina B17) funciona melhor do que a quimioterapia“, o cianeto contido em sementes de damasco, sementes de maçã, etc. É um assassino seletivo de células de câncer. Ele deixa as células saudáveis intactas porque elas podem desativar o cianeto.
4. A Alteração do Plano de Tratamento
Quando a ciência lixo corporativa não pode provar que uma substância natural em si é ineficaz, então ela usa o truque de alterar a forma de tratamento, de modo que as pessoas não recebam a quantidade correta dessa substância. 
Isso pode ser tão simples como prescrever uma dosagem muito baixa ou muito alta, ou combinando a substância com outros alimentos ou bebidas que desativam seus efeitos de cura, ou aquecendo-a, etc.

Assim como as drogas dos grandes laboratórios farmacêuticos, curas naturais requerem que um procedimento seja seguido com um plano de dosagem e tratamento correto para ele ser bem sucedido na cura da doença.

5. Enganando Com Estatísticas
Mark Twain disse uma vez que existem “mentiras, e mentiras das estatísticas malditas”. A ciência lixo corporativa frequentemente brinca com os números para enfatizar uma coisa e esconder outra. 
Os grandes laboratórios de biotecnologia muitas vezes fazem isto com seus estudos de OGM por exemplo, nunca permitindo um estudo superior a 90 dias (após o qual os efeitos deletérios do OGM começam a surgir).
6. A Falsa Adoração de Duplos Cegos
São sempre os estudos duplamente cegos o padrão ouro ? Como Kehr sublinha, “em muitos casos, um estudo duplo cego não faz sentido no mundo. Por exemplo, como você poderia fazer um estudo duplo cego comparando uma pessoa que recusa todos os tratamentos ortodoxos de câncer com alguém que passa por quimioterapia ? 
É um conceito estúpido, porque depois de um dia cada pessoa saberia em qual grupo ela estava. Como você pode comparar a quimioterapia com a vitamina C em um estudo duplo-cego ? 
O grupo que recebesse quimioterapia teria intensa dor, surgimento de outras doenças, seus cabelos cairiam e assim por diante. O grupo da vitamina C não teria dor, nenhuma doença acrescentada (exceto talvez, diarréia), seu cabelo não cairia, etc”.
7. Seleção de Pacientes Favoráveis à Agenda
O protocolo de seleção para determinar quais os pacientes escolher para um estudo é importante, porque, selecionando cuidadosamente os pacientes em um estudo, pode em grande medida controlar o resultado deste estudo. Kehr dá exemplos de como a Clínica Mayo escolheu uma estreita gama de cânceres em oposição a Pauling e Cameron ao testar a eficácia da vitamina C como um tratamento natural contra o câncer.

8. Subornando o Grupo de Revisão Por Pares
Em meu artigo “A evidencia da falha maciça da hierarquia científica“, eu destaquei como uma editora de uma distinta revista médica que existe há 20 anos ficou tão chocada com a corrupção flagrante da ciência lixo corporativa, ela declarou que não era mais possível acreditar na pesquisa clínica que é publicada. O processo de revisão por pares se tornou demasiado corrompido.
Isto é de Webster Kehr:

“Em junho de 2002 o New England Journal of Medicine, uma das revistas médicas mais respeitadas fez um anúncio surpreendente. Os editores declararam que eles estavam revendo sua política onde estipulava que os autores de artigos de revisão de estudos médicos não podiam ter vínculos financeiros com as empresas farmacêuticas, cujos medicamentos estavam sendo analisados”.

“O motivo ? A revista não conseguia mais encontrar especialistas independentes suficientes. Presentes das empresa farmacêuticas, “honorários de consultoria”, palestras pagas para o médico falar para si mesmo no consultório, são tão difundidos em qualquer campo que você não consegue encontrar um especialista que não foi corrompido de alguma forma pela indústria. Assim, o jornal resolveu criar um novo padrão: seus colaboradores podem ter recebido até US $ 10.000 [por ano] de empresas cujo trabalho eles vão julgar. Isso não é reconfortante ?”
9. Controlando a Divulgação do Resultado
A maioria dos cientistas assinam contratos com a corporatocracia que contêm uma cláusula proibindo-os de divulgar resultados que seus financiadores não gostam. 
Isto significa que os grandes laboratórios farmacêuticos, os grandes laboratórios de agronomia, os grandes laboratórios de biotecnologia ou quem quer que seja, tem o direito legal de suprimir os resultados de qualquer estudo que não gostarem, inclusive sendo capaz de proibir os cientistas de apresentar estes estudos para uma revista da área.

10. Controlando o Financiamento e Ocultando os Financiadores
A ciência tem em certa medida, pelas admissões de um de seus ramos a “física quântica”, base no estado do observador. Assim, não é surpreendente que ela possa ser manipulada, colocando as pessoas que obedecem ao seu ponto de vista no controle. 
Um resultado esperado é mais provável de ser gerado quando você tem pessoas esperando por ele (ou inconscientemente tem a intenção) daquele resultado. Além de tudo isso, os resultados podem ser comprados e o verdadeiro financiamento por trás que suborna pode ser escondido por meio de grupos de frente, grupos de reflexão, empresas de fachada, organizações de bases falsas e muitos outros meios.
Estes são os 10 truques, mas é claro que existem muitos além destes, existe uma categoria maciça de falsificação de dados, onde as corporações omitem e distorcem os resultados a vontade através de todos os tipos de trapaças (por exemplo, não relatando os pacientes que sofrem efeitos colaterais e, em vez disto rotulando-os como “não conforme”).
A ciência lixo corporativa é como um câncer parasitando fora do hospedeiro, destruindo a tentativa da humanidade de utilizar a ciência para obter conhecimento, objetividade, e cura efetiva das doenças. 
Chegou a hora de expô-la e trabalhar somente com a verdade e a honestidade.
©Makia Freeman
Origem: wakeup-world

MACONHA, A CURA DO CÂNCER – Documentário Revelador

No último dia 16 de dezembro, foi publicada no Diário Oficial da União uma resolução que autoriza médicos brasileiros a prescreverem o canabidiol para seus pacientes. 

A substância derivada da maconha pode ser receitada apenas para o tratamento de epilepsias em crianças e adolescentes. Mas há ainda mais restrições nessa permissão.

Além de não autorizar o tratamento com canabidiol (CBD) para adultos, a resolução do Conselho Federal de Medicina exige que os pacientes já tenham antes tentado usar medicamentos convencionais e não conseguido melhoras.

Outra restrição é que somente neurologistas, neurocirurgiões e psiquiatras podem receitar o CBD. 

E que fique claro: a resolução proíbe expressamente o uso medicinal da Cannabis in natura, assim como de qualquer outro derivado dela que não seja o canabidiol. Só daqui a dois anos essa norma será revista, quando os resultados de até então serão avaliados.

Por um lado, a permissão é um importante passo rumo ao fim do tabu que envolve a maconha no Brasil. Por outro, é ainda um avanço tímido. 

Porque, trocando em miúdos, a resolução é permitida apenas para um tipo de enfermidade, apenas para crianças e adolescentes, o CBD pode ser receitado apenas por alguns especialistas e apenas em último caso. 

Muito pouco quando comparamos à experiência internacional já acumulada no uso medicinal da erva, que envolve inclusive o tratamento para câncer com resultados excepcionais.

No YouTube é possível assistir a dois documentários que mostram isso. O primeiro se chama“Run From the Cure”, e conta a história de Rick Simpson.

Rick é um canadense nascido em 1949 que sempre trabalhou na área de saúde. No ano de 1997, ele sofreu um ferimento na cabeça e os médicos receitaram uma série de remédios, que Rick começou prontamente a tomar.

Passado algum tempo, ele não percebeu melhoras. Muito pelo contrário: sentia que os efeitos colaterais dos medicamentos estavam piorando sua situação. Já era 1999 quando Rick assistiu a um programa na TV sobre maconha medicinal e decidiu tentar a sorte. 

Um amigo conseguiu ilegalmente um cigarro de maconha e o resultado foi que ele se sentiu muito melhor do que com as doses cavalares de comprimidos que vinha tomando. Mas, ao solicitar uma prescrição de maconha para seu médico, teve o pedido recusado.

Nos anos seguintes, o canadense vivenciou uma piora nos sintomas. Foi quando decidiu produzir o próprio remédio por sua conta e risco. 

Assim, Rick começou a plantar maconha, já com a ideia de produzir um óleo concentrado que potencializasse os efeitos medicinais da erva.




O óleo é feito cozinhando as flores da planta misturadas a solvente. No processo, a mistura vai sendo reduzida até ficar bem concentrada e com uma cor semelhante à da gasolina. Em média, 500 gramas de Cannabis produzem 56 gramas de óleo.




Consumindo pequenas doses diárias do remédio caseiro, logo Rick viu sua vida retornar à normalidade. 

A pressão sanguínea caiu, o sono voltou, as dores foram embora. Mas o mais incrível viria a acontecer no ano de 2003, quando ele teve que retirar um câncer de pele. 

Algumas semanas após a cirurgia, o tumor voltou. Rick aplicou o óleo de maconha medicinal direto na área afetada e cobriu apenas com um band-aid. 

Poucos dias depois, o câncer simplesmente tinha desaparecido.

Percebendo que tinha nas mãos um remédio poderoso, barato e sem efeitos colaterais que a maioria das pessoas desconhecia, Rick decidiu compartilhar gratuitamente sua descoberta com o mundo. No primeiro ano, foram tratadas cerca de 50 pessoas com problemas de pele diversos. 

No ano seguinte, o óleo produzido por Rick foi bem sucedido no tratamento de um homem com um melanoma inoperável. 

E, de 2003 até hoje, já foram mais de 5 mil pacientes medicados com o óleo da maconha, que sofriam de tipos diversos de câncer, diabetes, epilepsia, dores crônicas, glaucoma, úlceras, enxaqueca, ansiedade, depressão e outros males.



A história de Rick Simpson se soma ao documentário 
Maconha, a Cura do Câncer


O filme faz um apanhado geral sobre a história do uso da maconha pelo homem e de como a sua proibição foi uma invenção recente. 

Até então, remédios baseados na Cannabis faziam parte da maleta dos médicos, sendo usados para tratar dores do parto, reumatismo e transtornos nervosos. Eram inclusive receitados a bebês, para que parassem de chorar por conta das dores de dente.



Foi no início do século XX que a maconha passou a ser perseguida. Com o surgimento das drogas criadas quimicamente, a indústria farmacêutica começou o lobby anti-cannabis para eliminar a concorrência. 

Em 1937, uma lei aprovada pelo congresso dos EUA proibiu médicos de receitar maconha. Em 1942, já não existia mais nenhum remédio baseado no cânhamo nas farmácias do país.

A guerra contra a maconha durou décadas. Até que a pressão popular fez com que alguns estados norte-americanos revertessem esse cenário, aprovando legislações próprias para oferecer tratamentos alternativos a seus habitantes. 

A Califórnia foi o primeiro, com sua lei sobre maconha medicinal que data de 1996. De lá para cá, mais de 20 outros estados aprovaram leis semelhantes.




A sequência do filme foca nas várias descobertas científicas dos anos recentes envolvendo o uso terapêutico da erva. 

Entre elas está o trabalho do pneumologista Donald Tashkin, da Universidade da Califórnia. Em um estudo realizado com 600 pessoas, o pesquisador demonstrou que a incidência de câncer pulmonar em quem fuma maconha diariamente é menor do que a que ocorre em quem não fuma nada.

A tese levantada pelo filme é a de que os canabinoides promovem a morte de células cancerígenas, deixando as saudáveis intocadas. 

Isso porque, ao longo da evolução, nosso sistema nervoso desenvolveu um processo interno que regula uma porção de funções fisiológicas (fome, sono, relaxamento, etc), de forma muito parecida à ação da maconha. 

Por conta da semelhança, a ele foi dado o nome de sistema endocanabinoide. O que a erva medicinal faz é estimular e reforçar esse sistema natural que já está lá no corpo humano.


Algumas estatísticas apontam que uma em cada três pessoas pode vir a ter câncer durante a vida. 

E se a cura já existe, mas não está acessível por ser considerada crime? 

Que direito alguém tem de dizer a uma pessoa com câncer se ela pode ou não tentar determinado tratamento?

O CBD, que acaba de ser regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina, é apenas um entre os mais de 420 ativos químicos com propriedades medicinais encontrados na Cannabis

Será que cada paciente brasileiro que pode ser tratado com maconha terá de viver a mesma epopeia que o canadense Rick Simpson?

Contra o tabu e o preconceito, nós do Hypeness temos apenas uma coisa a dizer: pessoas estão sofrendo, pessoas estão morrendo. Já passou da hora de mudar o status da relação com a Cannabis.

 Assista aos documentários e tire suas conclusões.

CÂNCER – Causa e Prevenção (Alimentos Ácidos e Alcalinos)

 

Você sabia que no ano de 1931 um cientista recebeu o Prêmio Nobel por descobrir a CAUSA PRIMÁRIA DO CÂNCER?

Mas, se a causa foi descoberta, por que ainda não descobriram a cura? 

Bela pergunta e motivo para nossa reflexão. (*)

causaprimaria1O Dr. Otto Heinrich Warburg (1883-1970) recebeu este prêmio por sua tese “A causa primária e a prevenção do câncer”.
Segundo o Dr. Otto, o câncer é a consequência de uma alimentação e um estilo de vida ANTIFISIOLÓGICOS (antivida). 

Tradução: dieta baseada em alimentos acidificantes + sedentarismo, gera no organismo humano um ambiente ÁCIDO.
Este ambiente por sua vez, EXPULSA o OXIGÊNIO das células! 

Elas sufocam…
Ele afirmou: “A falta de oxigênio e a acidez são as duas caras de uma mesma moeda: quando você tem um, você tem o outro.” Ou seja, se você tem excesso de acidez, então automaticamente falta oxigênio em suas células, em seu organismo!
Outra afirmação interessante: “As substâncias acidificantes repelem o oxigênio; em oposto, as substâncias alcalinizantes atraem e fixam o oxigênio.” Ou seja, um ambiente ácido será rico em prótons e pobre de oxigênio.
E ele afirmava que: “Privar uma célula de 35% de seu oxigênio durante 48 horas, pode convertê-la em cancerígena.”
Ainda segundo o Dr. Otto: “Todas as células normais tem como requisito absoluto o oxigênio (respiração celular = ciclo de krebs = ciclo do ácido cítrico), porém as células cancerosas podem viver sem oxigênio – uma regra sem exceção.” Ou seja, todas as células vivas desejam vida, que é respirAR, inspirAR.

E também: “Os tecidos cancerosos são tecidos ácidos (pobres em oxigênio), enquanto que os tecidos saudáveis são levemente alcalinos (ricos em oxigênio).”

Em sua obra “O metabolismo dos tumores”, Warburg demonstrou que todas as formas de câncer se caracterizamn por duas condições básicas: a acidose (acidez do sangue) e a hipoxia (falta de oxigênio). 

Também descobriu que as células cancerosas são anaeróbias (não respiram oxigênio, afinal são células da morte) e NÃO PODEM sobreviver na presença de altos níveis de oxigênio; em troca, sobrevivem graças a GLICOSE sempre que o ambiente está livre de oxigênio… 
Portanto, o câncer não seria nada mais que um mecanismo de defesa que tem certas células do organismo para continuar com vida em um ambiente ácido e carente de oxigênio.
Resumindo:
– Células sadias vivem em um ambiente levemente alcalino e oxigenado, o qual permite seu funcionamento vital e sano.
– Lembrar que somente uma alimentação sadia fornece o tanto de antioxidantes para lidar com a potência da vida (respirAR, inspirAR, expirAR), que depende desta boa oxigenação.
– Células cancerosas vivem em um ambiente extremamente ácido e carente de oxigênio. Mas, o ambiente ácido facilita a degeneração e transmutação das células saudáveis.
O ideal:
Uma vez finalizado o processo da digestão, os alimentos de acordo com a sua qualidade qualidade nutricional (fisiológica), gerarão uma condição metabólica de acidez ou alcalinidade. Ou seja, a saúde celular depende massivamente da alimentação! Aliás, você come ou se alimenta?
O resultado acidificante ou alcalinizante se mede através de uma escala chamada pH, cujos valores vão de 0 a 14, sendo pH 7, o ponto neutro. Para as células funcionarem de forma adequada a um metabolismo sano, o pH dos líquidos corporais deverá ser ligeiramente alcalino: entre 7,36 a 7,42.

Vamos conhecer os vilões?

Os Vilões = Alimentos Acidificantes = 
ANTIFISIOLÓGICOS
(o organismo humano não foi projetado para digeri-los)
– Açúcar refinado.
– Carnes e todas as proteínas de origem animal como os leites e todos os seus derivados: queijos, requeijão, iogurtes, etc.
– Sal refinado.
– Farinhas refinadas e todos os seus derivados: massas, bolos, biscoitos, etc.
– Produtos de padaria: contém margarina, sal, açúcar e conservantes.
– Margarinas.
– Refrigerantes, sucos industrializados (líquidos e em pó).
– Cafeína – café, chás pretos, chocolate.
– Álcool.
– Tabaco.
– Remédios sintéticos, antibióticos…
– Qualquer alimento cozido – o cozimento elimina o oxigênio e o transforma em alimento indigesto e acidificante – inclusive as verduras cozidas.
– Tudo que contenha sintéticos como adoçantes, conservantes, corantes, aromatizantes, estabilizantes, etc. Enfim: todos os alimentos enlatados e industrializados.
Constantemente o sangue se encontra autorregulando-se para não entrar em acidez metabólica, para garantir o bom funcionamento celular e dos sistemas. 

O organismo DEVERIA obter dos alimentos as bases enzimáticas e minerais para neutralizar a acidez dos meios. Porém todos os alimentos citados acima, ao contrário, desmineralizarão (sobretudo os refinados) e causam atrasos e/ou impedimentos digestivos.
Há que se levar em conta que no estilo de vida moderno, os antifisiológicos são consumidos em quantidade elevada e pelo menos 3 vezes/dia, 365 dias/ano.

Os Heróis = Alimentos Alcalinizantes:
– Todas as verduras CRUAS (algumas são ácidas ao paladar, porém dentro do organismo têm ação alcalinizante, outras são levemente acidificantes porém trazem consigo as bases necessárias para seu correto equilíbrio); cruas produzem oxigênio, cozidas não.
– Frutas frescas, maduras, da estação e cruas (máximo desidratadas ao sol). Não se deixe enganar pelo seu gosto ácido, ok? As frutas são alcalinizantes e produzem quantidades saudáveis de oxigênio!
– Sementes: além de todos os seus benefícios, são altamente mineralizantes e alcalinizantes, como por exemplo as sementes oleaginosas: girassol, linhaça, gergelim, nozes, amêndoas e castanhas brasileiras (caju e Pará).
– Cereais integrais: O único cereal integral alcalinizante é o milho, todos os demais são ligeiramente acidificantes, porém muito saudáveis! Lembre-se que nossa alimentação ideal necessita de uma porcentagem de acidificantes saudáveis. Alguns cereiais podem ser consumidos germinados (tornam-se alcalinizantes) e outros só podem ser consumidos cozidos, portanto evite excesso destes.
– A clorofila das plantas (de qualquer planta) é altamente alcalinizante. Bons exemplos são as folhas verdes, a aloe vera e as ramas de tubérculos.
– Á água é importantíssima para a produção de oxigênio. “A desidratação crônica é o estressante principal do corpo e a raiz da maior parte de todas as enfermidades degenerativas”, afirma o Dr. Feydoon Batmanghelidj.
– A atividade física moderada oxigena todo o organismo. Já o sedentarismo o desgasta, desvitaliza e causa danos a todo o sistema cardiovascular e respiratório.
causaprimaria4O Dr. George W. Crile (Cleveland/EUA), um dos cirurgiões mais importantes do mundo declara abertamente: 

“Todas as mortes mal chamadas de “naturais”, são na verdade o ponto terminal de uma saturação de ácidos no organismo.”
Concluindo, será impossível a manifestação e proliferação de um câncer em uma pessoa que libera seu organismo da acidez, nutrindo-se com alimentos que produzam reações metabólicas alcalinizantes. 

Como?

– Maior consumo de água estruturada e alimentos FISIOLÓGICOS
– Menor consumo, ou melhor, zerar o consumo dos ANTIFISIOLÓGICOS, que são acidificantes, portanto intoxicantes.
Em geral o câncer não se contrai nem se herda… o que se herda são os maus hábitos alimentares, péssimas condições ambientais e o estilo de vida que produz o câncer.
Mencken escreveu: “A luta da vida é contra a retenção de ácido”… “O envelhecimento, a falta de energia, o estresse, as dores de cabeça, as enfermidades do coração, as alergias, os problemas de pele, os problemas respiratórios, renais entre outros, não são nada mais que a acumulação de ácidos.”
causaprimaria5
O Dr. Theodore A. Baroody em seu livro “Alkalize or Die” (Alcalinizar ou Morrer) escreveu: 

“Na realidade não importa o sem-número de nomes de enfermidades. 

O que importa sim é que todas elas provém da mesma causa básica: muito lixo ácido no organismo!”
causaprimaria6O Dr. Robert O. Young disse: 

“O excesso de acidificação no organismo é a causa de todas as enfermidades degenerativas. 

Quando se rompe o equilíbrio e o organismo começa a produzir e armazenar mais acidez e lixo tóxico do que pode eliminar, então se manifestam as diversas doenças.”





E a quimioterapia?
Sem entrar em detalhes, a quimioterapia acidifica o organismo a tal extremo, que este recorre às reservas alcalinas do corpo para neutralizar tanta acidez, sacrificando assim bases minerais (cálcio, magnésio, potássio) depositadas nos ossos, dentes, articulações, unhas e cabelos. 

É por esse motivo que se observa semelhante degradação nas pessoas que recebem este tratamento, e entre tantas outras coisas, se lhes cai o cabelo. Para o organismo não significa nada ficar sem cabelo, porém um pH ácido significaria a morte.
Eis a resposta da reflexão inicial: existe sim a indústria do câncer, do pânico, do medo. 

Leia-se indústria alimentícia + indústria farmacêutica. 

E a quimioterapia, nos moldes da indústria farmacêutica, é um dos negócios mais multimilionários que existem hoje em dia.
É necessário dizer que a indústria farmacêutica e a indústria alimentícia são uma só entidade? 

Você se dá conta do que significa isto?

 
Quanto mais gente doente, mais a indústria farmacêutica no mundo vai lucrar! 


E para fabricar tanta gente doente, é necessário muito alimento industrializado, muita embalagem (que acidifica o planeta, nossas águas, solos e ares), muita propaganda… 

Money, money!

Ou seja, um produz para dar lucro ao outro e vice-versa, é uma corrente. Esta é uma equação bem fácil de entender, certo?
Mas, essa corrente só pode ser interrompida pelo consumidor que é a grande vítima, mas também a engrenagem fundamental deste fluxo. 

Se o consumidor não consumir destas indústrias terão que rever suas estratégias. 

Porque JAMAIS serão os que lucram que vão interromper esta corrente, concorda?
Quantos de nós temos escutado a notícia de alguém que tem câncer e sempre alguém diz: “É…. poderia acontecer com qualquer um…” 

Com qualquer um? 

Passivamente assim?
Essa é a corrente que alimenta o poder e fragiliza a vítima: O MEDO, que aliás é ACIDIFICANTE.
Agora que você já sabe, o que você vai fazer a respeito?
A ignorância justifica, o saber condena. O saber (praticado) liberta… Portanto, praticar é essencial!
Você conhece a quimioterapia da VIDA?
Investir seu tempo, seus estudos, suas reflexões e dinheiro nos alimentos FISIOLÓGICOS. Aliás, eles já contêm no seu pacote alquímico e natural a melhor água estruturada do mundo.
E, um dever de casa desta quimio da vida é praticar atividade física, ócio criativo, ler, informar-se para praticar melhor e mais consciente a Alimentação da VIDA: Não podemos ser ácidos!
“Que teu alimento seja teu remédio, que teu remédio seja teu alimento.” 
Hipócrates


Se você quiser dar um impulso na alcalinização, aí vão duas ótimas receitas:

RECEITA 1

INGREDIENTES

1/3 colher (chá) de bicarbonato de sódio (use o vendido em farmácias)
2 colheres (sopa) de suco de limão espremido na hora

Como preparar: coloque o suco de limão no copo e vá adicionando o bicarbonato de sódio aos poucos.

A combinação de ácido/base começará imediatamente e fará um “fizz”, aquela reação típica de efervescentes.
Continue adicionando bicarbonato de sódio até que o fizz pare.
Em seguida, encha o copo com 200mL de água.
Hipertensos, por causa do bicarbonato, não devem consumir esta bebida alcalina.
Para eles, o melhor é a receita seguinte.

RECEITA 2

Veja o vídeo abaixo e, a seguir, a explicação com texto:


INGREDIENTES

2 litros de água
1 limão

Como preparar: ponha 2 litros de água numa jarra.

Corte 1 limão em 8 partes, sem espremer e sem tirar a casca.
Deixe descansar durante 8 horas.

Fontes:

A SÍNDROME DO LADO ESQUERDO



Essa síndrome atinge diretamente os seres da raça Índigo, os Trabalhadores e Guerreiros da Luz , com uma missão fundamental na transição planetária. 

Quem não for um trabalhador da Luz ou estiver preso em velhos arquétipos ou em crenças religiosas limitadoras provavelmente não vai entender este texto, vai achar que é uma ficção científica, mas não é.

O termo Síndrome é utilizado na medicina alopata tradicional, materialista, Cartesiana e Newtoniana, para indicar um agregado de sinais e sintomas associados a uma mesma patologia ou doença e que em seu conjunto definem o diagnóstico e o quadro clínico de uma condição de desequilíbrio.

Iremos utilizar esse mesmo termo numa perspectiva holística, quântica, holográfica, da medicina natural, integral, xamânica, pleiadiana com o objetivo de alerta geral, pois, uma grande parcela da humanidade, principalmente da raça Índigo, está sofrendo dessa doença gravíssima que está sendo diagnosticada, erroneamente, como outra doença pela medicina alopata ou não estão sendo valorizados alguns sintomas vitais para a saúde holística.

UMA INTRODUÇÃO BASEADA NUMA CIÊNCIA HOLÍSTICA

1- A nossa conexão com as vibrações e dimensões superiores da consciência ocorre através do chacra coronário ou chacra da coroa, no topo da cabeça, que faz a conexão do Ego, dual, com livre arbítrio, da terceira e da quarta dimensões, dos estados de vigília e de sono, respectivamente, com o Eu Superior, no nível da quinta dimensão, da Verdade, da Luz e sem livre arbítrio, pois aí, como dizia o Mestre Jesus, seguimos a Vontade do Pai”.

Seguimos o caminho da nossa missão planetária e cósmica, livre do mundo das crenças, dos arquétipos, dos velhos paradigmas limitadores e dos dogmas. Para representar essa ligação, “antakarana” em Sânscrito, os santos têm uma auréola na cabeça, o papa usa Coroa, o Buda tem o montinho de cabelo e o cacique pele-vermelha usa um belo cocar de penas.

2- Esse chacra, ou vórtice energético, sintoniza a freqüência na cor violeta que emana da Luz branca do Sol, gerada na sua última camada energética, chamada de Corona, daí a razão do nome coronário, e está conectado á glândula pineal, no centro da nossa cabeça.
3- A pineal é uma glândula endócrina que libera um hormônio chamado melatonina, que nos coloca para dormir, isto é, nos leva para a quarta dimensão, o plano astral. A pineal apresenta a estrutura cristalina do cristal de apatita e funciona como uma antena de celular, nos conectando a uma “operadora local” chamada de Eu Superior, em cadeia com uma “operadora central” chamada de Deus.
4- A neurociência moderna demonstra que a glândula pineal está conectada ao hemisfério cerebral direito, que é responsável pela intuição, percepção holística, espacial, lúdica, feminina, yin, a criatividade, responsável pelo nosso “religare” á nossa multidimensionalidade crística, a uma consciência superior.
5- Sabemos da medicina tradicional que o hemisfério cerebral direito controla o lado esquerdo do corpo e o hemisfério esquerdo controla o lado direito. Como a humanidade atual é na sua maioria destra e 98% das pessoas do mundo ocidental usam a mão direita podemos deduzir que elas são dominadas pelo hemisfério cerebral esquerdo, que é o nosso lado lógico, linear, matemático, das coisas tridimensionais, da sobrevivência física.
6- Também sabemos que vários hábitos “modernos” bloqueiam o chacra coronário, pois temos a oportunidade e a capacidade de “medir” com um pêndulo, o equilíbrio energético de todos os chacras.
Entre os hábitos, ou melhor, vícios, que bloqueiam o chacra coronário, destacam-se:
A – consumo de carne vermelha (churrasco, McDonalds), originários de animais mamíferos que possuem um cérebro emocional e geram adrenalina e outras toxinas de baixa vibração;

B – consumo de coca-cola, com a sua fórmula secreta, contendo doses cavalares de cafeína, açúcar e sal, além de cocaína;

C – consumo de bebidas alcoólicas;

D – consumo de cafeínas em geral e,

E – exposição demasiada a programas de TV, pois a irradiação magnética afeta o cérebro físico além de anestesiar a mente e a consciência, pois se fica em um estado de passividade onde, sequer mexem-se os olhos.

Consequentemente, qualquer bloqueio ou alteração no hemisfério direito afetará o lado esquerdo do corpo. 

Os sintomas mais representativos da síndrome do lado esquerdo que não são percebidos pela medicina tradicional e nem valorizado pelas pessoas são os seguintes:

1- Alterações no Olho esquerdo. Os olhos são extremamente sensíveis e funcionam como sensores importantes de desequilíbrios cerebrais. A dor é uma manifestação no corpo etérico, é um aviso que algo não está correto. Preste atenção e você verá que os seguintes sintomas se apresentam mais no olho esquerdo que no direito: enxergar menos, coçar, lacrimejar, pontadas, visão de “névoa”, dor e doenças em geral.

2- Sinais no Coração. “Pontadas” ou arritmias no coração, pressão alta e uma sensação de peso ou angústia no peito.

3- Na mama esquerda. No caso das mulheres, as mamas são muito sensíveis aos desequilíbrios energéticos do hemisfério direito (feminino) e apresentam pontadas, nódulos e muito mais casos de câncer do que na mama direita. Muitas vezes a mulher “sente” que algo não está bem, vai ao médico que nada descobre, pois a doença ainda está no nível energético, mais sutil, e ainda não se manifestou no corpo físico.

4- Diabetes. A parte principal do pâncreas, chamada cabeça, fica no lado esquerdo do abdômen e é afetado pela falta de energia vital.

5- Constipação Intestinal, diarréias e síndrome do cólon irritável. A saída das fezes do nosso corpo se processa pelo cólon descendente do intestino grosso, que fica no lado esquerdo do corpo, na altura do osso ilíaco. Considero a prisão de ventre uma das doenças mais traiçoeiras que existem, pois ela não é valorizada com uma doença gravíssima, que gera uma lista enorme de outras doenças físicas, inclusive câncer de útero é ovário esquerdo. Eles ficam no mesmo plexo energético. As mulheres que têm prisão de ventre apresentam dificuldade para engravidar ou perdem o feto. Do ponto de vista energético, deve-se evacuar depois de cada refeição, como fazem as crianças e os animais.

Quando ingerimos uma refeição começam os movimentos peristálticos que expulsam o lixo (fezes) contaminado da refeição anterior. Quem defeca apenas uma vez por dia sofre de prisão de ventre.

Dentre os alimentos geradores de prisão de ventre estão os produtos gelados em geral (água, refrigerantes, cervejas, sorvetes dentre outros – pouca gente sabe disto), carnes vermelhas, produtos refinados normalmente escuros, açúcar, trigo manipulados quimicamente com ácidos altamente danosos à saúde para se apresentarem-se brancos – para mim, na melhor hipótese, uma atitude ambiental racista mas, provavelmente uma “ação de mercado” para gerar doenças e vender medicamentos, pois são os mesmos grupos internacionais que controlam tanto a tecnologia de alimentos como os laboratórios farmacêuticos e, também os produtos industrializados em geral e alimentos com agrotóxicos.

6- Dores no joelho esquerdo. Os joelhos são também muito sensíveis, Há muito mais dores e doenças no joelho esquerdo do que no direito.

7- ‘Cansaço’, varizes, isquemia, problemas de circulação e dores com mais frequência na perna esquerda. Sabemos que o fluxo energético no corpo etérico, entre o céu, a nossa componente divina, o Eu Superior, conectado ao chacra da coroa, e a mãe terra, Gaia, equipara-se ao seguinte “circuito ou fluxo energético”, com energias circulando de cima para baixo e vice-versa: chacra coronário, glândula pineal, hemisfério cerebral direito, todo o lado esquerdo do corpo e as energias da mãe terra entrando pelo pé esquerdo. Quando se tem esse circuito funcionando normal, o ser humano está com a consciência desperta, multidimensional, num estado preliminar de iluminação. 
O simbolismo do papa e dos padres com a coroa na cabeça e o cajado na mão esquerda significa que ele está conectado entre o céu e a terra. Logo, a igreja católica sabe disto. Embora não faça parte de nenhuma sociedade sectária, sei que a maçonaria também sabe. (veja o livro chamado “Sua majestade o pé esquerdo”, editado pela Trolha).

Se a alta cúpula da igreja católica e a maçonaria sabem disto e existe a conexão Igreja – Maçonaria – Illuninati (vejam a obra do David Icke) com as sociedades secretas, a elite da Nova Ordem Mundial e o Governo Oculto, conseqüentemente também sabem os laboratórios farmacêuticos internacionais que criaram a indústria da doença.

Este simples bloqueio energético gera um negócio criminoso de bilhões de dólares promovendo o bloqueio magnético do chacra coronário, fazendo com que a pessoa fique desconectada do seu Eu Superior e presa no mundo da matéria, dos arquétipos que são controlados a partir da quarta dimensão pelos Annunakis.

Esclarecendo para os que ainda não conhecem, os Annunakis são os habitantes do planeta Nibiru, Marduk, Planeta X, Hercólubus, e são os “deuses” do antigo testamento, hebraico, cujo rei Annunaki, Annun, um extraterrestre encarnado, é o Messias esperado pelos hebreus, a bordo do planeta Nibiru, com data prevista de retorno á terra para o ano 2040, de acordo com a pesquisadora Sylvia Browne, na página 68 do livro “O Fim dos Tempos”, da Editora Prumo.

A aproximação do planeta Nibiru com órbita do nosso planeta, no sistema solar, a cada 3.600 anos e a relação dos seus habitantes extraterrestres, Annunakis/Sumerianos, com os deuses do antigo testamento judeu estão bem fundamentados na tradução das tablitas da Suméria, espalhadas em vários museus europeus, na monumental e apresentadas na obra do Dr. Zecharia Sitchin, nos seus livros “O 12º Planeta” e “Gênesis Revisitado”, que recomendo, enfaticamente, para aqueles que queiram levantar o véu de ignorância que foi intencionalmente colocado pelo “povo escolhido de deus”, sobre as consciências infantis do mundo Ocidental, através do controle mental da filosofia judaico-romana, a partir dos mitos manipulados na Bíblia “Sagrada” Judaico-Cristã.

CONCLUSÃO

Como conseqüência desse bloqueio, dessa síndrome, as pessoas perdem o “ancoramento” magnético entre o Sol e a Terra, e os seguintes sintomas se apresentam nos Trabalhadores da Luz que têm, por missão, estarem conectados ao Eu Superior, para receberem as informações da hierarquia espiritual, via intuições divinas:

Vazio existencial, síndrome do pânico, bi-polaridade, “borderline”, esquizofrenias, visões de espíritos desencarnados de baixa vibração, pesadelos, sonhos “caindo”, pesadelos, fuga da realidade através do consumo de drogas lícitas (bebidas alcoólicas, estimulantes do tipo Red Bull e Burn da Coca-Cola) e ilícitas (maconha, cocaína, êxtasis e outros fabricados artificialmente), medo de dormir e de escuro, só conseguindo adormecer depois de três horas da manhã, obsessão.

Existe outro problema gravíssimo que é a VAMPIRIZAÇÃO SEXUAL DURANTE O SONO. 

Esse sintoma atinge mais as mulheres jovens e rapazes homossexuais. Existe um roubo energético causado por seres desencarnados, viciados em sexo, durante o nosso sono, cujos sintomas principais são: dormir muito, acordar exaustos, pesadelos com coisas “nojentas” ou caindo, olheiras e falta de libido na terceira dimensão.

Nesses casos, as pessoas têm medo de dormir, pois sabem inconscientemente que serão ‘abusadas sexualmente’ durante o sono.

Quando se perde esse ancoramento energético a pessoa perde, também, o livre arbítrio na quarta dimensão que não tem paredes e sim faixas vibracionais.

Normalmente tudo começa com uma estimulação erótica, um sonho erótico e já documentei casos de meninas acometidas desses tipos de abusos a partir dos sete anos de idade. Esses seres das trevas não respeitam ninguém. É um absurdo.

OS PERIGOS DA SOJA NA ALIMENTAÇÃO

Hoje em dia existe uma verdadeira febre de consumo de soja. 

Propagada como um alimento rico em proteí­nas, baixo em calorias, carboidratos e gorduras, sem colesterol, rico em vitaminas, de fácil digestão, um ingrediente saboroso e versátil na culinária, a soja, na verdade é mais um “conto do vigário” do qual a maioria é ví­tima.

É bem verdade que a soja vem da Ásia, mais especificamente da China.

Porém, os chineses só consumiam produtos FERMENTADOS de soja, como o shoyu e o missô.

Por volta do século 2 A.C., os chineses descobriram um modo de cozinhar os grãos de soja, transfomá-los em um purê e precipitá-lo através de sais de magnésio e cálcio, formando o assim chamado “queijo de soja” ou tofu.

O uso destes alimentos derivados de soja se espalhou pelo oriente, especialmente no Japão. O uso de “queijo de soja” como fonte de proteí­na data do século 8 da era cristã (Katz, Solomon H: “Food and Biocultural Evolution: A Model for the Investigation of Modern Nutritional Problems”, Nutritional Anthropology, Alan R. Liss Inc., 1987 pág. 50).

Não é à toa que os antigos chineses não se alimentavam do grão de soja.

Hoje a ciência sabe que ela contém uma série de substâncias que podem ser prejudiciais à saúde, e que recebem o nome de antinutrientes.

Um destes antinutrientes é um inibidor da enzima tripsina, produzida pelo pâncreas e necessária à boa digestão de proteí­nas. Os inibidores da tripsina não são neutralizados pelo cozimento.

Com a redução da digestão das proteí­nas, o caminho fica aberto para uma série de deficiências na captação de aminoácidos pelo organismo.

Animais de laboratório desenvolvem aumento no tamanho do pâncreas e até câncer nessa glândula, quando em dietas ricas submetidos a inibidores da enzima tripsina.


Uma pessoa que não absorve corretamente os aminoácidos, tem o seu crescimento e desenvolvimento prejudicado. 

Você já notou que os japoneses são, normalmente, mais baixinhos? Já os descendentes que vivem em outros paí­ses e adotam as dietas desses paí­ses, costumam ter uma estatura maior que a média no Japão. (Wills MR et al: Phytic Acid and Nutritional Rickets in Immigrants. The Lancet, 8 de abril de 1972, páginas 771-773).

Fontes atualizadas sobre os malefícios da soja:
Weston A. Price Foundation, Soy Alert
Why Soy Can Damage Your Health
Soy Controversy and the Effects of Soy Consumption
Silk Soy Milk is Misleading American Consumers
The Evidence Against Soy
Soy Weakens Your Immune System
O efeito inibitório da absorção de aminoácidos pode comprometer a fabricação de inúmeras substâncias formadas a partir dos mesmos, entre os quais, os neurotransmissores.

A enxaqueca, a cefaléia em salvas, a cefaléia do tipo tensional, e outras dores de cabeça, além de depressão, ansiedade, pânico e fibromialgia, são causadas por um desequilí­brio dos neurotransmissores. Qualquer fator que prejudique a sua fabricação, pode aumentar ou perpetuar esse desequilí­brio.

A soja contém também uma substância chamada hemaglutinina, que pode aumentar a viscosidade do sangue e facilitar a sua coagulação.

Portadores de enxaqueca já sofrem de um aumento na tendência de coagulação do sangue e uma propensão maior a acidentes vasculares. A pior coisa para esses indiví­duos é ingerir substâncias que agravam essa tendência.

Tanto a tripsina, quanto a hemaglutinina e os fitatos, que mencionaremos a seguir, são neutralizados totalmente pelo processo de fermentação natural da soja na fabricação de shoyu e missô, e parcialmente durante a fabricação de tofu.
Os fitatos, ou ácido fí­tico, são substâncias presentes não apenas na soja, mas em todas as sementes, e que bloqueiam a absorção de uma série de substâncias essenciais ao organismo, como o cálcio (osteoporose), ferro (anemia), magnésio (dor crônica) e zinco (inteligência).
Você não sabia de nada disso?
Mas a ciência já sabe, estuda esse fenômeno extensamente e não tem dúvidas a respeito. Já comprovou este fato em estudos realizados em paí­ses subdesenvolvividos cuja dieta é baseada largamente em grãos.

Claro que a divulgação desse conhecimento não é do interesse de toda uma indústria multibilionária da soja. 

A soja contém mais fitato que qualquer outro grão ou cereal.

Para os demais cereais e grãos (arroz integral, feijão, trigo, cevada, aveia, centeio etc), é possí­vel reduzir bastante e neutralizar em grande parte o conteúdo de fitatos, através de cuidados simples, como deixá-los de molho por várias horas e, em seguida, submeter a um cozimento lento e prolongado.
Já os fitatos da soja não são reduzidos por essas técnicas simples, requerendo para isso um processo bem longo (muitos meses, no mí­nimo) de fermentação.

O tofu, que passa por um processo de precipitação, não tem os seus fitatos totalmente neutralizados.

Interessantemente, se produtos como o tofu forem consumidos com carne, ocorre uma redução dos efeitos inibidores dos fitatos. Mas geralmente, os maiores consumidores de tofu são vegetarianos que pretendem consumi-lo em lugar da carne!
O resultado?
Deficiências nutricionais que podem levar a doenças como dores crônicas, como dor de cabeça e fibromialgia. O zinco e o magnésio são necessários para o bom funcionamento do cérebro e do sistema nervoso. O zinco, em particular, está envolvido na produção de colágeno, na fabricação de proteí­nas e no controle dos ní­veis de açúcar no sangue, além de ser um componente de várias enzimas e ser essencial para o nosso sistema de defesas. Os fitatos da soja prejudicam a abosrção do zinco mais do que qualquer outra substância. 
Por conta da tradição oriental, indústria da soja conseguiu inseri-la num patamar de “alimento saudável”, sem colesterol e vem desenvolvendo um mercado consumidor cada vez mais vegetariano.

Infelizmente, ouvimos médicos e nutricionistas desinformados, ou melhor, mal informados por publicações pseudo-cientí­ficas patrocinadas e divulgadas pela indústria da soja, fornecendo conselhos, em programas de TV em rede nacional, no sentido de consumi-la na forma de leite de soja (até para bebês!!), carne de soja, iogurte de soja, farinha de soja, sorvete de soja, queijo de soja, óleo de soja, lecitina de soja, proteí­na texturizada de soja, e a maior sensação do momento, comprimidos de isoflavonas de soja…

A divulgação, na grande mí­dia, destes produtos de paladar no mí­nimo duvidoso, como sendo saudáveis, tem resultado em uma aceitação cada vez maior dos mesmos por parte da população.

Que prejuí­zo! (Não para a indústria, é claro).

Sabe como se faz leite de soja?

Primeiro, deixa-se de molho os grãos em uma solução alcalina, de modo a tentar neutralizar ao máximo (mas não totalmente) os inibidores da tripsina.

Depois, essa pasta passa por um aquecimento a mais de 100 graus, sob pressão. Esse processo neutraliza grande parte (mas não a totalidade) dos antinutrientes, mas em troca, danifica a estrutura das proteí­nas, tornando-as desnaturadas, de difícil digestão. Além disso, os fitatos remanescentes são suficientes para impedir a absorção de nutrientes essenciais.

A propósito, aquela tal solução alcalina onde a soja fica de molho é à base de n-hexano, nada mais que um solvente derivado do petróleo, cujos traços ainda podem ser encontrados no produto final, que vai para a sua mesa, e que pode gerar o aparecimento de outras substâncias cancerí­genas. 

Este n-hexano reduz, também, a concentração de um aminoácido importante, a cistina. Felizmente, a cistina se encontra abundante na carne, ovos e iogurte integral – alimentos estes normalmente evitados pelos consumidores de leite de soja.

Mas como? A soja não é saudável? Não é isso que dizem os médicos e nutricionistas?
Infelizmente, a culpa não é deles, e sim do jogo de desinformação que interessa à toda a indústria alimentí­cia. A alimentação, assim como a saúde, é um grande negócio. Dois terços de todos os alimentos processados industrialmente, contém algum derivado da soja em sua composição. É só conferir os rótulos.

A lecitina de soja atua como emulsificante. A farinha de soja aumenta a “vida de prateleira” de uma série de produtos. O óleo de soja é usado amplamente pela indústria de alimentos. A indústria da soja é enorme e poderosa.

E como se fabrica a proteí­na de soja?

Em primeiro lugar, retira-se da soja moí­da o seu óleo e o seu carboidrato, através de solventes quí­micos e alta temperatura. 

Em seguida, mistura-se uma solução alcalina para separar as fibras.

Logo após, submete-se a um processo de precipitação e separação utilizando um banho ácido.

Por último, vem um processo de neutralização através de uma solução alcalina. Segue-se uma secagem a altas temperaturas e à redução do produto a um pó. Este produto, altamente manipulado, possui seu valor nutricional totalmente comprometido. As vitaminas se vão, mas os inibidores da tripsina permanecem, firmes e fortes! 

Não existe nenhuma lei no mundo que obrigue os alimentos à base de soja a exibirem, nos rótulos, a quantidade de inibidores da tripsina. Também não existe nenhuma lei padronizando as quantidades máximas deste produto. 


Que conveniente!
O povo… coitado… só foi “treinado” para ficar de olho na quantidade de colesterol – esta sim, presente em todos os rótulos. Uma substância natural e vital para o crescimento, desenvolvimento e bom funcionamento do cérebro e do organismo como um todo.
O povo nunca ouviu falar nos antinutrientes e inibidores da tripsina dos alimentos de soja.
A proteí­na texturizada de soja (proteí­na texturizada vegetal, carne de soja) possui um agravante: a adição de glutamato monossódico, no intuito de neutralizar o sabor de grão e criar um sabor de carne.
Alguns pesquisadores acreditam que o grande aumento das taxas de câncer de pâncreas e fí­gado, na África, se deve à introdução de produtos de soja naquela região. 
A minha dica: Quando consumir soja, utilize apenas os derivados altamente fermentados, como o missô e o shoyu. Mesmo assim, muita atenção para os rótulos. Compre apenas se neles estiver escrito “Fermentação Natural”, e se NÃO contiverem produtos como glutamato monossódico e outros ingredientes artificiais. Quando consumir tofu, certifique-se de lavá-lo com água corrente, pois grande quantidade dos antinutrientes ficam no seu soro.

Recapitulando: Alerta sobre a soja
 Alimentos de soja aumentam a necessidade de vitamina D no organismo, porém a vitamina D sintética, acrescentada ao leite de soja, é tóxica.
 Os análogos à vitamina B12 na soja não são absorvidos e até aumentam a demanda de vitamina B12 no corpo.
 Alimentos de soja contém altos níveis de alumínio, que são tóxicos para o sistema nervoso e os rins.
 O processamento da proteína de soja resulta na formação de lisinoanalina tóxica e de nitrosaminas altamente cancerígenas. Durante o processamento, também é formado glutamato monossódico, MSG, um potente neurotóxico, e quantidades adicionais são acrescentadas a vários alimentos de soja.
 Altos níveis de ácido fítico na soja reduzem a assimilação de cálcio, magnésio e cobre, bem como a biodisponibilidade de ferro e zinco, necessários para a saúde e o desenvolvimento do cérebro e do sistema nervoso. O ácido fítico na soja não é neutralizado por métodos comuns, como deixar de molho, germinar e cozinhar por muito tempo. Alimentos que contém grandes quantidades de ácido fítico causaram problemas de crescimento em crianças.
 Megadoses de fitoestrógenos, no pó de soja para lactentes, são implicados no atual aumento do desenvolvimento sexual prematuro em meninas e no retardamento do desenvolvimento sexual em meninos. Fitoestrógenos na soja interferem na função endócrina e podem causar infertilidade e podem provocar câncer de mama. Vários estudos revelaram que a soja causa infertilidade em animais. O consumo de soja aumenta o crescimento de cabelo em homens de meia idade, indicando níveis reduzidos de testosterona. Tofu era consumido por monges budistas para reduzir a libido.
 Fitoestrógenos na soja são potentes agentes antitireóides que causam hipotireoidismo e podem causar câncer da tireóide. Em nenês, o consumo de leite de soja foi associado a uma doença auto-imune da tireóide. Alimentos de soja podem estimular o crescimento de tumores relacionados ao estrógeno e causar problemas na tireóide. A baixa função da tireóide está relacionada a dificuldades na menopausa.
 Em animais, a alimentação com soja mostra que fitoestrógenos na soja são poderosos disruptores endócrinos. A amamentação com soja – que inunda a corrente sangüínea com hormônios femininos, que inibem a testosterona – não pode ser ignorada como possível causa de desenvolvimento alterado em meninos, incluindo o TDAH, transtorno no déficit de atenção e hiperatividade. Meninos expostos a DES, um estrógeno sintético, tinham testículos menores que o normal na fase de maturação.
 Nenês do sexo masculino passam por uma “onda de testosterona” durante os primeiros meses de vida, quando os níveis de testosterona podem atingir aqueles de um homem adulto. Durante este período, o nenê masculino está programado para desenvolver características masculinas na puberdade – não apenas no desenvolvimento dos órgãos sexuais e de outros traços físicos masculinos, mas também na determinação das características cerebrais do comportamento masculino.
 Nenês alimentados com leite de soja têm 13.000 a 22.000 vezes mais compostos de estrógeno no sangue do que nenês que recebem leite em pó comum. O nenê alimentado exclusivamente com mamadeira de soja, recebe diariamente o estrógeno equivalente a, pelo menos, cinco pílulas anticoncepcionais por dia.
 Quase 15% de meninas brancas e 50% de meninas afro-americanas mostram sinais de puberdade, como desenvolvimento dos seios e pêlo púbico, antes dos oito anos de idade. Algumas meninas mostram desenvolvimento sexual antes dos três anos de idade. O desenvolvimento prematuro de meninas foi relacionado ao uso de mamadeira de soja e à exposição a pseudo-estrógenos ambientais como PCBs e DDE.
 O consumo elevado de fitoestrógenos durante a gravidez pode produzir efeitos adversos no feto e, mais tarde, sobre o início da puberdade.
O FDA nunca aprovou a proteína isolada da soja como GRAS (Generally Recognized as Safe), devido à preocupação com a presença de toxinas e cancerígenos na soja processada.
 A proteína que existe na soja não compensa sua grande desvantagem, pois é um alimento extremamente ácido para o sangue, provocando vários inconvenientes como tendência a doenças das articulações como o reumatismo, artrite, artrose, etc. e ainda pode estimular as alergias. Como se não bastasse, rouba o cálcio do corpo.

A grande produção da soja, principalmente no Brasil, tem a função de fornecer o óleo, seu produto mais rentável, só que, quando extraído exala um cheiro insuportável, sendo necessário acrescentar soda cáustica na soja para amenizar o odor.

Quem teve oportunidade de passar perto de uma fábrica sabe que mesmo com estas precauções o cheiro continua desagradável e por aí fica perceptível que o óleo de soja também não é um bom ingrediente para se alimentar.

Depois do óleo extraído, fica o bagaço, carregado da soda cáustica, que no início ia para o lixo, mas tiveram a idéia de fazer a carne e deu certo, porque devido ao marketing feito na época com a soja, as pessoas acham que a carne de soja tem proteína e que é natural. Não é verdade, é um bagaço sem substâncias convenientes para uma boa alimentação e contaminada.

TENHA CAUTELA COM SUA ALIMENTAÇÃO.
NÃO CONSUMA ALIMENTOS TRANSGÊNICOS
LEIA RÓTULOS
SIGA UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

5 RAZÕES PARA NÃO TOMAR REFRIGERANTE

Mesmo que você não saiba por que, com certeza sabe que refrigerante não faz bem.

Desprovido de qualquer valor nutricional, essa água açucarada engorda, leva à obesidade e diabetes, além de outros vários males que não recebem muita atenção nas discussões de saúde, mas que listamos aqui na esperança de lhe recrutar para o lado do suco natural, chá e outras bebidas mais saudáveis.

Confira:

1 – Envelhecimento acelerado

Normal, diet, light ou zero, todos os refrigerantes de cola contêm fosfato, ou ácido fosfórico, um ácido que dá ao refri seu sabor típico e aumenta seu tempo de prateleira. ´

Embora ele exista em muitos alimentos integrais, tais como carne, leite e nozes, ácido fosfórico em excesso pode levar a problemas cardíacos e renais, perda muscular e osteoporose, e um estudo sugere que poderia até provocar envelhecimento acelerado.

O estudo, publicado em 2010, descobriu que os níveis de fosfato encontrados em refrigerantes fizeram com que ratos de laboratório morressem cinco semanas mais cedo do que os ratos cujas dietas tinham níveis normais de fosfato.

Pior ainda é a tendência preocupante dos fabricantes de refrigerantes de aumentar os níveis de ácido fosfórico em seus produtos ao longo das últimas décadas.

2 – Pode causar câncer

Em 2011, a instituição sem fins lucrativos Centro de Ciência para o Interesse Público solicitou à Administração de Alimentos e Drogas americana para proibir o corante artificial caramelo usado para fazer Coca-Cola, Pepsi e outros refrigerantes marrons.

O motivo: dois contaminantes na coloração, 2-metilimidazole e 4-metilimidazol, que já causaram câncer em animais. De acordo com uma lista proposta na Califórnia de 65 de produtos químicos conhecidos por causar câncer, apenas 16 microgramas por pessoa por dia de 4-metilimidazol é o suficiente para representar uma ameaça de câncer.

Qualquer refrigerante (normal, diet, zero) contêm 200 microgramas por 570 ml.

3 – Dentes podres e problemas neurológicos

Nos EUA, dentistas até deram o nome de um refrigerante (boca “Mountain Dew”) para uma condição que eles veem em um monte de crianças que o bebem demais. Elas acabam com a boca cheia de cáries causadas por níveis de açúcar em excesso.

Além disso, um ingrediente chamado óleo vegetal bromado, ou BVO, adicionado para evitar que o aroma separe-se da bebida, é um produto químico industrial usado como retardador de chamas em plásticos.

Também encontrado em outros refrigerantes e bebidas esportivas baseados em citros, o produto químico tem sido conhecido por causar distúrbios de memória e perda nervosa quando consumido em grandes quantidades.

Os pesquisadores também suspeitam que o produto químico se acumula na gordura do corpo, podendo causar problemas de comportamento, infertilidade e lesões nos músculos do coração ao longo do tempo.

4 – Latas tóxicas

Não é apenas o refrigerante que causa problemas. Quase todas as latas de alumínio de refrigerante são revestidas com uma resina chamada bisfenol A (BPA), usada para impedir os ácidos do refrigerante de reagir com o metal. BPA é conhecida por interferir com os hormônios e tem sido associada a tudo, de infertilidade a obesidade a algumas formas de câncer.

E, enquanto a Pepsi e a Coca-Cola estão atualmente envolvidas em uma batalha para ver qual empresa pode ser a primeira a desenvolver uma garrafa de plástico 100% baseada em plantas que elas estão divulgando como “sem BPA”, nenhuma a empresa está disposta a retirar a substância das latas de alumínio.

5 – Poluição da água

Os adoçantes artificiais utilizados em refrigerantes diet não quebram em nossos corpos, e nem o tratamento de águas residuais consegue separá-los los antes que entrem nos cursos de água.

Em 2009, cientistas suíços testaram amostras de água tratada, rios e lagos na Suíça e detectaram níveis de acessulfame K, sucralose e sacarina em todos, substâncias usadas em refrigerantes diet.

Um teste recente em abastecimentos de água municipal nos EUA também revelou a presença de sucralose em todos os 19 estudados.

Não está claro ainda o que esses níveis encontrados podem fazer com as pessoas, mas pesquisas anteriores concluíram que a sucralose em rios e lagos interfere com os hábitos de alimentação de alguns organismos.

Fonte: Vista-se

Leia também, clique: Benzeno em Bebidas

http://despertardegaia.blogspot.com/

Garrafas de água PET podem conter Xenoestrogênios ou estrogênios ambientais

Garrafas plásticas de água, em embalagens PET, polietileno tereftalato, podem conter quantidades substanciais de produtos químicos que ‘imitam’ ou alteram o hormônio estrógeno.
Dentre estes produtos químicos que possuem esta capacidade de atuar como Xenoestrogênios ou estrogênios ambientais destacam-se os controversos ftalatos e o bisfenol-A (BPA).
A pesquisa [Endocrine disruptors in bottled mineral water: total estrogenic burden and migration from plastic bottles] foi realizada por cientistas da Johann Wolfgang Goethe University, em Frankfurt, e publicada na edição online da revista Environmental Science and Pollution Research. 
Diversas pesquisas anteriores já haviam demonstrado os riscos à saúde das embalagens feitas com policarbonato, com bisfenol-A (BPA), mas esta pesquisa avaliou um plástico diferente e amplamente utilizado para vasilhames de água e refrigerante.
Os pesquisadores utilizaram o molusco Potamopyrgus antipodarum (Gastropoda), como especime de teste, considerando que é especialmente sensível ao estrogênio. Comunidades foram ‘hospedadas’ em garrafas/embalagens de vidro, de PET e de Tetra Pak, de forma que fosse possível acompanhar a sua reprodução.
Os espécimes ‘hospedados” nas garrafas PET tiveram uma taxa de reprodução equivalente ao dobro das garrafas de vidro. Os espécimes jovens, nascidos nas garrafas PET apresentaram elevados índices de estrogênio, equivalente a 25 nanograms por litro de água de ethinylestradiol, um potente estrogênio sintético de pílulas anticoncepcionais.
Os pesquisadores, para fins de avaliação da extensão potencial da contaminação, estudaram 20 marcas conhecidas de água mineral, sendo 9 em garrafas PET, 9 em vidro e 2 Tetra Pak.
A água foi testada em tubos de ensaio para identificar o estrogênio, usando como referencia o 17-beta estradiol, um dos mais potentes estrogênios de espécies mamíferas.
As garrafas de vidro mostraram uma pequena ou inexistente contaminação por estrogênio. Das 9 marcas embaladas em PET, 5 apresentaram grande presença de estrogênio. O mesmo ocorreu nas embalagens Tetra Pak com grande presença de PET em sua constituição.
A variação pode indicar que a contaminação seja decorrente do processo industrial da embalagem PET. 
Os pesquisadores recomendam novos estudos, mas, de qualquer forma, ficou demonstrado o risco potencial das embalagens de polietileno tereftalato. Cabe destacar que a contaminação química que potencialmente tenha efeitos adversos na saúde ocorre, em geral, por bioacumulação, exigindo uma exposição intensa e continuada.
A pesquisa “Endocrine disruptors in bottled mineral water: total estrogenic burden and migration from plastic bottles”, publicada na revista Environmental Science and Pollution Research está disponível para acesso integral. Estudo do IPO – Muito Importante.
Procure nas embalagens de produtos que usa em casa estas substâncias…são prejudiciais à saúde e ao ambiente.
METODOLOGIA
As seguintes substâncias foram detectadas após análise toxicológica e alergológica de produtos de higiene (sabonetes ;perfumes;leite protetor; elixires; desodorizantes; xampu e loção corporal), comprados em grandes superfícies, optando-se por marcas de qualidade.
Alpha-isomethyl ionone – Desregulador do SNC (sistema nervoso central) .
Benzyl salicylate – Sensitizador dérmico.
BHT – Teratogénico. Suspeito de ser carcinogénico. Irritante para olhos e pele.
Butyl methoxydibenzoylmethane – Causa erupções cutâneas. É um foto-alergénio, o que significa que a luz do sol desencadeia a reacção. Sofre fotodecomposição, o que pode  levar à formação de compostos tóxicos.
Butylphenyl methylpropional – Uso restrito no UK devido ao elevado potencial de sensitização. Em animais causa deformações em esperma e perturbaçãos no SNC.
Butylparaben – Desregulador hormonal.
Cetyl alcohol – Causa dermatite.
CI 15510 – Efeitos por estudar.
CI 16035 – Associado a tumores linfáticos.
CI 17200 – Efeitos por estudar.
CI 42053 – Carcinogénico em animais, irritante para os olhos, pele e aparelho respiratório.
CI 47005 – Corante que pode causar asma, dermatite e sensitização de contacto. Pode conter impurezas que são neurotóxicas e carcinogénicas. Proibido na Austrália, EUA e Noruega.
C12-15 alkyl benzoate – Efeitos por estudar.
CI 42090 – Pode causar hiperactividade, erupções cutâneas e é um agente carcinogénico potencial.
CI 59040 – Proibido na UE para quaisquer usos em que possa entrar em contacto com as mucosas dos olhos, boca, nariz, aparelho respiratório e orgãos genitais.
CI 60730 – Efeitos por estudar Carrageenan – Associado com cancro gastrointestinal em animais. É possível que actue como desencadeador de cancro da mama em humanos.
Citronellol – Pode causar irritação dérmica severa. Também usado como pesticida.
Cocamidopropyl betaine – Detergente irritante para a pele e olhos, pode estar contaminado com diethanolamine que, quando combinado com formaldeído (há ingredientes que o libertam durante armazenamento), poduz nitrosaminas que são carcinogénicas.
Coumarin – É absorvido rapidamente por via dérmica ou oral. Vários tipos de coumarin foram já proibidos na UE. Em animais pode causar cancro do pulmão e do fígado. Tóxico para os rins.
Dimethicone – Irritante para a pele. É um amaciador sintético à base de silicone que forma um filme à superfície da pele (dá a sensação de pele macia) e impede que ela respire.
Disodium EDTA – Irritante para a pele e olhos. Altera a estrutura dérmica e facilita a penetração de outros compostos.
Distearyldimonium chloride – Estudos sobre eventual impacto na saúde são inexistentes.
Etidronic acid – Irritante para a pele e aparelho respiratório, muito irritante para os olhos com risco de danos oculares, LD50 para ratos é 1,8 g/kg.
Ethylparaben – Desregulador hormonal.
Ethylhexyl methoxycinnamate – Aumenta o risco de cancro da pele. Desregulador hormonal.
Geraniol – Irritante dérmico. Sensitização.
Glyceryl oleate – Alergénio dérmico.
Glyceryl stearate – É sensitizador e causa dermatites de contacto Hexyl cinnamal – Um dos alergénios de contacto mais encontrados em cosmética.
Hydrated silica – Enfraquece o esmalte devido à abrasão. Pode causar inflamação das gengivas.
Hydroxycitronellal – Alergénio de contacto. Irritante pulmonar.
Isobutane – Pode causar dores de cabeça, dificuldades em respirar, náusea, vómitos, sintomas de bebedeira e, em doses altas, convulsões e coma. Bioacumula-se no leite materno.
Isobutylparaben – Desregulador hormonal.
Isopentane – Causa dificuldades respiratórias, tem efeito anestésico na pele, pode alterar o ritmo cardíaco, desencadear dores de cabeça e irritar o nariz e garganta. É um dos componentes importantes do vapor de gasolina.
Limonene – Insecticida comum. Agente potente de sensitização. Pode causar asma. Produz tumores e defeitos de nascimento em animais.
Linalool – Irritante para a pele, olhos e aparelho respiratório. Em animais causa perturbações do SNC e afecta o controle muscular.
PEG-150 distearate – Irritante dérmico.
Methylparaben – Desregulador hormonal.
Methylchloroisothiazolinone – Alergénio forte. Persistente na pele. Causa danos neuronais. Mutagénio potencial. Suspeito de ser carcinogénio devido à sua acção corrosiva na pele.
Octocrylene – Irritante dérmico. Pertence ao grupo do cinnamates, alguns dos quais são desreguladores hormonais. Investigação preliminar aponta paraque os cinnamates, em baixas doses, causem morte prematura das células dérmicas.
Oxidized polyethylene – Pouco estudado. Considerado tóxico por ingestão.
Palmitic acid – Causa dermatites de contacto.
Paraffinum liquidum – Pode estar contaminado por PAHs, que têm sido implicados no cancro da mama.
PEG-150 distearate – Irritante dérmico.
PEG-100 stearate – Pode conter impurezas ligadas ao cancro da mama (como o 1,4 dioxane e o ethylene oxide).
PPG-15 stearyl ether – Alergénio de contacto. Tóxico para organismos aquáticos.
Phenoxyethanol – Extremamente irritante no contacto com os olhos. Muito irritante no contacto com a pele, ingestão ou inalação. Tóxico para rins, fígado e sistema nervoso.
Propylparaben – Desregulador hormonal.
PTFE – Carcinogénico. Causa defeitos de nascimento e enfraquece o sistema imunitário.
Poloxamer 407 – Surfactante potencialmente contaminado com 1,4-dioxane e ethylene oxide, impurezas ligadas ao cancro da mama.
Propylene glycol – Irritante para olhos e pele. Altera a estrutura dérmica, o que permite a outros tóxicos penetrar mais profundamente na pele.
Salicylic acid – Irritante, seca a pele e cria foto-sensitização dérmica.
Sodium benzoate – Agente alergénico e sensibilizador, pode causar asma, urticária, rinite e choque anafiláctico em exposição dérmica.
Sodium hydroxide – Irritante dérmico (muito usado em detergentes para limpeza de fornos e canos).
Sodium laureth sulfate – Detergente que causa irritação ocular e está potencialmente contaminado com 1,4-dioxane, impureza ligadas ao cancro da mama.
Sodium Lauryl Sulfate – Irritante para as mucosas. Pode causar aftas e eczema de contacto. Carcinogénio potencial.
Sodium saccharin – Carcinogénico. Proibido nos EUA.
Sodium fluoride – Pode causar fluorose dental, osteoporose, hipersensibilidade, náusea, vómitos e diarreia. Num tubo de pasta de 100 ml há fluor suficiente para matar uma criança pequena. 
Stearic acid – Alergénio dérmico.
Stearyl alcohol – Pode causar alergias ou dermatites de contacto.
Styrene/acrylates copolymer – Pode causar depressão, falhas de concentração, astenia, náusea, toxicidade hepática e renal. Carcinogénico humano provável.
Triclosan – Causa úlceras, morte prematura dos tecidos gengivais, mata a fauna microbiana patogénica mas também mata a útil, deixando o ecossistema bucal desprotegido, à mercê de oportunistas. O triclosan é químicamente muito semelhante às dioxinas (que são os químicos mais tóxicos que se conhece) e pertence à classe dos clorofenóis, um grupo implicado em cancros em animais.
Triethanolamine – Causa dermatite de contacto, pode formar nitrosaminas (que são carcinogénicas) durante o armazenamento ou na pele/no corpo após absorção. A exposição crónica causa danos ao fígado e rins.
Tetrasodium EDTA – Irritante dérmico, dermatite de contacto, alergénio de contacto.
Yellow 5 (CI 19140) – Associado a reacções alérgicas em animais.
PVM/MA Copolymer – Estudos sobre eventual impacto na saúde são inexistentes.

BENZENO EM BEBIDAS

Não vive em refrigerantes ? Então leia isso…

Duas substâncias contidas em várias marcas de refrigerantes e sucos, por interagirem, podem formar o benzeno, um composto tóxico cancerígeno detectado em amostras desses produtos em vários países. O Idec pede aos órgãos reguladores análises para a verificação do fato e a definição de um limite permitido para o benzeno em bebidas.

Resultados de testes nos Estados Unidos, no Canadá, Reino Unido, na Austrália e Nova Zelândia detectaram a presença de benzeno, uma substância cancerígena, em sucos e refrigerantes que continham o conservante benzoato de sódio e ácido ascórbico (vitamina C) em sua composição. Estas duas substâncias juntas, sob certas condições de exposição à luz e ao calor, podem reagir e formar o benzeno. A partir deste fato e de pesquisa realizada pela entidade de defesa do consumidor norte-americana, a Consumers Union, que encontrou níveis preocupantes da substância em bebidas, o Idec realizou levantamento identificando os refrigerantes e sucos que contêm benzoato de sódio e ácido ascórbico.

Foram enviadas correspondências às empresas fabricantes dessas bebidas questionando se estão cientes do problema, se verificam ou não a presença de benzeno em seus produtos, e, em caso de verificação, quais são os resultados obtidos e as medidas adotadas. O mesmo questionamento foi enviado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O Idec pede ainda a definição de um limite máximo permitido para o benzeno em bebidas e a busca de alternativas ao benzoato de sódio.

Os testes realizados em laboratórios americanos e ingleses demonstraram que o nível de benzeno encontrado em refrigerantes estava acima do limite permitido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para a água potável, que é de 10 ppb (partes por bilhão). Nos Estados Unidos esse limite é de 5 ppb, e na União Européia é de 1 ppb. No Brasil, a portaria da Anvisa nº 518/04, que estabelece o padrão de potabilidade da água, determina o limite máximo permitido para benzeno de 5 µg/L (micrograma por litro). Como a OMS e as autoridades sanitárias estrangeiras e nacionais não estabeleceram um limite de benzeno para refrigerantes e sucos, considera-se que, no mínimo, deve ser adotado o mesmo limite utilizado para a água potável.

A indústria de bebidas argumenta que o benzoato de sódio possui grande capacidade de destruir bactérias, e que seu uso compensa os potenciais riscos que a associação com o ácido ascórbico pode trazer ao usuário. As empresas e as autoridades sanitárias asseguram que, até o presente, o nível de benzeno encontrado nas bebidas não implica risco imediato aos consumidores.

Contudo, químicos alertam para o fato de que o processo de formação do benzeno pode ser exacerbado quando a bebida é exposta ao calor e à luz. 

Organizações da sociedade civil que lutam pela segurança dos alimentos afirmam que não existem níveis seguros para o consumo de benzeno, e que se há limitação para a quantidade dessa substância na água, também deve existir limitação para os refrigerantes.

O que é o benzeno 

O benzeno é uma substância cancerígena encontrada no ar, devido à queima de carvão e de óleo, aos postos de gasolina e às emissões de automóveis, responsável por câncer em trabalhadores expostos aos níveis elevados no ambiente de trabalho. Na média, as pessoas respiram 220 µg/kg de benzeno diariamente. Para os fumantes, o cigarro é a fonte principal de 7.900 µg/kg diários da substância.

O benzeno pode ser formado em algumas bebidas que contêm benzoato de sódio e ácido ascórbico ou ácido eritórbico – uma substância também conhecida como ácido d-ascórbico (isômero). As temperaturas elevadas e a luz podem estimular a formação do benzeno na presença do benzoato de sódio e da vitamina C, enquanto açúcar e sais (ou sódio) inibem a sua formação.

De acordo com a médica sanitarista da Coordenação de Vigilância em Saúde da Prefeitura de São Paulo, Magda Andreotti, o benzoato de sódio pode realmente liberar benzeno ao se degradar devido à presença de um ácido como a vitamina C. Ela acrescenta que, provavelmente, o benzoato de sódio pode se decompor quando em contato com outros ácidos, e não só com o ácido ascórbico, formando, assim, o benzeno. “Na lista da OMC está o benzeno como substância cancerígena independentemente de limites, quer seja ingerida ou inalada. Todas as exposições ambientais relativas ao benzeno decorrentes de produtos contaminados, ou através da poluição do ar, contribuem para a prevalência de casos de câncer”, ressaltou.

Histórico 

Desde o início da década de 90, a FDA, órgão governamental que regula os alimentos nos Estados Unidos, vem realizando pesquisas focando as bebidas que continham benzoato de sódio adicionado. No início do ano passado, o Centro para a Segurança de Alimentos e Nutrição Aplicada, da agência norte-americana, realizou pesquisa em que, de um total de 100 amostras de bebidas, 4 refrigerantes e 1 suco que continham as duas substâncias apresentaram benzeno em níveis acima de 5 ppb.

As agências de saúde do Canadá e do Reino Unido também realizaram testes que detectaram níveis altos de benzeno. Um total de 38 amostras, de um universo de 150 testadas no Reino Unido, apresentou níveis de benzeno entre 1 ppb e 10 ppb. A agência reguladora de alimentos do Reino Unido, Food Standards Agency (FSA), numa postura diferente da da FDA, não só recomendou a reformulação do produto, como obrigou as empresas a retirarem do mercado os produtos que continham níveis altos da substância. Na Austrália e Nova Zelândia, dos 68 produtos testados em maio de 2006, 38 continham traços de benzeno que variavam de 1 ppb a 40 ppb.

A Consumers Union testou 14 bebidas que continham as duas substâncias e encontrou de 7 ppb a 30 ppb em algumas amostras dos produtos Crystal Light Sunrise Classic Orange, Fanta Orange, Fanta Pineapple e Sunkist Orange. Para a entidade que defende os consumidores, a FDA deveria restringir o benzeno ao mesmo limite utilizado para a água potável, e os fabricantes deveriam examinar todas as etapas para impedir a formação do benzeno, mudando a formulação dos produtos ou o processo de fabricação.

Empresas se comprometem a fazer testes.

O Idec identificou 49 produtos, fabricados por 12 empresas, comercializados no mercado brasileiro contendo ácido ascórbico e benzoato de sódio simultaneamente. Embora o benzoato de sódio possua grande capacidade de destruir microorganismos, seria necessário efetuar uma avaliação dos riscos que o seu uso associado à vitamina C pode trazer aos consumidores, bem como a adoção de medidas preventivas.

Em resposta aos questionamentos do Idec, a Coordenação-Geral de Vinhos e Bebidas do MAPA informou que aguarda o pronunciamento da Anvisa, a quem compete regulamentar o uso de aditivos. Por sua vez, a gerente-geral de Alimentos da Anvisa, Denise de Oliveira R. Marques, enviou resposta ao Idec informando que os fatos relatados pela correspondência do Instituto são, pela primeira vez, levados ao conhecimento do órgão. E reiterou convite à participação do Idec no grupo de trabalho sobre Contaminantes em Alimentos da Anvisa para expor o assunto.

Dentre as 12 empresas questionadas pelo Idec, a fabricante de refrigerantes Ambev informou ter conhecimento do problema por meio dos estudos da FDA para a detecção de benzeno em bebidas. A empresa relatou que em junho de 2006 iniciou um estudo interno com as marcas da Ambev, cujos resultados apresentaram 2,5 ppb de benzeno, o que atenderia às “regras de segurança alimentar existentes”, lembrando que o limite máximo estabelecido para a substância na água é de 5 µg/L (equivalente a 5 ppb).

Cinco outros fabricantes de bebidas, Pomar, Kraft Foods Brasil, Schincariol Indústria e Comércio de Cervejas e Refrigerantes, Milani Alimentos e Bebidas, e Wow/Su Fresh – informaram que após tomarem conhecimento, através do Idec, da formação do benzeno pela reação das duas substâncias, encaminharam amostras de seus produtos para análises. A Newage Indústria e Comércio enviou ao Idec laudos bastante recentes que atestam a ausência de benzeno nos seus produtos.

A Pomar, fabricante dos sucos Izzy, informou que independentemente dos resultados dos testes, iniciou um trabalho de pesquisa para a substituição do benzoato de sódio na composição dos produtos. A Kraft Foods Brasil, produtora dos sucos Maguary, também ressaltou que analisará “possíveis alterações na fórmula, processamento ou embalagem que possam contribuir para maior tranqüilidade a esse respeito.

A direção da Coca-Cola citou carta da FDA apontando que a “maioria das bebidas analisadas pelo órgão apresentavam níveis abaixo de 5 ppb, não implicando problema de segurança”. A Parmalat, fabricante dos sucos Santal, afirmou que o assunto será objeto de “futuro estudo pelos técnicos” e que até o momento não foi detectada a presença de benzeno em qualquer dos seus produtos. Não responderam aos questionários enviados pelo Idec as empresas Refrigerantes Convenção, Dolly Refrigerantes e Dafruta Premium.



Confira os produtos que contêm as duas substâncias limites para as bebidas. O Idec entende que, pautados pelo princípio da precaução, o MAPA e a Anvisa deveriam: 

• Verificar a presença de benzeno em produtos disponíveis no mercado brasileiro.

• Publicar e divulgar os resultados encontrados.

• Exigir um recall dos produtos que contiverem mais do que 5 µg/L.

• Exigir a reformulação dos produtos, buscando alternativas que evitem a formação da substância.

• Estudar a viabilidade de uma norma para definir o limite máximo permitido para o benzeno em bebidas.

Os fabricantes das bebidas deveriam:

• Verificar a presença de benzeno em seus produtos disponíveis no mercado brasileiro.

• Realizar um recall dos seus produtos que contiverem mais do que 5 microgramas/L (utilizando, no mínimo, a mesma norma que a da água potável).

• Publicar e divulgar amplamente os resultados encontrados.

• Reformular a composição dos seus produtos, buscando alternativas que evitem a formação de benzeno. Esta também é uma forma de exercer a sua responsabilidade social empresarial.
Os consumidores devem:

• Ler o rótulo das bebidas e verificar se elas contêm benzoato de sódio (INS 211) e ácido ascórbico (INS 300) na composição.

• Caso não queira deixar de comprar esses produtos, busque armazená-los em locais frescos e fora da incidência de luz, recomendação já presente em várias das embalagens.

Fonte: http://www.idec.org.br
http://despertardegaia.blogspot.com/

CÂNCER: Doença do corpo, mente e espírito

célula cancerígena
Informações  sobre o câncer. Muito importante, favor compartilhar.
1. Toda pessoa tem células de câncer no corpo. Estas células cancerosas não aparecem nos testes padrões, até que elas se multipliquem em alguns bilhões. Quando os médicos dizem aos pacientes de câncer que não há mais nenhuma célula de câncer nos seus corpos, após o tratamento, isto quer dizer que os testes não podem mais identificar as células cancerosas, porque elas não atingiram o tamanho detectável. 
2. Células cancerosas podem ocorrer de 6 a mais de 10 vezes na vida de uma pessoa.
3. Quando o sistema imunológico da pessoa é vigoroso, as células cancerosas serão destruídas e impedidas de multiplicar e formar tumores. 
4. Quando uma pessoa tem câncer, isto significa que ela tem múltiplas deficiências nutricionais. Estas deficiências são devidas ao fator genético, ambiental, da alimentação e do estilo de vida.
5. Superar as deficiências nutricionais múltiplas significa mudança de dieta  que irá fortalecer o sistema imunológico. 
6. Quimioterapia impede o crescimento acelerado das células de câncer e também destrói as células saudáveis na medula óssea, na área gastro-intestinal etc, e pode causar dano aos órgãos, como fígado, rins, coração, pulmões etc. 
7. A radiação, enquanto vai destruindo as células de câncer, também produz queimaduras, cicatrizes e danificam as células saudáveis, tecidos e órgãos.
8. O tratamento inicial com quimioterapia e radiação muitas das vezes poderá reduzir o tamanho do tumor. Entretanto, o uso prolongado da quimioterapia e da radiação não resulta em mais destruição do tumor. 
9. Quando o corpo está muito sobrecarregado com o efeito da quimioterapia e da radiação, o sistema imunológico ou está comprometido ou destruído; por conseguinte a pessoa pode sucumbir a vários tipos de infecções e complicações. 
10. Quimioterapia e radiação podem causar células cancerosas e mutação, se tornarem resistentes e de difícil destruição. Cirurgia também pode produzir células cancerosas e espalhar para outras áreas do corpo.
11. Um modo efetivo para combater o câncer é fazer as células cancerosas passarem fome, não as alimentando, pois elas necessitam de alimento para se multiplicarem.
ELAS SE ALIMENTAM DE:
a) O açúcar é um alimentador do câncer. Tirando o açúcar, se elimina a fonte de suprimento da sua alimentação mais importante. Substitutos do açúcar como o Nutrasweet, Equal, Spoonfull, etc, são feitos de Aspartame, que é prejudicial à saúde. Um mais adequado substituto natural seria o mel de Manuka, (tipo de árvore que tem folhas odoríferas nativa da Nova Zelândia e Tansmânia) ou melaço, mas só em pequenas quantidades. 
b) O sal de mesa tem uma substância química para torná-lo branco. A melhor alternativa é o BRAGG LIQUID AMINOS, (produto americano, feito com um concentrado de proteína líquida, derivado da soja, que contem vários aminoácidos) ou sal marinho. 
c) O leite faz o corpo produzir muco, especialmente na área gastro-intestinal. O câncer se alimenta do muco. Eliminando o leite e substituindo-o por leite de soja não adoçado, as células cancerosas morrem de fome. 
12. Celulas cancerosas prosperam em um ambiente ácido. Uma dieta com base na carne é ácida; assim é melhor comer peixe e uma pequena quantidade de frango, do que ingerir carne de boi ou de porco. Carne de gado (criado em fazendas) contém antibióticos, hormônios de crescimento e parasitas, que são prejudiciais, principalmente às pessoas com câncer. 
13. Uma dieta feita com 80% de legumes frescos, sucos, grãos inteiros, sementes, nozes e um pouco de frutas ajudam pôr o corpo em um ambiente alcalino. Aproximadamente, 20% delas podem ser ingeridas cozida incluindo os feijões. 
               
a) Sucos de vegetais frescos provêem enzimas que são facilmente absorvidas e alcançam até níveis celulares dentro de 15 minutos, para nutrir e aumentar o crescimento das células saudáveis. Para obter enzimas vivas, para formar células saudáveis, tente ingerir sucos de vegetal frescos (a maioria dos legumes, inclusive brotos de feijão) e comer alguns legumes crus, duas ou três vezes por dia. As enzimas são destruídas a temperaturas de 104 graus Fahrenheit (40 graus centígrados). 
                              
b) Evite café, chá e chocolate, que têm alto nível de cafeína. O chá verde é a melhor alternativa.
c) É melhor beber água limpa e natural, deionizada, filtrada, para evitar as toxinas conhecidas e metais pesados da água de torneira. A água destilada é ácida; evite-a. 
14. Proteína de carne é difícil de digerir e requer muitas enzimas digestivas. Carne não digerida, que permanece nos intestinos, putrefa e causa a formação de mais tóxico.
15. Células cancerosas têm (suas) paredes cobertas de proteína dura. Privando-as, ou alimentando-as com pouca carne, elas se livram de mais enzimas (tóxicas) e do ataque às paredes de proteína das células cancerosas, e permite que as células protetoras do corpo destruam as células cancerosas. 
16. Alguns suplementos constroem o sistema imunológico: O IP6, Flor-essence, (flor de essência – uma mistura de ervas para fazer chá, que se acredita, tem propriedades para curar o câncer) antioxidantes vitaminas, minerais, etc., para permitir que as próprias células protetoras do corpo destruam as células cancerosas. Outros suplementos, como vitamina E, são conhecidos por causar apoptose,(autodestruição da célula; uma espécie de sistema programado para matá-las) – o método normal do corpo de se livrar das células estragadas, indesejáveis ou desnecessárias. 
17. Câncer é uma doença da mente, do corpo e do espírito. Um espírito pró-ativo e positivo ajudará o guerreiro do câncer a ser um sobrevivente. Raiva, inclemência e amargura põem o corpo em estresse, num ambiente acetoso. Aprenda ter um espírito clemente e amoroso. Aprenda relaxar e desfrutar vida. 
18. As células cancerosas não podem prosperar num ambiente oxigenado. Exercitando diariamente e profundamente a respiração, ajuda adquirir mais oxigênio até o nível celular. A terapia de oxigênio é outra maneira usada para destruir as células cancerosas. 
PROTEJA-SE:
1. Não coloque nenhum recipiente plástico em microondas.

2. Não coloque suas garrafas de plástico, com água, em congelador.
Substâncias químicas de dioxina causas câncer, especialmente câncer de mama. Dioxina são altamente venenosas às células dos nossos corpos. 
Recentemente, o Dr. Edward Fujimoto, Gerente de Programa de Bem-estar junto ao Hospital de Castle, estava em um programa de televisão para explicar esta periculosidade. Ele falou sobre as dioxinas e de como elas são ruins para nós. Ele disse que nós não deveríamos estar aquecendo nossa comida em microonda usando recipientes de plástico. Isto se aplica especialmente para alimentos gordurosos. Disse que a combinação da gordura e alta temperatura liberam dioxinas na comida e finalmente nas células do corpo. 
Ao invés, ele recomenda usar vasos de vidro, como Pirex ou recipientes cerâmicos para aquecer a comida. Você obtém os mesmos resultados, só sem a dioxina. Alimentos de TV Dinners (alimentos já prontos, congelados, sopas prontas empacotadas, etc.) deveriam ser removidos dos recipientes e aquecidos em outra coisa. 
O papel não causa mal, pois você não sabe a sua composição. É mais seguro usar vidro temperado, como os produzidos pela Corning Ware, (Companhia americana, fabricante de cabos de fibras ópticas, que no passado fabricava utensílios domésticos a prova de fogo). 
Embalagens de recipientes feitos com espumas sintéticas o problema é a dioxina.
Aquela envoltura de plástico, como o Saran, (material de plástico impermeável) é muito perigosa quando colocado por cima dos alimentos, para ser cozidos no forno de microondas. Como a comida recebe altas temperaturas, (“nuke”) faz as toxinas venenosas derreterem a embalagem do plástico e gotejar para dentro da comida. Cubra o alimento com pirex ou cerâmica. 
Fonte: Vista-se
LEIA TAMBÉM, CLIQUE: