UMA CARTA ABERTA AO BRASIL


Querido Brasil,

O Carnaval acabou. O “ano novo” finalmente vai começar e eu estou te deixando para voltar para o meu país.
Assim como vários outros gringos, eu também vim para cá pela primeira vez em busca de festas, lindas praias e garotas.

O que eu não poderia imaginar é que eu passaria a maior parte dos 4 últimos anos dentro das suas fronteiras. Aprenderia muito sobre a sua cultura, sua língua, seus costumes e que, no final deste ano, eu me casaria com uma de suas garotas.

Não é segredo para ninguém que você está passando por alguns problemas. Existe uma crise política, econômica, problemas constantes em relação à segurança, uma enorme desigualdade social e agora, com uma possível epidemia do Zika vírus, uma crise ainda maior na saúde.
Durante esse tempo em que estive aqui, eu conheci muitos brasileiros que me perguntavam: “Por que? Por que o Brasil é tão ferrado? Por que os países na Europa e América do Norte são prósperos e seguros enquanto o Brasil continua nesses altos e baixos entre crises década sim, década não?”
No passado, eu tinha muitas teorias sobre o sistema de governo, sobre o colonialismo, políticas econômicas, etc.

Mas recentemente eu cheguei a uma conclusão. Muita gente provavelmente vai achar essa minha conclusão meio ofensiva, mas depois de trocar várias ideias com alguns dos meus amigos, eles me encorajaram a dividir o que eu acho com todos os outros brasileiros.


Então aí vai: é você.

Você é o problema.
Sim, você mesmo que está lendo esse texto. Você é parte do problema. Eu tenho certeza de não é proposital, mas você não só é parte, como está perpetuando o problema todos os dias.
Não é só culpa da Dilma ou do PT. 

Não é só culpa dos bancos, da iniciativa privada, do escândalo da Petrobras, do aumento do dólar ou da desvalorização do Real.

O problema é a cultura. São as crenças e a mentalidade que fazem parte da fundação do país e são responsáveis pela forma com que os brasileiros escolhem viver as suas vidas e construir uma sociedade.
O problema é tudo aquilo que você e todo mundo a sua volta decidiu aceitar como parte de “ser brasileiro” mesmo que isso não esteja certo.
Quer um exemplo?
Imagine que você está de carona no carro de um amigo tarde da noite. Vocês passam por uma rua escura e totalmente vazia.

O papo está bom e ele não está prestando muita atenção quando, de repente, ele arranca o retrovisor de um carro super caro. Antes que alguém veja, ele acelera e vai embora.

No dia seguinte, você ouve um colega de trabalho que você mal conhece dizendo que deixou o carro estacionado na rua na noite anterior e ele amanheceu sem o retrovisor. Pela descrição, você descobre que é o mesmo carro que seu brother bateu “sem querer”. O que você faz?
A) Fica quieto e finge que não sabe de nada para proteger seu amigo? Ou
B) Diz para o cara que sente muito e força o seu amigo a assumir a responsabilidade pelo erro?
Eu acredito que a maioria dos brasileiros escolheria a alternativa A. Eu também acredito que a maioria dos gringos escolheria a alternativa B.
Nos países mais desenvolvidos o senso de justiça e responsabilidade é mais importante do que qualquer indivíduo. Há uma consciência social onde o todo é mais importante do que o bem-estar de um só. E por ser um dos principais pilares de uma sociedade que funciona, ignorar isso é uma forma de egoísmo.
Eu percebo que vocês brasileiros são solidários, se sacrificam e fazem de tudo por suas famílias e amigos mais próximos e, por isso, não se consideram egoístas.
Mas, infelizmente, eu também acredito que grande parte dos brasileiros seja extremamente egoísta, já que priorizar a família e os amigos mais próximos em detrimento de outros membros da sociedade é uma forma de egoísmo.
Sabe todos aqueles políticos, empresários, policiais e sindicalistas corruptos? Você já parou para pensar por que eles são corruptos?

Eu garanto que quase todos eles justificam suas mentiras e falcatruas dizendo: “Eu faço isso pela minha família”.

Eles querem dar uma vida melhor para seus parentes, querem que seus filhos estudem em escolas melhores e querem viver com mais segurança.

É curioso ver que quando um brasileiro prejudica outro cidadão para beneficiar sua famílias, ele se acha altruísta. Ele não percebe que altruísmo é abrir mão dos próprios interesses para beneficiar um estranho se for para o bem da sociedade como um todo.
Além disso, seu povo também é muito vaidoso, Brasil. Eu fiquei surpreso quando descobri que dizer que alguém é vaidoso por aqui não é considerado um insulto como é nos Estados Unidos. Esta é uma outra característica particular da sua cultura.
Algumas semanas atrás, eu e minha noiva viajamos para um famoso vilarejo no nordeste. Chegando lá, as praias não eram bonitas como imaginávamos e ainda estavam sujas.

Um dos pontos turísticos mais famosos era uma pedra que de perto não tinha nada demais. Foi decepcionante.

Quando contamos para as pessoas sobre a nossa percepção, algumas delas imediatamente disseram: “Ah, pelo menos você pode ver e tirar algumas fotos nos pontos turísticos, né?”
Parece uma frase inocente, mas ela ilustra bem essa questão da vaidade: as pessoas por aqui estão muito mais preocupadas com as aparências do que com quem eles realmente são.
É claro que aqui não é o único lugar no mundo onde isso acontece, mas é muito mais comum do que em qualquer outro país onde eu já estive.
Isso explica porque os brasileiros ricos não se importam em pagar três vezes mais por uma roupa de grife ou uma jóia do que deveriam, ou contratam empregadas e babás para fazerem um trabalho que poderia ser feito por eles. 

É uma forma de se sentirem especiais e parecerem mais ricos. Também é por isso que brasileiros pagam tudo parcelado. Porque eles querem sentir e mostrar que eles podem ter aquela super TV mesmo quando, na realidade, eles não tenham dinheiro para pagar.

No fim das contas, esse é o motivo pelo qual um brasileiro que nasceu pobre e sem oportunidades está disposto a matar por causa de uma motocicleta ou sequestrar alguém por algumas centenas de Reais. Eles também querem parecer bem sucedidos, mesmo que não contribuam com a sociedade para merecer isso.

Muitos gringos acham os brasileiros preguiçosos. Eu não concordo. Pelo contrário, os brasileiros tem mais energia do que muita gente em outros lugares do mundo (vide: Carnaval).
O problema é que muitos focam grande parte da sua energia em vaidade em vez de produtividade. A sensação que se tem é que é mais importante parecer popular ou glamouroso do que fazer algo relevante que traga isso como consequência. É mais importante parecer bem sucedido do que ser bem sucedido de fato.
Vaidade não traz felicidade. Vaidade é uma versão “photoshopada” da felicidade. Parece legal vista de fora, mas não é real e definitivamente não dura muito.
Se você precisa pagar por algo muito mais caro do que deveria custar para se sentir especial, então você não é especial.

Se você precisa da aprovação de outras pessoas para se sentir importante, então você não é importante.

Se você precisa mentir, puxar o tapete ou trair alguém para se sentir bem sucedido, então você não é bem sucedido. Pode acreditar, os atalhos não funcionam aqui.

E sabe o que é pior? Essa vaidade faz com que seu povo evite bater de frente com os outros. Todo mundo quer ser legal com todo mundo e acaba ou ferrando o outro pelas costas, ou indiretamente só para não gerar confronto.
Por aqui, se alguém está 1h atrasado, todo mundo fica esperando essa pessoa chegar para sair. Se alguém decide ir embora e não esperar, é visto como cuzão.

Se alguém na família é irresponsável e fica cheio de dívidas, é meio que esperado que outros membros da família com mais dinheiro ajudem a pessoa a se recuperar.

Se alguém num grupo de amigos não quer fazer uma coisa específica, é esperado que todo mundo mude os planos para não deixar esse amigo chateado. Se em uma viagem em grupo alguém decide fazer algo sozinho, este é considerado egoísta.

É sempre mais fácil não confrontar e ser boa praça. Só que onde não existe confronto, não existe progresso.
Como um gringo que geralmente não liga a mínima sobre o que as pessoas pensam de mim, eu acho muito difícil não enxergar tudo isso como uma forma de desrespeito e auto-sabotagem.

Em diversas circunstâncias eu acabo assistindo os brasileiros recompensarem as “vítimas” e punirem àqueles que são independentes e bem resolvidos.

Por um lado, quando você recompensa uma pessoa que falhou ou está fazendo algo errado, você está dando a ela um incentivo para nunca precisar melhorar.

Na verdade, você faz com que ela fique sempre contando com a boa vontade de alguém em vez de ensina-la a ser responsável.

Por outro lado, quando você pune alguém por ser bem resolvido, você desencoraja pessoas talentosas que poderiam criar o progresso e a inovação que esse país tanto precisa.

Você impede que o país saia dessa merda que está e cria ainda mais espaço para líderes medíocres e manipuladores se prolongarem no poder.


E assim, você cria uma sociedade que acredita que o único jeito de se dar bem é traindo, mentindo, sendo corrupto, ou nos piores casos, tirando a vida do outro.
As vezes, a melhor coisa que você pode fazer por um amigo que está sempre atrasado é ir embora sem ele. Isso vai fazer com que ele aprenda a gerenciar o próprio tempo e respeitar o tempo dos outros.
Outras vezes, a melhor coisa que você pode fazer com alguém que gastou mais do que devia e se enfiou em dívidas é deixar que ele fique desesperado por um tempo. Esse é o único jeito que fará com que ele aprenda a ser mais responsável com dinheiro no futuro.
Eu não quero parecer o gringo que sabe tudo, até porque eu não sei. E deus bem sabe o quanto o meu país também está na merda (eu já escrevi aqui sobre o que eu acho dos EUA).
Só que em breve, Brasil, você será parte da minha vida para sempre. Você será parte da minha família. Você será meu amigo. Você será metade do meu filho quando eu tiver um.
E é por isso que eu sinto que preciso dividir isso com você de forma aberta, honesta, com o amor que só um amigo pode falar francamente com outro, mesmo quando sabemos que o que temos a dizer vai doer.
E também porque eu tenho uma má notícia: não vai melhorar tão cedo.
Talvez você já saiba disso, mas se não sabe, eu vou ser aquele que vai te dizer: as coisas não vão melhorar nessa década.
O seu governo não vai conseguir pagar todas as dívidas que ele fez a não ser que mude toda a sua constituição.

Os grandes negócios do país pegaram dinheiro demais emprestado quando o dólar estava baixo, lá em 2008-2010 e agora não vão conseguir pagar já que as dívidas dobraram de tamanho. Muitos vão falir por causa disso nos próximos anos e isso vai piorar a crise.

O preço das commodities estão extremamente baixos e não apresentam nenhum sinal de aumento num futuro próximo, isso significa menos dinheiro entrando no país.

Sua população não é do tipo que poupa e sim, que se endivida. As taxas de desemprego estão aumentando, assim como os impostos que estrangulam a produtividade da classe trabalhadora.

Você está ferrado. Você pode tirar a Dilma de lá, ou todo o PT.

Pode (e deveria) refazer a constituição, mas não vai adiantar. Os erros já foram cometidos anos atrás e agora você vai ter que viver com isso por um tempo.

Se prepare para, no mínimo, 5-10 anos de oportunidades perdidas. Se você é um jovem brasileiro, muito do que você cresceu esperando que fosse conquistar, não vai mais estar disponível. Se você é um adulto nos seus 30 ou 40, os melhores anos da economia já fazem parte do seu passado. Se você tem mais de 50, bem, você já viu esse filme antes, não viu?
É a mesma velha história, só muda a década. A democracia não resolveu o problema. Uma moeda forte não resolveu o problema. Tirar milhares de pessoa da pobreza não resolveu o problema. O problema persiste. E persiste porque ele está na mentalidade das pessoas.
O “jeitinho brasileiro” precisa morrer. Essa vaidade, essa mania de dizer que o Brasil sempre foi assim e não tem mais jeito também precisa morrer. E a única forma de acabar com tudo isso é se cada brasileiro decidir matar isso dentro de si mesmo.
Ao contrario de outras revoluções externas que fazem parte da sua história, essa revolução precisa ser interna. Ela precisa ser resultado de uma vontade que invade o seu coração e sua alma.
Você precisa escolher ver as coisas de um jeito novo.

Você precisa definir novos padrões e expectativas para você e para os outros.

Você precisa exigir que seu tempo seja respeitado.

Você deve esperar das pessoas que te cercam que elas sejam responsabilizadas pelas suas ações.

Você precisa priorizar uma sociedade forte e segura acima de todo e qualquer interesse pessoal ou da sua família e amigos.

Você precisa deixar que cada um lide com os seus próprios problemas, assim como você não deve esperar que ninguém seja obrigado a lidar com os seus.

Essas são escolhas que precisam ser feitas diariamente. Até que essa revolução interna aconteça, eu temo que seu destino seja repetir os mesmos erros por muitas outras gerações que estão por vir.
Você tem uma alegria que é rara e especial, Brasil. Foi isso que me atraiu em você muitos anos atrás e que me faz sempre voltar. Eu só espero que um dia essa alegria tenha a sociedade que merece.
Seu amigo,
Mark
Traduzido por Fernanda Neute
Participe da discussão no Fórum Anti-NOM.

O CARNAVAL – Se vocês desejam a Luz, então não se juntem com a escuridão

Mensagem canalizada em 16 de fevereiro de 2015 – Saint Germain
Eu vos saúdo com amor do Pai. Tudo está acontecendo cada vez mais rápido. Nós estamos conseguindo colocar um fim em muitos negócios da cabala escura, nossos planos estão conseguindo um progresso contínuo e  por isso que todos nós estamos muito felizes.
Sei que esta semana em muitos países é uma semana de festas, mas não vos engane, essa festa foi criada desde o início para vos distrair, para despertar vossos sentimentos mais primitivos, de vos tirar do vosso caminho de retorno para casa.
Quando os escuros criaram esta festa eles não esperavam que fosse o “sucesso” que foi. Hoje tem pessoas que esperam o ano todo para sua chegada, mesmo que os índices de violência, mortes, uso de drogas, estupros, sejam enormes nesses dias, ainda sim, acreditam que seja uma “festa de alegria”, mas eu vos digo, não existe nada de alegre nesses dias para quem participa dessa festa.
Por isso, a importância de falarmos que se vocês desejam a Luz, então não se juntem com a escuridão, nem para uma ” brincadeira “. Não é assim que se diz , “brincar no carnaval”?

Não entrem nessa armadilha, Trabalhadores da Luz, porque muitas dessas festas estão cheias de vampiros que também esperam ansiosamente para sugar a Luz de vocês.
Todos vocês que estão percorrendo o caminho da maestria, não devem permitir que a vossa energia seja o alimento para os seres de pouca Luz.
Eles têm que serem amados e orientados, mas não devem ser alimentados.
Sei que muito de vocês já entenderam que esta festa é uma grande distração dos escuros, e aprenderam a usar os dias desse período para se integrarem ainda mais com a Luz, procurando passar alguns dias em contato com a natureza ou em retiros ou até mesmo em casa, descansando e meditando.
Acreditem em mim, vocês não tem ideia do bem que vocês estão fazendo para si mesmos em ficar longe desse distração.
O caminho de vocês em Gaia é o caminho da lembrança, quanto mais atento você estiverem, mais rápido vocês se lembrarão de quem são.
Eu vos deixo as minhas bençãos sem fim.
Eu sou Saint Germain
Canal: Luciana Attorresi 
Fonte: http//trabalhadoresdaluz.altervista.org

CARNAVAL E ESPIRITUALIDADE

Carnaval e Espiritualidade
Car-na-val

Car-na-val = carne nada vale
Visão dos orientadores espirituais sobre o carnaval.
“atrás do trio elétrico também vai quem já “morreu”…”.
“atrás do trio elétrico só não vai que já morreu…”.
As origens do carnaval
1 – Nas festas populares dos povos antigos, que se entregavam aos prazeres coletivos;
2 – Nas festas romanas, chamadas saturnália, quando se imolava uma vítima humana, previamente escolhida;
3 – Nas bacanálias, da grécia, quando era homenageado o deus Dionísio.
Significado dos termos
1 – saturnália ou saturnal = festas romanas em honra de saturno, nas quais predominava a lincenciosidade; orgia.
2 – bacanália ou bacanal = festim  dissoluto; devassidão; orgia. Festas antigas em honra de baco. Baco = deus romano do vinho. Dionísio = deus grego da vinha e do vinho.
Justificativa do evento
Necessidade de descarregarem-se as tensões e recalques, segundo alguns estudiosos do comportamento e da psiquê.
  
Composição do verbete
O verbete “carnaval” foi composto com a primeira sílaba das palavras a “carne nada vale”
Festa dos sentidos
Festa dos corpos, dos sentidos físicos, as criaturas esquecem-se dos escrúpulos, do pudor, confundindo-se numa linha comum de alienação.
A razão do carnaval
“expressiva faixa de humanidade terrena transita entre os limites do instinto e os pródomos da razão, mais sequiosos de sensações do que ansiosos pelas emoções superiores, natural que se permitam, nestes dias, os excessos que reprimem por todo o ano, sintonizados com as entidades que lhes são afins, é de lamentar, porém, que muitos se apresentam, nos dias normais, como discípulos de jesus.”

A população invisível
1. A população invisível ao olhar humano era acentuadamente maior que a dos encarnados;
2. Disputavam entre si a vampirização das vítimas encarnadas, que eram telecomandadas;
3. Estimulavam a sensibilidade e as libações alcóolicas de que participavam;
4. Ingeriam drogas, utilizando-se dos comparsas no corpo físico;
5. Se interligavam a desmandos e orgias lamentáveis;
6. Uns magotes desenfreados atacavam os burlescos transeuntes, transmitindo-lhes induções nefastas;
7. Davam início, assim, a processos nefandos de obsessões demoradas;
8. Misturavam-se espíritos de aspecto bestial e lupino, verdugos e técnicos de vampirização do tônus sexual, em promiscuidade alarmante com inúmeros encarnados.
  
A inspiração
“muitos fantasiados haviam obtido inspiração para as suas expressões grotescas, em visitas a regiões inferiores do além, onde encontravam larga cópia de deformidades e fantasias de horror”
Faixas vibratórias em torno da terra
“logo depois que eu retornara à vida espiritual, percebi haver, em torno da terra, faixas vibratórias concêntricas, que a envolviam, desde as mais condensadas, próximas da área física, até as mais sutis, distanciadas do movimento humano na crosta… São vitalizadas pelas sucessivas ondas mentais dos habitantes do planeta, que de alguma forma sofrem-lhes a condensação perniciosa”.
Concentração mental
“a grande concentração mental de milhões de pessoas, na fúria carnavalesca, irradiações dos que participavam ativamente, enlouquecidos, e dos que, por qualquer razão, se sentiam impedidos, afetava para pior a imensa área de trevas, ao tempo em que esta influenciava os seus mantenedores…”

Obsessões coletivas
“nesse período, instalam-se lamentáveis obsessões coletivas que entorpecem multidões, dizimam existências, alucinam valiosos indivíduos que se vinculam a formosos projetos dignificadores”
Afinidade
Acurando a vista, podia perceber que, não obstante a iluminação forte, pairava uma nuvem espessa onde se agitava outra multidão, porém, de desencarnados, mesclando-se com as criaturas terrestres de tal forma permeada, que se tornaria difícil estabelecer fronteiras delimitadoras entre uma e outra faixa de convivência.
Voluntárias do sofrimento futuro
“tornando insuportável a situação de cada uma dessas vítimas voluntárias do sofrimento futuro, os parasitas espirituais que se lhes acoplam, os obsessores que os dominam, explorando suas energias, atiram-nos aos abismos da luxúria cada vez mais desgastante, do aviltamento moral, da violência, a fim de mantê-los no clima próprio, que lhes permite a exploração até a exaustão de todas as forças.”
Dificuldade para adaptar-se à vida normal
Passada a onda de embriaguez dos sentidos, os rescaldos da festa se apresentarão nos corpos cansados, nas mentes intoxicadas, nas emoções desgovernadas e os indivíduos despertarão com imensa dificuldade para adaptar-se à vida normal, às convenções éticas, necessitando prosseguir na mesma bacanal até a consumpção das energias.

Infestação espiritual
“em face dos desconcertos emocionais que os exageros festivos produzem nas criaturas menos cautelosas, há uma verdadeira infestação espiritual pertubadora da sociedade terrestre, quando legiões de espíritos infelizes, ociosos e perversos, são atraídas e sincronizam com as mentes desarvoradas”
Estancar-se a onda crescente da sensualidade
É muito difícil, no momento, estancar-se a onda crescente da sensualidade, do erotismo, da depravação nas paisagens terrenas, especialmente em determinados países.
Isto porque, as autoridades que governam algumas cidades e nações, com as exceções compreensíveis, estão mais preocupadas com a conquista de eleitores para os iludir, do que interessadas na sua educação.
Mediunidade no carnaval
“no ambiente convulsionado da orgia, naturalmente que a médium terminaria por assimilar altas cargas de fluidos perniciosos que lhe pertubariam o equilíbrio, tornando-se fácil presa de situações e influências nefastas.”
A influência negativa pela televisão
“o advento da televisão… Trouxe, para a intimidade doméstica, altas cargas de informações, que nem sempre podem ser digeridas com facilidade. … Propiciando se assistam programas portadores de carregadas mensagens negativas…
Quando vai desligada, o telespectador nem sempre se liberta da película, de cujo conteúdo emocional participou , ou das últimas notícias que recebeu, como é natural, agita-se durante o processo do sono, detendo-se nas cogitações não superadas ou partindo em direção das sugestões que foram captadas, com sérios distúrbios para o equilíbrio, a paz pessoal”.
A televisão se rende e leva as festas carnavalescas como ponto alto em sua programação influenciando, ainda mais, as mentes invigilantes.
Até as campanhas bem intencionadas contribuem para esta realidade.

Estranhos comportamentos das massas
É certo que atraem os turistas, alguns para observar os estranhos comportamentos das massas, que têm em conta de subdesenvolvidas, de atrasadas, de primitivas, permanecendo em camarotes de luxo, como os antigos romanos contemplando as arenas festivas, nas quais os assassinatos legais misturavam-se às danças, às lutas de gladiadores e ao teatro fescenino…
O ar irrespirável
Como esquecer de uma das lições da coleção andré luiz, em que o autor descreve a migração de falange de espíritos trevosos, mais parecendo sombras se aproximarem das cidades brasileiras em um carnaval?
 Como diz André Luiz o ar fica irrespirável.
Explicações para a legalização
Mais recentemente, foram encontradas outras explicações para a legalização das bacanais públicas, sob os holofotes poderosos da mídia, como sejam as do turismo, que deixa lucros nas cidades pervertidas e cansadas de luxúria.
O espírita e o carnaval
Muitos espíritas, ingenuamente, julgam que a participação nas festas de momo, tão do agrado dos brasileiros, não acarreta nenhum mal a nossa integridade psico-espiritual.
E de fato, não haveria prejuízo maior, se todos pensassem e brincassem num clima sadio, de legitima confraternização.
Infelizmente, porém, a realidade é bem diferente.
Conclusões após carnaval
Vejamos, por exemplo, as conclusões a que chegou um grupo de psicólogos que analisou o carnaval, segundo matéria publicada já há algum tempo no correio brasiliense, importante jornal da capital da república:
“(…) De cada dez casais que caem juntos na folia, sete terminam a noite brigados (cenas de ciúme, intrigas, etc.);
Que, desses mesmos dez casais, posteriormente, três se transformam em adultério;
Que de cada dez pessoas (homens e mulheres) no carnaval, pelo menos sete se submetem a coisas que abominam no seu dia-a-dia, como o álcool e outras drogas (…).
Concluíram que tudo isto decorre do êxtase atingido na grande festa, quando o símbolo da liberdade, da igualdade, mas também da orgia e da depravação, estimulado pelo álcool leva as pessoas a se comportarem fora de seus padrões normais (…)”.

A festa terá fim um dia?
“a festa é vestígio da barbárie e do primitivismo ainda reinantes, e que um dia desaparecerão da terra, quando a alegria pura, a jovialidade, a satisfação, o júbilo real substituírem as paixões do prazer violento e o homem houver despertado para a beleza, a arte, sem agressão nem promiscuidade.”
O que o espiritismo esclarece ?
Que o pensamento altera o meio, atrai pensamentos semelhantes.
“o que o espiritismo acha desta festa popular?”
O espiritismo esclarece quais são as conseqüências dos atos, deixando para nós escolhermos os caminhos.
Educação como base primordial
“só a educação, em outras bases, quando a ética e a moral renascerem no organismo social, irá demonstrar que para ser feliz e para recrear-se, não se torna imperioso o vilipêndio do ser, nem a sua desintegração num dia, esquecendo-se de sua eternidade”.
Conseqüências Nefastas
1. Moléstias graves se instalam em oportunidades dessas;
2. Comportamentos morais se alteram sob o açodar dos apetites desmedidos;
3. Distúrbios afetivos surgem após tais ilusões que passam;
4. Soçobros financeiros ficam em cobranças demoradas;
5. Homicídios tresvariados, suícidios alucinados, paradas cardíacas por excesso de movimentos e exaustão de forças;
6. Desencarnação por abuso de drogas;

  
Opinião de Emmanuel 
Nenhum espírito equilibrado em face do bom senso, que deve presidir a existência das criaturas, pode fazer apologia da loucura generalizada que adormece as consciências nas festas carnavalescas.
Há nesses momentos de indisciplina sentimental o largo acesso das forças da treva nos corações e às vezes toda uma existência não basta para realizar os reparos precisos de uma hora de insânia e de esquecimento do dever.
Ação altamente meritória seria a de empregar todas as verbas consumidas em semelhantes festejos na assistência social aos necessitados de um pão e de um carinho.
Psicografia de Chico Xavier 
Opinião de André Luiz
O espírita deve afastar-se de festas lamentáveis, como aquelas que assinalam a passagem do carnaval, inclusive as que se destaquem pelos excessos de gula, desregramento ou manifestações exteriores espetaculares.
Psicografia de Waldo Vieira
Fontes consultadas:
Atividades de socorro a encarnados e desencarnados, desenvolvidas por uma grande equipe espiritual, sob o comando de dr. Bezerra de menezes, nos dias de carnaval de 1982, no rio de janeiro. Contém o relato de socorro espiritual a trabalhadores do evangelho, encarnados, que passavam por grandes perigos.
Bibliografia
Entre os Dois Mundos (Divaldo Pereira Franco pelo espírito Manoel Philomeno de Miranda)
Nas fronteiras da Loucura (Pereira Franco  pelo espírito Manoel Philomeno de Miranda)
Sobre o carnaval (Pedro Herbert C. Onofre)
Conduta Espírita (André Luiz  psicografia de Waldo Vieira)
Mensagem sobre o carnaval (Chico Xavier pelo espírito Emmanuel)
Artigo: Espírita e o carnaval – Pedro Fagundes Azevedo
Artigo: Sobre o carnaval – Pedro Herbert c. Onofre 
Enciclopédia Houaiss.
Trabalho readaptado – O carnaval na visão dos orientadores espirituais (cefak)
Leia também, clique nos links:

O MAGNETISMO HUMANO DURANTE O CARNAVAL

Quando adentramos em um ambiente qualquer, e durante a nossa permanência neste local, o nosso campo magnético estará interagindo com o campo magnético daquele lugar e, desta forma, acorre uma influência mútua magnética entre a energia do local e a nossa energia interna. 
Caso o campo magnético daquele local for predominantemente positivo e potente, em se tratando do nosso campo magnético, a influência dele será saudável. Caso contrário, se o campo magnético daquele local for predominantemente negativo e potente, a influência dele será nociva. 
O que determina se o Campo eletromagnético de um ambiente é nocivo ou não para nós, é o padrão vibracional em que nos encontramos.
Quando analisamos a energia do Carnaval, observando-o apenas do ponto de vista do Magnetismo Humano, ou seja, não levando em consideração toda e qualquer análise ética, moral e religiosa, é o caso de utilizarmos a nossa imaginação:
Imagine um ambiente ou uma situação constituída por milhares de pessoas que foliam e dançam freneticamente, bem próximas umas das outras, com trajes bem curtos, “focadas” em um estilo musical e em danças extremamente sensuais e provocantes, regadas a litros e litros de bebidas alcoólicas, muitas delas aproveitando esse clima propício para exteriorizarem suas necessidades, vontades, carências, traumas e até suas violências e taras. 
Imaginou? Agora imagine que tipo de campo eletromagnético este ambiente ou situação cria.
E se você acredita em espíritos, levando em consideração que a nossa “companhia” de desencarnados também é determinada pela Lei da Atração (atraímos aquilo que vibramos), pergunto-lhes: 
Que tipos de desencarnados são atraídos para este tipo de ambiente ou situação? Quantos milhares desses desencarnados estão ali, próximos dos encarnados, usufruindo daquele ambiente que eles tanto adoram?
Convenhamos que se a maioria das pessoas que brincam no Carnaval – principalmente em multidões de milhares de pessoas – estivessem apenas dançando e exteriorizando suas alegrias, a polaridade do campo eletromagnético seria totalmente outra. 
A realidade seria proporcionalmente oposta e tanto os campos magnéticos destes ambientes quanto o nível evolutivo dos desencarnados presentes seriam assaz construtivos. 
Criamos a nossa realidade externa através da nossa Realidade Interna e esta Realidade Interna define aquilo que entrará em contato com nossas vidas.
Você pode estar pensando que este não é o seu caso, que você brinca o carnaval de maneira consciente, sadia e tranqüila, mantendo equilibradas e construtivas as suas energias internas. Quando há uma disputa energética, a energia vencedora deste “combate” é sempre a mais POTENTE
Desta forma as nossas energias durante esse período estarão totalmente envolvidas por energias extremamente “nocivas” que são muito mais potentes que as nossas, pois serão produzidas pelas milhares de pessoas que, ao nosso redor, brincam o Carnaval de maneira extremamente oposta à nossa.
O nosso Campo Eletromagnético REAGE sempre de acordo com o ambiente à nossa volta ou a uma situação qualquer. Quando duas energias são antagônicas, elas se repelem mutuamente (amor e ódio). 
Entretanto, quando estas energias antagônicas são obrigadas a conviver no mesmo ambiente, por um grande período de tempo, como sistema de defesa, a nossa organização eletromagnética começa a se adaptar a este padrão energético que nos está sendo imposto, fazendo com que o nosso padrão seja compatível com estas energias. 
Como vimos antes, não importa se a energia é positiva ou negativa, em uma disputa energética sempre vencerão as energias “mais fortes”.
Em se tratando do carnaval, por mais positivo e potente que seja a nossa energia interna, caso estejamos em um ambiente que é continuamente alimentado pelas vibrações desequilibradas e extremamente fortes de milhares de pessoas encarnadas e desencarnadas ao nosso redor que estão brincando o carnaval de maneira “destrutiva”, não teremos chance alguma de vencer esta batalha energética.
Você deve estar se perguntando: Mas será que meus Mestres Espirituais não atuam durante o carnaval? Claro que sim. 
A atuação de nossos Mestres Espirituais durante esse período é imprescindível, mas será que estaremos em um padrão vibracional aceitável para receber este auxílio? 
Só entramos em contato com aquilo que vibramos! Numa DISPUTA energética, tanto a energia mais forte, vencedora, quanto a energia perdedora deste combate, sofrerão desgastes energéticos proporcionais aos esforços necessários e suficientes para vencer a energia ou o campo magnético adversário.
Este artigo não é uma campanha CONTRA o Carnaval e sim uma campanha a favor de um carnaval consciente. 
Seja consciente, eleve a sua alegria durante este período, seja consciencioso de seus atos. Lembre-se: você é a forma que se relaciona com o mundo à sua volta. Relacione-se com equilíbrio e será o próprio equilíbrio.

SOBRE O CARNAVAL

Chico Xavier, pelo Espírito Emmanuel, sobre o Carnaval:

Nenhum espírito equilibrado em face do bom senso, que deve presidir a existência das criaturas, pode fazer apologia da loucura generalizada que adormece as consciências nas festas carnavalescas.

É lamentável que na época atual, quando os conhecimentos novos felicitam a mentalidade humana, fornecendo-lhes a chave maravilhosa dos seus elevados destinos, descerrando-lhes as belezas e os objetivos sagrados da Vida, se verifiquem excessos dessa natureza entre as sociedades que se pavoneiam com os títulos da civilização.

Enquanto os trabalhos e as dores abençoadas, geralmente incompreendidos pelos homens, lhes burilam o caráter e os sentimentos prodigalizando-lhes os benefícios inapreciáveis do progresso espiritual, a licenciosidade desses dias prejudiciais opera, nas almas indecisas e necessitadas do amparo moral dos outros espíritos mais esclarecidos, a revivescência de animalidades que só os longos aprendizados fazem desaparecer.

Há nesses momentos de indisciplina sentimental o largo acesso das forças da treva nos corações e às vezes toda uma existência não basta para realizar os reparos precisos de uma hora de insânia e de esquecimento do dever.

É estranho que as administrações e elementos de governos colaborem para que se intensifique a longa série de lastimáveis desvios de espíritos fracos, cujo caráter ainda aguarda o toque miraculoso da dor para aprender as grandes verdades da vida.



Enquanto há miseráveis que estendem as mãos súplices, cheios de necessidades e de fome, sobram as fartas contribuições para que os salões se enfeitem e se intensifique o olvido de obrigações sagradas por parte das almas cuja evolução depende do cumprimento austero dos deveres sociais e divinos.
 

Ação altamente meritória seria a de empregar todas as verbas consumidas em semelhantes festejos na assistência social aos necessitados de um pão e de um carinho. 

Ao lado dos mascarados da pseudo-alegria, passam os leprosos, os cegos, as crianças abandonadas, as mães aflitas e sofredoras.  

Por que protelar essa ação necessária das forças conjuntas dos que se preocupam com os problemas nobres da vida, a fim de que se transforme o supérfluo na migalha abençoada de pão e de carinho que será a esperança dos que choram e sofrem?

Que os nossos irmãos espíritas compreendam semelhantes objetivos de nossas despretensiosas opiniões, colaborando conosco, dentro de suas possibilidades, para que possamos reconstituir e reedificar os costumes para o bem de todas as almas.

É incontestável que a sociedade pode, com o seu livre-arbítrio coletivo, exibir superfluidades e luxos nababescos, mas, enquanto houver um mendigo abandonado junto de seu fastígio e de sua grandeza, ela só poderá fornecer com isso um eloqüente atestado de sua miséria moral.

Emmanuel
CARNAVAL – VISÃO ESPÍRITA


Processo de loucura e obsessão
As pessoas que se animam para a festa carnavalesca e fazem preparativos organizando fantasias e demais apetrechos para o que consideram um simples e sadio aproveitamento das alegrias e dos prazeres da vida, não imaginam que, muitas vezes, estão sendo inspiradas por entidades vinculadas às sombras.

Tais espíritos, buscam vitimas em potencial “para alijá-las do equilíbrio, dando inicio a processos nefandos de obsessões demoradas”.

Isso acontece tanto com aqueles que se afinizam com os seres perturbadores, adotando comportamento vicioso, quanto com criaturas cujas atitudes as identificam como pessoas respeitáveis, embora sujeitas às tentações que os prazeres mundanos representam, por também acreditarem que seja lícito enlouquecer uma vez por ano.

Esse processo sutil de aliciamento dá-se durante o sono, quando os encarnados, desprendidos parcialmente do corpo físico, fazem incursões às regiões de baixo teor vibratório, próprias das entidades vinculadas às tramas de desespero e loucura.

Os homens que assim procedem não o fazem simplesmente atendendo aos apelos magnéticos que atrai os espíritos desequilibrados e desses seres, mas porque a eles se ligam pelo pensamento, “em razão das preferências que acolhem e dos prazeres que se facultam no mundo íntimo”. 
Ou seja, as tendências de cada um, e a correspondente impotência ou apatia em vencê-las, são o imã que atrai os espíritos desequilibrados e fomentadores do desequilíbrio, o qual, em suma, não existiria se os homens se mantivessem no firme propósito de educar as paixões instintivas que os animalizam.
Na psicosfera criada por mentes convulsionadas pela orgia, os espíritos das trevas encontram terreno propício para influenciar negativamente, fomentando desvios de conduta, paixões grosseiras, agressões de toda a sorte e, ainda, astuciosas ciladas. No livro “Nas Fronteiras da Loucura”, psicografado por Divaldo Pereira Franco, são focalizados vários desses processos obsessivos, sobre pessoas imprevidentes, que pensavam apenas em se divertir no carnaval do Rio.

Mostra também o infatigável trabalho dos espíritos do bem, a serviço de Jesus, procurando diminuir o índice de desvarios e de desfechos profundamente infelizes.

Só por essa amostra já dá pra ver como é difícil, para qualquer cristão, passar incólume pelos ambientes momescos. Por maior que seja a sua fé, os riscos de contrariedades e aborrecimentos são muito grandes. 


A Doutrina Espírita nem apóia nem condena o Carnaval, o que ela sempre faz é nos esclarecer. O Carnaval é uma festa popular e, como em qualquer outro dia, o importante é buscarmos ficar em equilíbrio e tranquilidade, sem aflições nem excessos. 
Enquanto muitos se divertem, desequilibradamente, podemos fazer o bem. Se gostamos do carnaval, podemos entrar na festa, mas lembrando que a doutrina nos ensina a manter sempre uma postura moral elevada, independente da ocasião. 
No mais, para todas as situações da vida, lembremos sempre da recomendação de Paulo de Tarso (I Coríntios 10:23): “Todas as coisas me são lícitas, mas nem tudo me convém; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas edificam”.

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Fonte: http://www.omensageiro.com.br