AS MENSAGENS SÃO ALERTAS, MAS NÃO FARÃO POR VÓS O QUE VOS COMPETE – Mensagem de Emmanuel

Na pureza da flor, no abraço fraterno, vê-se que os irmãos de humanidade que compreendem as mensagens de Luz lançam-se nos trabalhos humanitários para ajudar aqueles que têm necessidade de uma palavra amiga, de um incentivo para não esmorecerem no cumprimento das duras provas, que não foram impingidas pelo Deus de amor e justiça, mas pela consciência que acusa a hora de cumprir, na carne, o ajuste de contas com o passado.
Podem vir várias catástrofes, podem abater-se dores, lágrimas, derrotas e guerras sobre a humanidade, mas se o homem não tomar para si a responsabilidade de transformar-se em meio ao mundo que, pouco a pouco, se desmorona ao seu redor, de nada valeu sofrer a fome, a miséria, as perdas e suas consequências, como também fazer bom uso da fortuna e da bonança.
Portanto, um dia, o homem há de entender que tudo que acontece em sua trajetória, nada mais é do que instrumento que a vida oferece para seu progresso, desde quando engatinhava nos mundos inferiores e que hoje, mais fortalecido com as marcas que adquiriu nas lutas terrenas, começa a se erguer e a progredir por vontade própria.
Irmãos, as mensagens são alertas, mas não farão por vós a tarefa que somente vos compete, que é sanar, através das provas, os milênios de equívocos praticados.
Olhamos, observamos, incentivamos e intuímos a prática do bem. No entanto, cabe somente a vós, na posse de vossa consciência, decidir estacionar ou progredir.
Portanto, mesmo com as dores do mundo, não há abandono espiritual; ao contrário, há movimentação de energias e forças a amparar-vos nos caminhos que decidis trilhar.
Estamos convosco, irmãos, que a fé nunca vos falte e que ela seja a bússola a guiar vossas decisões.
Paz a todos.


Emmanuel
GESH  – Vitória, ES – Brasil

AVALIAI ANTES DE TUDO A VOSSA CONDUTA MORAL – Mensagem de Emmanuel

A paz de Jesus esteja conosco!
Irmãos! Muito já se falou sobre a vida transitória da matéria e a vida perene do espírito. Obras belíssimas trouxeram conhecimentos vastos sobre as realidades imponderáveis da existência, ensejando o progresso desta humanidade.
Contudo, afirmamo-vos, sem medo de errar, que a parcela transmitida a essa humanidade ainda representa ínfima parte do conjunto de conhecimentos que deveriam estar sob o domínio da mente humana evoluída.
Em verdade, dizemo-vos que todo conhecimento já está disponível para vós, porém, não tendes ainda as credenciais necessárias para acessá-lo. 
Alguns dentre vós poderão perguntar: mas, então, de que vale ter conhecimento e não poder acessá-lo? 
E nós, em resposta, pediremos que olheis ao vosso redor, analisando o destino que destes a todo conhecimento transmitido a vós, por milênios.
Por exemplo: ao passarem a dominar as técnicas da reprodução humana, os seres humanos ampliaram sua compreensão da importância da vida, ou reconheceram a soberania do Criador quanto à dadiva da vida, tanto em dá-la, quanto em suprimi-la?
Vede, ao olhar para a realidade do mundo físico, que a medida que a atual civilização avança em conhecimento sem o devido conhecimento moral, forma-se o caos, e podereis ver que, muito embora a condição moral não se revista em gloríolas de status social, que alimentam orgulhos, vaidades, ou prepotências, é ela que garante a aplicação apropriada para o conhecimento recebido.
Sem o devido avanço moral, por mais elevado que seja um conhecimento, este, em nada, transformará a intimidade do ser quanto sua força interior aliada à consciência de sua real condição e desejo de mudança.
Por isso, irmãos, diante das dores que vimos cercar as cidades terrenas, diante do desespero crescente no qual vimos os seres humanos mergulhados, diante das convulsões planetárias, sugerimos que avalieis, antes de tudo, a vossa conduta moral, ajustando-a sempre que julgardes necessário, para só então, diante de uma nova condição, fazer, do conhecimento, um trampolim para o progresso, ainda que tardio.
A cada um é dado o livre arbítrio para conduzi-lo ao vosso destino. Para cada ser, o Pai delega um tutor para guiar pela senda do amor e a cada ser, Jesus amigo legou, como herança do Seu Amor, as lições do Evangelho, que a todos pode acalentar nos momentos de dificuldade.
Sede uno com Ele, buscando integrar pensamentos, palavras e ações no fluxo amoroso e harmônico da vida.
Emmanuel
GESH – Vitória, ES – Brasil


NOSSO PRAZO TERMINA EM 2019

À pedido de Jesus – Ministro da Terra na comunidade cósmica – diversos espíritos, de elevada expressão espiritual, estão vindo à Terra, alguns encarnando-se, para trazer o avanço que adquiriram e tecnologias que são utilizadas em outros mundos para fazer desenvolver a humanidade.

Um dos primeiros campos de atuação será a saúde. Eles desenvolverão órgãos sintéticos, sem risco de rejeição, acabando, em definitivo, com o sofrimento daqueles que precisam recorrer a um transplante.

A presença desses espíritos causará uma nova onda de progresso, um acelerado desenvolvimento de todos os setores humanos e em conformidade com a harmonia necessária para elevação do planeta na escala dos mundos.

O mesmo se dará no Brasil, especialmente, no que se refere à política.

Já estão encarnados espíritos que foram preparados na espiritualidade – entre eles, Emmanuel, mentor espiritual de Chico Xavier – e que terão influência muito grande na transformação cultural e política do Brasil.

Essa transformação será tão grande que soará inacreditável e mesmo a comunidade internacional se impressionará de ver o quanto o Brasil progredirá socialmente.

Esse processo deve se intensificar na década de 2040.

Outros tantos espíritos, de elevada hierarquia, estão se movimentando em outros pontos do planeta, auxiliando os diversos países a lidarem com seus problemas internos e, também, com os conflitos entre nações.

Talvez nunca a espiritualidade, como um todo, tenha trabalhado tão intensamente para favorecer ao homem a mudança real e efetiva.

Entretanto, da mesma forma que as forças do bem se organizam e operam, as forças das trevas também o fazem.

Espíritos com grandes conhecimentos e inteligência, mas cujos corações ainda são frios pelo desinteresse no bem, se organizam em verdadeiros batalhões, exercendo grande pressão e domínio em certas regiões do planeta.

O desenvolvimento dessas inteligências é tão grande que eles conseguiram dominar a técnica da reencarnação e, em determinadas partes do mundo, especialmente no oriente médio, a influência que exercem é grande a ponto de conseguirem reencarnar espíritos inferiores para atender aos objetivos que possuem.

Nesses locais, a presença das trevas é tão constante que promove uma espécie de “elevação do umbral”, onde os encarnados praticamente transitam entre os espíritos perturbados e perturbadores que estão nas esferas espirituais mais baixas.

As barreiras que separam a esfera da carne da dos espíritos inferiores, ali, é mais tênue que em qualquer outro lugar do mundo.

Esse “adensamento trevoso” dificulta sobremaneira a atuação dos espíritos esclarecidos e do bem. O próprio ambiente se torna impróprio para suas manifestações, o que favorece, ainda mais, o domínio das trevas. Nesses locais, a forma mais efetiva de auxílio direto é a reencarnação de espíritos elevados. Tarefa, aliás, penosa.

É isto que ocorreu com Eurípedes Barsanulfo, que recebeu da Alta Espiritualidade, a tarefa de se encarnar em meio aos sofredores dessas regiões de conflito, a fim de levar um pouco de amor e, quem sabe, aquecer alguns corações?

Mas, por que essa mobilização? 

Por que espíritos de tão elevada expressão estão vindo – sabe-se lá de que parte do universo, o que não deixa de ser, também, uma espécie de sacrifício – nos ajudar a evoluir e por que, almas tão elevadas, como Eurípedes Barsanulfo, tiveram que fazer sacrifícios tão pesados nesse momento da história humana?

Como já havia dito Chico Xavier na década de 1970, uma reunião de espíritos de expressão cósmica, responsáveis pelo nosso sistema solar, juntamente com Jesus, representante espiritual da Terra, deliberaram um prazo de 50 anos, a contar da chegada do homem à Lua, em Julho de 1969, para que a humanidade aprendesse, enquanto coletividade, a viver sem se destruir.

Se isso fosse possível, a humanidade entraria numa nova fase de progresso e aceleração vertiginosa de desenvolvimento.

Mas, se falhasse, se as nações entrassem em conflito, especialmente, de ordem nuclear, então sofreríamos um atraso nunca antes visto.

A fase que atualmente vivemos é de sinal vermelho. Espíritos inferiores estão se organizando nos planos inferiores e migrando para a Europa – como ocorreu na Segunda Grande Guerra – influenciando a mente coletiva, e a chance de uma nova guerra se torna cada dia mais factível.

A espiritualidade amiga procura cercar pessoas cujas influências possam ser positivas, como é o caso de Dalai Lama, espírito bom e com poder de influência a mudar o rumo e a cabeça de muita gente.

Pessoas que vieram à Terra espalhar amor, bondade e caridade, ao contrário de tantos líderes religiosos que plantando ódio no coração dos adeptos, cairão…
                

O conflito entre Rússia e Ucrânia é visto com preocupação pela espiritualidade, pois, nos bastidores, há também outros países e interesses.

A luta pelo poder, por terra, por domínio econômico, pode envolver países como a China, Índia, as Coreias, Japão, Estados Unidos e desencadear uma nova sede de poder capaz de levar nosso mundo a uma era de sombras espessas. Desta vez, porém, os recursos bélicos são muito maiores do que nas guerras anteriores.

Uma guerra de grandes proporções fatalmente faria uso de armas nucleares, hoje, milhares de vezes mais potentes do que as que destruíram Hiroshima e Nagasaki.

Os recursos que não fossem consumidos na guerra, que seria rápida, dado o poder de destruição, seriam consumidos nas tentativas de reestruturação dos países.

Mas, o temor da espiritualidade é que o uso dessas armas desencadeie um inverno nuclear capaz de afetar todo o mundo, aniquilar a maior parte das espécies animais e vegetais e transformar o planeta num grande deserto gelado.

Se tal ocorresse, a Terra não ascenderia na escala dos mundos, não se transformaria num Mundo de Regeneração…

Mas, ao contrário, voltaria ao status de Mundo Primitivo. O que restasse de humanidade encarnada provavelmente voltaria ao estágio das primeiras civilizações.

Todas essas informações soam apocalípticas e ficcionais. Mas, asseguraram-nos os espíritos de que é um futuro plausível, cujo risco é eminente.

É por essa razão que a espiritualidade tem mobilizado tantas almas para ajudar a aplacar o ódio, plantando o amor.

Mas, o que podemos fazer?

Nesses últimos anos até 2019, devemos nos esforçar sobremaneira no desenvolvimento de nós mesmos. Os religiosos são chamados a desempenhar um papel ainda mais atuante, seja em que campo for, em qualquer religião, na transformação de si mesmo e do ser humano.

Devemos hoje, mais do que nunca, nos esforçar em nos melhorar, nos transformar, nos modificar em definitivo para o bem. E orar.

Os espíritos nos pediram para que todos reservem alguns minutos do seu dia, das suas orações habituais, dos cultos do evangelho que fazem em casa, para pedir pela paz mundial, pedir que esses espíritos endurecidos possam ser auxiliados pela espiritualidade amiga, pois todo bom pensamento em favor da Terra contribui para que a atmosfera espiritual do planeta se torne melhor, mais propícia às boas influências espirituais.

Não devemos subestimar a força do pensamento e, especialmente, a força do pensamento positivo e no bem.

Não devemos temer. Devemos trabalhar com fé e determinação enquanto esse prazo não chega a termo. Devemos apoiar a espiritualidade com nossas orações, nossas atitudes e, se possível, espalhar essa mensagem para que mais pessoas tomem ciência da gravidade do período em que nos encontramos.

Tenhamos esperança de que esses anos passarão e que nada disso ocorrerá. Que nenhuma grande guerra ocorra. Que o bem consiga vencer o mal.

Que esses espíritos endurecidos aceitem ajuda e, os que não aceitarem, que sejam retirados da Terra para mundos adequados ao seu progresso espiritual e que toda essa angústia se torne apenas uma lembrança na era de felicidade e paz que nos aguarda, se conseguirmos resistir.

Espírito: Pai Cipriano das Almas
Médium: Adão Netto
Texto: Leonardo Montes
Casa de Caridade Irmãos de Luz – Uberaba, MG
Fonte:  http://ashtarsheran14.blogspot.com.br/

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APELO AOS TRABALHADORES DA LUZ – Ashtar Sheran

Apelo aos trabalhadores da luz….
(por nós, os amparadores galácticos, UNIDOS…)
Num movimento de providências urgentes por parte da Confederação Intergaláctica, elegemos tópicos do comando de El Morya, com relação a verdades a serem difundidas aos terráqueos, sobre ações que estamos desenvolvendo e sobre a necessidade de vossas parcerias, no âmbito da ação espiritual dos seres e grupos pilastras na Terra, fazendo a sua parte na consecução do plano divino, na carne humana.
Com informações de maior expressão prática, pela nossa solidariedade universal, comunicamos hoje alguns itens da pauta destes tópicos reveladores sobre a importância da nossa conexão com tais grupos humanos voltados para a sustentação frequencial espiritual, nesta era de trâmite evolutivo.
Num turbilhão cósmico de possante irradiação saneadora, nossas naves rastreiam os subterrâneos do submundo astral, neste período compreendido entre o dia de hoje até os albores do natalício crístico deste ano da Terra.

Com o objetivo precípuo de estagiarmos mais detidamente nestas reentrâncias astrais do orbe, onde, ainda, milhares de seres ancoram suas bases maléficas, persistindo, desesperadamente, na sua arbitrariedade de pretenso domínio sobre grupos sólidos de atividade espiritual de alta envergadura, em todo o planeta, e que interagem com as ações das autoridades espirituais governantes do mundo, que os assistem de forma esmeradamente poderosa, mas com o alvitre e alerta constantes de que não se desviem de seus propósitos altaneiros, por invigilância de seus passos.

Em aliança com líderes humanos encarnados para consecutarem ações relevantes, de ordem vibracional, nas suas lides espirituais específicas, conjugamos nossos propósitos maiores sobre o planeta Terra, quais sejam os de nos debruçarmos sobre as questões de alicerçamento de pilares energéticos frequenciais, só possíveis, neste intento, com a afinada interface do magnetismo humano e das energias dos reinos da natureza planetária, ancorando as egrégoras dimensionais superiores já definidas.
Entramos em contato telepático com esta canalizadora, (Rosane Amantéa) por outro lado, a fim de comunicarmos, em equipe, e justamente por isso, que serão graves os momentos que vivenciará a população da Terra, durante este período apontado, ainda que seja somente prenunciador do que realmente sucederá nos próximos anos, e mesmo após estes, nos decênios seguintes, pressagiando reorganizações geomorfológicas em toda a contextura material e topográfica da Terra.
Afirmo que podereis ter-vos mais acobertados pelo poder superior de proteção divina, enquanto estiverdes em obras de apoio comunitário de ordem espiritual.
Resta à humanidade apenas um desideraro último, neste ciclo final de era: o de solidarizar-se com todas as intenções fraternistas e socorristas e as de caráter elucidativo às consciências renitentes.
Nossa naves percorrem trechos de absoluta incongruência moral e espiritual de reinos abissais, que se imiscuem, através de instrumentos de tecnologia ideoplástica sofisticada, nas ações comprometedoras do bem geral, por parte das efêmeras autoridades planetárias, e espreitam a invigilância que possa haver por parte de grupos importantes em atividade espiritual de porte.
Estamos em total abstinência de juízos sobre as almas ali estacionárias, competindo-nos apenas higienizar estas esferas densas e levarmos todas as criaturas recalcitrantes, paulatinamente, para outras paragens planetárias de expiações.
Em regime de mutirão de frotas alicerçadas na aliança com Sananda, exercendo o alvará que nos foi designado de fazermos a varredura dos infernos astrais, alertamos aos seres terráqueos a iminente e profusa influenciação de muitos destes seres em vossa vida cotidiana.

A fim de se fortalecerem vampirescamente, através de vossos subsídios mentais e emocionais em desalinho, que os alimenta vibratoriamente, fugindo dos seus campos de ação habituais de seus submundos, em direção ao acasulamento em vossas auras, o que muda e retarda a ação que possamos ter em relação a estes, pelo cuidado que exigem intervenções de eficácia contra simbioses entre seres encarnados e desencarnados.

Aos grupos comprometidos com trabalhos espirituais, solicitamos nós, vossos amparadores intergalácticos, ajuda e reciprocidade com nossos intentos, no sentido de fortalecimento espiritual de vossos veículos carnais e de vossas atitudes mentais, harmonizando-as quanto possível, através dos inúmeros e variados recursos de alinhamento energético e vibratório, já delineados à vossa compreensão.
Seres espirituais com chances de reintegração na nova ordem planetária, encarnados ou desencarnados, deverão ser o alvo de vossas ações espirituais, antes que confrontos com os batalhões de magos negros, revoltados com esta restauração cíclica do planeta.
Muitos dos grupos espiritistas e umbandistas foram acionados e implementados magneticamente por recursos nossos, para darem continuidade aos seus procedimentos socorristas, quando reciclam almas para um novo diapasão vibratório, auxiliando-nos nas reparações dos seus corpos astrais, necessárias e pertinentes, conforme decisão dos ministérios da misericórdia divina, encarregados de resgates de almas.

Por outro lado, apelamos ao bom senso dos irmãos planetários destas lides, para equacionarem suas lutas de confronto com o mundo das sombras, detendo-se mais especificamente no âmbito da materialização de formas e forças agregatórias, que tenham como objetivo a função de coesão molecular da matéria sutil espiritual ectoplásmica.
Deformados pelas circunstâncias dos desastres ecológicos que vêm acontecendo e se sucederão dolorosamente, um após o outro, daqui para frente, milhares de seres que desencarnaram desta forma necessitam deste vosso auxílio específico, dada a exigência natural de seus corpos perispirituais requererem atributos de ordem fluídica que somente os humanos possuem, pela condição inerente à matéria orgânica com a qual revestem os seus corpos físicos, de exalarem tal massa etérica ectoplasmática.
Não esquecendo-vos de todas as orientações espirituais que vos tem sido transmitidas durante centenas de anos neste orbe expiatório, muitas das lições esquecidas sobre comportamentos morais e espirituais, deverão ser reavivadas doravante, para poderem ser combustíveis nobres para esta vossa atuação de inquestionável importância.
Convém vos lembrardes de que a vossa condição espiritual e moral dá o tom e a qualidade de vossa ajuda energética ao planeta e aos seres humanos encarnados e desencarnados. Como disse o vosso pastor Crístico:

– “Aprendei de mim, que sou brando e humilde de coração!” Afirmou, ainda, que aos mansos e pacíficos pertencerá a nova Terra.

Mansidão, porém, não deve ser confundida como virtude apenas de apatia diante de situações de conflito entre os seres humanos.

A interpretação que devereis dar a esta máxima de Cristo é a de que não sereis vós os juízes e sentenciadores dos réus da humanidade.

Esta postura refere-se a um sistema de crenças essenciais que deverá embasar e fundamentar as novas ações humanas, especialmente as dos trabalhadores espirituais, nestes tempos de transição planetária, até o surgir dos portais dos próximos milênios.
Criaturas já esclarecidas sobre a realidade espiritual da vida humana serão as mais úteis para nossos projetos de saneamento da Terra.

No entanto, a qualidade de seus eflúvios naturais de suas identidades, nas condições de elevação, serão fatores determinantes para o êxito de nossas ações em conjunto.

Juízes terrenos cumprem a sua função de avaliação apenas parcial de seus corruptos. 

O julgamento final de toda a obra individual dos seres terráqueos, enquanto espíritos em experienciações na carne humana, no entanto, será obra a ser gerenciada pelos senhores absolutos do Universo, na identificação de quadrantes de personalidade espiritual e frequências energéticas de cada ser, cujos parâmeros de pontualidade e veracidade de seus resultados são instrumentos de elaboração científica divina quer não vos compete agora conhecer e ajuizar.

O que vos compete é fazerdes por vós mesmos o que vos diferenciará diante dos tribunais divinos, como já explicamos algumas vezes.
Além disso, num inquestionável apelo de Mestra Nada e de todos os mestres da Fraternidade Ancestral da Terra, devereis levar em conta que nenhuma alma que não amar ao próximo como a si mesmo estará livre das correções próprias do sistema divino de experienciações planetárias, até que o amor do Pai seja o diapasão e a referência única de todos os seus filhos.
Estamos auxiliando alguns agrupamentos especiais de trabalhadores espirituais que se detêm no enfrentamento de legiões trevosas. 

Advertimos a estes, que, por ordem maior dos planos superiores, reciclem suas formas de ação, alterando-as para os procedimentos de cura perispiritual e expansão da consciência humana, aos quais nos referimos, para que o trâmite de almas possíveis, e das vossas mesmas, para novas dimensões de vida, logrem êxito.

Ao falarmos de mansidão, estamos primando por integramos todos os apontamentos aqui expostos, no sentido de que possais compreender que a justiça final a todos estes carrascos dos mundos inferiores não será obra de vossas atividades mediúnicas e de vossas pretensas formas agressivas de julgá-los e pretender conduzi-los a um estado de entendimento espiritual que ainda não detêm, por ora.
A vibração do amor e da mansidão de vossas almas é o que será a referência para estas almas escuras rejeitarem as vossas auras iluminadas por estes nobres sentimentos. E isso muito nos ajudará quanto ao recambiamento destes mesmos seres para seus redutos de origem subterrânea, onde poderemos alcançá-los, longe do acoplamento destes às vossas almas emocionalmente enfermiças ou conceitualmente equivocadas na forma de tratar estas questões de tanta seriedade e complexidade espiritual.

Não recomendamos, igualmente, o excesso de procedimentos magísticos de ordem de confronto energético, a não ser que totalmente embasados em preceitos de certeza absoluta que sejam eficientes e eficazes.

     

Os agrupamentos umbandísticos e xamânicos deverão doravante revestir-se de um diferencial de frequência vibratória, que dê acesso a conexões de maior alcance cósmico, e a recursos provindos de regiões universais atreladas ao esquema de evolução da Terra, onde fontes de mananciais bio eletromagnéticos sutilíssimos atingirão picos maiores de eficácia espiritual em vosso orbe conturbado.

Os agrupamentos espiritistas, por sua vez, deverão zelar, de forma mais cuidadosa, a questão do desperdício de energia em trabalhos de desobsessão lenta.

Relatam- nos, os supervisores desta egrégora de trabalhos espirituais na Terra, que há de haver maior cuidado com as emboscadas temíveis no campo da psiquiatria espiritual e das limpezas fluídicas em casos mórbidos, pois estarão estes conectados a engenhosidades perigosas dos submundos astrais, podendo acarretar disfunções sérias dos veículos mediúnicos.

Sugerem estes técnicos de tais correntes de atividades espirituais, que os vossos cometimentos de ordem mediúnica pairem mais na órbita da apometria bem conduzida, com instrumentos mediúnicos adredemente preparados, ou ainda na conjunção de conhecimentos de práticas umbandistas e xamânicas.

Urge um aprimoramento de ações espiritistas nestas causas de auxílio espiritual à humanidade.
O embasamento que a Grande Fraternidade Branca recomenda é a de que os rumos de toda ação espiritual de dissolução de torrentes maléficas seja agora focado na “Metaciência”, ou seja, o acionamento de dispositivos naturais da disponível, ininterrupta e inextinguível fonte de recursos da natureza, para a dissolução de ondas espirituais de baixa frequência, em movimentação acentuada na Terra.
Hostes angélicas, tribos xamânicas, o povo de Aruanda, pilares kardequianos, mestres e confrarias de todas as ordens de idéias e religiões com fundamentos sérios se congregam, neste momento da Terra, para um despertamento de todas a criaturas humanas.
Há uma total interação de todos estes grupos com a nossa equipe intergaláctica.

Nossos conclaves fazem relatórios de todas estas imensas falanges de trabalhos específicos, num movimento de absoluta unificação de propósitos.

Sobre a importância de cerimoniais onde a força dos reinos elementares da Terra estejam em ação, entrementes, convergem as nossas intenções de maior exploração e explicação conceitual aos seres terráqueos, corroborando uma das metas do raio azul, no tocante ao planejamento de idéias e revelações que estão já sendo trazidas ao conhecimento dos humanos despertos para ações de cunho espiritual no planeta.
Sendo patrimônio divino, todos os reinos da natureza oferecem condição essencial de equalização das torrentes destruidoras que estão aceleradas nestes tempos, somando-se ao nosso irrestrito poder, a nós concedido pelo Criador, de equacionarmos vibrações deletérias do planeta, através de nossa ciência e tecnologia avançada de Sírius e Etéria.
O apelo que vos fazemos nesta comunicação paira no âmbito de que necessitamos de vossa colaboração magnética.
Nosso papel fundamental neste comunicado em equipe, é o de despertar-vos para o avivamento da força inigualável da própria natureza, em conjunções adredemente preparadas, em forma de liturgias vegeto astro magnéticas, em regime de expansão e clarificação de seus resultados, através de parâmetros meta científicos, que serão cada vez mais detalhados, de forma compreensível, para toda e qualquer ordenamento religioso ou científico da Terra.
Estão sendo acionados dispositivos de toda ordem neste final de ciclo terreno. Há que não se ter recalcitrância obstinada quanto aos novos conceitos que estarão sendo apregoados pela Metaciência, em aparente antagonismo com religiões ou conceitos esotéricos forjados pelo “engessamento” conceitual frenador do processo evolutivo da humanidade, após o grande turbilhão regenerador.
Urge uma unificação de conhecimentos em todas as áreas, a fim de consolidar-se a inauguração de uma nova era na Terra, onde as mentes dos seres que aqui encarnarão serão portadoras dos mais complexos arsenais de bagagem tecnológica espiritual, para consubstanciarem-se em novas modalidades de vida integrativa que regerão o planeta renovado.

Na Atlântida antiga, a Terra esteve sob a mesma insígnia da egrégora ritualística das liturgias etéreo-físicas, com as expressões da natureza, que nos dias de hoje estão sendo já implementadas, como expressão e manifestação do poder divino exultante na matéria.
Sendo, porém, acionada por templos de magia negra que, em consequência de seus desatinos pelo poder maior sobre os templos da luz, conseguiram fazer submergir o continente atlante, este mesmo agora ressurgirá, em suas partes previstas pelos governantes siderais da Terra, na nova topografia do mundo, após os derradeiros acontecimentos geológicos previstos e em consecução pelo Plano Divino.
Hoje, os seres terráqueos, com a mente humana mais vivificada pelos já suficientes conceitos unificadores, poderá fazer uma análise desta nossa comunicação telepática integrada com vários outros semeadores de conhecimentos, em atividade incansável de fomentar a expansão da consciência humana.
Estaremos todos, das Federações Galáctica e Intergaláctica, clareando, de forma geral, a humanidade sobre os próximos aportes energéticos de manutenção da qualidade vibracional do planeta, através dos elementos naturais da Terra, como expressão da energia cósmica condensada, manipulada de forma organizada, e compreendida nos seus fundamentos através da Metaciência.
Sabemos que seremos interpretados de mil formas por esta genuína, mas questionável mensagem, com certeza assim considerada pelos críticos das obras literárias canalizadas pelos trabalhadores especiais.
Igualmente compreendemos sobre as contrariedades que advirão no terreno das pretensas e rígidas verdades conceituais. Mas, tudo está por ser consumado !! Não nos resta tempo para coordenar os movimentos de vossos julgamentos baseados ainda em muita ignorância sobre as verdades universais.
Nossas naves tem feito e farão aliança e suporte ultrafrequencial com todos os movimentos sérios de expansão xamânica e cerimonialística das energias da mãe-Terra, nesta nova ordem de unificação doutrinária e de utilização de mecanismos de atuação espiritual integrados.
Agrupamentos humanos que coordenam trabalhos de múltiplas veias doutrinárias, mas, especialmente os que estejam ligados às atuações ritualísticas na natureza, e os que primam pela doação energética para restauração espiritual de seres desencarnados pelas catástrofes que grassarão, terão apoio logístico frequencial de militantes intergalácticos de nossas naves, preparados também para a consecução da metodologia própria de saneamento do planeta regida pelo mestre Pena Branca, ser oriundo de galáxias dimensionalmente desconhecidas, de onde se originou a vossa aumbandhã.

Milhares de seres desencarnados, aprisionados em regime de escravidão pelos seres perversos, que ofereçam condições de resgate, e os milhares de seres encarnados que tem os seus duplos etéricos clonados em laboratórios astrais e todos os demais núcleos humanos que se inserem neste novo contexto de intermediação com as equipes espirituais de auxílio à Terra e com as frotas de seres extraterrestres, estarão sendo alvo de nossas buscas e apoio, neste período a que nos referimos inicialmente, estipulado pelo governo oculto da Terra.
Estaremos enviando recursos adicionais provindos de outras paragens galácticas para estes graves momentos de desencarnes em massa, na sintonia fina com nossas pilastras carnais, escolhidos há milhares de anos, para hoje estarem a postos nas suas funções de gerenciadores do material bioenergético humano, como também do uso adequado do magnetismo e do fluidos bioelétricos exalados pelas reinos da natureza, nestas horas de consumação de ciclo planetário.
As celebrações magísticas administradas pelo mestre Pena Branca, em todo o planeta, funcionarão como potencializadores dos éteres físicos dos reinos da natureza para a construção de novos códigos estratosféricos estruturais, a partir de moléculas renovadas a partir dos próprios elementos e gazes terrestres, que atingirão picos de concentração prânica excelentes, ainda acrescentados de nutrientes gasosos extraplanetários, provindos de outras esferas através de nossas naves, para maior qualidade na respiração dos seres humanos.
Sob os auspícios de Sanat Kumara, jazidas inimagináveis de elementos fornecedores de prana venusiano estão sendo descarregados nas plataformas energéticas do planeta, desde as suas bases primordiais mais sutis, até as densas faixas da escuridão planetária.
Resgatando o motivo desta nossa explanação, para muitos, inusitada, desejo ater-me, neste ponto de nossa comunicação, ao clamor de todos nós, comandantes de nossas naves de origens planetárias várias, sob a égide do Cristo, e de todos os excelsos instrutores do mundo e dos regentes das vibrações supra ordinárias de seus raios excepcionais de sustentação do planeta Terra, que façais vós as reestruturações de vossas vidas pessoais com base na verdade imutável de que estais por um triz com relação à avaliação de vossos desempenhos espirituais na face deste orbe onde ora viveis.
Há que possais agir em favor de vós mesmos e de vosso destino espiritual, expandindo as vossas consciências em direção aos vossos semelhantes, igualmente.
Na forma mais harmônica possível, que possais estar em consonância com vossos propósitos de vida, definidos por vós mesmos, no plano espiritual, para estardes aí, onde estais, nestas atuais condições de vossa existência, sejam elas quais forem.
Que vossas disposições mais íntimas estejam em estreiteza de correlação com vossa verdadeira identidade no universo, se fordes já esclarecidos. Caso contrário, almas que teimam na ignorância da lei da evolução deverão iniciar celeremente seu empenho em construção de novos valores.
Aos meus irmãos cósmicos de boa vontade, neste momento da eternidade, estagiando nestas plagas difíceis da vida humana, que ainda perguntarão a si mesmos o que poderão fazer diante destes novos apontamentos trazidos por nós, sem total esclarecimento metodológico sobre o modo como possam desenvolver tais ações de ordem espiritual aqui apontadas…

Reiteramos o pedido de que ao menos expandam vossas consciências, na direção da unificação de propósitos espirituais, sem discriminação das ações encetadas pelos múltiplos núcleos de visões diferenciadas entre si, mas que estão no mesmo momento planetário que vós, na mesma condição atual, de serem solapados, a qualquer momento, pela força da própria mudança cíclica planetária, mas que vivem com a certeza de que contribuem para a consolidação da nova era de luz que se aproxima, através de suas específicas atuações, as quais a ninguém compete julgar na sua importância para o planeta e para os seres humanos.

As vossas abordagens todas que referem-se a práticas espirituais, juntamente com as nossas, terão que se unir num mesmo e único propósito: a salvação do planeta de acontecimentos não previstos e a salvação de vossas almas da passagem por outras paragens siderais onde, como disse o grande Mestre…“haverá prantos e ranger de dentes!”
Com o amor sideral incondicional a todos vós, humanos,




Ashtar Sheran 

(em conexão com Ramatis, El Morya, Pena Branca e Emmanuel)



EXILADOS DA CAPELA

Dentre os vários contingentes de exilados trazidos para o planeta Terra, o caso mais vivo em nossa memória espiritual, talvez por ter sido o mais recente, é o dos exilados provenientes do sistema de Capela.
Conforme nos relata Ramatis em “Mensagens do Astral”, obra psicografada por Hercílio Maes, “…temos à disposição em nosso mundo, literatura mediúnica que cita muitos casos de espíritos expulsos de outros orbes para a Terra, em fases de seleção entre o “trigo e o joio” ou entre os “lobos e as ovelhas”, fases essas pelas quais tereis em breve de passar, para higienização do vosso ambiente degradado.
Entre os muitos casos de exílio que vosso mundo tem acolhido, ocorreram diversos casos isoladamente (em pequenos contingentes), e bem como emigrações em massa, como a proveniente do sistema de Capela, as quais constituíram no vosso mundo as civilizações dos chineses, hindus, hebraicos e egípcios, e ainda o tronco formativo dos árias.

Esse o motivo por que, ao mesmo tempo em que floresciam civilizações faustosas e se revelavam elevados conhecimentos de ciência e arte, desenvolvidos pelos exilados, os espíritos originais da Terra mourejavam sob o primitivismo de tribos acanhadas.

Ombreando com o barro amassado, das cabanas rudimentares do homem terrícola, foram-se erguendo palácios, templos e túmulos faustosos, comprovando um conhecimento e poder evocado pelos exilados de outros planetas.”
“No vosso mundo, esses enxotados de um paraíso planetário constituíram o tronco dos árias, descendendo dele os celtas, latinos, gregos e alguns ramos eslavos e germânicos; outros formaram a civilização épica dos hindus, predominando o gênero de castas que identificava a soberbia e o orgulho de um tipo psicológico exilado.

As mentalidades mais avançadas constituíram a civilização egípcia, retratando na pedra viva a sua “Bíblia” suntuosa, enquanto a safra dos remanescentes, inquietos, indolentes e egocêntricos, no orbe original, fixou-se na Terra na figura do povo de Israel.

Certa parte desses exilados propendeu para os primórdios da civilização chinesa, onde retrataram os exóticos costumes das corporações frias, impiedosas e impassivas do astral inferior, muito conhecidas como os “dragões” e as “serpentes vermelhas”.
Segundo Edgar Armond na obra “Os Exilados da Capela”, “esta humanidade atual foi constituída, em seus primórdios, por duas categorias de homens, a saber: uma retardada, que veio evoluindo lentamente através das formas rudimentares da vida terrena, pela seleção natural das espécies, ascendendo trabalhosamente da inconsciência para o Instinto e deste para a Razão; homens, vamos dizer autóctones, componentes das raças primitivas das quais os “primatas” foram o tipo anterior melhor definido; e outra categoria, composta de seres exilados da Capela, o belo orbe da constelação do Cocheiro a que já nos referimos, outro dos inumeráveis sistemas planetários que formam a portentosa, inconcebível e infinita criação universal.”
“Esses milhões de ádvenas para aqui transferidos, eram detentores de conhecimentos mais amplos, e de entendimento mais dilatado, em relação aos habitantes da Terra e foi o elemento novo que arrastou a humanidade animalizada daqueles tempos para novos campos de atividade construtiva, para o aconchego da vida social e, sobretudo, deu-lhe as primeiras noções de espiritualidade e do conhecimento de uma divindade criadora.”
“Essa permuta de populações entre orbes afins de um mesmo sistema sideral, e mesmo de sistemas diferentes, ocorre periodicamente, sucedendo sempre a expurgos de caráter seletivo; como também é fenômeno que se enquadra nas leis gerais da justiça e da sabedoria divinas, porque vem permitir reajustamentos oportunos, retomadas de equilíbrio, harmonia e continuidade de avanços evolutivos para as comunidades de espíritos habitantes dos diferentes mundos.”
“Por outro lado é a misericórdia divina que se manifesta, possibilitando a reciprocidade do auxílio, a permuta de ajuda e de conforto, o exercício enfim, da fraternidade para todos os seres da criação. Os escolhidos, neste caso, foram os habitantes de Capela que deviam ser dali expurgados por terem se tornado incompatíveis com os altos padrões de vida moral já atingidos pela evoluída humanidade daquele orbe.”
“Mestres, condutores e líderes que então se tornaram das tribos primitivas, foram eles, os exilados, que definiram os novos rumos que a civilização tomou, conquanto sem completo êxito.”
Vamos prosseguir neste tópico com informações trazidas por Emmanuel em “A Caminho da Luz”, obra psicografada por Francisco Cândido Xavier, as quais nos proporcionam uma rápida idéia de como e em que regiões do planeta foram organizados os exilados provenientes de Capela.
O Sistema de Capela
Nos mapas zodiacais, que os astrônomos terrestres compulsam em seus estudos, observa-se desenhada uma grande estrela na Constelação do Cocheiro, que recebeu, na Terra, o nome de Cabra ou Capela. 

Magnífico sol entre os astros que nos são mais vizinhos, Capela é uma estrela inúmeras vezes maior que o nosso Sol e, se este fosse colocado em seu lugar, mal seria percebido por nós, à vista desarmada.

Na abóbada celeste está situada no hemisfério boreal, limitada pelas constelações da Girafa, Perseu e Lince; e quanto ao Zodíaco, sua posição é entre Gêminis, Perseu e Tauro. Na sua trajetória pelo Infinito, faz-se acompanhar, igualmente, da sua família de mundos, cantando as glórias do Ilimitado.

A sua luz gasta cerca de 42 anos para chegar à face da Terra, considerando-se, desse modo, a regular distância existente entre Capela e o nosso planeta, já que a luz percorre o espaço com a velocidade aproximada de 300.000 quilômetros por segundo.

Quase todos os mundos que lhe são dependentes já se purificaram física e moralmente, examinadas as condições de atraso moral da Terra, onde o homem se reconforta com as vísceras dos seus irmãos inferiores, como nas eras pré-históricas de sua existência, marcham uns contra os outros ao som de hinos guerreiros, desconhecendo os mais comezinhos princípios de fraternidade e pouco realizando em favor da extinção do egoísmo, da vaidade, do seu infeliz orgulho.
Um Mundo em Transições
Há muitos milênios, um dos orbes da Capela, que guarda muitas afinidades com o globo terrestre, atingira a culminância de um dos seus extraordinários ciclos evolutivos. As lutas finais de um longo aperfeiçoamento estavam delineadas, como ora acontece convosco, relativamente às transições esperadas no século XX, neste crepúsculo de civilização.
Alguns milhões de Espíritos rebeldes lá existiam, no caminho da evolução geral, dificultando a consolidação das penosas conquistas daqueles povos cheios de piedade e virtudes, mas uma ação de saneamento geral os alijaria daquela humanidade, que fizera jus à concórdia perpétua, para a edificação dos seus elevados trabalhos.
As grandes comunidades espirituais, diretoras do Cosmos, deliberam, então, localizar aquelas entidades, que se tornaram pertinazes no crime, aqui na Terra longínqua, onde aprenderiam a realizar, na dor e nos trabalhos penosos do seu ambiente, as grandes conquistas do coração e impulsionando, simultaneamente, o progresso dos seus irmãos inferiores.
Espíritos Exilados na Terra
Foi assim que Jesus recebeu, à luz do seu reino de amor e de justiça, aquela turba de seres sofredores e infelizes.
Com a sua palavra sábia e compassiva, exortou essas almas desventuradas à edificação da consciência pelo cumprimento dos deveres de solidariedade e de amor, no esforço regenerador de si mesmas.

Mostrou-lhes os campos imensos de luta que se desdobravam na Terra, envolvendo-as no halo bendito da sua misericórdia e da sua caridade sem limites. Abençoou-lhes as lágrimas santificadoras, fazendo-lhes sentir os sagrados triunfos do futuro e prometendo-lhes a sua colaboração cotidiana e a sua vinda no porvir.

Aqueles seres angustiados e aflitos, que deixavam atrás de si todo um mundo de afetos, não obstante os seus corações empedernidos na prática do mal, seriam degredados na face obscura do planeta terrestre; andariam desprezados na noite dos milênios da saudade e da amargura; reencarnariam no seio de raças ignorantes e primitivas, a lembrarem o paraíso perdido nos sofrimentos distantes.

Por muitos séculos não veriam a suave luz da Capela, mas trabalhariam na Terra acariciados por Jesus e confortados na sua imensa misericórdia.

A Civilização Egípcia
Dentre os Espíritos degredados na Terra, os que constituíram a civilização egípcia foram os que mais se destacaram na prática do Bem e no culto da Verdade.
Aliás, importa considerar que eram eles os que menos débitos possuíam perante o tribunal da Justiça Divina. Em razão dos seus elevados patrimônios morais, guardavam no íntimo uma lembrança mais viva das experiências de sua pátria distante.

Um único desejo os animava, que era trabalhar devotadamente para regressar, um dia, aos seus penates (deuses do lar entre os romanos e etruscos – Derivação: sentido figurado. casas paternas; lares, famílias) resplandecentes. Uma saudade torturante do céu foi a base de todas as suas organizações religiosas.

Em nenhuma civilização da Terra o culto da morte foi tão altamente desenvolvido. Em todos os corações a ansiedade de voltar ao orbe distante, ao qual se sentiam presos pelos mais santos afetos. Foi por esse motivo que, representando uma das mais belas e adiantadas civilizações de todos os tempos, as expressões do antigo Egito desapareceram para sempre do plano tangível do planeta.

Depois de perpetuarem nas pirâmides os seus avançados conhecimentos, todos os Espíritos daquela região africana regressaram à pátria sideral.

A Ciência Secreta
Em virtude das circunstâncias mencionadas, os egípcios traziam consigo uma ciência que a evolução não comportava.
Aqueles grandes mestres da antiguidade foram, então, compelidos a recolher o acervo de suas tradições e de suas lembranças no ambiente reservado dos templos, mediante os mais terríveis compromissos dos iniciados nos seus mistérios. Os conhecimentos profundos ficaram circunscritos ao círculo dos mais graduados sacerdotes da época, observando-se o máximo cuidado no problema da iniciação.
A própria Grécia, que aí buscou a alma de suas concepções cheias de poesia e beleza, através da iniciativa dos seus filhos mais eminentes, no passado longínquo, não recebeu toda a verdade das ciências misteriosas. Tanto é assim, que as iniciações no Egito se revestiam de experiências terríveis para o candidato à ciência da vida e da morte – fatos esses que, entre os gregos eram motivos de festas inesquecíveis.
Os sábios egípcios conheciam perfeitamente a inoportunidade das grandes revelações espirituais naquela fase do progresso terrestre; chegando de um mundo de cujas lutas, na oficina do aperfeiçoamento, haviam guardado as mais vivas recordações, os sacerdotes mais eminentes conheciam o roteiro que a Humanidade terrestre teria de realizar.

Aí residem os mistérios iniciáticos e a essencial importância que lhes era atribuída no ambiente dos sábios daquele tempo.

O Politeísmo Simbólico
Nos círculos esotéricos, onde pontificava a palavra esclarecida dos grandes mestres de então, sabia-se da existência do Deus Único e Absoluto, Pai de todas as criaturas e Providência de todos os seres, mas os sacerdotes conheciam, igualmente, a função dos Espíritos prepostos de Jesus, na execução de todas as leis físicas e sociais da existência planetária, em virtude das suas experiências pregressas.
Desse ambiente reservado de ensinamentos ocultos, partiu, então, a idéia politeísta dos numerosos deuses, que seriam os senhores da Terra e do Céu, do Homem e da Natureza. As massas requeriam esse politeísmo simbólico, nas grandes festividades exteriores da religião. Já os sacerdotes da época conheciam essa franqueza das almas jovens, de todos os tempos, satisfazendo-as com as expressões exotéricas de suas lições sublimadas.
Dessa idéia de homenagear as forças invisíveis que controlam os fenômenos naturais, classificando-as para o espírito das massas, na categoria dos deuses, é que nasceu a mitologia da Grécia, ao perfume das árvores e ao som das flautas dos pastores, em contato permanente com a Natureza.
O Culto da Morte e a Metempsicose
Um dos traços essenciais desse grande povo foi a preocupação insistente e constante da Morte. A sua vida era apenas um esforço para bem morrer. Seus papiros e afrescos estão cheios dos consoladores mistérios do além-túmulo.
Era natural. O grande povo dos faraós guardava a reminiscência do seu doloroso degredo na face obscura do mundo terreno. E tanto lhe doía semelhante humilhação, que, na lembrança do pretérito, criou a teoria da metempsicose, acreditando que a alma de um homem podia regressar ao corpo de um irracional, por determinação punitiva dos deuses. a metempsicose era o fruto da sua amarga impressão, a respeito do exílio penoso que lhe fora infligido no ambiente terrestre.
Inventou-se, desse modo, uma série de rituais e cerimônias para solenizar o regresso dos seus irmãos à pátria espiritual. Os mistérios de Ísis e Osíris mais não eram que símbolos das forças espirituais que presidem aos fenômenos da morte.
Os Egípcios e as Ciências psíquicas
As ciências psíquicas da atualidade eram familiares aos magnos sacerdotes dos templos. O destino e a comunicação dos mortos e a pluralidade das existências e dos mundos eram, para eles, problemas solucionados e conhecidos. O estudo de suas artes pictóricas positivam a veracidade destas nossas afirmações. Num grande número de afrescos, apresenta-se o homem terrestre acompanhado do seu duplo espiritual.
Os papiros nos falam de suas avançadas ciências nesse sentido, e, através deles, podem os egiptólogos modernos reconhecer que os iniciados sabiam da existência do corpo espiritual preexistente, que organiza o mundo das coisas e das formas. Seus conhecimentos, a respeito das energias solares com relação ao magnetismo humano, eram muito superiores aos da atualidade.

Desses conhecimentos nasceram os processo de mumificação dos corpos, cujas fórmulas se perderam na indiferença e na inquietação dos outros povos.

Seus reis estavam tocados do mais alto grau de iniciação enfeixando nas mãos todos os poderes espirituais e todos os conhecimentos sagrados. É por isso que a sua desencarnação provocava a concentração mágica de todas as vontades, no sentido de cercar-lhes o túmulo de veneração e de supremo respeito.

Esse amor não se traduzia, apenas, nos atos solenes da mumificação. Também o ambiente dos túmulos era santificado por estranho magnetismo.

Os grandes diretores da raça, que faziam jus a semelhantes consagrações, eram considerados dignos de toda a paz no silêncio da morte.

As Pirâmides
A assistência carinhosa do Cristo não desamparou a marcha desse povo cheio de nobreza moral. Enviou-lhe auxiliares e mensageiros, inspirando-o nas suas realizações, que atravessaram todos os tempos provocando a admiração e o respeito da posteridade de todos os séculos.
Aquelas almas exiladas, que as mais interessantes características espirituais singularizam, conheceram, em tempo, que o seu degredo na Terra atingira o fim. Impulsionados pelas forças do Alto, os círculos iniciáticos sugerem a construção das grandes pirâmides, que ficariam como a sua mensagem eterna para as futuras civilizações do orbe.

Esses grandiosos monumentos teriam duas finalidades simultâneas: representariam os mais sagrados templos de estudos e iniciação, ao mesmo tempo em que constituiriam, para os pósteros (que ainda vai acontecer; futuro – a geração ou as gerações que vêm depois da de quem fala ou escreve) um livro do passado, com as mais singulares profecias em face das obscuridade do porvir.

Levantaram-se, dessarte (advérbio – destarte – assim, desta maneira; dessarte) as grandes construções que assombraram a engenharia de todos os tempos. Todavia, não é o colosso de seus milhões de toneladas de pedra nem o esforço hercúleo do trabalho de sua justaposição o que mais empolga e impressiona a quantos contemplam esses monumentos. As pirâmides revelam os mais extraordinários conhecimentos daquele conjunto de Espíritos estudiosos das verdades da vida. A par desses conhecimentos, encontram-se ali os roteiros futuros da Humanidade terrestre.
Cada medida tem a sua expressão simbólica, relativamente ao sistema cosmogônico (relativo ou pertencente a cosmogonia; cosmogenético – conjunto de teorias que propõe uma explicação para o aparecimento e formação do sistema solar) do planeta e à sua posição no sistema solar.

Ali está o meridiano ideal, que atravessa mais continentes e menos oceanos, e através do qual se pode calcular a extensão das terras habitáveis pelo homem, a distância aproximada entre o Sol e a Terra, a longitude percorrida pelo globo terrestre sobre a sua órbita no espaço de um dia, a precessão dos equinócios, bem como muitas outras conquistas científicas que somente agora vêm sendo consolidadas pela moderna astronomia.

Redenção
Depois dessa edificação extraordinária, os grandes iniciados do Egito voltam ao plano espiritual, no curso incessante dos séculos. Com seu regresso aos mundos ditosos da Capela, vão desaparecendo os conhecimentos sagrados dos templos tebanos, que, por sua vez, os receberam dos grandes sacerdotes de Mênfis.
Aos mistérios de Ísis e de Osíris, sucedem-se os de Elêusis, naturalmente transformados nas iniciações da Grécia antiga.
Em algumas centenas de anos, reuniram-se de novo, nos planos espirituais, os antigos degredados, com a sagrada bênção do Cristo, seu patrono e salvador. A maioria regressa, então, ao sistema da Capela, onde os corações se reconfortam nos sagrados reencontros das suas afeições mais santas e mais puras, mas grande número desses Espíritos, estudiosos e abnegados, conservou-se nas hostes de Jesus, obedecendo a sagrados imperativos do sentimento e, ao seu influxo divino, muitas vezes têm reencarnado na Terra, para desempenho de generosas e abençoadas missões.
A Índia
Dos Espíritos degredados no ambiente da Terra, os que se agruparam nas margens do Ganges foram os primeiros a formar os pródromos (Uso: formal: o que antecede a (algo); precursor, prenúncio, antecedente – Ex.: os p. da revolução – 2 espécie de prefácio; introdução, preâmbulo) de uma sociedade organizada, cujos núcleos representariam a grande percentagem de ascendentes das coletividades do porvir.

As organizações hindus são de origem anterior à própria civilização egípcia e antecederam de muito os agrupamentos israelitas (sempre sofreram as conseqüências nefastas do orgulho e do exclusivismo), de onde sairiam mais tarde personalidades notáveis como as de Abraão e Moisés.

As almas exiladas naquela parte do Oriente muito haviam recebido da misericórdia do Cristo, cuja palavra de amor e de cuja figura luminosa guardavam as mais comovedoras recordações, traduzidas na beleza dos Vedas e dos Upanishads.

Foram elas as primeiras vozes da filosofia e da religião no mundo terrestre, como provindo de uma raça de profetas, de mestres e iniciados, em cujas tradições iam beber a verdade os homens e os povos do porvir, salientando-se que também as suas escolas de pensamento guardavam os mistérios iniciáticos, com as mais sagradas tradições de respeito.

– O povo hindu não aproveitou como devia as experiências sagradas no orbe terrestre, embora grandes emissários como KRISHNA e BUDA tenham sido mandados em sua ajuda – Muitos destes encontram-se ainda hoje em sua jornada de redenção no globo terrestre.
Os Arianos
Era na Índia de então que se reuniam os arianos puros, entre os quais cultivavam-se igualmente as lendas de um mundo perdido, no qual o povo hindu colocava as fontes de sua nobre origem. Alguns acreditavam se tratasse do antigo continente da Lemúria, arrasado em parte pelas águas dos Oceanos Pacífico e Índico.
A realidade, porém, qual já vimos, é que, como os egípcios e os hindus eram um dos ramos da massa de proscritos da Capela, exilados no planeta. Deles descendem todos os povos arianos, que floresceram na Europa e hoje atingem um dos mais agudos períodos de transição na sua marcha evolutiva.

O pensamento moderno é o descendente legítimo daquela grande raça de pensadores, que se organizou nas margens do Ganges, desde a aurora dos tempos terrestres, tanto que todas as línguas das raças brancas guardam as mais estreitas afinidades com o sânscrito, originário de sua formação e que constituía uma reminiscência da sua existência pregressa, em outros planos.

Os Mahatmas
Da região do Ganges partiram todos os elementos irresignados com a situação humilhante que o degredo na Terra lhes infligia. As arriscadas aventuras forneceriam uma noção de vida nova e aqueles seres revoltados supunham encontrar o esquecimento de sua posição nas paisagens renovadas dos caminhos; lá ficaram, apenas, as almas resignadas e crentes nos poderes espirituais que as conduziriam de novo às magnificências dos seus paraísos perdidos e distantes.
Os cânticos dos Vedas são bem uma glorificação da fé e da esperança, em face da Majestade Suprema do Senhor do Universo. A faculdade de tolerar, e esperar, aflorou no sentimento coletivo das multidões, que suportaram heroicamente todas as dores e aguardaram o momento sublime da redenção.
Os “mahatmas” (grandes almas) criaram um ambiente de tamanha grandeza espiritual para seu povo, que, ainda hoje, nenhum estrangeiro visita a terra sagrada da Índia sem de lá trazer as mais profundas impressões acerca de sua atmosfera psíquica. Eles deixaram também, ao mundo, as suas mensagens de amor, de esperança e de estoicismo resignado, salientando-se que quase todos os grandes vultos do passado humano, progenitores do pensamento contemporâneo, deles aprenderam as lições mais sublimes.
Irmãos de Órion – Transmigrações Interplanetárias
Segundo pesquisadores, muitos de nós somos esses exilados tentando recuperar o tempo perdido, portanto caminhemos juntos sempre com a intenção de avanço, mas não só para o nosso progresso, mas para o de todas as civilizações.
Paz e Luz nessa caminhada!

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DOCUMENTÁRIO DATA LIMITE SEGUNDO CHICO XAVIER

O prestigiado jornal Folha Espírita de maio/11 traz uma revelação feita em 1986, pelo médium Francisco Cândido Xavier a Geraldo Lemos Neto, fundador da Casa de Chico Xavier de Pedro Leopoldo (MG) e da Vinha de Luz Editora, de Belo Horizonte/MG, sobre o futuro reservado ao planeta Terra e a todos os seus habitantes nos próximos anos. Marlene Nobre pelo FE, entrevista Lemos Neto, que disse carregar este fardo há muito tempo (25 anos), cumprindo agora o dever de revelá-lo em sua completude. 

Diz que, em 1986, quando dessa conversa com o Chico, sentiu que sua mente estava recebendo um tratamento mnemônico diferente para que não viesse a esquecer aquelas palavras proféticas, e que seria chamado a testemunhá-las no momento oportuno, que chegou.

Conhecendo a seriedade dos confrades Marlene Nobre e Geraldo Lemos Neto, sendo que o profeta em questão é nada menos que Chico Xavier, e tendo em vista o teor das considerações a respeito, reputo da mais alta importância a divulgação dessa revelação apocalíptica. É a razão pela qual estou encaminhando esse e-mail a tantos companheiros.

Copiei as partes principais da longa entrevista, mantendo o texto fiel ao que consta do jornal em sua maior parte, sem me ater em pormenores de forma para não estender demais essas palavras. Os grifos no texto são meus. A íntegra pode ser lida no exemplar nº 439, ano XXXV, de maio de 2011 do jornal Folha Espírita.

Entendo ser um momento de muita reflexão de todo o movimento espírita e, acima de tudo, de muita prece, com muito otimismo, positivismo e serenidade, enfatizando-se a necessidade de um maior esforço individual e coletivo de renovação. Os jornais espíritas em geral deveriam encartar em seu corpo o referido exemplar do FE, ou pedir autorização para transcrever a matéria em questão, visando dar a mais ampla divulgação.

Fraternalmente.


Paulo Marinho – CEAE-Genebra

(…) Assim, tive (Geraldo) a felicidade de conviver na intimidade com Chico Xavier, dialogando com ele vezes sem conta, madrugada a dentro, sobre variados assuntos de nossos interesses comuns, notadamente sobre esclarecimentos palpitantes acerca da Doutrina dos Espíritos e do Evangelho de Jesus.

Um desses temas foi em relação ao Apocalipse, do Novo Testamento. (…) Desde então, Chico tinha sempre uma ou outra palavra esclarecedora sobre o assunto. Numa dessas conversas, lembrando o livro Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho, pelo espírito Humberto de Campos,

Lemos Neto externou ao Chico sua dúvida quanto ao título do livro, uma vez que ainda naquela ocasião, em meados da década de 80, o Brasil vivia às voltas com a hiperinflação, a miséria, a fome, as grandes disparidades sociais, o descontrole político e econômico, sem falar nos escândalos de corrupção e no atraso cultural.

Lembro-me, como hoje, a expressão surpresa do Chico me respondendo: 

“Ora, Geraldinho, você está querendo privilégios para a Pátria do Evangelho, quando o fundador do Evangelho, que é Nosso Senhor Jesus Cristo, viveu na pobreza, cercado de doentes e necessitados de toda ordem, experimentou toda a sorte de vicissitudes e perseguições para ser supliciado quase abandonado pelos seus amigos mais próximos e morrer crucificado entre dois ladrões? Não nos esqueçamos de que o fundador do Evangelho atravessou toda sorte de provações, padeceu o martírio da cruz, mas depois ele largou a cruz e ressuscitou para a Vida Imortal! Isso deve servir de roteiro para a Pátria do Evangelho. Um dia haveremos de ressuscitar das cinzas de nosso próprio sacrifício para demonstrar ao mundo inteiro a imortalidade gloriosa!”

Na sequência da nossa conversa, perguntei ao Chico o que ele queria exatamente dizer a respeito do sacrifício do Brasil. Estaria ele a prever o futuro de nossa nação e do mundo? 

Chico pensou um pouco, como se estivesse vislumbrando cenas distantes e, depois de algum tempo, retornou para dizer-nos:

“Você se lembra, Geraldinho, do livro de Emmanuel A Caminho da Luz? Nas páginas finais da narrativa de nosso benfeitor, no capítulo XXIV, cujo título é O Espiritismo e as Grandes Transições, Emmanuel afirmara que os espíritos abnegados e esclarecidos falavam de uma nova reunião da comunidade das potências angélicas do Sistema Solar, da qual é Jesus um dos membros divinos, e que a sociedade celeste se reuniria pela terceira vez na atmosfera terrestre, desde que o Cristo recebeu a sagrada missão de redimir a nossa humanidade, para, enfim, decidir novamente sobre os destinos do nosso mundo.

Pois então, Emmanuel escreveu isso nos idos de 1938 e estou informado que essa reunião de fato já ocorreu. Ela se deu quando o homem finalmente ingressou na comunidade planetária, deixando o solo do mundo terrestre para pisar pela primeira vez o solo lunar. O homem, por seu próprio esforço, conquistou o direito e a possibilidade de viajar até a Lua, fato que se materializou em 20 de julho de 1969.

Naquela ocasião, o Governador Espiritual da Terra, que é Nosso Senhor Jesus Cristo, ouvindo o apelo de outros seres angelicais de nosso Sistema Solar, convocara uma reunião destinada a deliberar sobre o futuro de nosso planeta. O que posso lhe dizer, Geraldinho, é que depois de muitos diálogos e debates entre eles foram dadas diversas sugestões e, ao final do celeste conclave, a bondade de Jesus decidiu conceder uma última chance à comunidade terráquea, uma última moratória para a atual civilização no planeta Terra.

Todas as injunções cármicas previstas para acontecerem ao final do século XX foram então suspensas, pela Misericórdia dos Céus, para que o nosso mundo tivesse uma última chance de progresso moral.

O curioso é que nós vamos reconhecer nos Evangelhos e no Apocalipse exatamente este período atual, em que estamos vivendo, como a undécima hora ou a hora derradeira, ou mesmo a chamada última hora”.

Extremamente curioso com o desenrolar do relato de Chico Xavier, perguntei-lhe sobre qual fora então as deliberações de Jesus, e ele me respondeu: 

“Nosso Senhor deliberou conceder uma moratória de 50 anos à sociedade terrena, a iniciar-se em 20 de julho de 1969, e, portanto, a findar-se em julho de 2019. Ordenou Jesus, então, que seus emissários celestes se empenhassem mais diretamente na manutenção da paz entre os povos e as nações terrestres, com a finalidade de colaborar para que nós ingressássemos mais rapidamente na comunidade planetária do Sistema Solar, como um mundo mais regenerado, ao final desse período.

Algumas potências angélicas de outros orbes de nosso Sistema Solar recearam a dilação do prazo extra, e foi então que Jesus, em sua sabedoria, resolveu estabelecer uma condição para os homens e as nações da vanguarda terrestre. Segundo a imposição do Cristo, as nações mais desenvolvidas e responsáveis da Terra deveriam aprender a se suportarem umas às outras, respeitando as diferenças entre si, abstendo-se de se lançarem a uma guerra de extermínio nuclear.

A face da Terra deveria evitar a todo custo a chamada III Guerra Mundial. Segundo a deliberação do Cristo, se e somente se as nações terrenas, durante este período de 50 anos, aprendessem a arte do bem convívio e da fraternidade, evitando uma guerra de destruição nuclear, o mundo terrestre estaria enfim admitido na comunidade planetária do Sistema Solar como um mundo em regeneração. Nenhum de nós pode prever, Geraldinho, os avanços que se darão a partir dessa data de julho de 2019, se apenas soubermos defender a paz entre nossas nações mais desenvolvidas e cultas!”

Perguntei, então ao Chico a que avanços ele se referia e ele me respondeu: 

“Nós alcançaremos a solução para todos os problemas de ordem social, como a solução para a pobreza e a fome que estarão extintas; teremos a descoberta da cura de todas as doenças do corpo físico pela manipulação genética nos avanços da Medicina; o homem terrestre terá amplo e total acesso à informação e à cultura, que se fará mais generalizada; também os nossos irmãos de outros planetas mais evoluídos terão a permissão expressa de Jesus para se nos apresentarem abertamente, colaborando conosco e oferecendo-nos tecnologias novas, até então inimagináveis ao nosso atual estágio de desenvolvimento científico; haveremos de fabricar aparelhos que nos facilitarão o contato com as esferas desencarnadas, possibilitando a nossa saudosa conversa com os entes queridos que já partiram para o além-túmulo; enfim estaríamos diante de um mundo novo, uma nova Terra, uma gloriosa fase de espiritualização e beleza para os destinos de nosso planeta.”

Então perguntei a ele: Chico, até agora você tem me falado apenas da melhor hipótese, que é esta em que a humanidade terrestre permaneceria em paz até o fim daquele período de 50 anos. Mas, e se acontecer o caso das nações terrestres se lançarem a uma guerra nuclear?

“Ah! Geraldinho, caso a humanidade encarnada decida seguir o infeliz caminho da III Guerra Mundial, uma guerra nuclear de consequências imprevisíveis e desastrosas, aí então a própria mãe Terra, sob os auspícios da Vida Maior, reagirá com violência imprevista pelos nossos homens de ciência. O homem começaria a III Guerra, mas quem iria terminá-la seriam as forças telúricas da natureza, da própria Terra cansada dos desmandos humanos, e seríamos defrontados então com terremotos gigantescos; maremotos e ondas (tsunamis) consequentes; veríamos a explosão de vulcões há muito tempo extintos; enfrentaríamos degelos arrasadores que avassalariam os pólos do globo com trágicos resultados para as zonas costeiras, devido à elevação dos mares; e, neste caso, as cinzas vulcânicas associadas às irradiações nucleares nefastas acabariam por tornar totalmente inabitável todo o Hemisfério Norte de nosso globo terrestre.”

Segundo o médium, “em todas as duas situações, o Brasil cumprirá o seu papel no grande processo de espiritualização planetária. Na melhor das hipóteses, nossa nação crescerá em importância sociocultural, política e econômica perante a comunidade das nações.

Não só seremos o celeiro alimentício e de matérias-primas para o mundo, como também a grande fonte energética com o descobrimento de enormes reservas petrolíferas que farão da Petrobras uma das maiores empresas do mundo”.

E prosseguiu Chico:

“O Brasil crescerá a passos largos e ocupará importante papel no cenário global, e isso terá como consequência a elevação da cultura brasileira ao cenário internacional e, a reboque, os livros do Espiritismo Cristão, que aqui tiveram solo fértil no seu desenvolvimento, atingirão o interesse das outras nações também. Agora, caso ocorra a pior hipótese, com o Hemisfério Norte do planeta tornando-se inabitável, grandes fluxos migratórios se formariam então para o Hemisfério Sul, onde se se situa o Brasil, que então seria chamado mais diretamente a desempenhar o seu papel de Pátria do Evangelho, exemplificando o amor e a renúncia, o perdão e a compreensão espiritual perante os povos migrantes.

A Nova Era da Terra, neste caso, demoraria mais tempo para chegar com todo seu esplendor de conquistas científicas e orais, porque seria necessário mais um longo período de reconstrução de nossas nações e sociedades, forçadas a se reorganizarem em seus fundamentos mais básicos.”

Pergunta Marlene Nobre pela Folha Espírita – Segundo Chico Xavier, esses fluxos migratórios seriam pacíficos? 

Geraldo – Infelizmente não. Segundo Chico me revelou, o que restasse da ONU acabaria por decidir a invasão das nações do Hemisfério Sul, incluindo-se aí obviamente o Brasil e o restante da América do Sul, a Austrália e o sul da África, a fim de que nossas nações fossem ocupadas militarmente e divididas entre os sobreviventes do holocausto no Hemisfério Norte. Aí é que nós, brasileiros, iríamos ser chamados a exemplificar a verdadeira fraternidade cristã, entendendo que nossos irmãos do Norte, embora invasores a “mano militare”, não deixariam de estar sobrecarregados e aflitos com as consequências nefastas da guerra e das hecatombes telúricas, e, portanto, ainda assim, devendo ser considerados nossos irmãos do caminho, necessitados de apoio e arrimo, compreensão e amor.

Neste ponto da conversa, Chico fez uma pausa na narrativa e completou:

“Nosso Brasil como o conhecemos hoje será então desfigurado e dividido em quatro nações distintas. Somente uma quarta parte de nosso território permanecerá conosco e aos brasileiros restarão apenas os Estados do Sudeste somados a Goias e ao Distrito Federal. Os norte-americanos, canadenses e mexicanos ocuparão os Estados da Região Norte do País, em sintonia com a Colômbia e a Venezuela. Os europeus virão ocupar os Estados da Região Sul do Brasil unindo-os ao Uruguai, à Argentina e ao Chile. Os asiáticos, notadamente chineses, japoneses e coreanos, virão ocupar o nosso Centro-Oeste, em conexão com o Paraguai, a Bolívia e o Peru. E, por fim, os Estados do Nordeste brasileiro serão ocupados pelos russos e povos eslavos. Nós não podemos nos esquecer de que todo esse intrincado processo tem a sua ascendência espiritual e somos forçados a reconhecer que temos muito que aprender com os povos invasores.

Vejamos, por exemplo:

os norte-americanos podem nos ensinar o respeito às leis, o amor ao direito, à ciência e ao trabalho. Os europeus, de uma forma geral, poderão nos trazer o amor à filosofia, à música erudita, à educação, à história e à cultura. Os asiáticos poderão incorporar à nossa gente suas mais altas noções de respeito ao dever, à disciplina, à honra, aos anciãos e às tradições milenares. E, então, por fim, nós brasileiros, ofertaremos a eles, nossos irmãos na carne, os mais altos valores de espiritualidade que, mercê de Deus, entesouramos no coração fraterno e amigo de nossa gente simples e humilde, essa gente boa que reencarnou na grande nação brasileira para dar cumprimento aos desígnios de Deus e demonstrar a todos os povos do planeta a fé na Vida Superior, testemunhando a continuidade da vida além-túmulo e o exercício sereno e nobre da mediunidade com Jesus”.

FE: O Brasil, embora sofrendo o impacto moral dessa ocupação estrangeira, estaria imune aos movimentos telúricos da Terra?

Geraldinho – Infelizmente, não. Segundo Chico Xavier, o Brasil não terá privilégios e sofrerá também os efeitos de terremotos e tsunamis, notadamente nas zonas costeiras. Acontece que de acordo com o médium, o impacto por aqui será bem menor se comparado com o que sobrevirá no Hemisfério Norte do planeta.

FE: Você também crê que a ida do homem à Lua, em julho de 1969, tenha precipitado de certa forma a preocupação com as conquistas científicas dos humanos, que poderiam colocar em risco o equilíbrio do Sistema Solar?

Geraldinho – sim, creio que a revelação de Chico Xavier a respeito traz, nas entrelinhas, essa preocupação celeste quanto às possíveis interferências dos humanos terráqueos nos destinos do equilíbrio planetário em nosso Sistema Solar. Pelo que Chico Xavier falou, alguns dos seres angélicos de outros orbes planetários não estariam dispostos a nos dar mais este prazo de 50 anos, que vencerá daqui a apenas oito anos, temerosos talvez de nossas nefastas e perniciosas influências. Essa última hora bem que poderia ser por nós considerada como a última bênção misericordiosa de Jesus Cristo em nosso favor, uma vez que, pela explicação de Chico Xavier, foi ele, Nosso Senhor, quem advogou em favor de nossa causa, ainda mais vez mais.

Outra decisão dos benfeitores espirituais da Vida Maior foi a que determinou que, após o alvorecer do ano 2000 da Era Cristã, os espíritos empedernidos no mal e na ignorância não mais receberiam a permissão para reencarnar na face da Terra.

Reencarnar aqui, a partir dessa data equivaleria a um valioso prêmio justo, destinado apenas aos espíritos mais fortes e preparados, que souberam amealhar, no transcurso de múltiplas reencarnações, conquistas espirituais relevantes como a mansidão, a brandura, o amor à paz e à concórdia fraternal entre povos e nações. Insere-se dentro dessa programação de ordem superior a própria reencarnação do mentor espiritual de Chico Xavier, o espírito Emmanuel, que, de fato, veio a renascer, segundo Chico informou a variados amigos mais próximos, exatamente no ano 2000. Certamente, Emmanuel, reencarnado aqui no coração do Brasil, haverá de desempenhar significativo papel na evolução espiritual de nosso orbe.

Todos os demais espíritos, recalcitrantes no mal, seriam então, a partir de 2000, encaminhados forçosamente à reencarnação em mundos mais atrasados, de expiações e de provas aspérrimas, ou mesmo em mundos primitivos, vivenciando ainda o estágio do homem das cavernas, para poderem purgar os seus desmandos e a sua insubmissão aos desígnios superiores.

Chico Xavier tinha conhecimento desses mundos para onde os espíritos renitentes estariam sendo degredados. Segundo ele, o maior desses planetas se chamaria Kírom ou Quírom.

É a nossa última chance, é a última hora… Não há mais tempo para o materialismo. Não há mais tempo para ilusões ou enganos imediatistas. Ou seguiremos com a Luz que efetivamente buscarmos, ou nos afundaremos nas sombras de nossa própria ignorância. Que será de nós? A resposta está em nosso livre-arbítrio, individual e coletivo.

É A nossa escolha de hoje que vai gerar o nosso destino. Poderemos optar pelo melhor caminho, o da fraternidade, da sabedoria e do amor, e a regeneração chegará para nós de forma brilhante a partir de 2019; ou poderemos simplesmente escolher o caminho do sofrimento e da dor e, neste caso infeliz, teremos um longo período de reconstrução que poderá durar mais de mil anos, segundo Chico Xavier.

Entretanto, sejamos otimistas. Lembremo-nos que deste período de 50 anos já se passaram 46 anos em que as nações mais desenvolvidas e responsáveis do planeta conseguiram se suportar umas às outras sem se lançarem a uma guerra de extermínio nuclear. Essa era a pré-condição imposta por Jesus.

Não estamos entregues à fatalidade nem predeterminados ao sofrimento. Estamos diante de uma encruzilhada do destino coletivo que nos une à nossa casa planetária, aqui na Terra.

Temos diante de nós dois caminhos a seguir. O caminho do amor e da sabedoria nos levará a mais rápida ascensão espiritual coletiva. O caminho do ódio e da ignorância acarretar-nos-á mais amplo dispêndio de séculos na reconstrução material e espiritual de nossas coletividades. Tudo virá de acordo com nossas escolhas de agora, individuais e coletivas. Oremos muito.

O próprio Emmanuel, através de Chico Xavier, respondendo a uma entrevista já publicada em livro nos diz que as profecias são reveladas aos homens para não serem cumpridas. São na realidade um grande aviso espiritual para que nos melhoremos e afastemos de nós a hipótese do pior caminho.

Conhecereis a Verdade, e a Verdade vos libertará!

DOCUMENTÁRIO 

DATA LIMITE SEGUNDO CHICO XAVIER

Para assistir o vídeo, desabilite a Playlist musical no rodapé do Blog

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A VIDA NA MATÉRIA É FULGAZ – Emmanuel

Mensagem de Emmanuel
Agosto 2013
Irmãos, perene é a alma; eterna e imortal como as Leis de Deus.
Os corpos físicos desfazem-se rapidamente, como os raios que cruzam o Espaço em direções diversas.
Benditas sejam as oportunidades em que, mergulhados num corpo físico, o espírito esquece-se dos seus erros, dos crimes praticados contra o próximo, e sua mente acalma-se no refrigério das lutas cotidianas à luz do Sol.
Porém irmãos, a vida na matéria é alívio fugaz para as almas em trânsito ascensional, que enredadas nas malhas cármicas, não aproveitam devidamente a dádiva da reencarnação.
Os inimigos ao encontrarem-se sob o espesso véu do esquecimento do plano físico, instintivamente se repelem e trucidam-se. Vítimas e algozes mergulhados na matéria em busca do equilíbrio e da fraternidade agridem-se novamente, alimentando o ciclo de ódio e vingança.
Comum a todos os seres, existem as Leis Maiores que os retira das zonas de expurgo e dor, enviando-os para novas experiências em busca da harmonia com as Leis Diretoras da Vida.
Os crimes cometidos na matéria dão vazão aos instintos primários, represados na criatura rebelde, estimulado por espíritos que vagueiam no plano astral em sintonia com as almas encarnadas.

Um pensamento de revolta e ódio faz a ponte entre os encarnados com os desafetos desencarnados, ativando uma rede de intrigas e vinganças, urdidas nas sombras da rebeldia.
Os crimes de hoje são a repetência dos crimes de ontem, acobertados pelas injustiças humanas.
Cada criatura que colhe os espinheiros da dor superlativa, lava a alma culpada na prática dos delitos, muitas vezes desconhecidos dos homens, mas muito vivos nas consciências de quem o praticou.
É tempo de amarga colheita desta humanidade, e aquele que deseja alcançar os fulgurantes horizontes da Terra Renovada, aceitará a dor como remédio que cura as chagas da alma culpada.
Porém, a maioria dos seres humanos sintonizam-se com as feras dos planos inferiores, buscando vingança, alimentando ódios, perpetuando crimes.
Abastecei vossas almas na Fonte Inesgotável da Luz Divina, no Amor do Divino Médico, Jesus, para que possais enfrentar a loucura do “Final dos Tempos”.
Não vos julgueis vítimas ou algozes, elevai vossos pensamentos ao Pai Amantíssimo, suplicando pela paz, harmonia e amor em todos os corações.
Do plano onde nos encontramos, trabalhamos intensamente pelos irmãos da Terra, socorrendo e amparando em nome de Deus, os sofredores e os ignorantes de Suas Leis Eternas.

Jesus nos abençoe.

Emmanuel
Fonte: http://www.extraseintras.com.br/

MENSAGEM DE EMMANUEL – Para refletir

Compadece-te dos que não pensam com as tuas idéias e não lhes encareces a vida em tua própria vida, afastando-os da senda a que foram convocados.

Chamem-se pais ou filhos, cônjuges ou irmãos, amigos ou parentes, companheiros e adversários, diante de ti, cada um daqueles que te compartilham a existência é uma criatura de Deus, evoluindo em degrau diferente daquele em que te vês.

Ensina-lhes o amor ao trabalho, a fidelidade ao dever, o devotamento à compreensão e o cultivo da misericórdia, que isso é dever nosso, de uns para com os outros, entretanto, não lhes cerres a porta de saída para os empreendimentos de que se afirmam necessitados.

Habituamo-nos na Terra a interpretar por ingratos aqueles entes queridos que aspiram a adquirir uma felicidade diferente da nossa, entretanto, na maioria das vezes, aquilo que nos parece ingratidão é mudança do rumo em que lhes cabe marchar para a frente.

Quererias talvez titulá-los com os melhores certificados de competência, nesse ou naquele setor de cultura, no entanto, nem todos vieram ao berço com a estrutura psicológica indispensável aos estudos superiores e devem escolher atividades quase obscuras, não obstante respeitáveis, a fim de levarem adiante a própria elevação ao progresso.

Para outros, estimarias indicar o casamento que se te figura ideal, no campo das afinidades que te falam de perto, no entanto, lembra-te de que as responsabilidades da vida a dois pertencem a eles e não a nós, e saibamos respeitar-lhes as decisões.

Para alguns terás sonhado facilidades econômicas e domínio social, contudo, terão eles rogado à Divina Sabedoria estágios de sofrimento e penúria, nos quais desejem exercitar paciência e humildade.

Para muitos terás idealizado a casa farta de luxuosa apresentação e não consegues vê-los felizes senão em telheiros e habitações modestas, em cujos recintos anseiam obter as aquisições de simplicidade de que se reconhecem carecedores.

Decerto, transmitirás aos corações que amas tudo aquilo que possuis de melhor, no entanto, acata-lhes as escolhas se te propões a vê-los felizes.


Respeita os pensamentos e afinidades de cada um e aprende a esperar.

Todos estamos catalogados nas faixas de evolução em que já estejamos integrados.

Se entes queridos te deixam presença e companhia, não lhes conturbes a vida nem te entregues a reclamações.

Cada um de nós é atraído para as forças com as quais entramos em sintonia.

E se te parece haver sofrido esse ou aquele desgaste afetivo, não te perturbes e continua trabalhando na seara do bem.

Pelo idioma do serviço que produzas, chamarás a ti, sem palavras, novos companheiros que te possam auxiliar e compreender.

Não prendas criatura alguma aos teus pontos de vista e nem sonegues a ninguém o direito da liberdade de eleger os seus próprios caminhos.

Se as tuas afinidades pessoais ainda não chegaram para complementar-te a tranqüilidade e a segurança é que estão positivamente a caminho.

E assim acontecerá sempre, porque fomos chamados a amar-nos reciprocamente e não para sermos escravos uns dos outros, porque, em princípio, compomos uma família só e todos nós somos de Deus.

Por Emmanuel
Psicografia de Francisco Cândido Xavier

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A CAMINHO DA LUZ – Transição Planetária


Partes do livro “A Caminho da Luz”, 
ditado pelo Espírito Emmanuel, psicografado por Chico Xavier 
Introdução
Enquanto as penosas transições do século 20 se anunciam ao tinido sinistro das armas, as forças espirituais se reúnem para as grandes reconstruções do porvir.
        
Aproxima-se o momento em que se efetuará a aferição de todos os valores terrestres para o ressurgimento das energias criadoras de um mundo novo, e natural é que recordemos o ascendente místico de todas as civilizações que surgiram e desapareceram, evocando os grandes períodos evolutivos da Humanidade, com as suas misérias e com os seus esplendores, para afirmar as realidades espirituais acima de todos os fenômenos transitórios da matéria.
        
Esse esforço de síntese será o da fé reclamando a sua posição em face da ciência dos homens, e ante as religiões da separatividade, como a bússola da verdadeira sabedoria.
        
Diante dos nossos olhos de espírito passam os fantasmas das civilizações mortas, como se permanecêssemos diante de um “écran” maravilhoso. As almas mudam a indumentária carnal, no curso incessante dos séculos; constroem o edifício milenário da evolução humana com as suas lágrimas e sofrimentos, e até nossos ouvidos chegam os ecos dolorosos de suas aflições. 
Passam as primeiras organizações do homem e passam as suas grandes cidades, transformadas em ossuários silenciosos. O tempo, como patrimônio divino do espírito, renova as inquietações e angústias de cada século, no sentido de aclarar o caminho das experiências humanas. 
Passam as raças e as gerações, as línguas e os povos, os países e as fronteiras, as ciências e as religiões. Um sopro divino faz movimentar todas as coisas nesse torvelinho maravilhoso.
        
Estabelece-se, então, a ordem equilibrando todos os fenômenos e movimentos do edifício planetário, vitalizando os laços eternos que reúnem a sua grande família.
        
Vê-se, então, o fio inquebrantável que sustenta os séculos das experiências terrestres, reunindo-as, harmoniosamente, umas às outras, a fim de que constituam o tesouro imortal da alma humana em sua gloriosa ascensão para o Infinito.
        
As raças são substituídas pelas almas e as gerações constituem fases do seu aprendizado e aproveitamento; as línguas são formas de expressão, caminhando para a expressão única da fraternidade e do amor, e os povos são os membros dispersos de uma grande família trabalhando para o estabelecimento definitivo de sua comunidade universal.
        
Seus filhos mais eminentes, no plano dos valores espirituais, são agraciados pela Justiça Suprema, que legisla no Alto para todos os mundos do Universo, e podem visitar as outras pátrias siderais, regressando ao orbe, no esforço abençoado de missões regeneradoras dentro das igrejas e das academias terrenas.
        
Na tela mágica dos nossos estudos, destacam-se esses missionários que o mundo muitas vezes crucificou na incompreensão das almas vulgares, mas, em tudo e sobre todos, irradia-se a luz desse fio de espiritualidade que diviniza a matéria, encadeando o trabalho das civilizações, e, mais acima, ofuscando o “écran” das nossas observações e dos nossos estudos, vemos a fonte de extraordinária luz, de onde parte o primeiro ponto geométrico desse fio de vida e de harmonia, que equilibra e satura toda a Terra numa apoteose de movimento e divinas claridades.
        
Nossos pobres olhos não podem divisar particularidades nesse deslumbramento, mas sabemos que o fio da luz e da vida está nas suas mãos. 
É ele quem sustenta todos os elementos ativos e passivos da existência planetária. No seu coração augusto e misericordioso está o Verbo do princípio. Um sopro de sua vontade pode renovar todas as coisas, e um gesto seu pode transformar a fisionomia de todos os horizontes terrestres.
        
Passaram as gerações de todos os tempos, com as suas inquietações e angústias. As guerras ensangüentaram o roteiro dos povos nas suas peregrinações incessantes para o conhecimento superior.
        
Caíram os tronos dos reis e esfacelaram-se coroas milenárias. Os príncipes do mundo voltaram ao teatro de sua vaidade orgulhosa, no indumento humilde dos escravos, e, em vão, os ditadores conclamaram, e conclamam ainda, os povos da Terra, para o morticínio e para a destruição.
        
O determinismo do amor e do bem é a lei de todo o Universo e a alma humana emerge de todas as catástrofes em busca de uma vida melhor.
        
Só Jesus não passou, na caminhada dolorosa das raças, objetivando a dilaceração de todas as fronteiras para o amplexo universal.
        
Ele é a Luz do Principio e nas suas mãos misericordiosas repousam os destinos do mundo. Seu coração magnânimo é a fonte da vida para toda a Humanidade terrestre. Sua mensagem de amor, no Evangelho, é a eterna palavra da ressurreição e da justiça, da fraternidade e da misericórdia.
        
Todas as coisas humanas passaram, todas as coisas humanas se modificarão. Ele, porém, é a Luz de todas as vidas terrestres, inacessível ao tempo e à destruição.
        
Enquanto falamos da missão do século 20, contemplando os ditadores da atualidade, que se arvoram em verdugos das multidões, cumpre-nos voltar os olhos súplices para a infinita misericórdia do Senhor, implorando-lhe paz e amor para todos os corações.

ORAÇÃO ENSINA-NOS

Pelo Espírito Emmanuel

Senhor Ensina-Nos
A orar sem esquecer o trabalho 
A dar sem olhar a quem
A servir sem perguntar até quando
A sofrer sem magoar seja quem for
A progredir sem perder a simplicidade
A semear o bem sem pensar nos resultados
A desculpar sem condições
A marchar para a frente sem contar os obstáculos
A ver sem malicia
A escutar sem corromper assuntos
A falar sem ferir
A compreender o próximo sem exigir entendimentos
A respeitar os semelhantes sem reclamar consideração.
A dar o melhor de nós, sem cobrar taxas de reconhecimento
Senhor, fortalece em nós a paciência para 
com as dificuldades.
Ajuda-nos sobretudo, 
a reconhecer que a nossa felicidade
mais alta será,invariavelmente, 
aquela de cumprir-Te os desígnios
onde e como queiras, hoje,agora e sempre.

Fonte: http://www.espirito.org
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