O SAGRADO FEMININO, AS ABELHAS E O MEL

Gif abelhinha Porque as abelhas são tão importantes? Gif abelhinha
As plantas que dão flores exigem insetos para a polinização. O mais eficaz de todos é a abelha, que poliniza mais de 90 culturas comerciais em todo o mundo, largamente consumidas pela civilização atual.
Assim como a maioria das frutas e legumes – maçãs, peras, laranjas e demais cítricos, morangos, cebolas e cenouras –  elas polinizam o amendoim, girassol, colza, café, soja, arroz, trevos – como a alfafa, que é usado para alimentar o gado – e até mesmo o algodão,  são todos dependentes de polinização das abelhas para aumentar a sua produção.
Somente nos países do Reino Unido, a polinização efetuada pelas abelhas e a respectiva produção de alimentos é avaliado em um negócio anual na casa dos £$ 200 milhões (cerca de R$ 650 milhões). A humanidade tem gerenciado e transportado as colmeias de abelhas para polinização de culturas durante séculos para a produção de alimento e mel, edulcorante natural da natureza e um poderoso anti-séptico natural.
A extinção das abelhas significaria não apenas uma dieta sem cereais, arroz e sem roupas de algodão, mas uma paisagem sem pomares, hortas e prados de flores silvestres – e o colapso da cadeia alimentar que sustenta as aves e animais selvagens, assim como de nossa própria civilização.
“DAT ROSA MEL APIBUS” (A ROSA dá o Mel às Abelhas) é um conhecido símbolo ROSAcruz e que contém uma grande verdade velada aos inconscientes e NÉSCIOS,que ainda não conhecem sequer a “ROSA”.
Incontáveis, organizadas, laboriosas, disciplinadas, infatigáveis, as abelhas não se diferenciam das formigas, como elas também símbolos das massas submetidas à inexorabilidade do destino (homem ou deus) que as acorrenta, se, além disso, não tivessem asas e canto, e não sublimassem em mel  imortal o frágil perfume das flores.
É quanto basta para conferir elevado alcance espiritual ao seu simbolismo, paralelamente ao seu valor temporal implícito na produção de alimentos para a humanidade. Operárias da colmeia, comandadas por UMA RAINHA, que se pode comparar com maior propriedade a um alegre ateliê do que a uma sombria usina, as abelhas asseguram a perenidade da espécie.
Mas, quando consideradas individualmente, na qualidade de animadoras do universo entre a terra e o céu, podem também simbolizar o seu princípio vital, a materialização da alma. Nesse duplo aspecto e sentido – coletivo e individual, temporal e espiritual – é que consiste a riqueza de seu complexo simbólico por toda  parte em que ele é testemunhado.
Ao comentar Provérbios 6:8 – Vá observar a abelha e aprenda como ela é “laboriosa”, São Clemente de Alexandria acrescenta: “Pois a abelha se serve das flores de um prado inteiro, para com elas fabricar um só mel. Imitai a prudência das abelhas“, recomenda Teolepto de Filadélfia, citando-as como exemplo na vida espiritual das comunidades monásticas.
“DAT ROSA MEL APIBUS” (A ROSA dá o Mel às Abelhas) é um conhecido símbolo ROSAcruz
Para os nosairitas, heresiarcas muçulmanos da Síria, ALI, O Leão de Aláh, é o príncipe das abelhas, as quais, de acordo com certas versões, seriam os anjos, e, segundo outras, os crentes: os verdadeiros crentes (em Deus) se assemelham às abelhas, que escolhem para si as melhores flores.
Na linguagem metafórica dos dervixes Bektachi, a abelha representa o dervixe e o mel é a divina realidade (o Hak) por aquele buscada.

Da mesma maneira, em certos textos da Índia, a abelha representa o espírito que se embriaga com o pólen do conhecimento.

Personagem de fábula para os sudaneses e para os habitantes situados dentro da curva do rio Níger, ela já é símbolo da realeza na Caldéia, muito antes de ser glorificada pelo Primeiro Império francês através do manto de Napoleão.

Esse simbolismo da realeza ou do império é solar, tal como atesta o antigo Egito, por um lado associando-o ao raio e, por outro, declarando que a abelha teria nascido das lágrimas de Rá, o deus do Sol, ao caírem sobre a Terra.

Símbolo da alma humana, a abelha é por vezes identificada com Deméter na religião grega, em que pode simbolizar a alma descida aos infernos; ou então, ao contrário, materializar a alma saindo do corpo. 

Pode-se reencontrá-la como símbolo na Caxemira e em Bengala, em numerosas tradições indígenas da América do Sul, como também na Ásia Central e na Sibéria.

Finalmente, Platão afirma que as almas dos homens austeros reencarnam-se sob a forma de abelha. Figuração da alma e do verbo – em hebraico, o nome da abelha, Dbure, vem da raiz Dbr, palavra -, é normal que a abelha desempenhe também um papel iniciático e litúrgico em culturas antigas. Na Grécia antiga, nos ritos de Elêusis e Éfeso, as sacerdotisas são chamadas de abelhas. Virgílio ressaltou suas virtudes.  
Encontramo-las representadas nos túmulos das culturas antigas como sinais de sobrevivência além-morte, pois a abelha torna-se símbolo de ressurreição.

O inverno (três meses), durante o qual parece desaparecer, pois não sai de sua colmeia  é comparado ao período (três dias) durante o qual o corpo de Cristo fica invisível, após sua morte, antes de reaparecer ressuscitado.

Notar a estrutura hexagonal de uma colmeia, a forma geométrica perfeita para a função da mesma. Essa forma é parte da Geometria Sagrada e tem estreita relação com o quarto Chakra, o Cardíaco, o Anahata (figura mais abaixo).

A abelha simboliza, ainda, a eloqüência, a poesia e a inteligência. A lenda sobre Píndaro e Platão (abelhas teriam pousado sobre os lábios de ambos, quando ainda crianças de berço) é repetida com relação a Ambrósio de Milão: as abelhas roçam-lhe os lábios e penetram em sua boca.

O conceito de Virgílio, segundo o qual as abelhas encerram uma parcela da divina Inteligência, permanecia vivo para os cristãos da Idade Média. Reencontra-se então o valor simbólico do zumbido, verdadeiro canto da abelha.

Um sacramentário gelasiano (do papa Gelásio I, 410-496) faz alusão às extraordinárias qualidades das abelhas que extraem o pólen das flores roçando-as apenas, sem tirar-lhes o viço. Elas não dão à luz; mas graças ao trabalho de seus “lábios” tornam-se mães; assim também o Cristo emana da boca do Pai e da Mãe Divinos.
Por causa de seu mel e de seu ferrão a abelha é considerada o emblema do Cristo: por um lado, Sua doçura e Sua misericórdia, e por outro, o exercício de Sua justiça na qualidade de Cristo-juiz.

Muitas vezes essa figura é evocada pelos autores da Idade Média; para Bernard de Clairvaux (SÃO BERNARDO), simboliza o Espírito Santo. 

Os celtas revigoravam-se com um vinho adoçado pelo mel, e com o hidromel. 
A abelha, cujo mel era utilizado na preparação do hidromel ou licor da imortalidade, era objeto na Irlanda de estrita vigilância legal. 
Um texto jurídico gaélico da Idade Média declara que a nobreza das abelhas vem do paraíso, e foi por causa do pecado do homem que as abelhas teriam saído de lá; Deus derramou sua graça sobre elas, e é por esse motivo que não se pode celebrar a missa sem a cera.
Embora seja este um texto tardio e de inspiração cristã, ele confirma uma tradição muito antiga, pois seu vocabulário ainda apresenta vestígios dessa tradição (a palavra galega cwyraiid, de cwyr, cera, significa perfeito, consumado, e o irlandês moderno céir-bheach, literalmente cera de abelha, designa também a perfeição).
O simbolismo da abelha evoca, portanto, entre os celtas como também em outros lugares, os conceitos de sabedoria e da imortalidade da alma.
O conjunto de características recolhidas em todas as tradições culturais denota que por toda parte a abelha surge, essencialmente, como que dotada de uma natureza ígnea, como um ser feito de fogo.

Representa as sacerdotisas do templo, as pitonisas, as almas puras dos iniciados, o Espírito, a Palavra; purifica pelo fogo e nutre com o mel ; queima com seu ferrão e ilumina com seu brilho. No plano social simboliza o senhor da ordem e da prosperidade, rei ou imperador e, igualmente, o ardor guerreiro e a coragem. Aparenta-se aos heróis civilizadores que estabelecem a harmonia por força do saber e do gládio. 

A ENERGIA de uma colmeia é essencialmente FEMININA, na figura da Rainha que comanda as abelhas com a sabedoria da geometria sagrada. 
O simbolismo da abelha representa as sacerdotisas dos templos, as pitonisas, as almas puras dos iniciados(as), o Espírito, a Palavra; purifica pelo fogo e nutre com o mel ; queima com seu ferrão e ilumina com seu brilho.
Um símbolo maçônico antigo que é raramente usado hoje, mas era muito popular no século 19 é o símbolo da abelha e da colmeia. A abelha sempre simbolizou indústria, trabalho, sabedoria, regeneração e obediência desde o início da era cristã e na verdade foi simbólica das mesmas virtudes para os antigos caldeus, egípcios e romanos e outras civilizações antigas.

Gif abelhinhaA colmeia é, naturalmente, uma estrutura construída (usando a Geometria Sagrada) com muito lógica e harmonia. A  colmeia é um milagre de engenharia natural – e tem, portanto, um significado especial para os maçons que estudam a construção de personagens e estruturas. 

A grande perda para os maçons foi não entender que uma colmeia e suas abelhas é uma estrutura essencialmente ordenada, construída, mantida e regida PELA ENERGIA FEMININA DA RAINHA da colmeia e que portanto a característica fundamental é a energia feminina da deusa
Na tradição Cristã é o emblema de Cristo, de sua clemência (pela analogia do doce de seu mel), com sua justiça (por seu ferrão), e as virtudes Cristãs (por causa do modo exemplar e obediente que a abelha operária se comporta diante da abelha rainha).
Grãos de pólen 
O Pólen é “Bom para combater o câncer e manter a beleza”.  
“Nos grãos de pólen, há grande abundancia de componentes nutritivos que servem para as abelhas prepararem o tão delicioso mel. Quem usa grãos de pólen durante meses na sua alimentação diária melhora bastante sua condição física, embelezando e rejuvenescendo a pele. Dizem até que melhora a memória.
O Dr. Morishida, biólogo japonês, disse que usou grãos de pólen nos enfermos de doenças crônicas e que a maioria aumentou os glóbulos sanguíneos, normalizando a sua saúde. 
Disse também que o aumento da capacidade de circulação ocorre devido à abundancia dos minerais contidos nos polens.
A Composição do pólen: O pólen contém basicamente 30% de água, 10 a 36% de proteínas, 20 a 40% de glucídeos, 1 a 20% de lipídios (gorduras, mas usualmente não mais que 5%), 1 a 7% de matérias minerais (apresenta cálcio, cloro, cobre, ferro, magnésio, fósforo, potássio, silício, enxofre, alumínio, ferro, manganês, níquel, titânio e zinco), além de resinas, matérias corantes, vitaminas A, B, C, D, E, enzimas e coenzimas.
Os principais aminoácidos encontrados em sua composição são principalmente: arginina, histidina, isoleucina, lisina, metionina, fenilalanina, treonina, triptofano, valina e prolina (o mais abundante). São observados também carboidratos (cerca de 29%) que são formados por açúcares reduzidos e quantidades insignificantes de glicose, frutose, rafinose e amido.
Vejam a bolota de pólen coletado grudado na pequena perna traseira da abelha.
Como o valor alimentar do pólen de diferentes fontes, varia grandemente (de 7,02% nos Pínus a 35,5% nas Palmáceas), uma mistura de diferentes fontes botânicas é necessária para propiciar uma dieta balanceada e é isso que a abelha costuma fazer de modo que, em média o pólen coletado por abelhas compara-se em conteúdo proteico com o dos feijões, ervilhas e lentilhas.

O pólen apresenta uma composição química altamente complexa e provavelmente até agora não totalmente elucidada, tendo condições de fornecer praticamente todas as substâncias indispensáveis ao bom funcionamento do organismo humano.

A utilização do pólen como complemento alimentar para o organismo humano exerce uma ação tripla sobre o mesmo, pois além de atuar sobre o crescimento, regula as funções intestinais e o sistema nervoso, e finalmente fortifica o organismo de uma maneira geral.

O alimento oferecido pelas abelhas para a humanidade é como uma oferta do amor de Deus(a), obtido através da captação da energia da beleza das flores, coletadas pelas abelhas e transformada em pólen, mel, cera, própolis, …

O SELO-SIGNO DE VISHNU a origem do SELO DE DAVI/SALOMÃO e sua conexão com as abelhas

O selo de Salomão, que no judaísmo é conhecido como Maguen David (Escudo de David, em hebraico) é composto por dois triângulos: Um com seu vértice para cima (Deus masculino), e o outro com o vértice para baixo (Deus feminino). Sua origem – e isso quase ninguém sabe – remonta à Índia, onde tem o nome de Signo/Selo de Vishnu, que é o Deus mantenedor da criação na trindade Hindu.
O Selo de VISHNU, simbolismo tomado da ÍNDIA pelos judeus através de ROTHSCHILD e colocado na bandeira de Israel (como a sagrada Suástica tomada também da ÍNDIA por Hitler). Observar a figura hexagonal no centro resultante da união dos dois triângulos, idêntica à colmeia das abelhas.

Era utilizado como amuleto contra o mal, e esse significado se perpetuou como atestam os nomes “selo” e “escudo” do Hebraico. Na Kabbalah vemos que os dois triângulos representam as dicotomias inerentes ao homem: o bem e o mal, o espiritual e o físico. É mais um aspecto do positivo/negativo que se unem, masculino e feminino, como no símbolo do Yin/Yang.

O importante aqui é observar a figura geométrica central resultando da união dos dois triângulos equilateros que é de um HEXÁGONO, exatamente como se pode perceber na estrutura chave de uma colméia e do Chakra cardíaco em seu centro.

É chamado de Signo de VISHNU na Índia em função de representar o quarto Chakra (ANAHATA), o Chakra cardíaco (próxima figura) cuja cor é o verde (mescla do azul [Poder] do chakra posterior, o quinto, com o amarelo [sabedoria, conhecimento], o terceiro chakra) dentro de um lótus de doze pétalas, sendo a sede da alma HUMANA (onde esta o INDIVÍDUO REAL, a CHAMA TRINA) no corpo físico do ser humano. 
O Anahata, o quarto Chacra, o cardíaco COM O SELO DE VISHNU em seu centro, símbolo sagrado que foi apropriado pelos Rothschild na bandeira do estado de Israel.

O CORAÇÃO É o caminho do meio, o Chackra central que deve ser aberto de acordo com Buddha, e é a porta estreita que deve ser aberta conforme Jesus Cristo disse.  
Em ambos os casos, expressando amor incondicional a toda criação divina em todos os reinos.

Para que isso seja possível é necessária a elevação da energia serpentina (Feminina) da kundalini situada no primeiro chakra, o Muladhara até que a mesma atinja o quarto chakra, abrindo-o e então o indivíduo passará a sentir amor incondicional em relação a tudo e todos, pois se transformará assim em um ser humano iluminado.

A Chama Trina, composta pelas cores Azul a cor do Deus Pai, Rosa cor da Deusa Mãe e Amarelo Dourado cor de Deus Filho (Cristo/Krishna, a suprema personalidade divina) alojada em uma das SETE câmaras (a mais central) internas do órgão físico do coração humano, que é o local onde reside a Alma, o INDIVÍDUO REAL, a energia Divina animando com sua energia o corpo e a sua personalidade humana temporária.

Todos os templos sagrados dedicados a divindade de todas as civilizações antigas possuíam no mais interior de seus templos (O Sanctun Santorum, ou Santo dos Santos) um local sagrado e secreto que só o principal sacerdote do templo tinha acesso durante datas específicas do ano (Solstícios e Equinócios, momento em que um raio do sol penetrava diretamente nessa câmara secreta…). Esse local reproduzia no interior do templo a câmara onde está alojada a Alma, o indivíduo real humano,dentro do coração físico.

O Sistema de Chakras (Centros de energia-consciência) do corpo humano.

Gif abelhinha Um pouco de história e o simbolismo das abelhas:Gif abelhinha

Childeric I (◊ c. 436 † c. 482), foi rei Merovíngio, possuidor das honras de um general romano, chefe civil e militar da província romana da Gallia Belgica II durante o século V, foi o rei merovíngio dos francos salianos de 457 até sua morte e sucedeu ao seu pai o Rei MEROVEU, criador da dinastia Merovíngia.

A tumba de Childeric I  foi descoberta em 1653 por um pedreiro que fazia reparos na igreja de Saint-Brice em Tournai onde numerosos objetos preciosos foram encontrados, incluindo uma espada esplendidamente ornamentada, um bracelete, jóias de ouro com granadas encrustadas, moedas de ouro, uma cabeça de touro de ouro e um anel com a inscrição CHILDERICI REGIS (“de Childeric o rei”), o que identificou a tumba. Cerca de 300 abelhas douradas também foram encontradas. 
Napoleão ficou impressionado com as abelhas de Childeric I quando ele estava procurando por um símbolo heráldico para substituir a flor-de-lis dos Bourbons. Ele estabeleceu as abelhas de Childeric I como símbolos do Primeiro Império Francês.

As Abelhas no antigo EGITO:

O Egito era uma federação (uma federação é a união de vários estados). Os principais estados da federação egípcia eram o Alto (capital Tebas, hoje Luxor) e Baixo Egito (capital Memphis, no hoje Cairo). Cada um dos dois estados tinha uma coroa: Branca era a coroa do Baixo Egito, e vermelha era a coroa do Alto Egito. O rei (O Faraó) da federação utilizava uma coroa combinada.

O título dado ao rei era NyswBit, onde Sw significa Alto Egito, e Bit significa Baixo Egito. O nome Sw significa papiro, o principal produto do Alto Egito; o nome Bit significava Abelha, símbolo do Baixo Egito. Ny é um adjetivo que significa “estar por cima, sobre a alguma coisa”. 
Em 350 a.C. o desenho da abelha foi consagrado como símbolo do rei Faraó. A imaginação de um Rei da comunidade das abelhas (na verdade uma Rainha, pois Ísis dava ao Faraó o seu Poder para governar o Egito, que era a colmeia). O vestígio que comprova a criação de abelhas e produção do mel e seus derivados em colmeias no antigo Egito  é encontrado nos templos da 5º dinastia da era dos Faraós (2.500 a.C.).

Era um símbolo da realeza no Antigo Egito e dizia-se que esse inseto havia sido gerado a partir das lágrimas de Rá, o deus-sol egípcio. Sua imagem mais difundida é a de símbolo da alma Divina humana. Os opostos bem/mal, também se encontram simbolizados nela. O mal encontra-se simbolizado pelo ferrão e o bem pelo mel e seus derivados.

Pela sua importância na alimentação, na cura de doenças e outros usos, as colméias serviram de modelo para vários templos da antiguidade; o templo egípcio da deusa Neith era conhecido como “a casa das abelhas”, o mel servindo como símbolo de proteção e usado na consagração das fundações e no embalsamento dos faraós. Uma imagem da Deusa Maat a representa como abelha com grandes asas e segurando um pote com mel, augúrio do renascimento.

A cor do mel é o amarelo, uma das três cores da chama trina, que representa o Cristo, é símbolo da paz e DA SABEDORIA espiritual. Está associado ao ouro, à luz do sol, ao intelecto ILUMINADO pelo amor incondicional do coração, à fé e bondade, vigor, serviço, força e entusiasmo. É um símbolo da eternidade, da criação, da transfiguração e da meta a ser alcançada na busca espiritual. É a cor da maturidade que emerge da escuridão.

Na alquimia encontra-se ligado ao ouro alquímico da transmutação. É considerada a cor da terra fértil e da harmonia entre os princípios opostos e complementares masculino e feminino, obtida através do conhecimento, sabedoria (SOPHIA). No islã, o amarelo ouro é a cor dos homens sábios e na China é a cor do imperador. 

CONCLUSÃO:

Como podemos observar as ABELHAS E SUAS COLMÉIAS sempre foram consideradas sagradas em todas as culturas antigas de todas as civilizações de todos os tempos. Parece que somente nos dias atuais a sua existência esta sendo posta em risco pelo homem moderno assim como a produção de tudo QUE É BOM (Alimentos), BELO (Flores) E VERDADEIRO (O trabalho), proveniente da obra desses minúsculos seres que são comandados por UMA RAINHA (A Energia Feminina criadora da Deusa), que executam sua missão enquanto estão sofrendo um processo de extinção pelo ataque da loucura do homem e sua “moderna civilização”.

Esse fato por si só deve ser considerado como um CLARO SINAL do FIM dos tempos em que vivemos, em que a destruição de tudo QUE É BOM, BELO E VERDADEIRO é a consequência dos atos insanos de uma estúpida civilização que vive à beira do abismo inconsciente do seu fim próximo.

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Mel elimina superbactérias
MEL DESTRÓI E MATA até mesmo Superbactérias de hospitais !!
Algumas bactérias se tornaram resistentes a todos os medicamentos antibacterianos conhecidos e prescritos pelos médicos. Mas os cientistas descobriram que o mel Manuka, como é conhecido na Nova Zelândia, ou  geleia de arbusto,  um mel, como é conhecido na Austrália, matou toda bactéria ou patógeno que nele foi testado.  É aplicado externamente e atua sobre infecções de pele, mordidas generalizadas de animais e cortes.
Pesquisadores australianos ficaram muito surpresos ao descobrir uma cura para tudo, existente desde há muito tempo bem debaixo de seus narizes – um mel vendido em lojas de alimentos saudáveis como um medicamento natural: 
A Grande Mãe Natureza demonstra mais uma vez que ela é a maior fonte de bem estar do ser humano. Em uma Colmeia predomina a energia feminina, da deusa, pois as abelhas são regidas por uma RAINHA.
Muito longe de ser um alimento de saúde natural obscura com qualidades curativas duvidosas, uma nova pesquisa mostrou um tipo de mel conhecido como Manuka, da Nova Zelândia, que mata todos e cada tipo de bactéria que os cientistas têm jogado nele, incluindo as “superbactérias” resistentes a antibióticos  que assolam os hospitais  matando pacientes em todo o mundo.
Flores do arbusto Manuka, (Leptospermum scoparium) nativa da Nova Zelândia que produzem um super mel.
Algumas bactérias se tornaram resistentes a todos os medicamentos antibacterianos comumente prescritos. 
Mas os cientistas descobriram que o mel Manuka, como é conhecido na Nova Zelândia, ou  geleia de arbusto,  um mel, como é conhecido na Austrália, matou cada bactéria ou patógeno que nele foi testado.  
É aplicado externamente e atua sobre infecções de pele, mordidas generalizadas de animais e cortes. 
O mel se distingue porque é produzido apenas por abelhas que se alimentam de árvores nativas de chá em regiões da Austrália e da Nova Zelândia, disse Dee Carter, da Escola de Biociências e Molecular Microbiana da Universidade de Sydney. 
Os resultados são susceptíveis de ter um enorme impacto sobre a medicina moderna e poderia conduzir a produção de uma nova gama de produtos à base de mel para substituir cremes antibióticos e anti-sépticos. 
Os dois filhos do Professor Carter, Marty de 8 e Nicky com 6, acham que é muito engraçado a maneira como sua mãe coloca mel em suas feridas quando eles se machucam. 
Mas ela jura por eles, contando histórias de como rapidamente o mel cura qualquer infecção.
“O uso do mel soa muito caseiro e nada científico, e é por isso que precisamos do uso da ciência para validar as afirmações feitas por ele”, disse ela.
De acordo com relatório da ONU as abelhas estão sofrendo um processo de extinção em vários países industrializados do hemisfério norte, como Inglaterra, Canadá e EUA, colocando em risco até mesmo a produção de alimentos.
As propriedades curativas de vários tipos de mel já são conhecidas por culturas indígenas durante milhares de anos, e cobrir feridas e cortes com mel era comum antes do advento dos antibióticos. “A maioria das bactérias que causam infecções em hospitais são resistentes a pelo menos um antibiótico, e há uma necessidade urgente de novas formas de se tratar e controlar infecções de superfície da pele”, disse o professor Carter.
“Novos antibióticos (sintetizados) tendem a ter vida útil curta, na medida em que as bactérias que atacam, rapidamente vão se tornando mais resistentes. Muitas grandes empresas farmacêuticas abandonaram a produção de antibióticos por causa da dificuldade de recuperação dos custos. Desenvolver alternativas eficazes poderiam, portanto, salvar muitas vidas,” principalmente em países mais pobres do terceiro mundo.
O Professor Carter disse que a coisa fascinante nisso tudo também foi que nenhum dos pesquisadores de bactérias jamais havia usado o mel para testar contra as bactérias, incluindo superbactérias, como as bactérias comedores de carne. Ele disse que um composto natural no mel chamado de metilglioxal – ele próprio sendo tóxico – combinados de modo ainda desconhecido com outros compostos não identificados no mel é que causam a “falha de multissistema” nas bactérias, matando-as. Os resultados do projeto da pesquisa foram publicados no Jornal Europeu  de Microbiologia Clínica e Doenças Infecciosas.

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FLOW HIVE: A COLMEIA QUE RECOLHE MEL SEM PERTURBAR AS ABELHAS

O GATO E A ESPIRITUALIDADE


Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não topa o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa essa relação precária do homem com o (próprio) mistério.
O gato não se relaciona com a aparência do homem. Ele vê além, por dentro e pelo avesso. Relaciona-se com a essência. Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se defende do afago.

A relação dele é com o que está oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver. Por isso, quando surge nele um ato de entrega, de subida no colo ou manifestação de afeto, é algo muito verdadeiro, que não pode ser desdenhado. É um gesto de confiança que honra quem o recebe, pois significa um julgamento.

O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem. Se há desarmonia real ou latente, o gato sente. Se há solidão, ele sabe e atenua como pode, ele que enfrenta a própria solidão de maneira muito mais valente que nós.
Nada diz, não reclama. Afasta-se. Quem não o sabe “ler” pensa que “ele” não está ali. Presente ou ausente, ele ensina e manifesta algo. Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, ele está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos traduzir.

O gato vê mais e vê dentro e além de nós. Relaciona-se com fluídos, auras, fantasmas amigos e opressores.

O gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo.

É uma chance de meditação permanente a nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério.

O gato é um monge silencioso, meditativo e sábio monge, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado.

O gato sempre responde com uma nova questão, remetendo-nos à pesquisa permanente do real, à busca incessante, à certeza de que cada segundo contém a possibilidade de criatividade e de novas inter-relações, infinitas, entre as coisas.

O gato é uma lição diária de afeto verdadeiro e fiel.

Suas manifestações são íntimas e profundas.

Exigem recolhimento, entrega, atenção.

Desatentos não agradam os gatos.

Bulhosos os irritam.

Tudo o que precise de promoção ou explicação quer afirmação.

Vive do verdadeiro e não se ilude com aparências. Ninguém em toda natureza aprendeu a bastar-se (até na higiene) a si mesmo como o gato! Lição de sono e de musculação, o gato nos ensina todas as posições de respiração ioga. Ensina a dormir com entrega total e diluição recuperante no Cosmos.

Ensina a espreguiçar-se com a massagem mais completa em todos os músculos, preparando-os para a ação imediata.

Se os preparadores físicos aprendessem o aquecimento do gato, os jogadores reservas não levariam tanto tempo (quase 15 minutos) se aquecendo para entrar em campo.

O gato sai do sono para o máximo de ação, tensão e elasticidade num segundo. Conhece o desempenho preciso e milimétrico de cada parte do seu corpo, a qual ama e preserva como a um templo.

  • Lição de saúde sexual e sensualidade. 
  • Lição de envolvimento amoroso com dedicação integral de vários dias.
  • Lição de organização familiar e de definição de espaço próprio e território pessoal. 
  • Lição de anatomia, equilíbrio, desempenho muscular. 
  • Lição de salto. Lição de silêncio. 
  • Lição de descanso. 
  • Lição de introversão. 
  • Lição de contato com o mistério, com o escuro, com a sombra.
  • Lição de religiosidade sem ícones. 
  • Lição de alimentação e requinte. 
  • Lição de bom gosto e senso de oportunidade.
  • Lição de vida, enfim, a mais completa, diária, silenciosa, educada, sem cobranças, sem veemências, sem exigências.

O gato é uma chance de interiorização e sabedoria, posta pelo mistério à disposição do homem.”

O gato é um animal que tem muito quartzo na glândula pineal, é portanto um transmutador de energia e um animal útil para cura, pois capta a energia ruim do ambiente e transforma em energia boa, — normalmente onde o gato deita com frequência, significa que não tem boa energia– caso o animal comece a deitar em alguma parte de nosso corpo de forma insistente, é sinal de que aquele órgão ou membro está doente ou prestes a adoecer, pois o bicho já percebeu a energia ruim no referido órgão e então ele escolhe deitar nesta parte do corpo para limpar a energia ruim que tem ali.

Observe que do mesmo jeito que o gato deita em determinado lugar, ele sai de repente, pois ele sente que já limpou a energia do local e não precisa mais dele.

O amor do gato pelo dono é de desapego, pois enquanto precisa ele está por perto, quando não, ele se a afasta.

No Egito dos faraós, o gato era adorado na figura da deusa Bastet, representada comumente com corpo de mulher e cabeça de gata. 

Esta bela deusa era o símbolo da luz, do calor e da energia. Era também o símbolo da lua, e acreditava-se que tinha o poder de fertilizar a terra e os homens, curar doenças e conduzir as almas dos mortos.

Nesta época, os gatos eram considerados guardiões do outro mundo, e eram comuns em muitos amuletos.

“O gato imortal existe, em algum mundo intermediário entre a vida e a morte, observando e esperando, passivo até o momento em que o espírito humano se torna livre. Então, e somente então, ele irá liderar a alma até seu repouso final.”

Barrinhas e Divisórias

Gatos Neutralizam Energias
A primeira descoberta foi que os gatos dormem muito porque precisam repor as energias que perdem enquanto fazem a limpeza do ambiente.

Isso não é uma novidade, porque já no antigo Egito eles eram e ainda são considerados animais sagrados, porque simbolizam exatamente isso: a limpeza, a higiene, tanto do ambiente como a deles mesmo.

Preste atenção onde seu bichano gosta de dormir, normalmente eles procuram locais onde existe alguma energia parada, essa energia não é necessariamente negativa, mas também não é boa tê-la sem utilidade. Assim, o gato é na verdade, uma espécie de filtro, enquanto dormem transformam a energia ou a colocam em movimento.

Gatos gostam de dormir em locais de vertente subterrânea de água, falhas geológicas, radiações telúricas.

Comprovado pela Geobiologia e pela Radiestesia, estes locais afetam a saúde das pessoas, provocando doenças e depressão entre outras. Assim o gato pode ser uma forma de nos prevenir destes pontos. Repare se seu gato gosta de dormir na sua cama, por exemplo.

Outra lenda ligada aos gatos é o fato de possuírem sete vidas. Esta questão está associada ao seu campo vibratório perfeito, ou seja, o gato é o animal que mais neutraliza o negativo, se colocarmos numa escala, neutralizaria 100%, daí a questão das sete vidas.

O Gato também é o único animal que, como o ser humano, tem sete camadas da aura e mais do que isso, são duplas. Isso faz com que ele tenha oito sentidos, três a mais do que o normal, que são cinco. Isso é percebido pela sua independência e, podemos dizer sua terceira visão.

Quem nunca prestou a atenção em um gato acompanhando o olhar para algo que não conseguimos ver? É comum os gatos perceberem outras presenças nos ambientes.

Além disso, é o único animal da Terra que emite um som vibratório, o “ronronar” quando está em harmonia. Neste momento ele está sintonizando seu campo com o da pessoa ou neutralizando seu próprio campo negativo, por isso é aconselhável pegar um gato no colo pelo menos uma vez ao dia.
Estudos científicos têm demonstrado que os gatos são mais do que bons amigos e animais de estimação. Eles são verdadeiros terapeutas e podem ser uma ótima opção para pessoas que sofrem de doenças, principalmente cardíacas.
Você sabia que possuir um gato pode reduzir o risco de ataque cardíaco? Essa descoberta foi resultado de um estudo com cerca de 4.000 americanos por pesquisadores da Universidade de Minnesota. Depois de 10 anos de pesquisa, os donos de gatos apresentaram um risco de 30% a menos de sofrer ataque cardíaco, em comparação com aqueles que não possuem gato.

Em um outro estudo recente, a Dra. Karen Allen, uma pesquisadora da Universidade Estadual de Nova York, descobriu que corretores com hipertensão que adotaram um gato, tiveram menores leituras de pressão arterial em situações estressantes do que aqueles que não possuem o animal de estimação. No início do estudo, os corretores foram prescritos com o remédio anti-hipertensivo Lisinopril.

Metade dos participantes foram selecionados aleatoriamente para obter um cão ou gato como animal de estimação. Seis meses depois, Allen e seus colegas realizaram testes com os participantes para medir alterações na pressão arterial.

Eles descobriram que a pressão arterial induzida pelo estresse continuou a subir nos corretores sem animais de estimação. Os corretores com animais também tiveram aumentos na pressão arterial, mas de apenas metade se comparado com o outro grupo.

Nessa pesquisa, que foi publicada no site da Univesidade de Buffalo e apresentada à Associação Americana do Coração, concluíram que os gatos controlam a pressão arterial melhor do que os medicamentos inibidores da enzima conversora da angiotensina (também chamados de inibidores da ECA), que ajudam a relaxar os vasos sanguíneos.

Sendo assim eles são, literalmente, mais eficazes na regulação dos níveis de pressão arterial do que a medicina moderna.

Além de melhoria na saúde do coração, os gatos também auxiliam na produção de oxitocina no cérebro. Em um estudo publicado na revista Frontiers of Psychology, pesquisadores concluíram que os gatos, por causa do impacto que têm sobre os nossos níveis de oxitocina, são capazes de reduzir a agressão, aumentar a empatia, aprimorar a aprendizagem e produzir um aumento da confiabilidade em outras pessoas.

A oxitocina é um hormônio produzido no hipotálamo, conhecido como hormônio do amor. Quando isso acontece, os níveis de cortisol (hormônio do stress) diminuem, promovendo uma sensação de bem estar físico e emocional, deixando corpo e mente em harmonia, fortalecendo o sistema imunológico, dentre outros benefícios.

Gif de gatinho O Ronronar dos Felinos Gif de gatinho

Alguns especialistas vão ainda mais longe e afirmam que o ronronar dos gatos pode curar graças às vibrações e sons graves que produz.

De acordo com um artigo publicado na revista Scientific American, os gatos ronronam com um padrão consistente de frequência entre 25 e 150 hertz.

Cientistas demonstraram que os felinos produzem o ronronar através de movimentos intermitentes da laringe e dos músculos do diafragma, e concluíram que as frequências de som nesse intervalo podem melhorar a densidade óssea e promover a cura de células.

Os pesquisadores afirmam que, como o gato conserva energia através de longos períodos de descanso e sono, é possível que o ronronar seja um mecanismo que estimula músculos e ossos sem gastar muita energia.

A resistência desses animais tem facilitado a noção de que possuem “sete vidas” e o ronrom pode fornecer uma base para essa mitologia felina.

Embora seja tentador afirmar que os felinos ronronam porque estão felizes, é mais plausível que o ronronar seja um meio de comunicação e uma fonte potencial de auto-cura.

Esta descoberta pode fornecer ajuda para a medicina moderna, contribuindo para o tratamento de osteoporose e atrofia muscular.


Na mitologia egípcia, Bastet é uma divindade solar e deusa da fertilidade, além de protetora das mulheres.

Apesar das diversas pesquisas atuais, os dons do gato não eram segredo para os nossos ancestrais, principalmente para os antigos egípcios, que os tratavam como deuses. Eles eram adorados, sendo muitas vezes retratados em hieróglifos repletos de jóias. Além disso, naquela época matar um gato mesmo por acidente, era considerado um ato criminoso punível com a morte.

Os gatos podem não serem deuses, mas temos evidências suficientes com relação aos seus poderes de cura e podemos concluir que eles são verdadeiros terapeutas holísticos. Com estas novas descobertas, não existem dúvidas quanto à sua influência positiva na saúde dos seres humanos.

Gif de gatoA maioria das pessoas (ignorantes) acham que os gatos não fazem nada, são preguiçosos e tudo que fazem é comer e dormir. 

Não é bem assim!

Você sabia que os gatos têm uma missão na nossa vida?
Você já parou para pensar porque tantas pessoas hoje em dia têm gatos?
Mais do que o número de pessoas que tem cães?

Aqui está uma série de informações sobre a vida secreta dos gatos.

Todos os gatos têm o poder de, diariamente, remover energia negativa acumulada no nosso corpo.

Enquanto nós dormimos, eles absorvem essa energia. Se há mais do que uma pessoa na família, e apenas um gato, ele pode acumular uma quantidade excessiva de negatividade ao absorver energia de tantas pessoas.

Quando eles dormem, o corpo do gato libera a negatividade que ele removeu de nós. Se estivermos excessivamente estressados, eles podem não ter tempo suficiente para liberar tamanha quantidade de energia negativa, e conseqüentemente ela se acumula como gordura até que eles possam liberá-la.

Portanto, eles se tornarão obesos – e você achava que era a comida com que você os alimentava! É bom ter mais do que um gato em casa para que a carga seja dividida entre eles.

Eles também nos protegem durante a noite para que nenhum espírito indesejável entre em nossa casa ou quarto enquanto dormimos.

Por isso eles gostam de dormir na nossa cama. Se eles verificarem que estamos bem, eles não dormirão conosco. Se houver algo estranho acontecendo ao nosso redor, eles todos pularão na nossa cama e nos protegerão.

Se uma pessoa vier a nossa casa e os gatos sentirem que essas pessoas estão ali para nos prejudicar ou que essas pessoas são do mal, os gatos nos circundarão para nos proteger então, busque ver a reação dos seus gatos para ver o que eles farão quando alguém entrar em sua casa. Se eles correm para a pessoa, cheiram-na e querem ser acariciadas por essa pessoa, então relaxe.

Se você não tem um gato, e um gato vira-latas entra em sua casa adotando-a como lar, é porque você precisa de um gato em casa nessa época em particular.

O gato vira-latas voluntariou-se para ajudar e escolheu você.

Agradeça ao gato por escolher sua casa para esse trabalho. Se você tem outros gatos e não pode ficar com o vira-lata, encontre um lar para ele.

O gato veio a você por um motivo desconhecido para você a nível físico, mas em sonhos você pode ver a razão para o aparecimento do gato nessa época, se você quiser saber. 

Pode acontecer de haver um débito cármico que ele tem que pagar a você. Portanto, não afugente o gato. Ele vai ter que voltar de um modo ou de outro para realizar esta obrigação.


Os Gatos são nossos Protetores

Os gatos possuem uma conexão com o mundo mágico, invisível. Assim como os cães são nossos guardiões no mundo físico, os gatos são nossos protetores no mundo energético.

Durante o tempo em que passa acordado, o gato vai “limpando” a sua casa das energias intrusas. Enquanto dorme, ele filtra e transmuta esta energia.

O gato pode, muitas vezes, ficar em lugares com baixa circulação de energia ou Chi vital para poder ativar esta área.

Quem já não presenciou seu gato olhando para o nada, totalmente imerso… Ele certamente vê coisas que não vemos, desde insetinhos microscópicos até seres de outras dimensões.

Muitas vezes seu gato vai para um lugar isolado da casa e começa a miar… Não é só atenção que ele quer: é uma espécie de alerta que ele está dando: a qualidade da energia daquele espaço precisa ser melhorada.

Nossos problemas, nosso stress diário é absorvido pelo gato. Quando a barra pesa demais e o espaço está muito carregado, não raro o gato adoece.

Claro que o gato não é o único responsável pelo o equilíbrio energético do seu lar, mas ele se esforça bastante. Quando mais harmônico for seu ambiente, menos energia negativa ele precisará filtrar e conseqüentemente será mais feliz e saudável.

Quando dormimos, nossos corpos astrais separam-se do corpo físico e vão para a quinta dimensão, a dimensão sem tempo e espaço: a dimensão em que estamos durante nossos sonhos.

Por falta de treinamento e preparo, na grande maioria das vezes não enxergamos essa dimensão tal como ela é, em vez disso a “mascaramos” e codificamos com nosso conteúdo psíquico e inconsciente.

Os gatos muitas vezes nos acompanham nessas viagens astrais ou protegem nosso corpo astral, além de guardar o nosso quarto de espíritos indesejados enquanto dormimos. Essas são as razões pelas quais eles gostam de dormir conosco na cama.

Os gatos também monitoram nossa evolução. Durante sua convivência conosco, eles transmitem informações a dimensões superiores, servindo como radares e transmissores. 

Além disso, como transmutadores de energia, eles auxiliam na cura, desempenhando um papel semelhante ao dos cristais.

Os gatinhos são professores, eles ensinam a amar.

Um amor livre, não submisso, respeitador do arbítrio alheio e das diferenças. Por isso tantas pessoas têm dificuldade de conviver com gatos e os acham “interesseiros”.

Primeiro, você tem que conquistar a confiança de um gato. Depois, você tem que aprender a respeitá-lo. Ele vai demonstrar afeto quando realmente estiver disposto, não a hora que você mandar. Gatos emanam amor.

Do ponto de vista energético, pessoas que têm alergia a gatos são pessoas que têm dificuldade de deixar o amor entrar em suas vidas.

De acordo com Caroline Connor, se há muitas pessoas na família e um único gato, ele pode ficar sobrecarregado absorvendo a negatividade de todos. É bom ter mais de um gato para dividir a carga entre eles, ainda mais nesses casos.

Se você não tem um gato, e um gatinho de rua aparece em sua vida, é porque você precisa de um gato em uma época particular. O gatinho está se propondo a ajudar você. Se você não pode acolher o gatinho, é importante que você encontre um lar para ele.

O gatinho chegou até você por alguma razão que você pode não compreender a nível físico, mas você pode descobrir através dos sonhos se assim desejar. Muitas vezes o gatinho aparece, cumpre sua função e se vai.

Fique atento à forma como os gatos reagem a visitas na sua casa. Muitas vezes eles estão tentando protegê-lo de um campo áurico negativo ou pesado.

    

Gif de gatinho

Fontes: 

The Mythology Of Cats, Gerald & Loretta Hausman
Steven Bancarz
Famosos e seus gatos incríveis:

  
  
  
  

   
   
 

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OBSESSÃO

Entendendo a Obsessão – Abordagem Espiritismo
Em todos os locais do planeta existem espíritos: em nossa casa, no trabalho, nos locais de lazer, nos bares, boates, restaurantes, cinema, teatro, templos religiosos de qualquer religião ou filosofia, ou seja, não existe um local onde você esteja que não seja acessível aos espíritos.

Engane-se tremendamente aquele que imagina o centro espírita ou templo de Umbanda como único lugar onde encontram-se espíritos.

A influência positiva (espíritos amigos) ou negativa (espíritos inferiores) dependerá da sua sintonia, por isso o conhecimento sobre a obsessão não é somente para quem se encontra obsediado, mas para todos aqueles que desejam viver de forma harmoniosa e evitar a presença ou ligação espiritual com esses irmãos que ainda não encontraram a paz após o desencarne.

Eles, como todos nós, também retornaram aos braços do Pai, como nos informa a parábola do mestre sobre o Filho Pródigo.

Os únicos locais onde existe restrição para a entrada de espíritos são aqueles onde existe a prece sincera, a leitura edificante, a solidariedade ao próximo, pois eles são protegidos pela própria emanação espiritual desses atos, tornando o ambiente incomodo e às vezes inacessível aos irmãos em desequilíbrio. 

Em um centro espírita sério ou templo de outra filosofia /religião os espíritos protetores erguem barreiras magnéticas que impedem a passagem dos espíritos brincalhões ou obsessores, já que eles poderiam comprometer o trabalho espiritual.

Mas a proteção espiritual dos espíritos elevados dependerá do tipo de trabalho realizado, seus objetivos e a sintonia do grupo responsável pelas atividades.

Um local onde existe cobrança pela ajuda espiritual e sacrifício de animais será freqüentado por espíritos de baixa elevação, podem até ter boa intenção (nem sempre isso acontece, a maioria das vezes são espíritos interesseiros), mas ainda não possuem a elevação necessária para o trabalho anônimo e sacrificial em favor dos encarnados. 

Os espíritos que já possuem um pequeno grau de elevação não aceitam esse tipo de trabalho espiritual, não suportam a emanação das energias degradantes advindas do sofrimento dos animais sacrificados e de forma alguma aceitam como seus pupilos médiuns que recebem pelo atendimento espiritual.

Os mentores espirituais são misericordiosos e compreendem as dificuldades dos seus irmãos encarnados que ainda estão em evolução, contudo, a mediunidade mercenária e a morte de outro ser vivo não são admitidas em hipótese alguma.

Agora que você conhece um pouco mais sobre a presença dos espíritos em nosso planeta poderá perceber que a freqüência em sua residência será de amigos espirituais que a ajudam e protegem o ambiente contra os espíritos inferiores ou uma congregação de desordeiros desequilibrados, tudo vai depender da sua sintonia, dos seus atos, dos pensamentos, das emoções e dos ambientes que freqüenta.
Compreender a integração e convivência dos encarnados e desencarnados é uma ferramenta importantíssima para aquele que deseja viver em paz e harmonia.

Os diversos graus de evolução dos espíritos encarnados e desencarnados também devem ser conhecidos (a escala vale para encarnados e desencarnados). Para maiores informações leia O Livro dos Espíritos, escala espírita e progresso dos espíritos.

Os espíritos chamados de inferiores, imperfeitos, ignorantes ou impuros (você encontrará diferentes títulos em livros e palestras) concentram aqueles que possuem inclinação para o mal, levianos, perturbadores e neutros (influenciáveis).

Embora possuam “diferentes graus de “maldade”, todos podem de alguma forma atuar em prejuízo ao nosso equilíbrio físico-emocional-espiritual, tornando-se então obsessores e vampirizadores de nossas energias vitais.

Os espíritos mais inclinados ao mal, chamados por Allan Kardec de impuros, geralmente atuam em grupo e são os mais perigosos, pois conhecem a obsessão e a realizam com o objetivo de prejudicar o encarnado. Possuem equipes especializadas e trabalham com o objetivo de aumentar o domínio sobre o obsediado.

Iniciam o processo de forma suave para não serem notados e quando obsediado não estranha mais a influencia do desencarnado transformam-na gradualmente na sua expressão mais complexa para depois entrar na fascinação e finalmente subjugar completamente o obsediado.

Esses grupos de obsessores possuem objetivos bem definidos quando escolhem suas vítimas, sendo geralmente reencarnações de espíritos que foram seus parceiros e hoje tentam renovar-se, inimigos do passado que o prejudicaram e que eles desejam punir, médiuns que poderiam ajudar o próximo e comprometer as atividades de obsessão e até pessoas que estão comprometidas com erros na atual encarnação (alguns grupos de obsessores acham-se “justiceiros” da espiritualidade, esse assunto é abordado com profundidade no livro Libertação, psicografado por Chico Xavier, pelo espírito André Luiz).

Os espíritos levianos e perturbadores aproximam-se geralmente por afinidade, são os dependentes químicos, alcoólicos, fumantes inveterados, pervertidos sexuais ou desencarnados que desejam intrometer-se na sua vida simplesmente porque não possuem outra atividade mais interessante para realizar e ainda não conseguiram desligar-se dos vícios que possuíam quando encarnados.

Esse tipo de obsessão acontece pela total falta de vigilância do encarnado, já que os obsessores encontram portas abertas pela completa falta de consciência e vigilância espiritual.

Os espíritos neutros são geralmente aqueles que desencarnaram e ainda estão fortemente ligados as coisas da terra: familiares, cônjuges, amigos, trabalho, bens materiais, poder, etc são geralmente os principais motivos do apego.

Podem ser influenciados de forma muito negativa pelo meio que se encontram ou por espíritos maldosos do astral inferior.

A sua presença no ambiente é nociva, atraindo desequilíbrios emocionais ou espirituais para o ambiente em que vivemos, influenciando de forma negativa nossas vidas, gerando situações desagradáveis, controvérsias e irritando as pessoas que residem, trabalham ou convivem no local.

Essas situações podem ser geradas de forma consciente ou inconsciente, tudo vai depender da situação que o espírito se encontra.

A prece diária, evangelho no lar, leitura edificante, relaxamento ao acordar e a freqüência a locais espiritualmente saudáveis são ferramentas importantíssimas para não entrar em sintonia com o astral inferior. 

Embora pareça sacrificante em alguns momentos, a rotina espiritual de oração, leitura edificante e evangelho semanal no lar revitalizam o seu espírito, ajudando-o gradualmente na recuperação da paz e harmonia.

Uma noite bem dormida, um sorriso descontraído, momentos em que olhamos para o céu e sentimos a paz transbordar de nosso coração… Tudo isso não tem preço e vale qualquer esforço de nossa parte para concretizá-lo.

Por esse motivo persiste, mesmo que tudo pareça caminhar em sentido inverso.
Continua a orar, mesmo quando se imagina abandonado de toda misericórdia.
Leia o evangelho mesmo que o seu dia tenha sido extenuante e parecer que não tenha mais forças.
Levanta 10 minutos mais cedo, mesmo que tenha trabalhado até tarde no dia anterior e faça o seu relaxamento buscando a Jesus, seu amparo e carinho.
Persiste mesmo quando tudo e todos estejam contra você, porque durante o caminho aprenderá o que não se encontra nos livros…
Descobrirá finalmente a esperança nas tuas lágrimas e a fé inabalável edificará a fortaleza que protegerá sua alma contra as investidas do mundo inferior que reside dentro de você mesmo.
A partir desse momento a felicidade inundará o seu coração, a paz espiritual que seu espírito anseia se apresentará como recompensa por tanta luta interior,

TERAPIA DE VIDAS PASSADAS EM ANIMAIS

Todos nós, pelo menos uma vez na vida, 
já ouvimos falar sobre terapia de vidas passadas e regressão. 
Muito famoso é o livro de Brian Weiss “Muitas Vidas, Muitos Mestres”, que conta a experiência real de um psiquiatra ao descobrir que sua paciente estava fazendo regressões a vidas passadas, e não sendo hipinotizada, como assim ele acreditava.
Pois bem, provavelmente isto não é novidade para ninguém. O que talvez não aconteça com o projeto da bióloga formada pela USP, Soraia Jorge, que virou o livro “Terapia de Vidas Passadas em Animais”!
“Desde o início do meu contato com os animais nunca consegui entender o porquê de tamanho sofrimento e crueldade a que eles são submetidos. Há muito pouca literatura e estudos a este respeito. (…)”. “Vi histórias de muito sucesso entre eles e de muito fracasso, algumas de animais que rapidamente se erguem e encontram um lar e outras em que com muita dificuldade conseguem um lar ou nem têm esta chance. Não conseguia entender essa aleatoriedade como somente aprendizado, talvez houvesse algo ainda maior por trás disso. (…)”, relembra o que a impulsionou para iniciar o projeto.
“”Em um determinado momento da minha vida, comecei a me conectar com a energia dos cães que conviviam comigo e notei coisas interessantes, então pensei: “Por que não juntar os meus conhecimentos em pesquisa, espiritualidade e proteção animal e planejar um estudo para compreender um pouco melhor estes contextos?” A partir daí elaborei um projeto de estudo e o coloquei em prática. Os resultados foram tão interessantes que resolvi publicá-los neste livro.””
O sofrimento animal é algo que muito incomoda aqueles que amam verdadeiramente os animais. Infelizmente, são muitos os casos de sofrimento que estes irmãos passam e, certamente, grande parte da culpa é dos seres humanos. Daqueles que abusamos dos recursos até os que servem de alimento para muitos de nós nas refeições rotineiras.

Em busca de respostas para esta e muitas outras questões, Soraia concedeu seu tempo e atenção para compartilhar conosco sua experiência que, certamente, rendeu e continuará rendendo bons frutos!
Animais e o Espiritismo: Quais foram os métodos utilizados por sua equipe para estudar tal tema? Quais foram as dificuldades?
Dra. Soraia Jorge: A primeira dificuldade foi encontrar a equipe (risos). Nem sempre as pessoas estão dispostas a doar seu tempo em prol dos animais. Mas como em tudo há um direcionamento espiritual, as pessoas foram chegando, confiando no trabalho e abrindo suas mentes para os conteúdos que fomos tendo contato. Essas pessoas foram direcionadas a estabelecer um contato mental com seu animal de estimação e então, após uma autorização mental os próprios tutores, foram trazendo as histórias passadas dos animais.
Animais e o Espiritismo: Como você vê a importância deste trabalho em prol dos animais não humanos? E dos humanos? Quais foram as suas reações?
Dra. Soraia Jorge: Acredito firmemente em uma mudança de paradigma, onde a nossa sociedade possa entender e respeitar os animais como seres da criação com os mesmos direitos à vida e bem-estar. Acredito que os resultados que encontramos irão, em um primeiro momento, encontrar certas resistências, inclusive de espíritas, por ser algo inovador e desafiador para os nossos dogmas. Porém, se conseguirmos manter nossas mentes abertas e livres do antropocentrismo, poderemos nos aprofundar cada vez mais nesses estudos e provar à sociedade nossa função fundamental no auxílio da evolução espiritual de todos nós. Sensibilizar os seres que habitam hoje corpos humanos. Que tudo e todos estamos conectados e, portanto, ajudar um é ajudar todos e nos ajudar a termos um mundo livre de sofrimento e dor.
Animais e o Espiritismo: Apesar da Codificação Espírita muito esclarecer sobre a vida espiritual dos humanos, pouco informa sobre a vida espiritual dos animais não humanos. Qual a sua visão sobre isto?
Dra. Soraia Jorge: A Codificação Espírita é bastante completa, mas claro que como tudo em nosso mundo, ela foi expressa em um momento da nossa sociedade, onde ainda não estávamos preparados para ter a percepção da espiritualidade dos animais. Acredito que tudo tem seu tempo e a sociedade precisa estar aberta à novas informações, caso contrário a informação ficará perdida no tempo. Quando temos acesso às informações é para que elas sejam utilizadas, praticadas. Infelizmente não teríamos, naquela época, condições de praticar o amor aos animais. Hoje, talvez, já tenhamos essa consciência e, portanto, as informações podem ser acessadas de outra forma. Tenho como expectativa, que este estudo possa estimular outros estudos e abordagens, para que possamos acessar as novas informações a fim de praticá-las.
Animais e o Espiritismo: Qual a visão de outras religiões espiritualistas cristãs sobre a vida espiritual dos animais não humanos?
Dra. Soraia Jorge: Infelizmente poucas religiões espiritualistas se preocupam com este assunto. Ainda vivemos um pensamento antropocêntrico e isto se reflete nas nossas religiões e filosofias. Acredito em uma mudança, mas ainda é gradual. Alguma coisa sobre a vida espiritual dos animais não humanos pode ser encontrada nas religiões orientais com conceitos mais antigos.
Animais e o Espiritismo: Grande parte dos centros espíritas não aborda a questão espiritual dos animais não humanos, mesmo com esclarecimentos vindos de obras importantes como Missionários da Luz e O Consolador (ambos psicografados por Chico Xavier e ditados por André Luiz e Emmanuel, respectivamente). Em sua opinião, por que irmãos que são um pouco mais esclarecidos que a maioria ainda têm dificuldade em abordar o tema com a devida importância?
Dra. Soraia Jorge: Ainda temos muitos conceitos antigos e antropocêntricos regendo nossas atitudes, comportamentos e pensamentos. Precisamos nos desapegar do nosso ego, só assim teremos clareza e lucidez para encontrar a verdade. Temos que desenvolver muito ainda nosso senso de justiça perante todos os seres da natureza. Aprendermos a ter um olhar biocêntrico, onde a vida seja o nosso norte que regerá nossos sentimentos, pensamentos e atitudes. Apenas com este tipo de ética (biocêntrica) conseguiremos atingir a evolução para acessar as informações tais como são. Todos estamos em evolução e nem sempre sermos esclarecidos nos permite nos apropriar da verdade implícita no conhecimento que adquirimos.
Na casa espírita Grupo Fraternal Francisco de Assis (GFFA), 
todos participam das palestras – humanos e não humanos!
Animais e o Espiritismo: Ainda existem muitos rituais com animais não humanos por membros de religiões espiritualistas (cristãs ou não)? Qual é o motivo desta ocorrência, sendo que, muito provavelmente, os dirigentes são informados sobre a questão espiritual dos animais não humanos?
Dra. Soraia Jorge: Vivemos em uma sociedade muito egoísta e individualista. Sem querer me repetir, mas já me repetindo, nossa sociedade vive os extremos do antropocentrismo e do egocentrismo. Aliado a isso, temos ainda a ilusão do TER, no lugar do SER. Estes itens somados fazem nossa sociedade se afastar cada vez mais das suas origens, da natureza e dos demais seres que co-habitam nosso planeta. Para nos sentirmos “bem” nessas condições, tudo é válido. Sem nos importarmos com os demais seres (da nossa espécie ou não) cometemos grandes atrocidades por conta do nosso ego, de querermos ser melhor do que o outro, de entendermos erradamente, que nossas conquistas materiais se sobrepõem às espirituais. É dessa forma, que as informações chegam a muitas pessoas, mas como disse anteriormente, não são colocadas em prática, porque na nossa falsa concepção, essas informações não são convenientes para os nossos propósitos.
Apesar da pouca informação encontrada em literatura espírita sobre os rituais em que animais não humanos são utilizados, na minha pesquisa, observei que muitos espíritos desses animais ficam “presos” a essa energia, sendo importante àqueles que se preocupam em libertar espíritos (humanos; grifo nosso) desses rituais, também se preocuparem com a libertação de espíritos dos animais utilizados nesses eventos.
Animais e o Espiritismo: Quais são as dificuldades que animais maltratados em vida “física” passam no plano espiritual para uma nova reencarnação? Como e quanto isto afeta para a reconstrução do ser em uma nova vida?
Dra. Soraia Jorge: Nesse estudo, o que pude observar é que espiritualmente os animais não humanos passam exatamente pelos mesmos processos que os humanos. Existe tratamento espiritual, em nível energético e emocional para todos e variam de caso a caso. Traumas de encarnações passadas podem se manter em todos os espíritos encarnados e podem ser tratados em nível espiritual através de regressões ou na fase desencarnada em hospitais do espaço.
Animais e o Espiritismo: Em “O Livro dos Espíritos”, Kardec e os Espíritos nos esclarecem que os animais não humanos não possuem carma e, consequentemente, não expiam. Em “O Consolador”, Emmanuel esclarece que o sofrimento é também uma forma de aprendizado, não sendo necessariamente uma prova ou expiação. Qual sua visão sobre o assunto?
Dra. Soraia Jorge: Existem casos e casos…. O que entendo é que há espíritos que já adentraram a humanidade, mas por diversas situações podem habitar transitoriamente corpos não humanos, nestes casos há o aprendizado e certa dose de expiação. Algumas vezes essa situação ocorre por escolha do espírito e vai depender de como foi sua história existencial até aquele momento. Acredito que não haja necessidade de aprendermos com o sofrimento. Se passarmos Amor a um espírito que está iniciando sua história existencial como não humano, ele aprenderá com Amor e ensinará com Amor. Para mim, algo falhou na nossa história que nos colocou dentro de um círculo vicioso da maldade e do sofrimento, um círculo do qual estamos tendo dificuldade de nos libertar e que está agregando sofrimento e dor para todos os espíritos que estão em fase de aprendizado neste planeta.
Animais e o Espiritismo: Alguns estudos vêm comprovando a consciência dos animais não humanos. Você acredita que isto deveria mudar a visão espiritualista sobre os animais não humanos, uma vez que sempre foram considerados seres que no plano espiritual não possuíam consciência e imediatamente eram direcionados a uma nova reencarnação?
Dra. Soraia Jorge: Sim. No livro há vários relatos neste sentido. A espiritualidade é muito mais diversa do que temos imaginado. Toda nossa relação com a espiritualidade vem (novamente…) da nossa visão antropocêntrica. Encontrei relatos de encarnações não humanas com um nível de consciência e espiritualidade superiores a muitas encarnações humanas. Acredito que esta seja uma discussão proposta e estimulada neste livro e espero encontrar pessoas capazes de se aprofundar neste sentido.
Animais e o Espiritismo: Como você vê a questão espiritual e o consumo de carne?
Dra. Soraia Jorge: Certamente este é um dos pontos mais difíceis de se discutir com a sociedade como um todo. Paradoxalmente é uma das atitudes mais fáceis e mais URGENTES de se modificar.

Isto porque o consumo de carne gera 98% do sofrimento animal e um sofrimento completamente desnecessário. 

Além disso, o consumo de carne alimenta espíritos trevosos de forma absurdamente maligna. Em um dos relatos descritos no livro tive a oportunidade de perceber a energia de sofrimento e dor gerada em um abatedouro e como essa energia alimenta um sistema cruel que se reflete diretamente nas nossas vidas! É urgente que deixemos este hábito estimulado pela mídia e pelas indústrias alimentícia e farmacêutica. É importante que os humanos possam perceber as influências maléficas deste hábito, para que possamos finalmente adentrar em um mundo de regeneração, harmonia e amor.

Muita paz e luz a todos!

10 DOENÇAS ESPIRITUALMENTE TRANSMISSÍVEIS


As seguintes 10 categorizações não se destinam a ser definitivas, mas são oferecidos como uma ferramenta para se tornar consciente de algumas das doenças mais comuns transmitidas espiritualmente.
1. A Espiritualidade Fast-Food:

Misture a espiritualidade com uma cultura que celebra a velocidade, a multitarefa e gratificação instantânea e o resultado é provável que seja a espiritualidade fast-food.

A espiritualidade fast-food é um produto da fantasia comum e compreensível que o alívio do sofrimento da nossa condição humana pode ser rápida e fácil.

Uma coisa é certa, porém: a transformação espiritual não pode ser obtida em uma solução rápida.
2. Falsa Espiritualidade:

A espiritualidade do falso é a tendência de falar, vestir e agir como se imagina que uma pessoa espiritual seja.

É uma espécie de imitação da espiritualidade que imita a realização espiritual da maneira que o tecido estampado de pele de onça imita a pele genuína de uma onça.
3. Motivações Confusas:

Embora o nosso desejo de crescer seja genuíno e puro, muitas vezes ele se confunde com motivações menores, incluindo o desejo de ser amado, o desejo de pertencer, a necessidade de preencher nosso vazio interno, a crença de que o caminho espiritual removerá o nosso sofrimento e ambição espiritual, o desejo de ser especial, de ser melhor do que, para ser “o único”.
4. Identificando-se com Experiências Espirituais:

Nesta doença, o ego se identifica com a nossa experiência espiritual e a toma como sua própria, e nós começamos a acreditar que estamos incorporando insights e idéias que surgiram dentro de nós em determinados momentos.

Na maioria dos casos,isso não dura indefinidamente, embora tenda a perdurar por longos períodos de tempo para aqueles que se julgam iluminados e/ou que trabalham como professores espirituais.
5. O Ego Espiritualizado:

Essa doença ocorre quando a própria estrutura da personalidade egóica se torna profundamente integrada com conceitos espirituais e idéias.

O resultado é uma estrutura egóica, que é “à prova de bala.” Quando o ego se torna espiritualizado, somos invulneráveis a ajudar, uma nova entrada, ou comentários construtivos.

Nos tornamos seres humanos e impenetráveis e estamos tolhidos em nosso crescimento espiritual, tudo em nome da espiritualidade.
6. Produção em Massa de Professores Espirituais:

Há uma série de atuais tradições espirituais da moda , que produzem pessoas que acreditam estar em um nível de iluminação espiritual, ou mestria, que está muito além de seu nível real.

Esta doença funciona como uma correia transportadora espiritual: coloca este brilho, leva àquele insight, e – bam!

Você está iluminado e pronto para iluminar os outros de maneira similar.

O problema não é aquilo que tais professores ensinam, mas que representam a si próprios como tendo realizado a mestria espiritual .
7. Orgulho Espiritual:

O orgulho espiritual surge quando o profissional, através de anos de esforço trabalhado efetivamente alcançou um certo nível de sabedoria e que usa esse conhecimento para se desligar a novas experiências.

Um sentimento de “superioridade espiritual” é outro sintoma desta doença transmitida espiritualmente.

Ela se manifesta como uma sensação sutil de que “Eu sou melhor, mais sábio e acima dos outros porque sou espiritual”.
8. Mente de Grupo:

Também conhecido como o pensamento grupal, mentalidade de culto ou doença ashram.
A mente de grupo é um vírus insidioso que contém muitos elementos tradicionais da co-dependência.

Um grupo espiritual faz acordos sutis e inconscientes sobre as formas corretas de pensar, falar, vestir e agir.
Indivíduos e grupos infectados com o “espírito de grupo” rejeitam indivíduos, atitudes e circunstâncias que não estão em conformidade com as regras, muitas vezes não escritas do grupo.
9. O Complexo de Povo Escolhido:

O complexo de pessoas escolhidas não se limita aos judeus. É a crença de que “O nosso grupo é mais poderoso, iluminado e evoluído espiritualmente, e simplesmente colocado, melhor do que qualquer outro grupo.”

Há uma distinção importante entre o reconhecimento de que alguém encontrou o caminho certo, p professor, ou comunidade para si, e tendo encontrado aquele, O Único.
10. O Vírus Mortal:

“Eu Cheguei”: Esta doença é tão potente que tem a capacidade de ser terminal e mortal para a nossa evolução espiritual.

Esta é a crença de que “Eu cheguei” na meta final do caminho espiritual. Nosso progresso espiritual termina no ponto em que essa crença se cristalizou em nossa psique, no momento em que começamos a acreditar que chegamos ao fim do caminho, um maior crescimento cessa.
“A essência do amor é a percepção”, de acordo com os ensinamentos de Marc Gafni.

“Portanto, a essência do amor próprio é a auto percepção Você só pode se apaixonar por alguém que você pode ver claramente ?

Incluindo a si mesmo.
Amar é ter olhos para ver.
É só quando você se vê claramente que você pode começar a se amar.”
É no espírito dos ensinamentos de Marc que eu acredito que uma parte crítica do discernimento da aprendizagem no caminho espiritual é a descoberta da doença generalizada do ego e auto-engano que está em todos nós.

Ou seja, é quando precisamos de um senso de humor e do apoio de amigos espirituais reais. À medida que enfrentamos nossos obstáculos para o crescimento espiritual, há momentos em que é fácil cair em um sentimento de desespero e auto diminuição e perder nossa confiança no caminho. Precisamos manter a fé em nós mesmos e nos outros, a fim de realmente fazer a diferença neste mundo.
Por Mariana Caplan, Ph.D.

Adaptado de Eyes Wide Open (Olhos Bem Abertos): Cultivando o Discernimento no Caminho Espiritual (True Sounds)

Tradução: Silvia Tognato Magini

http://despertardegaia.blogspot.com/

TRABALHADORES DA NOVA ERA (Índigos e Cristal)

As crianças e os jovens que estão hoje encarnados na Terra são diferentes daquelas das gerações anteriores. São chamadas de “crianças da luz”, crianças da nova era, do novo milênio. 
São muito sensitivas e conscientes, não toleram desonestidade e sabem quando as pessoas estão mentindo. 
Podemos imaginar então, como é difícil para elas se adaptar a um sistema educacional repleto de hipocrisia, concordar com coisas do tipo “vamos fingir que gostamos de estar aqui. Não podemos discutir a maneira como nos sentimos, sendo forçados a vir para este lugar e aprender/ensinar coisas que não temos certeza de terem aplicação prática na vida real”.
Em casa os pais normalmente tratam as crianças e os adolescentes com desonestidade. Escondem tudo delas, desde seus sentimentos até seus vícios, mas os índigos e cristais são muito intuitivos e quase sempre percebem quando há algo de errado e querem falar a respeito. Negar a verdade pode causar uma frustração muito grande, a ponto de ficarem doentes.
Esta nova geração encarna com uma missão sagrada: criar uma nova sociedade baseada em honestidade, cooperação e amor. Quando atingirem a idade adulta, o mundo será bem diferente do que é hoje.
Não teremos em breve mais violência e competição. Poderemos manifestar abertamente nossas necessidades para não precisar competir. E como iremos aos recuperar aos poucos nossas capacidades telepáticas, a mentira deixará de existir. 
Todos irão perceber a ligação que existe enttre os seres, e a solidariedade passará a ser a base da sociedade. Acumulamos um grande débito kármico ao interferir na missão destes seres da nova era. Devemos ajudá-los a alcançar o sucesso espiritual e para isso temos que agir de maneira honesta com esta nova geração.
Para nos adequarmos a esta nova era precisamos elevar nossa frequência vibracional.Os alimentos têm frequências vibracionais.
Os de frequência mais alta ajudam o corpo a manter a taxa vibracional mais alta, o que faz as pessoas se concentrarem mais em seu estado real e natural. Quanto maior a frequência maior a receptividade das habilidades intuitivas às mensagens dos seres de luz. 
Alimentos frescos e naturais como verduras, frutas e brotos têm as frequências vibracionais mais altas, enquanto produtos mortos ou congelados têm uma frequência mais baixas. 
A mídia também tem sua frequência. Informações que tragam medo ou negatividade têm baixa frequência. Portanto, noticiários, jornais, revistas com notícias negativas devem ser evitadas.
Acredito que você, assim como nós, deseja ajudar esses pacificadores a cumprir sua missão. Queremos que sejam exatamente o que devem ser: a esperança de um planeta muito melhor.

RELIGIÃO E ESPIRITUALIDADE

A religião não é apenas uma, são centenas.
A espiritualidade é apenas uma.
A religião é para os que dormem.
A espiritualidade é para os que estão despertos.
A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer e querem ser guiados.
A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior.
A religião tem um conjunto de regras dogmáticas.
A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo.
A religião ameaça e amedronta.
A espiritualidade lhe dá Paz Interior.
A religião fala de pecado e de culpa.
A espiritualidade lhe diz: “aprenda com o erro”.
A religião reprime tudo, te faz falso.
A espiritualidade transcende tudo, te faz verdadeiro!
A religião não é Deus.
A espiritualidade é Tudo e, portanto é Deus.
A religião inventa.
A espiritualidade descobre.
A religião não indaga nem questiona.
A espiritualidade questiona tudo.
A religião é humana, é uma organização com regras.
A espiritualidade é Divina, sem regras.
A religião é causa de divisões.
A espiritualidade é causa de União.
A religião lhe busca para que acredite.
A espiritualidade você tem que buscá-la.
A religião segue os preceitos de um livro sagrado.
A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros.
A religião se alimenta do medo.
A espiritualidade se alimenta na Confiança e na Fé.
A religião faz viver no pensamento.
A espiritualidade faz Viver na Consciência..
A religião se ocupa com fazer.
A espiritualidade se ocupa com Ser.
A religião alimenta o ego.
A espiritualidade nos faz Transcender.
A religião nos faz renunciar ao mundo.
A espiritualidade nos faz viver em Deus, não renunciar a Ele.
A religião é adoração.
A espiritualidade é Meditação.
A religião sonha com a glória e com o paraíso.
A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora.
A religião vive no passado e no futuro.
A espiritualidade vive no presente.
A religião enclausura nossa memória.
A espiritualidade liberta nossa Consciência.
A religião crê na vida eterna.
A espiritualidade nos faz consciente da vida eterna.
A religião promete para depois da morte.
A espiritualidade é encontrar Deus em Nosso Interior durante a vida.

A HISTÓRIA DA HUMANIDADE (3)

Terra – 11.000 a.C. para 3.200 a.C.


Depois da inundação, os nibiruanos retornaram a Terra para começar a reconstrução. Enki e Enlil – principais herdeiros de Anu – trouxeram sementes, instrumentos para lavoura e o conhecimento de agricultura animal para Noé e sua família. 

Noé começou a cultivar no sopé do Monte Ararat, onde o submarino com o material genético havia assentado quando as águas baixaram. Ninurta e Nannar – herdeiros do lado de Enil – ajudaram represando e escoando a área circunvizinha, como Enki tinha lhes ensinado a fazer.

Por volta de 10.500 A.C. a Mesopotâmia havia se recuperado juntamente com muitas outras áreas. A Humanidade mais uma vez tinha se multiplicado e disseminado.
A estação espacial foi reconstruída, mas desta vez em um novo local, o Monte Moriah.

O Monte Moriah, como vocês sabem, se tornou conhecido como Jerusalém. As outras cidades pré-diluvianas de Nippur, Eridu e o restante também foram reconstruídas.

As pirâmides sobreviveram à inundação, mas foi necessário escavar para fazê-las ressurgir novamente, pois estavam cobertas por muita areia e lixo orgânico.

Por volta de 9.000 a.C. tudo havia voltado ao seu pleno ritmo. Enki havia devolvido o governo do Egito aos seus descendentes, Osíris e Seth.

Foram os filhos de Enki que construíram as pirâmides com a ajuda dos seus ancestrais os Carians.

E este era o seu maior orgulho: trazer para a Terra a atmosfera elevada de Nibiru no início dos tempos para as suas civilizações e empreendimentos no planeta.

Muito embora, as pirâmides não tenham impedido a decadência crescente da família de Anu na briga pelo poder.

Marduk havia sido banido do Egito depois do seu desastre Atlantiano – Enki sabia que já não poderia confiar em seu filho Marduk.

Adad, um filho de Enlil, foi enviado para a América do Sul 
para encontrar ouro, e conseguiu.

Enlil teve ajuda de Nannar e Ninurta (o filho dele e Nin) na administração do restante da Terra. Logo ele teria que escolher um herdeiro também.

Ele não teria que aderir à Lei Pleidiana/Nibiruana, pois, como estava na Terra, novas regras de sucessão poderiam ser feitas.

Este foi o período de tempo no qual a geração mais jovem começou a lutar pelo poder da geração mais velha.

A geração mais jovem consistia de, entre outros, Ninurta, Nannar, Utu, Inanna, Seth, Osíris, Ningishzida e claro, Marduk, embora Marduk estivesse neste jogo há bastante tempo.

Estes foram os netos mais importantes de Anu.
Neste período, também, os filhos e filhas da Terra, a humanidade terrestre, assume um novo papel, pois é a descendência dos deuses que governará e os jovens deuses será o poder por detrás do trono. As grandes linhagens terrestres que manterão o poder dos jovens deuses.

Também são os humanos na Terra que serviriam para fazer a propaganda daqueles “deuses” que a protegem… o poder e conhecimento que antes viria de uma conexão com o conhecimento estelar original passa a vir da exploração de uns pelos outros… o Kali Yuga acelera, em seus últimos anos, na direção da escuridão e da falta de harmonia com as leis cósmicas

Os Yugas ou Eras e as Leis Cósmicas.
BRAHMA abre os olhos e BRAHMA fecha os olhos…quanto tempo se passou?
O pensamento hindu desenvolveu um conceito de templo cíclico através da doutrinas dos Yugas ou eras cósmicas. No pensamento ocidental moderno, o conceito de tempo é linear, como uma sucessão sem fim de eras, épocas que traz um pensamento implícito de uma evolução também linear e contínua, quase que automática.
Assim como os gregos acreditavam que existiam quatro eras: a Idade do Ouro, da Prata, do Bronze e do Ferro, que se sucede nessa ordem.

A tradição hindu contempla esses ciclos históricos e os denomina da seguinte forma: Satya Yuga, Treta Yuga, Dwapara Yuga e Kali Yuga.

Na sucessão dos Yugas a humanidade descende de uma elevada plataforma espiritual, como é vivida no Satya Yuga, para um estado de gradual degeneração nas Yugas subseqüentes.

As eras ou Yugas diferem uma da outra quanto ao grau de obediência dos seres humanos ao Sanáthana Dharma, isto é, à “Lei Eterna” ou as “Leis Cósmicas”, a lei que determina justiça, retidão, moralidade e harmonia em todo o universo e podem ser encontradas fundamentando todas as religiões e caminhos espirituais, pois é a essência eterna e única de todas elas.

Cada Yuga tem também uma dada escritura (ou shastra) apropriada ao nível ético de sua humanidade.

Atualmente estamos vivendo a última dessas quatro eras, o Kali Yuga, também chamada a Idade do Ferro, onde a ignorância e o materialismo, o egoísmo e os vícios etc. prevalecem sobre as virtudes espirituais.
É importante notar que na seqüência das eras existe uma gradual degradação do Dharma (lei universal ou retidão). Na Satya Yuga o Dharma é perfeito, na Treta Yuga ele decresce em ¼, na Dwapara Yuga em metade e na Kali Yuga apenas ¼ do Dharma prevalece.

Então com o inicio da nova Satya Yuga o estado original de pureza é restaurado, os ciclos começam novamente e assim repetem-se -ad infinitum. Esses conceitos são encontrados nos Puranas, textos sagrados que descrevem a cosmogonia e a mitologia na tradição hindu.

Duração de cada Yuga de acordo com a nossa contagem do tempo:
KALI YUGA = 432.000 anos

DVAPARA YUGA = x2 = 864.000 anos

TRETA YUGA = x3 = 1.296.000 anos

KRITA YUGA = x4 = 1.728.000 anos
A soma dos 4 YUGAS é a MAHA YUGA ou grande YUGA. A soma de 1.000 MAHA YUGAS corresponde a um dia de BRAHMA (KALPA). Depois de um dia de BRAHMA, segue-se uma noite de BRAHMA de igual tamanho.
MAHA YUGA = a soma = 4.320.000 anos
Cada KALPA subdivide-se em 14 MANVANTARAS, ou intervalos de MANU, que terminam com dilúvios. Cada qual equivalendo a 71 MAHA YUGAS e uma fração. O desenvolvimento e o caos de cada KALPA são marcados por eventos mitológicos que se repetem ciclicamente.

O Deus Brahma vive 100 anos (MAHA KALPA), depois o universo é absorvido novamente no Absoluto durante um século de Brahma, então tudo recomeça e entra indeterminadamente novamente no ciclo de 311 trilhões de anos.

1 dia de BRAHMA = MAHA YUGA X 1000 = 4.320.000.000 anos

1 noite de BRAHMA = 4.320.000.000

24 h de BRAHMA = 8.640.000.000

MAHA KALPA = 100 anos de Brahma = 360 X 8.640.000.000 X 100 = 311.040.000.000.000
O conhecimento dos Yugas também está associado ao sistema de castas indiano que referem-se originalmente a designação divina ao destino de cada ser humano:
No KRITA YUGA, o DHARMA penetra totalmente no organismo universal, assim, os seres deste período nascem virtuosos e dedicados ao seu dia a dia harmonizado divinamente com o DHARMA;
Em TRETA YUGA, o modo de vida de cada uma das quatro castas – conceito também presente no hinduísmo – começa a entrar em desordem, os deveres deixam de ser espontâneos e naturais pelo DHARMA, precisam ser aprendidos;
DVAPARA YUGA é o desafio de equilibrar as dualidades de imperfeição e perfeição, luz e treva. A perfeição da ordem espiritual não está mais à frente de tudo, os seres são cegos pelas paixões e mesquinharias materiais, dissolvendo o estado semi divino da sociedade. Nesta era, a santidade só pode ser alcançada por jejum, devoção e ascetismo e prática religiosa;
KALI YUGA, é conceituada como idade das trevas, existindo com apenas um quarto da lei do DHARMA, desenvolvendo a degradação moral e social, e deixando o mundo e o ser humano atingirem o que têm de pior.
E assim, configura-se uma explicação para a organização da vida do universo voltada ao desenvolvimento espiritual classificado em quatro diferentes vivências.

Marduk e As Guerras da Pirâmide.
O planeta Terra sofreu um acidente, uma quebra dimensional. Os ancestrais Felinos e Carians enviaram o conhecimento da construção de Pirâmides para equilibrar o desequilíbrio, mantendo a sintonia com as estrelas e criando um campo harmônico dentro de civilizações em queda: o campo do Nilo Azul. 

O Egito foi uma missão, uma tentativa de sucesso de deixar os códigos e conhecimentos da matriz da civilização para o futuro, nosso presente.

Naquele presente, nosso passado, de 8.400 a.C a 3.400 a.C foi o máximo que pode ser feito.

A Queda era inevitável, mas o futuro estaria garantido…. será mesmo?

Os filhos de Enki sempre estavam discutindo entre si, inclusive quando eram crianças.

Quando Enki e seu irmão Enlil – os principais herdeiros de Anu e, portanto, da Terra – lutavam pelo poder, também o faziam seus filhos.

Poderia e ainda pode haver alianças temporárias, mas cedo ou tarde um quer impor-se sobre o outro e os irmãos chegavam aos golpes. O mito da criação reptiliano é fortemente presente na linhagem de Enki.

Os principais filhos de Enki eram Marduk, Ningishzida, Nergal e Dumuzi. 

E os netos: Seth e Osíris.

Quando eram crianças, alguns deles receberam horríveis feridas dessas armas de plasma de brinquedo. Algumas das mães rivais ensinavam seus filhos a colocar formas de pensamento de demônios imaginários nos sonhos dos outros pequenos.

As mulheres aprenderam que se os filhos se mantinham no poder, também o fariam elas. Começaram a descuidar de suas filhas e só se preocupavam com procurar matrimônios poderosos para as pobres rapazes.

Uma reunião familiar freqüentemente era um desastre e às vezes chegava a converter-se em um motim. Os jovens brigavam e suas mães os incentivavam. Normalmente Enki se retirava no meio do temor e do desespero. Nunca gostou de disciplinar a ninguém.
Marduk
A princípio, quando Marduk tomou o poder na Atlântida, Ningishzida (Thoth) recolheu-se em registrar e disseminar o conhecimento, passando a ser conhecido como a Divindade da Ciência e da Escrita.
Porém, quando a catástrofe Atlante se tornou eminente – no intervalo entre o período e o desastre energético das construções marcianas lideradas por Marduk que causou o rompimento das membranas dimensionais do planeta e o período em que o dilúvio aconteceu como conseqüência do desastre anterior, um período de aproximadamente 4.000 anos – Thoth/Ningishzida, juntamente com os ancestrais Felinos e Carians da hierarquia planetária e acima dela, procuraram soluções que incluiu a construção das Pirâmides do Platô de Gizé.
Depois da queda Atlante, porém, entre muito conflito e engano, o Egito também foi dado a Marduk para que o governasse. 

Parecia que Marduk tinha o poder de submeter à mente de Enki; exercia uma espécie de controle mental sobre seu pai.

Enki preferia ficar no Abzu trabalhando em seus projetos genéticos, de modo que lhe entregou o domínio do rio Nilo e os territórios adjacentes ao Senhor Marduk.

Imediatamente Marduk começou a construir enormes estátuas monolíticas de si mesmo por toda parte. (Marduk era conhecido como Ra ou Amon Ra no Egito)

Eye of Amon Ra Ancient Egyptian sculpture

  
  
  

Estas obras de arte aumentavam sua beleza e tinham como fim intimidar ou aterrorizar aos Lulus/humanos. 

O mandato por meio da intimidação era o código de Marduk. Todos os tiranos da história da Terra de um modo ou outro se inspiraram no primogênito de Enki.

Como o Egito era o domínio de Enki, sua prole ficou encarregada de regular os padrões climáticos ao redor do Nilo.

Deste modo se controlava o fornecimento de água e se evitavam as inundações.

Em Nibiru, o controle do clima se faz por meio de reguladores de freqüência.

 

Na Terra um satélite em forma de disco de electroprata e ouro cruzavam os céus e, por meio de emissões magnéticas que vocês ainda não conhecem, regulavam-se as quantidades de água e a formação de nuvens.

Este procedimento fez que os Lulus/humanos pensassem que a família de Anu controlava o sol e que eram deuses que eles deviam adorar.


Marduk adorou esta idéia e se autodenominou o Deus do Sol, Ra, e por todo o Egito fundou templos onde lhe adoravam.

Ele era extremamente vaidoso e sempre queria sair-se com a sua.

Deus Sol, o Brilhante, Possuidor do Céu e da Terra e quase todo título que era dado aos outros deuses, Marduk o apropriava cedo ou tarde.

Até Enki lhe tinha medo.

De algum modo toda a força de Enki se transferia a Marduk, o que deixava Enki impotente.

Ekur

A grande pirâmide de Gizé era chamada de Ekur, uma palavra que quer dizer casa que é como uma montanha – seu intento era manter a freqüência vibratória da casa solar nibiruana no planeta, criando um campo eletromagnético que permitia viver na atmosfera solar e até estelar.

Enki e seus filhos construíram este Ekur em Gizé para restaurar a força de conexão estelar do planeta que neste momento perdia sua estrutura dimensional original.
Ningishzidda/Thoth, o filho de Enki e Ereshkigal, instalaram a tecnologia estelar pleiadense dentro do Ekur.

A pirâmide era o gerador principal de freqüências elevadas de poder e conhecimento estelar que foi usado em todos os veículos espaciais, os discos que controlavam o clima e os sistemas de comunicação do planeta com a comunidade cósmica e de sustentação do campo intra-planetário.

Nessa época as transmissões das Plêiades, do planeta Nibiru e da estação de órbita, chegavam ao Ekur.

Aquele que controlasse a grande pirâmide exerceria o poder na Terra e na família de Anu. Por isso, Marduk se apressou em reivindicar o Egito.

Marduk e Nergal começaram a lutar pelo controle do Ekur. Ningishzida/Thoth nunca foi dado às guerras, estava satisfeito em cumprir os propósitos de salvar o planeta e a humanidade da queda eminente.

Marduk fez clones de si mesmo e formou um exército de guerreiros ferozes e valentões, grandes de estatura e facilmente substituíveis. Com estas legiões de clones atacou os exércitos do Nergal e sobreveio a guerra.

Quando os filhos de Marduk conseguiram se apoderar do Ekur, venceu-os a ambição e a avareza. E não demorou muito para que houvesse conflito no horizonte novamente.

Desta vez foi entre Seth e Osíris. 

Seth quis governar todo o Egito e, levando às últimas conseqüências a queda eminente, assassinou seu irmão Osíris.

Hórus (o filho de Osíris) jurou vingar a morte de seu pai e assim começaram a brigar entre eles mesmos. Esse fato ocorreu no último momento foi a Primeira Guerra da Pirâmide, que em realidade ocorreu na Atlântida em queda.

Depois, os filhos de Enki moveram suas legiões para o portal espacial que pertencia a Enlil, o seu irmão herdeiro legítimo.

Esta briga provocou a Enlil e a toda a família e deu origem a uma larga e sangrenta guerra familiar que terminou dividindo a família de Anu em dois grupos definidos, os Enlilitas e os Enkitas.

Cerca de 300 anos depois teve início a Segunda Guerra da Pirâmide. Desta vez já no Egito, foram os Enlilites (os descendentes de Enlil), contra os Enkites (os descendentes de Enki).

O conflito só terminou quando os descendentes de Enki deixaram de controlar a Grande Pirâmide e quando o Sol voltou a nascer – só que do lado oposto – depois do dilúvio. 

Enlil não aceitava que os filhos de seu irmão rival Enki controlassem o Ekur e o porto espacial. Não queria lhes entregar o manejo das freqüências e das comunicações estelares vindas das Plêiades, de Nibiru e a estação orbital aos Enkitas.

Depois do fiasco Atlante de Marduk, o Enlilites não se conformou que os descendentes de Enki detivessem o controle dessas instalações.

A preocupação deles era que Marduk organizasse outro golpe e assumisse o controle da galáxia. O que sempre foi a sua intenção.

Enlil e seus filhos não tardaram em ficar à altura das circunstâncias. Escolheu a Ninurta como chefe das forças enlilitas contra Marduk.

Ninurta

Ninurta sendo o filho de Enlil e Ninhursag, vivia para agradar a seu pai, executava suas ordens de uma maneira saturnina e obsessiva, usualmente tinha êxito.

Ninurta era uma pessoa muito estranha, excessivamente egocêntrico e ressentido, uma espécie de menino mimado.

Como era o centro de atenção de sua mãe, cresceu com algumas características insuportáveis, conta a Deusa Inanna.

Quando eram crianças, Ninurta e Inanna, brigavam violentamente. Mas desta vez estavam brigando juntos no mesmo bando.

Nannar

O pai de Inanna, Nannar também comandava exércitos. A própria Inanna, insistiu em ir à batalha.

Tinha alcançado o nível de Falcão Dourado no conhecimento das armas. Lutou ao lado de Ninurta e uma vez levou-lhe uma arma que necessitava com urgência.

Foi à única vez que sentiram alegria da presença um do outro! Eram muito diferentes!

A guerra foi inegavelmente espantosa e usaram aos Lulus/humanos como soldados.

De vez em quando as grandes ondas de radiação chegavam a povos inteiros e Lulus/humanos inocentes morriam em quantidades.

Muitos mais morreram de fome no domínio africano de Nergal porque Ninurta evaporou todas as águas nos rios e chamuscou as terras com fogo de plasma.

Ninurta também usou o que vocês chamariam guerra química; o terrível míssil Madhava envenenava tudo o que encontrava pela frente. Havia muitos tipos de armas destrutivas, mas a mais engenhosa de todas era a arma Ruadra.

Esta produzia um holograma de enormes exércitos de monstros e demônios que atacavam armados com pistolas de plasma e que emitiam gritos horripilantes de guerra. 

Os Lulus/humanos de Marduk nunca imaginaram que se tratava somente de uma aparição, de modo que deram a volta e fugiram deixando que os clones sozinhos enfrentassem às legiões de Ninurta.

Ao final da guerra, Ninurta conseguiu alagar o Abzu, exigindo a Enki e a seus filhos que se retirassem da grande pirâmide.

Empregando o amparo do Ekur, os enkitas geraram uma parede de luz venenosa ao redor do complexo. Esta parede era um campo energético estimulado pelas enormes capacidades da grande pirâmide. Nenhuma arma podia penetrá-la.

Utu

Ninurta convocou o irmão gêmeo de Inanna, Utu, e lhe ordenou que cortasse todos os fornecimentos de água ao Ekur.

Sem água não poderiam sobreviver por muito tempo.

O desespero obrigou a um dos filhos menores de Enki a escapar para procurar água, mas em seu ousado intento a arma engenhosa de Ninurta o deixou cego.

Um membro da mesma família nunca havia feito tamanha agressão a outro antes.

Foi nesse período que Marduk tinha utilizado assassinos para matar o marido de Inanna, seu próprio irmão, Dumuzi.

Então interveio Ninhursag, a filha legítima de Anu. Já tinha visto muito.

Era algo muito vil que presenciasse a degolação de seus Lulus/humanos, mas matar e aleijar aos membros de própria família era algo intolerável.

Ordenou a seu filho Ninurta que lhe desse uma roupa protetora contra a radiação inferior que e encontrava no planeta e lentamente se aproximou do Ekur.

Ninguém se atrevia a agredir Ninhursag, nem sequer Marduk.

Ela é a filha de Anu e podem estar seguros de que Enki se sentiu muito nervoso quando ordenou a ele que baixasse a parede venenosa.

Ninhursag

Começaram as negociações de paz. Ninhursag informou a Enki e a seus filhos que Anu lhe tinha dado autoridade para pôr fim a esta loucura.

Ordenou a Enki que imediatamente se rendesse ante Enlil.

Enki procurou Marduk para lhe pedir conselho e este aceitou. Nesses tempos Marduk ainda tinha medo de Anu.

A guerra terminou com essa intervenção e mediação de Ninhursag.

As pirâmides foram concedidas à Ninhursag e ela ficou conhecida como a Dama da Montanha na História Antiga de vocês.

Ninurta esvaziou a pirâmide dos equipamentos dos enkilites e Thoth/Ningishzida (o filho de Enki com Ereshkigal, a neta de Enlil) assumiu o governo do Egito, substituindo a linhagem de Marduk. Isto aconteceu por volta de 8.600 a.C.

Daquele ponto até 3.400 a.C. a paz reinou no planeta, um Oásis no centro do Kali Yuga.


Ekur e O Sistema de Pirâmides no Platô de Gizé.

Então três homens foram neste lugar particular no Egito que era a origem dessa rede, que neste momento, após o desastre dimensional provocado pelos marcianos na Atlântida, estava destruída e iria em pouco tempo se destruir completamente. 

Foram para criar uma rede ao redor do Planeta Terra, chegaria a ser uma rede viva, mas criada sinteticamente.

Seria como criar um cristal sintético que requer certa tecnologia do cristal para fazê-lo. Construiu neste lugar um pequeno edifício de pedra, um retângulo áureo.

E, na espiral de fibonacci a partir do ponto original da rede, na distância de 1.5 km do edifício construído, construíram a Grande Pirâmide. O ápice da Grande Pirâmide está exatamente na espiral.

A grande pirâmide em Gizé, o Ekur, é um receptor natural de energias. Inclusive sem as melhoras da tecnologia siriana e pleidiana qualquer pirâmide recolhe e amplifica as freqüências circundantes.

Mas Gizé esteve ligada ao sistema estelar siriano, ancorando as energias estelares superiores ao Campo Energético do Egito conhecido como Nilo Azul.

Os egípcios do Nilo Azul alcançaram um estado de ativação fotônica muito intensa, ou seja, aprenderam como manter o seu corpo de luz – o seu ka – ancorado no corpo físico.

Graças à construção do sistema de pirâmides no Platô de Gizé, que ancoravam a luz estelar. Um mapa estelar para acessos às “Estradas de Osíris”, como chamaram determinada época, ou estrada para o corredor de Órion da Noite Galáctica.

Por certo, foi antes destes últimos, um acesso ao Sistema Estelar Siriano.

O Sistema Siriano é um sistema que ancora a luz estelar. Sem esse campo, a consciência na superfície da Terra se torna extremamente dualizada e só conseguimos pensar isso é bom e aquilo é mal, em um campo assim é realmente impossível ser criativo e desenhar o próprio destino.

Os egípcios do Nilo Azul eram uma civilização especial que vivia em acordo pleno com as leis cósmicas, gerando uma sociedade harmônica, a harmonia superior siriana. E assim foi no início deste projeto.

Como conseqüência do ódio que sentiam os familiares deuses da família de Anu entre si, a atmosfera da Terra estava se tornando pesada e obscurecida. Esta nova densidade, na freqüência baixa, estava penetrando dentro de cada coisa vivente sobre a Terra e a estava alterando.

Em meio de sua sabedoria felina, Ninhursag – a senhora da montanha – se deu conta do que estava acontecendo, mas o resto da família não notou.

Seus cientistas contemporâneos já entendem o campo magnético que rodeia a todos os corpos astrais, que se conhece como a magnetosfera.

À medida que a magnetosfera rodeia a todo o planeta, é atraída para as regiões polares na Terra onde se concentra.

Eles também estão conscientes de que a magnetosfera protege a Terra dos ventos reveses, que estão compostos de partículas de plasma de elevada energia que viajam a 200 milhas por segundo.

Estes ventos reveses literalmente bombardeariam o planeta se não fora pelo campo magnético circundante que desvia os ventos reveses de plasma.

O plasma é o material mais abundante em sua galáxia e, por conseguinte, uma fonte de energia apetecível.

As pirâmides continham uma tecnologia atualmente desconhecida para vocês que permitia acesso ao plasma dentro dos ventos reveses. Daí se tirava energia. As pirâmides se colocaram estrategicamente ao redor do planeta e se usavam como receptores de plasma.

O Ekur era o receptor de energia maior na Terra. Todas as naves espaciais Pleidianos estão dotadas de receptores similares de menor escala.

É obvio, todos os planetas que os Pleidianos colonizaram têm pirâmides para receber energia de plasma, eles aprenderam isso com suas raças conselheiras, os felinos e carians.

Antes de Akhenaton, o polêmico faraó da Décima Oitava Dinastia, os sirianos podiam alcançar todo o planeta Terra através da Grande Pirâmide. 

E isso aconteceu desde antes da primeira visita de Nibiru a Terra, ou seja, há mais de 500.000 anos.

Sírius teve uma ligação direta com a Terra através das dinastias egípcias por milhares de anos; cada dinastia Egípcia tinha a tarefa de proteger esse sistema estelar.

O Ekur portanto, além da luz estelar, também permitia conectar o plasma dos ventos reveses com o campo magnético que há no centro da Terra.

Este plasma de alta energia se canalizava como um funil pelo eixo vertical da pirâmide, enquanto que o magnetismo do centro da Terra era dirigido para cima pelo mesmo eixo.

Ambos eram concentrados em uma trajetória coerente e intensa, similar ao que seus cientistas conseguiram fazer com a luz na tecnologia laser.

Milhares das chamadas “pedras cantantes” recebem e conduzem esta energia. Há fragmentos enormes de âmbar, rubi e safira; cristais altos de citrino, esmeralda e água-marinha estão em uma ordem harmônica com a ametista, o diamante e o quartzo.

Muitas das pedras seriam desconhecidas para vocês, como por exemplo o uzup, que se recolhe no sistema solar pleidiano.

As “pedras cantantes” colocam-se de uma maneira consecutiva em uma espiral em todo o centro do Ekur.

No centro da espiral há um cristal azul monolítico.

O ápice do cristal se alinha perfeitamente com a ponta da marquise da pirâmide para que haja uma amplificação de energia magnífica.

As “pedras cantantes” são um espetáculo digno de presenciar.

Quando o plasma entra pela parte superior do Ekur e o magnetismo entra da terra, encontram-se no cristal azul que está no centro.

As duas energias se unem, redemoinham em meio de um vórtice de poder extremamente capitalista em forma de torés, uma forma geométrica que se parece com uma rosca de pão.

Quando o torés se forma, as duas energias se convertem em uma bela união de forças em forma de espiral. O torés de fluxo magnético em conseqüência fica em movimento com um anel que volteia sobre si mesmo para dentro e outro para fora.

Nesta forma cria-se o movimento perpétuo.

A beleza desta tecnologia não é algo incomum para os pleiadianos.

As formas que os pleidianos usam devem estar em harmonia com seu propósito; por isso, a função nunca é maior que a forma. Uma deve refletir e ser igual à outra ou se diminui o poder.

Há um debate quanto a se a cobertura exterior do Ekur era de branco alabastro ou turquesa. Era de ambos.

Em um lapso de 300.000 anos foram experimentadas com diferentes coberturas para ver qual gerava mais poder, mas a marquise sempre foi de ouro, pois este é um magnífico condutor.

A família de Anu e os sirianos compartilhavam tecnologias na Terra e por milhares de anos isso funcionou. Aos faraós era concedido um cetro sagrado que continha o campo do Nilo Azul – o ancora mento estelar siriano – e nas mãos de Akhenaton este cetro se perdeu.

Os sirianos cortaram, então, a conexão entre Sírius e a Grande Pirâmide, assim o Egito foi abandonado pelos sirianos permanecendo apenas sob o comando de Nibiru e o seu povo, assim como todo o planeta Terra.

A tecnologia nibiruana pleyadense no Ekur era de geração de poder, empreendedorismo, que culmina na presença dessa força em nossa época, porém sem o direcionamento do propósito estelar superior siriano, o grande poder voltou-se contra si mesmo, e a ira e o ódio que geraram as guerras da família nibiruana, se amplificaram muito com a presença do Ekur.
Ao finalizar a última Grande Guerra da Pirâmide, assinados os acordos de paz, autorizou-se a Ninurta para que desmontasse todos os sistemas bélicos nibiruanos/pleiadenses do Ekur, deixando somente o suficiente poder para controlar o clima e uns quantos instrumentos de comunicação e criação do campo estelar.
Inanna / Ísis

Inanna seguiu a Ninurta para a grande Pirâmide.

Quando Ninurta desmontou as pedras cantantes, ela lhe pediu umas quantas esmeraldas. Ele se negou, indicando de uma forma determinada que todas as pedras deviam ser transferidas ao novo centro de poder em Heliópolis, o domínio de Enlil.

Ninurta, que sempre era rígido e inflexível, perseguia o Pai de Inanna, Nannar, segundo ela mesma.

Ambos eram filhos de Enlil, mas seu pai é tão encantador e bom moço, tão lógicamente dotado que era evidente que entre os dois Enlil preferia a Nannar, nos conta de forma passional a Deusa.

Para Ninurta só restava cumprir seus deveres direito para ganhar a aprovação de Enlil. Por isso Ninurta era muito minucioso, muito aborrecido.

O dever e a integridade são qualidades maravilhosas, mas Ninurta não tinha senso de humor. E, claramente, não deu as pedras à Inanna.

Enlil é estrito em sua fidelidade à autoridade nibiruense e, uma vez que tinha promulgado uma lei na Terra, seguia-a ao pé da letra.

Seu irmão Enki é mais flexível, mais criativo.

Geralmente Enlil tomava partido por Nibiru, enquanto que Enki sentia um amor profundo pela Terra e os Lulus/humanos e freqüentemente lutava pelo melhoramento da humanidade.

Como parte do acordo de paz, Enki fez certas exigências em favor dos Lulus/humanos que tinha sido muito prejudicados na guerra.

Destruíram-se muitas cidades e os Lulus/humanos morreram em grandes quantidades. Enki exigiu que se restaurassem as cidades que tinham ficado em ruínas e que se construíssem novas.

Queria dar aos Lulus/humanos a possibilidade de ser mais que trabalhadores escravos, portanto se decretaram leis que lhes davam a oportunidade de escolher trabalho apoiado em seus talentos. Proporcionou-lhes uma extensa variedade de ocupações mais produtivas em suas estruturas sociais.

Foi quando Thoth/Ningishzidda pode criar o seu oásis egípcio em acordo com a hierarquia galáctica durante um curto período nesta época de degradação sob o planeta.

Como conseqüência da devastação da guerra das pirâmides, limitou-se o poder dos filhos de Enki.

Marduk se enfureceu quando se inteirou de que a seu meio-irmão Ningishzidda/Thoth tinha sido outorgado Gizé e o controle sobre o Egito.

Ningishzidda era considerado neutro na divisão familiar porque é filho de Enki, mas sua mãe, Ereshkigal, é a neta de Enlil. Marduk, porém, cobiçava todo o Egito; ele queria o mundo inteiro.

A Ninurta foi concedido o controle da nova capital da Suméria, Kish, o que lhe deu ainda mais poder e enfureceu mais a Marduk.

Ele queria Kish e o domínio da Suméria, assim como sua cidade favorita, Babilônia. Todos amavam a Babilônia; era tão formosa naqueles dias e seus famosos jardins eram o marco para muitos dos festivais mais famosos.

O povo de Babilônia chamava a Inanna de Ishtar, e em sua honra construíram um formoso portão de pedra coberto de ouro e lápis lázuli. Se viajarem lá hoje, na cidade velha poderão ver vestígios dos templos que construíram para si os deuses.

Marduk foi arrebatado da maioria dos domínios que desejava. Refletindo sobre suas perdas, decidiu tomar uma atitude em segredo e inventou um plano para utilizar aos Lulus/humanos contra os outros deuses de sua família
A Torre de Babel e a Desconexão do DNA

Era conhecido o fato de que iríamos cair dimensionalmente, que iríamos perder o alto nível de consciência que tinham os lemurianos/atlantes com 12 hélices ativas do DNA. 

Iríamos cair muito abaixo no espectro da vida, mas foi o que poderia ser feito para não acabar simplesmente a vida de mais um planeta. Isso teria que ser feito rápido, ao mesmo tempo seria necessário esperar um momento específico no grande ciclo do sol ao redor do centro da galáxia.

Então caímos para onde estamos agora, e deveríamos continuar a partir deste ponto para que pudéssemos chegar à solução para o nosso problema.

O problema é que não conseguiríamos fazer isso sozinhos. Uma vez que caímos e estávamos naquele nível levaria muito, muito tempo mesmo até que fôssemos capazes de fazer isso de forma natural e para o tempo que teria o planeta, estaríamos mortos.

Levaríamos um milhão de anos…

Por volta de 3.700 a.C. à realeza de Nibiru, mais uma vez, desceu do céu para a Terra. A humanidade tinha finalmente dado provas de que tinha amadurecido o bastante para governar a si mesma!!!! 

Essa foi à opinião dos Nibiruanos, naquele momento.

Teve início a nova linhagem de Reis-sacerdotes, meio nibiruano/pleiadianos e meio humano-terrestre. Foi quando a humanidade terrestre começou há organizar o tempo.

O calendário foi dado por Enlil, em Nippur.

O período Neolítico, como o chamam, começou, e a Terra teve seu primeiro governante meio-Nibiruano, Alulim. 

Ele seria chamado de semideus. Até aquele tempo todas as civilizações tinham sido governadas por seres de outros planetas.

Muito embora, haja controvérsias a este respeito, uma vez que algumas dinastias egípcias foram, antes deste tempo, lideradas pelos faraós, que embora semideuses, eram seres da Terra.

Porém esse é o ponto de vista da família de Anu, e essa família não considera nada além de si mesma, principalmente com relação ao Egito mais antigo sempre houve um ciúmes especial.
Muitos historiadores de nosso tempo, acreditam que a civilização suméria foi realmente criada nesse período, entre 3.800 e 3.400 a.C.

Nibiru entra em nosso sistema solar a cada 3.600 anos, e orbita entre Marte e Júpiter, mas os nibiruanos e Anunnakis não descem a Terra em todos os seus retornos.

As épocas mais favoráveis para o pouso deles são as Eras de Touro e de Escorpião, quando o nosso Sol está mais afastado dentro da Noite Galáctica, longe do Cinturão de Fótons.

Por volta de 3.400 a.C. a paz foi quebrada por Marduk.


Ele estava pronto novamente para seus truques. Desta vez convenceu os babilônios a criarem sua própria astronave e plataforma de lançamento (a Torre de Babel). Marduk, como governador da Babilônia, supervisionou a construção.

Seguindo um programa de austeridade, disciplinas de concentração intensas, Marduk ativou sua vontade de cobra.

Por meio de cristais e raios de freqüência colocou formas de pensamento nas mentes receptivas dos Lulus/humanos. Sua magia teve muito êxito. Pela primeira vez os Lulus/humanos pensaram que poderiam ser iguais aos Deuses de Nibiru!

Despertaram na noite com uma visão: uma torre enorme que chegava até o céu e o conhecimento de como construí-la.

Parecia como se os Lulus/humanos chegassem de todas as partes da Terra enquanto se reuniam nas planícies nos subúrbios da Babilônia.

Começaram a construir uma torre que chegasse até o céu onde poderiam exigir igualdade de parte dos deuses.

Um ponto muito perigoso! Marduk deve ter pensado que mais tarde poderia tirar essa tolice de seus cérebros.

O Deus Marduk dá, e o Deus Marduk tira!

Nessa época, os Lulus/humanos somente falavam em uma linguagem muito simples.

Os conceitos complexos não se encontravam em seu idioma porque seu vocabulário estava restrito às palavras que necessitavam para executar trabalhos manuais ou obedecer ordens.

Mas ainda possuíam restos de suas habilidades telepáticas originais da época em que ainda estavam em harmonia com os animais da Terra.

Essas habilidades telepáticas estavam funcionando a pleno vapor quando de uma forma misteriosa começaram a reunir-se para construir sua torre até o céu.

Quando Enlil se deu conta do que os Lulus/humanos estavam fazendo, apressou-se em ir até o local, caminhou entre eles e os admoestou para que suspendessem o projeto.

Disse-lhes que este ato era algo contra a vontade de seus criadores e que deveriam deter-se ou do contrário seriam castigados.

Para surpresa de Enlil fizeram pouco caso de suas palavras. Era como se nunca o tivessem visto. Enlil se deprimiu. Somente um Deus poderia produzir esta magia e o único que podemos imaginar que poderia fazê-lo era o desprezado filho de Enki, Marduk.

Enlil sabia que teria que tomar medidas drásticas e gerar um campo energético mais forte que o de Marduk.

Enlil destruiu a torre de Babel com um raio de partículas. Os Lulus/humanos ficaram estupefatos.

Dur-Untash, ou Choqa Zanbil, construído no século XIII a.C. por 
Untash Napirisha e localizado perto de Susa, Irã é um dos mais
preservados zigurates do mundo – suposta ruína da Torre de Babel

A maioria morreu e os que tiveram a má sorte de viver experimentaram as agonias que produz a radiação. Além disso, sua memória tinha sido removida.

Os Lulus caminharam cambaleando sem rumo, sem saber aonde ir ou de onde tinham vindo. Era algo deprimente. Cada Lulu começou a sentir uma parede invisível de separação que crescia a seu redor por toda a Terra.

As cidades e os povos ficaram invadidos pelas freqüências de separação de Enlil. E a partir desse momento todos os humanos foram animados a pôr em destaque sua heterogeneidade e a desenvolvê-la.

Para cada região se criaram novos idiomas, as raças começaram a denegrir umas às outras e às pessoas foi ensinado a temer-se mutuamente. Os Lulus aprenderam a odiar e a brigar entre si mesmos.

Além disso, a cada Deus deram nomes diferentes, houveram disputas quanto a qual dos deuses era o verdadeiro, embora freqüentemente só se tratava do mesmo Deus, mas com um nome diferente.

 A Inanna chamaram Ishtar, Vênus, Hathor, Afrodite, Lakshmi, Rhiannon e muitos outros nomes. 

Fomentou-se a dissensão entre os Lulus. Nunca mais foi permitido a estes antepassados humanos unir-se contra os Deuses e nunca mais recordaria a espécie humana que todos vinham da mesma fonte: uma criatura selvagem da Terra e a Pleidiana/Siriana Nin.

Acreditou-se que isso reduziria a velocidade do progresso tecnológico dos seres humanos terrestres e atrasaria uma vez mais Marduk de atingir seu objetivo de dominação mundial.

Ele não poderia fazer isto sozinho, ele tinha que ter a ajuda da humanidade para fazer o trabalho de propaganda.

Com o idioma confuso, não poderiam se comunicar entre si, e isso era uma fonte de grande irritação para Marduk.

Ele teve que gastar muitos anos lhes ensinando outro idioma para tê-los trabalhando juntos no mesmo projeto.

Também esse foi um dos motivos para a decisão de mudar a estrutura do DNA dos humanos, para suprimir suas habilidades psíquicas, que haviam sido concedidas anteriormente.

Enki e Nin regressaram para o laboratório em Sharrupak para executar esta diretriz, que também vinha da hierarquia galáctica.

Uma vez que as membranas dimensionais do planeta haviam sido destruídas, o experimento egípcio que daria uma nova chance de restabelecimento, precisou optar por essa regressão temporária do DNA de 12 para 2 hélices em toda a humanidade sobre o planeta.

Era sentido pelos Nibiruanos e outros, que desconectando dez das doze fitas de DNA dos humanos terrestres, isto reduziria a velocidade mais adiante.

Eles já tinham testemunhado os resultados da velocidade com a qual o gênero humano poderia progredir com a ajuda de tecnologia reptiliana, chegando a quase destruição do planeta Terra.


Enki e Nin, além de desatarem as fitas de DNA, colocaram implantes nos corpos astrais para impedir que as fitas se reagrupassem. 

Em seguida eles desconectaram estas dez fitas do sistema endócrino no corpo físico, que parou a produção de uma substância química que ativa as glândulas pineal, pituitária e hipotálamo.

Essas glândulas então se atrofiaram por falta de uso.

Só alguns humanos deteriam o poder de uso destas glândulas nas gerações futuras; eles carregariam um gene especial para este propósito.

Foi decidido que uma pequena porção da humanidade teria a capacidade de se comunicar conscientemente com os seres em outras dimensões, para que os humanos permanecessem no curso de sua evolução espiritual.

Estes indivíduos eram profetas, místicos, xamãs e paranormais. A humanidade permaneceria com a capacidade de ativar as glândulas, mas para isto seria necessária uma verdadeira dedicação.

 Continua Parte 4

Material livre para divulgação.
Por gentileza, respeite os créditos citando as fontes.
Esse texto não é ficção, foram baseadas nos livros de
Rodrigo Romo, Zecharia Sitchin, Martim Claret
Autor do texto Vicente Chagas (Projetovega-Ufo)
Edição, elaboração e fotos:
Angel Lux

AÇÃO E REAÇÃO

No universo tudo é cíclico. 

Existe tempo para tudo, o momento certo de cada coisa. Mas tudo vai e vem, nasce e morre, levanta e cai, clareia e escurece, esquenta e esfria.

Para toda ação há uma reação, por isso, você não é vitima de nada. Tudo que você está colhendo em sua vida hoje é resultado do que plantou no passado. 

O pensamento é quem cria ou transforma a sua realidade. 

Os pensamentos são geradores de espírito. Se você souber moldá-lo positivamente, também vai moldar um futuro positivo.

Você co-cria o futuro o tempo todo. A sua forma de reagir à vida e aos acontecimentos podem alterá-lo a todo instante.

Você é o maior mestre da sua existência e responsável por sua evolução. As pessoas mais sábias que existem ao nosso redor podem nos ajudar a compreender melhor nossos papeis, no entanto, jamais executá-los por nós.

Todos temos a capacidade de influenciar o psiquismo de qualquer lugar e qualquer pessoa. 

Quando irradiamos uma intenção positiva, conscientemente podemos influenciar multidões a agirem da mesma forma.


Agindo assim, passamos a ser colaboradores de Deus no processo evolutivo. E isso é se tornar um ótimo exemplo para a humanidade.

Todo pensamento, emoção e sentimento geram uma energia. A questão da polaridade ser positiva ou negativa é uma escolha de cada um.

A busca diária e consciente por um estado de espírito elevado é um dos pontos mais importantes desse processo. Requer disciplina e dedicação, mas pode ser conquistado de muitas formas diferentes e assimilado de maneira natural, sem complicações.

Desenvolver a espiritualidade é assumir e cumprir compromissos com a nossa própria essência. 

Se você não encontrar tempo para a sua evolução, inegavelmente vai se tornar solo fértil para desequilíbrios de qualquer ordem por simples negligencia.

A busca pelo desenvolvimento da espiritualidade nunca termina. Pelo amor ou pela dor, um dia, em algum momento, você vai se render à necessidade de buscá-la. Comece o quanto antes, isso facilita as coisas e torna a vida mais prazerosa.

“Orai e vigiai” é um dos instrumentos mais importantes nessa busca.

Manifesta a necessidade que temos  de cuidar com atenção de todas as coisas que produzimos em nossos pensamentos, tendo a consciência de qual tipo de energia estamos gerando para o universo e para nós mesmos, que, por conseqüência, poderá aproximar acontecimentos da mesma freqüência.

Somos eternos responsáveis. “Não faça para o seu próximo aquilo que não quer que lhe façam.”

As respostas aos nossos anseios estão dentre de nós mesmos. Precisamos aprender a buscar no nosso interior, evitando assim a busca desenfreada e iludida por soluções e respostas no mundo externo.

O livre-arbítrio é uma ferramenta que deve ser utilizada com sabedoria. 

A liberdade existe, a reação também. Pense sempre que todos os atos geram conseqüências. Atos positivos, conseqüências também positivas. O inverso obedece à mesma lei.

Você tem uma missão a ser realizada nessa existência e precisa se alinhar a ela. Não dá para achar que o nosso único propósito aqui na Terra é apenas trabalhar, sobreviver e pagar as contas. Temos que evoluir e isso significa muito mais que defender apenas os interesses do mundo material.

A solução dos seus problemas não esta em outra pessoa. As pessoas ao seu redor podem ser gatilhos de sua evolução, bem como amparos nessa jornada, jamais salvadores, tampouco culpados por nada.

A gratidão e meditação (oração) são exercícios diários para manter qualquer pessoa em contato direto com os planos superiores e os melhores níveis de vibração. Se você não aprender a ser grato pelo que tem, jamais vai conseguir conquistar sucesso, paz e saúde.

Aprenda a se alimentar das coisas simples da vida, compreenda a essência da sua existência e livre-se da miopia consciencial e do egoísmo. O apego e o materialismo excessivo escravizam, pois tornam as pessoas dependentes umas das outras e de coisas materiais.

Seu corpo físico não é tudo! Somos constituídos de uma essência transcendente a essa casca densa. Não deixe de cuidar com carinho e atenção do seu corpo, mas ele é apenas um dos pés de uma cadeira. Não se iluda com as aparências.

No mundo físico, Issac Newton, formulou a 3ª lei na mecânica, que declara: “toda força impulsionada numa determinada direção, gera outra força , de igual intensidade em sentido contrário”. Esta lei física, costuma ser designada como lei de ação e reação e governa também “relações espirituais”.

Dessa forma, pensamento, vontade e atos, são forças que lançamos, as quais devem dar origem a forças em sentido contrário, isto é, ao “choque de retorno”. Este retorno recairá sobre aquele que gerou a perturbação no ambiente com sua atuação desatinada; ou virão de volta alegria e paz, se o bem partiu dele. “Toda ação ou movimento deriva de causa ou impulsos anteriores” (André Luiz). A ação do mal pode ser rápida, mas ninguém sabe quanto tempo exigirá o serviço de reação, indispensável ao restabelecimento da harmonia quebrada pôr nossas atitudes contrárias ao bem. Nossas ligações com a retaguarda continuam firmes; ninguém avança para a frente sem pagar as dívidas contraídas…

Jesus fez várias referências à lei de causa e efeito nas suas lições, acentuando a importância dela para a redenção do espírito humano. 


Afirma o Mestre: ” não julgueis para não serdes julgados” (Mt. 7:1); “Com a medida com que medirdes sereis medidos” (Mt. 7:2);
“Todo o que comete pecado, é escravo do pecado” (Jo. 8:34),
“Se perdoarmos as ofensas recebidas, Deus igualmente perdoará os nossos erros”(Mt. 6:14-15).
Em suma: ” E o que quereis que vos façam os homens, isso mesmo fazei vós a eles” (Lc. 6:31).

Ao pensar e agir, o homem liberta forças e fica sujeito ao retorno delas, nesta ou em outra vida, provará o fel ou o mel que fez o outro beber, todavia, a aplicação da lei no nível espiritual é relativa porque a mesma “vontade” pode, noutra ocasião, agir em sentido contrário e atenuar o choque mediante a libertação de novas forças, agora positivas.


Não temos o poder de extinguir os efeitos da volta sobre nós, mas podemos modifica-los se mudarmos de rumo, e atuarmos noutra direção com esse intuito.

Sem o conhecimento da reencarnação, teríamos uma noção completamente nula das relações de causa e efeito. É ela que permite encadear as ações de uma vida para a outra, fazendo que sofra o indivíduo o que fez outro sofrer antes. Logo, ação e reação, além de importante lei física, é relevante lei moral; rege as relações inter-humanas e ensina ao espírito como atuar e progredir.

Regula ainda o livre-arbítrio; a liberdade existe antes de agirmos, após o lançamento do ato, ficamos sujeitos às conseqüências.

Nossas vidas são misturas de alegrias e sofrimentos em proporções variadas. ” A cada um segundo as suas obras” disse Jesus.

É ainda o mesmo princípio; quem foi insaciável provará a miséria; quem muito cuidou de si, passará solidão; quem violou será violado; se alguém perdeu um braço pôr nossa causa, perderemos um braço também; se caluniamos, lidaremos com a calúnia.

As dívidas com a Lei podem ser atenuadas pelo bom procedimento e os resgates reduzidos, de modo que o interessado não fique apenas submetido à cobranças, mas tenha também oportunidade de adquirir méritos pelo trabalho ativo no bem e pelo sofrimento valorosamente suportado.

Um indivíduo que matou outro, noutra vida para obter vantagens, estará em situação adequada para ser morto, noutra vida. Se porém, modificou-se intimamente e provou sua nova condição interior através da assistência a sofredores, virá ao mundo resgatar o seu crime pôr meio de uma doença, digamos , uma lesão valvular no coração, que o fará sofrer e, finalmente, desencarnar. Mudando o criminoso, não se faz necessário o episódio sangrento. A misericórdia Divina quer a transformação moral do homem e não o seu sacrifício sem o motivo consistente.

Um débito poderá ser classificado dessa forma:

  • Estacionário- quando a vida passa sem mudança de atitude íntima; a pessoa carrega um fardo de dívidas de uma existência para a outra até que a lei tome providências drásticas , como nascer paralítico, cego, sem braços etc.;
  • Resgate interrompido- quando o sujeito abandona a situação em que está e mete-se em nova complicação, como abandonar a família legal e formar outra;
  • Aliviado- se a ação positiva for encetada na liquidação da dívida;
  • Dívida expirante- se o sujeito liquida o erro sem cometer outros;
  • Dívida agravada- quando o interessado repete o erro anterior, geralmente ampliando-o na vida atual dobrando o débito;
  • Resgate coletivo- em grupo, todos com a mesma dívida.

Dessa maneira, é fácil perceber que, após conquistarmos a coroa da razão, de tudo se nos pedirá contas no momento oportuno, mesmo porque não há progresso sem justiça na aferição de valores.

Qualquer sombra de nossa consciência jaz impressa em nossa vida até que a mácula seja lavada pôr nós mesmos, com o “suor do trabalho ou com o pranto da expiação”

Quando a nossa dor não gera novas dores e nossa aflição não cria aflições naqueles que nos rodeiam, nossa dívida está em processo de encerramento.

Quanto mais amplitude em nossos conhecimentos, mais responsabilidade em nossas “ações”. 

Através de nossos pensamentos, palavras e atos, que nos fluem, invariáveis do coração, gastamos e transformamos constantemente as energias do Senhor, em nossa viagem evolutiva nos setores da experiência; e de nossas intenções e aplicações, nos sentimentos e práticas da marcha, a vida organiza em nós mesmos, a nossa conta agradável ou desagradável ante as Leis do Destino…

Vivemos tempos difíceis, cuide bem de sua vida, seus atos e seus entes-queridos. Supliquemos a Jesus que nos conceda forças para a vitória !


Fonte: http://www.espirito.org
http://despertardegaia.blogspot.com/