A HISTÓRIA DA HUMANIDADE (7)

Conselho Intergaláctico – Interferência Nibiruana

O Grande Salão do Conselho da Federação Inter Galáctica era uma sala de reunião imensa com tetos transparentes e arqueados que davam ao espaço infinito. 

Anu, Enlil, Enki, Ninhursag, Nannar, Ninurta, Nergal, Utu e Inanna estavam todos formalmente sentados no círculo do Conselho.

Marduk não quis assistir. De repente sentiram se pequenos e até Anu parecia diminuído neste lugar. Só a presença dos membros do Conselho os deixou humildes, um sentimento ao qual não estavam acostumados.

Os Doze Superintendentes do Conselho (10D) eram uma amostra representativa das galáxias. No auditório havia centenas de outros representantes de todo o universo.

Tantas espécies! Havia membros de Sírius, Andrômeda, Órion, Arcturo, Cruzeiro do Sul e muitos outros sistemas.

Os Etéreos estavam muito bem representados. Eles têm uma freqüência vibratória muito alta. Às vezes se vêem sólidos, outras vezes transparentes ou translúcidos e se diz que estão por cima da polaridade.

Os nibiruanos jovens não sabiam por que, mas parecia que os Etéreos tinham a última palavra na condução da reunião.

Também haviam seres que eram esferas ou bolas de luz e voavam ao redor deles, transformando-se nas cores do espectro; primeiro dourado, depois rosado ou turquesa.

Possuíam a habilidade singular de entrar dentro dos outros seres com permissão, de encher suas células com luz e, por meio disto, conhecer a soma total de seu ser. Tudo estava muito interessante, mas a disposição de ânimo no Salão trocou.

King Anu

Quando Anu ficou de pé diante Dos Doze, deles saiu simultaneamente um som o qual se converteu em palavras que foram claramente entendidas por cada raça: “NÃO INTERFERÊNCIA!”

Não interferência é a lei do universo do livre-arbítrio e os Pleidianos-Nibiruanos, disseram Os Doze, tinham violado esta lei ao interferir diretamente na evolução de uma espécie. 

A lei afirmava que era possível ajudar à evolução dos seres se, e somente se, eles solicitavam essa ajuda.

Alterar seu DNA e romper os campos eletromagnéticos de um planeta inteiro com a arma Gandiva era algo monstruoso e ilegal.

Inanna pensava para si que este conceito de livre-arbítrio devia ser como o mercado livre na Terra: é somente livre quando serve aos que estão no poder. Parecia-lhe que este Conselho estava tratando de fazer pressão ao interferir no seu livre-arbítrio.
Para o Conselho era óbvio que os membros da família de Anu não entendiam muito bem, de modo que explicaram cuidadosamente que não os iriam castigar, fazê-los voar em pedaços ou confiscar suas armas.

Contudo, algo aconteceria a eles. Um estado de consciência, uma energia, uma disposição de ânimo – que refletia a totalidade de suas ações na Terra – chegaria até os seus mundos.

Esta energia lentamente, mas por certo, afogaria a criatividade e espontaneidade de suas vidas. Ver se íam bloqueados, incapazes de evoluir. O Conselho chamou a esta energia a Rede.

Claramente explicaram que eles não eram vítimas, que eles mesmos tinham criado esta Rede. Era seu próprio invento. Eles criaram.

Também proibiram que usassem o Gandiva outra vez. Ou se fizessem seria considerado como um ato de guerra e pagariam as conseqüências.

Se eles não acreditavam que as armas do Conselho eram mais fortes que as suas, talvez poderiam lhes mostrar hologramas de outros grupos errantes que tinham sido aniquilados por violar a lei.

Acrescentaram que suas armas não somente destruíam civilizações mas sim, eram tão fortes que podiam vaporizar as almas dos habitantes.

Eles podiam retornar-los à mente do Primeiro Criador para não existir mais, não os dariam a possibilidade de encarnar em nenhuma forma! Sentiram um calafrio na espinha.

O Conselho continuou dizendo que mais tarde em seu desenvolvimento seria óbvio para os nibiruanos que estavam na fase adolescente.

Desavenças como as de Enki e Enlil passariam com o tempo e teriam servido para um fim. Enquanto isso não lhes iriam permitir destruir planetas ou fraturar o tempo com estas explosões.

Recordem. Eles concluíram com a palavra RECORDEM!!!

Anu estava visivelmente aturdido; nenhum membro da família nunca o tinha visto assim. Anu retornou a Nibiru, Enki e Enlil voaram à estação orbital. Os três ficaram em comunicação permanente

HISTÓRIAS até hoje. E 2012
Como os Nibiruanos/Pleiadenses cometeram o engano de usar a Grande Arma Radioativa, a Gandiva. O resultado foi que ondas de radiação letal fluíram para o sistema solar, para a galáxia, o que os levou a serem chamados atenção pelo Conselho da Federação Inter galáctica.
Durante alguns anos do século XX, grande parte da humanidade temeu a guerra nuclear, mas ela já aconteceu há milhares de anos… 
Segundo a Deusa Inanna, a sua família estava tão ocupada lutando, competindo e jogando que se esqueceu por completo do “chato” Conselho da Federação Intergaláctica. 

E além do mais, a Terra era propriedade da família de Anu na visão de mundo dos membros da família de Anu.

Mas nem todos os argumentos que apresentavam permitiram que pudessem fugir da intervenção do Conselho Inter Galáctico.

Os membros do Conselho argumentaram que a Terra tinha sido colonizada antes da família de Anu chegar, realmente os Sirianos Etéricos aqui estavam há éons e a eles, sim, foi dado o direito de guardiões do planeta e de semeadores da raça herdeira, os humanos.

E eles, os nibiruanos pleiadenses simplesmente infringiram a Lei do Primeiro Criador ao pôr em perigo outros mundos com suas maravilhosas armas.

Os nibiruanos também foram acusados de alterar as capacidades genéticas da espécie humana, despojando-os assim da habilidade para evoluir. 

E de violar a Lei de Não Interferência. Enredados em meio de seus próprios problemas, pareceu-lhes que isto não era assunto do Conselho. A família de Anu, estava em guerra, irmão contra irmão – a velha e interminável guerra entre Enki e Enlil.

Nem lembravam e alguns mesmo nem sabiam, que deviam obediência ao Conselho da Federação Inter Galáctica e a sua raça Conselheira, os Sírianos Felinos.

Para eles, o Conselho da Federação Inter Galáctica não importava em nada, até que se viram rodeados da Rede. Não era uma rede real, como uma de pescador com cordas e tecidos; esta era uma parede de freqüência invisível e, por conseguinte, para eles tudo começou a mudar.

A magia desapareceu por completo de suas vidas; já não havia faísca, não havia ação. A vida se voltou muito sólida e densa, deixou de circular.

A Deusa da Sabedoria de Sírius estava a ponto de os ensinar algo que tinham esquecido, ou que possivelmente nem sequer tinham começado a aprender…

Cuidadosamente o Conselho da Federação Inter Galáctica explicou-lhes que teriam que outorgar aos terrícolas os mesmos poderes que possuíam!

Informaram-lhes que teriam que tomar a responsabilidade para si pelo que tinham feito.

Que Desacato!

A família de Anu jamais poderia aceitar isso!

A Deusa Innana, neta de Anu, explica: “Podem imaginar que coisa chata seria se seus animais domésticos fossem iguais a vocês? Poderiam começar a falar e inclusive lhes dizer o que gostariam de jantar. Onde terminaria, com um jantar de quatro pratos e trufas de chocolate como sobremesa?”

Imaginem só: Animais Domésticos! Como você trata os seus? Pense bem…

Muito chateados e em meios a infindáveis discussões, onde uma acusava o outro por tal situação, a família de Anu voou para casa. Brigaram muito, para variar, entre eles mesmos, como era seu costume.

Alguns imaginaram que a Federação Inter Galáctica estava conspirando com seus inimigos, outros pensaram que o Conselho obviamente queria ficar com a Terra só para si.

Os Sirianos eram mais antigos no Conselho que os pleidianos ou, eram os Acturianos? A família de Anu era tão auto-centrada que não sabia coisas básicas da realidade cósmica, a não ser o próprio Anu.

Alguns deles acreditaram que era por certo algo pessoal e começaram logo a culpar uns aos outros por provocar tal situação. São uma família fragmentada na verdade.

Foi quando tentaram dissolver a Rede por meio de um sacrifício ritual colossal, belo e realmente horripilante a gosto dos que se consideram entendidos nestes assuntos.

Nada de fato aconteceu; nada mudou, a Rede ainda estava ali e eles ainda mais aborrecidos, estancados e desorientados. O desespero, anteriormente desconhecido para os Deuses Nibiruanos Pleidianos, cravou suas garras dentro de suas almas, suas almas reptilianas, exatamente.

Nesse momento em suas telas de comunicação apareceu uma mensagem urgente: 


Marduk tinha sitiado todo o sistema solar pleidiano. Eram os momentos críticos do KaliYuga se aproximando.

Durante muitos anos em segredo, Marduk tinha fabricado exércitos de clones e os tinha treinado em Marte, um planeta abandonado. O temor que tinha aprendido a tirar da raça humana lhe servia agora como alimento e energia para apoiar este projeto impressionante.

Com um ataque supressivo entrou nas Plêiades e destruiu a monarquia governante. Agora tinha tudo sob seu tirânico controle e ordenou a Anu que se rendesse ou do contrário destruiria Nibiru.

Anu escapou com Antu, sua rainha, a um sistema vizinho.

Todos estavam sobressaltados.

Enki e Inanna voaram com Matali ao centro da Terra para se esconderem no profundo mundo subterrâneo do Reino da Serpente, onde estariam a salvo dos restos da radiação do Gandiva.

Enlil saiu para unir-se a seu pai Anu. Os dois estavam decididos a desenvolver um plano para recuperar Nibiru e liberar as Plêiades.

Marduk estava agora no controle de Nibiru e do planeta Terra e começou a mudar muitas coisas. Foi nesta época que as mulheres diminuíram em estatura e foram consideradas inferiores na espécie, junto com as crianças.
Marduk criaria as igrejas para apagar a Deusa e o modo de vida pleidiano comunitário que tinham recebido dos Fundadores do Universo, os Felinos e Carians.

Mulheres que eram líderes nas comunidades eram reprimidas, estigmatizadas como bruxas e queimadas na fogueira. Este processo continuou através da época escura da Idade Média, e terminou no final do século 18 d.C. Foi à coisa mais importante que Marduk fez para atingir o controle absoluto da Humanidade.

Marduk proclamaria a si mesmo como o “Deus entre os deuses”. Depois, mudaria para “Deus” apenas. E toda vez que se pronunciasse a palavra Deus, a imagem dominadora, repressora e temível de Marduk estaria por trás. O politeísmo agora daria lugar ao monoteísmo de Marduk.

Ele dominaria através do medo; e isto ele tem feito até os dias de hoje.

A salvo, e além das freqüências de tempo do planeta desolado, a família divina observava com horror como Marduk conseguia apoderar-se do que estava na Terra e seus habitantes.

Com o tempo se apoderou de todo o planeta. Não utilizou exércitos para conquistar a Terra, usou a propaganda.

Os sacerdotes de Marduk acusaram Enlil de desatar o terrível Gandiva contra os indefesos humanos, realizando a Guerra Nuclear.

E isto era, antes de tudo, a verdade e por isso Marduk fez com que os habitantes da Terra se voltassem contra Anu e Enlil. Apoiando a sua ideologia do Deus Único (o Deus MARDUK!)

Marduk fez tudo o possível para difamar Inanna.

Dizia que ela era uma bruxa malvada que devorava aos homens e convertia mulheres inocentes em prostitutas.

Como cobiçava seus templos e as terras que possuíam suas sacerdotisas, iniciou uma campanha de difamação para destruir a estas mulheres.

As sacerdotisas, que estavam muito bem treinadas em negócios e nas artes, foram acusadas de magia negra, de lançar conjuros por toda a Terra.

Sempre que algo saía mal, uma tormenta ou um problema nas colheitas, jogavam a culpa nessas mulheres.

E Marduk se encarregou de que muitas coisas saíssem mal.

As belas sacerdotisas foram encarceradas, golpeadas, torturadas, violadas e queimadas vivas. 

Confiscaram-se todas as suas propriedades. Marduk estava se vingando de Inanna, aquela que ordenou que o enterrassem vivo.

No Reino da Serpente, Inanna jazia em uma pequena cama em um quarto cômodo mas não se dava conta do que havia a seu redor. No olho de sua mente viu como os homens de Marduk desfiguravam e mutilavam seus templos.

Todas as imagens das deusas foram substituídas pela de Marduk. Esculpiu seu nome em pedra por cima do de Inanna e reescreveu a HISTÓRIA, convertendo-se a si mesmo no herói de cada conto e lenda.

Em meio de uma agonia impotente, Inanna viu como suas sacerdotisas sofriam todo tipo de humilhações. Há tantos contos de fadas sobre virgens, às que se levam aos dragões e as presas em cavernas escuras.

Estas histórias estão apoiadas na verdade, mas não havia nenhum cavalheiro em armadura que devesse resgatar as suas belas sacerdotisas.

Marduk não se deteve com as mulheres da Deusa Inanna apenas; ele não estaria satisfeito até que esmagasse a todas as mulheres.

Para obter isto, usou os homens. Disse aos humanos varões que eles eram superiores, que a mulher tinha sido criada da costela de um homem para que lhe servisse. Mentiras, mentiras saíam da boca dos sacerdotes de Marduk.

À medida que as mulheres perdiam sua posição de respeito, os homens por sua vez perdiam parte de si mesmos. As coisas não voltaram a ser iguais.

Inclusive fazer amor se converteu em uma guerra. Como Marduk queria mais súditos para controlar e mais energia do temor que se gerava, fomentou a procriação de seus súditos.

lado escuro da Lua

Na lua da Terra colocou um aparelho eletromagnético que conectava a ovulação feminina com seus ciclos.

Nem sequer os animais da Terra se podiam fecundar com tanta freqüência como suas mulheres.

Marduk queria produzir o temor como uma mercadoria, assim que ordenou aos Lulus que se multiplicassem.

Isto lhe daria mais súditos para tiranizar e assim poderia gerar mais energia a partir de seu temor.

O temor se converteu na mercadoria mais valiosa para Marduk.

O temor imperava: temor à morte, temor ao castigo, temor ao conhecimento.

Com uma fonte tão ilimitada, Marduk podia alimentar a suas legiões de clones e a Terra se converteu em uma central elétrica para Marduk e seus tiranos.

E tiranos eram; dos governantes dos países até os administradores de companhias, a tirania era a lei.

Impor a vontade de um sobre outro era a expressão mais altamente valorizada da vida humana. Com a tirania chegou sua amiga, a avareza. E como ninguém pode estar perto daquele que controla as coisas, os troféus da conquista e o controle substituíram ao amor. O prazer se definia em termos de posse e os objetos substituíram à intimidade.

Do Reino da Serpente, Inanna viu o futuro deste mundo projetar-se ante seus olhos. Viu como Marduk se voltava mais e mais ardiloso em suas técnicas de controle e de gerar temor sobre os Lulus.

Sacerdotes e políticos desfilavam diante de si; os estilos trocavam, mas a tirania fundamental permanecia intacta.

Uma garra invisível se pulverizou pelas mentes e almas dos habitantes da Terra. A Inquisição, o sistema feudal, centenas de “ismos” que prometiam esperança vinham e se foram.


A industrialização trouxe consigo o trabalho vazio, aumentou o materialismo e poluiu as águas, a terra e os mantimentos.

Marduk aperfeiçoou a manipulação com a chegada dos meios de comunicação: televisão e jornalismo.
Repetidamente os humanos eram treinados para adorar algo fora de si mesmos; não lhes animava a olhar para dentro. Sempre havia alguém lá para adorar, alguém que era melhor e mais elevado.

Duvidando de si mesmos, os Lulus escutavam sem cessar aos “peritos”, quem por sua vez se contradiziam entre si aumentando deste modo a confusão.

Os humanos que conseguiam pensar por si mesmos eram excluídos como desadaptados, eram castigados ou no melhor dos casos os faziam se sentir culpados.

Se a gente obtinha algo, os outros se sentiam inferiores e se fomentou o sentimento de culpa.

A psicologia se fez popular e os humanos lhes davam o dinheiro àqueles que escutavam seus sentimentos de culpa e temor durante horas, dias, anos. Para Marduk a culpa era tão nutritiva como o temor.

 A Rede Marduk e o Time de Administradores do Mundo agem simplesmente assim:


…se há uma escassez de temor, Marduk ocasiona uma escassez de alimento, um terremoto, um furacão, ou uma GRIPE SUÍNA. Isto pode ser real como um acontecimento real na natureza, por exemplo, ou pode ser simplesmente um holograma ou apenas um programa de televisão. Dá pra imaginar quantos milhões mais podem ganhar todas as empresas e corporações do Time de Administradores do Mundo se o negócio do MEDO continuar crescendo?????
À medida que viajava pelo tempo, de repente alguns membros da família divina de Anu começaram a compreender como um raio que golpeava seus cérebros cansados, que Marduk eram eles mesmos. Ele era o inconsciente coletivo da família de Anu projetado sobre a Terra.

Tinha criado do mesmo modo como tinham criado tudo em suas vidas. Cada um deles tinham dado a luz ao Marduk nesta dimensão. Obviamente, se o haviam criado, também podiam se desfazer dele. Mas como?

Anu nos encoraja a lembrar: Marduk, o 4º aspecto dimensional de Satã, faz parte das Casas Reais de Avyon e Aln, e, portanto, é da família.

Marduk concordou em representar seu papel como líder das Forças Escuras, para dar à Humanidade as necessárias oportunidades para sua evolução espiritual.

Sem este seu esforço em benefício da Humanidade ela não poderia evoluir, pois não haveria nenhuma negatividade.

Marduk está pronto para voltar para casa!!!! Como você sabe, é muito mais difícil representar o papel do vilão do que representar o papel do herói.
Marduk será contido, e serão cada um de nós que o pararão, não com força, violência, mas com amor, através da integração do lado escuro de nós mesmos e, portanto, de Marduk e as forças dele. Assim anuncia Anu.
E a Agenda Pleidiana/Nibiruana é “Tomem de volta seu poder, para os Nibiruanos isso ocorre através da recodificação do DNA.

Agora é o tempo. Vocês, os Sirianos Etéricos, são os herdeiros deste planeta. Reivindiquem seu direito inato, dado a vocês há tanto tempo atrás pelos Fundadores.

Os Nibiruanos Avyonianos (pleiadianos) sua raça paterna, seus irmãos e irmãs, os Sirianos Aquáticos e os Sirianos Crísticos, estamos aqui para ajudá-los. Vocês só têm que estender a mão e convidar.”


 fim

Material livre para divulgação.
Por gentileza, respeite os créditos citando as fontes.
Esse texto não é ficção, foram baseadas nos livros de
Rodrigo Romo, Zecharia Sitchin, Martim Claret
Autor do texto Vicente Chagas (Projetovega-Ufo)
Edição, elaboração e fotos:
Angel Lux

A HISTÓRIA DA HUMANIDADE (6)

Elementos Radioativos na Terra – Gandiva Yoga

Os jogos estavam cada vez mais quentes.

Marduk estava conspirando e planejando.

Nergal, seu irmão inimigo, não se deu por vencido depois da derrota de sua aliada Inanna.

Ele agora estava formando alianças com outros enlilitas, os inimigos de seu pai Enki.

E tudo na Terra continuava girando entre as velhas intrigas dos irmãos Enki e Enlil, porém Marduk ganhava um desproporcional e cada vez maior destaque.

Com a animosidade entre os filhos de Enki e Enlil se concentrando na atmosfera da Terra.

Das profundidades do Reino Serpente, onde estavam Matali, Tara e sua convidada especial Inanna, podia ser observado como os deuses se aproximavam cada vez mais da sua destruição.

Os filhos de Enki cresceram conscientes de que toda a Terra lhes teria pertencido se não fosse por Enlil e seus filhos.

O rancor e aversão que Enki sentia por seu irmão Enlil se infiltrou nas vidas de seus filhos como um veneno. Os enkitas estavam apaixonadamente decididos a vingar-se e se opunham a cada passo que dava Enlil.

Nabu

Como Enki perdeu o controle sobre seus filhos, o ódio deles afundou a família.

Marduk e seu filho Nabu trataram de arrebatar o poder a seus próprios irmãos.

Nergal foi o único irmão que não estava disposto a entregar todo seu poder a Marduk e opôs a maior resistência chegando até a formar uma aliança com Ninurta, filho de Enlil.

Ninurta comandava os esquadrões de vôo enlilitas que patrulhavam a Terra. Ele tinha conduzido as famosas Hordas Gutianas para a Acádia para destruir o que ficara dos exércitos de Inanna.

Também foi encomendada a Ninurta a tarefa de recuperar os sistemas de águas do Eufrates depois que Marduk os tinha poluído.

Ninurta – Gula
Ninurta e sua esposa, Gula, estavam na cidade de Lagash.

Ninurta, a quem adorava voar e comandar a força aérea, também era aficionado à construção e a engenharia.

Esperava ansiosamente o desafio de limpar o rio.

Mas detestava o assunto de governar e não tinha paciência para a vida social que suportam estes deveres.

Sua esposa Gula estava muito dedicada a ele mas Ninurta era muito esquisito para ser companhia de alguém.

Talvez ele tenha levantado uma parede a seu redor para desviar os constantes cuidados de Ninhursag, sua dominante mãe. Ninurta ficou muito introvertido, descuidou do controle do governo e desaparecia durante dias.

Escapava em sua nave favorita, o Pássaro Negro.
Ele queria construir pirâmides; dos tempos da guerra sentiu inveja das grandes pirâmides do Egito – o que afinal era algo comum na família de Anu, a inveja, especialmente do Egito – e convidou aos arquitetos que haviam realizado o desenho e construção de Gizé para que começassem a trabalhar na Suméria.
Isto o manteve ocupado por um tempo perto de casa, por isso sua esposa se alegrou. Mas paulatinamente a tentação de voar sozinho em sua nave o venceu. 

Afastou-se de toda civilização e voava sem cessar através de montanhas longínquas. Ali formou uma legião de lutadores e lhes ensinou as artes marciais. Desfrutava muito da companhia destes homens rústicos.

Ninurta
Ninurta estava enfastiado do estilo de vida de sua família, os deuses. 

Preocupado por seus conflitos eternos, ele recordava sua infância quando a Terra era ainda uma aventura desconhecida.

Desejava essa época quando estava livre das enormes responsabilidades de ser o filho de Enlil. Ninurta é uma pessoa muito complexa, atormentado pela carga de seus deveres e uma necessidade premente de simplesmente ser um garotinho brincalhão, o garotinho que talvez nunca tinha sido.

Como Ninurta estava fora por longos períodos, Marduk começou a olhar a Babilônia e suas cidades circundantes.

Ele e seus seguidores começaram a infiltrar-se nos povos da campina e, empregando hologramas, aparecia-se ante os líderes de certas tribos identificando-se com diversos nomes. 

A estas tribos lhes incentivou a que se inclinassem e adorassem ao Deus Marduk.

Ele executou muitos milagres de hologramas para as pessoas, deu-lhes poder e riqueza e lhes advertiu que os deuses de Enlil e sua classe eram deuses falsos. Dizia-lhes que aqueles que não o adorassem seriam castigados; condenados ao inferno para sempre.
Planeta Marte

Durante este período, a motivação de Marduk era trabalhar em seu mais novo plano para a dominação mundial. Desta vez isto envolvia a construção de uma poderosa arma no planeta abandonado, Marte.

Durante séculos, os humanos tinham sido preparados para adorar algo que estava fora deles, ou seja a família de Anu, os Deuses.

Contra esta manipulação, eles tinham muito pouca defesa.

Qual dos deuses era verdadeiro?

Certamente todos os deuses eram volúveis; mais de uma vez tinham deixado os humanos abandonados à sua sorte.

As pessoas das tribos raciocinavam que possivelmente deveriam adorar ao deus que lhes proporcionasse o melhor, ou que talvez seria melhor obedecer àquele que ameaçava com castigos horríveis.

FOTOS DE MARTE NA ATUALIDADE, TIRE SUAS CONCLUSÕES:

O complexo de ruínas da cratera Victória em Marte
Lembra muito o templo de Abul-Simbel no nosso Egito
Formação de UFOS – imagem capturada pela sonda da Nasa
Nitidamente uma estátua Anunnaki

Marduk 
Deus Marte da Guerra

Marduk era um gênio para confundir as pessoas. Começou a ganhar na devoção dos Lulus ao corromper levemente o poder dos outros deuses. 

A ciência do controle mental e a propaganda para lavar o cérebro estavam em suas primeiras etapas.

Devido à ausência de Ninurta, Enlil teve que nomear alguém mais idôneo e estável para a tarefa de governar a Suméria.

Escolheu ao pai de Inanna, Nannar.

Da cidade de Ur, Nannar e sua esposa, Ningal, começaram a reconstruir as rotas comerciais normais e a restaurar a agricultura e os negócios na área.

Os templos reataram suas atividades normais e se construíram novos zigurates.

Não obstante, as coisas não estavam bem de tudo. No ar da Terra se sentia a fricção e o antagonismo. Era como se o planeta fosse um ser que não pudesse suportar os ódios e disputas dos deuses.

Uma sensação de ansiedade começou a rodear tudo. A ambição e a avareza corriam rápido por toda a Terra; logo que se inaugurava uma monarquia era destronada por outra. 

As escaramuças aumentavam enquanto os estados de ânimo se exacerbavam. Os olhos de Marduk liam por cima de seus futuros domínios.


Podem ler a história deste tempo, pois se escreveu muito nas tabuletas de argila. Marduk e seu filho Nabu lutaram sem cessar para ganhar o território e controle do porto espacial. Ao lado de Enlil estavam Nannar, Utu, Ninurta e Nergal, este último, filho de Enki.
Para acabar com essas horríveis guerras, Matali foi visitar seu velho amigo Enki. Matali sempre tinha estado ao comando da nave pessoal de Enki e os dois tinham passado muitas horas juntos. Matali rogou a Enki que falasse com seus filhos.

O que se obteria com toda esta luta? Com certeza a Terra e sua gente só sofreriam mais. E se os filhos de Enki e Enlil morressem na batalha?

O que sobraria a um dos dois patriarcas? O resultado desta guerra só poderia ser a aniquilação mútua, posto que ambos os lados tinham armas poderosas.

Se Anu escolher o Gandiva, ninguém poderia evitar a aniquilação. Quem poderia predizer o fim de uma guerra tão devastadora?

Enki

Depois de escutar Matali, Enki visitou seu filho Nergal e tratou de ponderar com ele sobre os conselhos de Matali. 

Mas Nergal se negou; ele sempre tinha acreditado que Enki preferia a Marduk.

A verdade era mais comovedora: Marduk exercia uma forma sutil de controle mental sobre seu pai e Enki era simplesmente impotente em presença de Marduk.

Nergal se zangou muito pelos esforços de Enki para que se obtivesse a paz com Marduk.

Enfurecido, disse a Enki que partisse e amaldiçoou tanto a seu pai como a seu irmão, prometendo destruí-los.

Sozinho, o pobre Enki chorou tristemente. Não sabia o que fazer e recordava as épocas mais felizes, as festas de Antu.
Os profetas da fatalidade começaram a multiplicar-se por toda a Terra.

Todo sacerdote e adivinho contava histórias da destruição que se avizinhava e oráculos em todos os templos profetizaram o fim do mundo.

Muitas das predições foram absurdas e nunca se cumpriram, mas era como se a gente estivesse viciada nestes pronunciamentos. Quanto mais horrorosas eram as predições, mais gente pagava para as escutar.

Os profetas estavam na verdade fazendo seu agouro! É possível comparar com o que acontece agora com a aproximação do ano de 2012, por exemplo. 

Em pouco tempo, muitos filmes vão ser lançados no circuito comercial e as pessoas em todo o mundo vão pagar mais caro e lotar mais as salas daqueles filmes que trouxerem as predições mais horrorosas.
Levantaram-se novos edifícios para abrigar os Lulus que desejavam reunir-se para encher-se de temor.

Entre as profecias mais populares estavam os contos de escassez de alimento e a devastação de cidades inteiras, enquanto que os terremotos e dilúvios lutavam pelo segundo lugar.

Os Lulus gastavam todo seu dinheiro por vir e escutar estes contos, que os assustavam até a loucura.

Este temor gerava uma energia da qual Marduk aprendeu a alimentar-se, e começou a fomentar o medo projetando imagens holográficas no céu e criando cenas aterradoras.

Brincou e fez muitas experiências com a energia desse temor, manipulando-a e modificando-a para saciar seu apetite.

Era melhor que a carne humana e mais fácil de administrar.

As profecias se tornaram realidade. Num dia terrível, os exércitos de Marduk caíram sobre Nippur, à cidade sagrada de Enlil.

Ninurta chegou com suas tropas para defendê-la, mas o templo e os tronos sagrados já estavam destruídos.

Enlil respondeu de uma maneira implacável ordenando a destruição da Babilônia, a cidade preferida de Marduk, assim como de todos os seus centros logísticos.

Enlil reuniu o conselho de guerra e fez a Anu a temida pergunta.

A arma Gandiva só podia ativar-se sob a ordem de Anu porque, uma vez desencadeada, não se podia predizer o resultado. Nergal tratou de reunir-se pela última vez com seu irmão Marduk.

Se este renunciasse a suas pretensões de domínio supremo, o Gandiva permaneceria inativo.

Enki, que estava presente com Marduk e Nabu, parecia estar em um estado de cegueira, como se sua vontade tivesse sido minada. Sumido na escuridão, Enki jogou sua ira e frustração sobre Nergal, pelo que a ira deste aumentou. Decidido a usar o Gandiva, Nergal deixou Marduk e seu pai. Agora já nada poderia detê-lo.
Todos os deuses estavam conscientes dos perigos possíveis do Gandiva. Inclusive Marduk sentiu medo quando se deu conta de que seu irmão Nergal estava disposto a usá-lo.
Anu
Anu se encheu de angústia. A inveja de seus filhos tinha levado a Terra a este estado.

Deu-se conta de quão fraco se tornou seu filho Enki e preferiu destruir as cidades e o porto espacial do que permitir que tudo ficasse nas mãos do turbulento Marduk.

Anu e Enlil viam algo escuro, quase perverso em Marduk e suas ambições. Ele queria se apoderar do planeta Terra, arrebatar o poder de Anu e inclusive governar as Plêiades.

Converteu-se em uma ameaça séria, uma espécie de máquina que devorava tudo o que encontrava no seu caminho. Sem sentimento, sem coração, sem gozo de ser, só pensava em uma conquista desumana.

A vitória dele na Terra não veio sem um preço. 

Foi decidido pelo Conselho de Nibiru, usar a bomba de plutônio para neutralizar completamente as instalações espaciais e outras áreas críticas.

Anu desencadeou o Gandiva.

“Uma labareda de luz, afiada como uma lâmina de barbear e mais forte que o sol, com um movimento em forma de zig-zag. Embora apontada para objetivos específicos, esta arma da perdição não fazia distinções.”

Não só se destruiu o porto espacial; muitos outros lugares importantes para Marduk do ponto de vista logístico desapareceram.

A península do Sinai foi destruída totalmente. Mas havia algo primitivo que não tinham planejado e que não podiam controlar: o vento.

A radiação da bomba foi levada pelo vento para as cidades da Suméria, matando os habitantes e devastando a área circunvizinha. 

Levaria muitos, muitos anos até que a área voltasse a se tornar adequada para habitação humana.

É irônico que o nome de Enlil pode significar “O Senhor do Vento”, mas nesse momento nem Enlil nem nenhum outro deus pôde controlar os ventos que sopravam sobre a Suméria.

Nuvens de radiação arrasavam as planícies matando todo ser humano e animal no seu caminho.

O envenenamento por radiação desintegrava as células de seus corpos, a pele caía de seus ossos, seu sangue se evaporava nos ardentes ventos e morriam em meio de uma dor aguda.

Abraão

Os que estavam na periferia foram os que mais sofreram porque sua morte foi mais lenta.

As terras ficaram negras com os fogos nucleares e as águas ficaram envenenadas.

Esta operação aconteceu em 2.024 A.C e foi realizada com êxito.

Era o único modo que Anu acreditou possível para impedir Marduk de tomar o controle das instalações espaciais e depois partir para o controle de todo o sistema estelar das Plêiades.

O Conselho Nibiruano escolheu Abraão para levar a bomba, guardada na Suméria, até a estação espacial, para detonação por Uta, filho de Enlil e um comandante em chefe da estação.

A bomba causou a destruição de todas as instalações espaciais, junto com as cidades de Sodoma e Gomorra, que foram destruídas na explosão por estarem perto das instalações espaciais.

Isto transformou em deserto o que antes era uma luxuriante área subtropical do planeta, e Sodoma e Gomorra foram para o fundo do Mar Morto, há pouco formado.

Abraão, nascido de uma família Real de sacerdotes Nibiruanos, recebeu esta área como legado.

Ela ficou conhecida depois como Canaã.

Muito tempo depois seus descendentes a reivindicaram de outras tribos, com a ajuda de outro descendente dos Nibiruanos, Moisés.

A salvo em suas naves, os deuses observavam uma vez mais como seu frenesi destruía, de novo, milhões de vidas.

Povos inteiros desapareciam; animais e colheitas, pontes e zigurates desapareciam da superfície do planeta, enquanto a Terra se agitava violentamente.

O que tinham feito eles? 

Somente uns quantos sobreviventes permaneceram em meio da espantosa devastação do que uma vez foi um planeta verde e formoso. A violência do Gandiva e as nuvens de radiação criaram um impacto que se converteu em uma onda que enviou um sinal para o sistema solar.

Movendo-se além dos últimos planetas do sol, o sinal viajou por toda a galáxia até chegar a outros setores.


Além da vastidão do espaço, o sinal foi recebido pelo Conselho da Federação Intergaláctica. Esses pleidianos que se divertiam no planeta Terra tinham ido muito longe; teriam que detê-los.

Um comportamento tão irresponsável era inadmissível. Tinham alterado o equilíbrio de todo o universo.

Fez-se um chamado e todos foram citados ao Grande Salão do Conselho da Federação Intergaláctica.

Os membros da família de Anu haviam estado tão entretidos em seu jogo e em suas brigas que esqueceram por completo do resto do universo.

Quem eram estes intrusos que se atreviam a interromper o seu jogo?

Anu sabia muito bem quem eram eles e convocou a todos com autoridade

 Continua Parte 7

Material livre para divulgação.
Por gentileza, respeite os créditos citando as fontes.
Esse texto não é ficção, foram baseadas nos livros de
Rodrigo Romo, Zecharia Sitchin, Martim Claret
Autor do texto Vicente Chagas (Projetovega-Ufo)
Edição, elaboração e fotos:
Angel Lux