CO-CRIAÇÃO CONSCIENTE E RESPONSÁVEL

Para que se aborde este assunto é preciso antes compreender alguns conceitos.
O ser humano é um co-criador
Todos nós, seres humanos ao pensar e sentir, estamos constantemente co-criando com o Universo. Criamos a partir do princípio que, sempre quando pensamos e sentimos estamos gerando formas-pensamento-sentimento em outros planos dimensionais.
Por exemplo: Lembre-se de um fato que tenha sido muito bom para a humanidade.

Ao fazê-lo você criou no plano mental da 5ª dimensão (a dimensão onde atuam os pensamentos) uma imagem.

A mesma que imaginou. 

Automaticamente esta lembrança desencadeou algumas emoções (à partir da 4ª dimensão – plano emocional), emoções que se acoplam automaticamente à forma que imaginou, Como se cada sentimento tivesse uma etiqueta de destinatário, que é dada pelo pensamento do momento.
De acordo com a qualidade da freqüência emocional, esta forma-pensamento-sentimento se estabilizará na 4ª ou 5ª dimensão
Ao pensar na humanidade, à direcionou para o plano coletivo, ou para qualquer coisa ou pessoa na qual você possa ter pensado no momento. É assim que estamos criando, o tempo todo.

Amando, odiando, julgando, acolhendo… O tempo todo, toda a humanidade está co-criando e jogando nos planos sutis suas criações.
É claro que, em primeira instância, já podemos perceber o porque da situação de nosso planeta estar um desastre.

Simplesmente, porque a maior parte do tempo a humanidade está co-criando de forma irresponsável e inconsequente. E o vem fazendo por milhares de anos.

Grande parte dos fatos que ocorrem em nossas vidas sem causa aparente vem de formas-pensamento-sentimento plantadas em vidas passadas.

Sim, porque ao pensar constantemente de uma determinada forma acabamos por gerar um padrão que vai gerando um auto-condicionamento.

Estas co-criações passam a nos acompanhar vida após vida gerando muitas vezes uma verdadeira bola de neve, mas que pode ser revertida ao recondicionarmos nosssos padrões para um novo patamar.

Porque dizer co-criar e não simplesmente criar?
Acontece que, apesar do ser humano ser tão “criativo” ao criar, estamos utilizando a matéria prima do universo, proveniente da Fonte-que-tudo-é (o que muitos denominariam de Deus).

Esta matéria prima é constituída de átomos que permeiam várias outras dimensões; estando presentes em todo o universo. Estamos falando dos elementais, conhecidos também como “Elementais da natureza”.

O que é ser um co-criador responsável?
É medir previamente as conseqüências de seus pensamentos e emoções. Mas se não for o caso, o que é totalmente compreensível, ao deixar fluir criações desarmônicas (sentimentos de ódio, desavença, etc.) basta sobrepor à elas suas contrapartes harmônicas para neutralizá-las.
E isto já é um trabalho consciente. Mais ainda; é o princípio da evolução ativa, onde se imprime uma força consciente finalmente capaz de neutralizar os impulsos primitivos gerados pela ignorância espiritual do ego.
Ao desenvolver esta atitude consciente até torná-la um hábito, a vida deixa de ser um bate-bate e paulatinamente passa a ser um barco fluindo suavemente por um rio de águas tranqüilas; mesmo que à sua volta tudo esteja uma bagunça.
Ser um Co-criador consciente é deixar de ser totalmente controlado e influenciado pelo ambiente para tornar-se o senhor de seu universo pessoal, onde suas emoções passam a ser um instrumento da harmonia universal.
Se nos perguntassem o que preferiríamos sentir, ódio ou amor? Raiva ou Compaixão? Ira ou Compreensão?; sem dúvida a grande maioria dos seres humanos escolheriam o caminho da harmonia e do amor.
Para começar a trilhar este caminho, o do co-criador consciente; é preciso antes de tudo, que exista essa necessidade no coração. É preciso almejar pela harmonia, sonhar com ela, persegui-la a cada instante. Da mesma forma que um estudante procura sua formatura.
Com doses de determinação e disciplina, é possível avançar aos poucos para um novo padrão de energia ao condicionar paulatinamente seus pensamentos, desprogramando os padrões desqualificados e re-inserindo novos padrões harmônicos.
Para entender melhor o que criamos precisamos saber a respeito de nossa matéria prima, os elementais da natureza, que muitas vezes são confundidos com os gnomos, fadas e outras consciências que habitam o reino dévico do planeta.

Elementais, Gênios da Natureza, e Elementais da Natureza
Para que se entenda esta questão é preciso diferenciar cada um.
Gênios da Natureza: Representam as forças da natureza primordial e secundária, que podem ser usadas pela nossa consciência para gerar energia e Elementais adversos ou harmônicos.

Dentro deste quadro se incluem as Sílfides, Gnomos, Duendes, Salamandras, Ondinas, Silfos, os diversos grupos que estão ligados aos reinos dos Elohins e ao plano DÉVICO do planeta.

Elementais da Natureza: Possuem a mesma qualificação de gênios da natureza com a diferença que neste caso são apenas as energias primordiais atômicas da natureza. A essência que dá vida a um Gênio da Natureza.

Por exemplo, a estrutura atômica do elemento fogo, água, ar e terra têm relação direta com os seres que são formados por esse aspecto básico. A estrutura atômica universal contida na essência Divina de Deus na imanência do Universo multidimensional é um elemental Atômico ou Multidimensional que serve de alicerce e alimento para que os Gênios da Natureza possam existir.

É desse ponto que surge a substância primordial para que nós humanos da Terra possamos gerar as nossas FORMAS PENSAMENTO-SENTIMENTO, que são criações diretas dentro do universo a partir do nosso poder de co-criação que não sabemos usar.

Elementais: Neste caso o que é denominado pelo simples nome ou classificação de elemental, trata-se de uma forma-pensamento-sentimento, criada por um ser humano e direcionada para ponto a partir de uma intenção harmônica ou desarmônica.

Normalmente captamos mais os elementais negativos pelo próprio princípio da nossa vida estressada, onde quase nunca nos harmonizamos, dando assim maior possibilidade a essas energias penetrarem em nosso campo energético pelo efeito de ressonância (lei da atração: um padrão de energia sempre atrai outas do mesmo padrão.

O que somos como pessoa acaba por atrair os relativos elementais para o nosso campo eletromagnético e dessa forma gera um quadro obsessor,que tem relação com o padrão de energia que emitimos e nos sintonizamos no nosso dia a dia. (Uma energia obsessora não pode entrar em nosso campo energético se não houver energia semelhante)
Pontos de maior acoplamento dos Elementais negativos
Não existe uma regra geral devido a cada pessoa possuir um ponto fraco natural.

Em outras palavras, os elementais atuam e atacam nos pontos mais fracos que uma pessoa possui. Assim como as entidades do astral.

Os pontos do corpo que são atacados variam de acordo com a condição natural da pessoa.

Um dos pontos mais comuns é a região da coluna, seja na lombar ou na dorsal, exatamente pelos pontos de sucção de energia vital, da coluna e dos centros de energia que ali estão vibrando, também chamados de Chacras.

A região lombar tem relação com o cóccix e o ponto dorsal com o Chacra Umeral que é um ponto de segurança do cardíaco.

Esses dois pontos são muito comuns de serem atacados e obsediados, além disso, temos a região do plexo solar, sendo que o fígado é um dos pontos mais atacados devido a nossa postura, hábitos e temperamento.

Classificação dos Elementais de Formas Pensamento-sentimento:
1- INVEJA: Vampirizador de energia vital e delapidador dos bens materiais. Atua como elemental de vampirização no Chacra umbilical e plexo solar, mas pode estar normalmente acoplado nas costas da pessoa na altura renal e do umeral..
2- RAIVA: Altamente destrutivo e ígneo provoca doenças e fraqueza física, pode matar, pode atrair muitos desencarnados que ao morreram carregaram com eles muito ódio ou raiva de pessoas ou e situações que não puderam controlar após a sua partida.

Este elemental fica normalmente preso ao fígado e provoca serias anomalias ao funcionamento hepático, podendo gerar inclusive e similares no fígado, que por sua vez, pode atingir a linha gástrica.

3- ÓDIO: Este possui maior força que a raiva, e normalmente é direcionado de forma letal podendo também acoplar desencarnados com alta bagagem de ódio por pessoas e por situações vividas por eles que entram na sintonia dos nossos sentimentos por alguém, ou que alguém tenha mandado contra nós, criando sérios problemas no nosso campo energético e atraindo inclusive magias pelo mal uso do magismo e da religião em nosso passado.

Este gera desequilíbrio geral do processo de divisão celular, o que pode criar em algumas pessoas o início do câncer. Os Chácras do Plexo Solar e Cardíaco são os mais afetados por esse Elemental e ás vezes afeta a coluna e a região cervical.

4- MEDO: Produz fraqueza de caráter, síndromes de pânico e similares, depressão, insegurança e interferências no campo emocional. Este sentimento tem relação também com síndromes e níveis de consciência onde o fanatismo prevaleceu em alguma vida passada, o que passa a ser um profundo fardo negativo dentro da nossa busca espiritual de transmutação que tentamos fazer, o que explica o porque de tantas dificuldades no decorrer do mesmo.

Muitas entidades desencarnadas tentam interferir no nosso caminho devido ao medo do desconhecido e isso acaba por atuar em nosso inconsciente, é um dos elementais mais complexos, pois ele em algum ponto de nossas existências esteve presente e está a atuar em algo dentro do nosso emocional ou mental.

Este elemental ataca sempre a linha do plexo e básico, por que retira energia direta da pessoa e com isso acopla a pessoa as energias mais densas do umbral e normalmente faz com que a pessoa ao dormir seja tragada para as baixas esferas do umbral, onde existe uma parcela dela presa nessa realidade normalmente de vidas passadas, criando assim um círculo vicioso de energias mal qualificadas e instabilidade emocional.

5- CULPA: Gera uma condição de incapacidade e falta de auto-estima altamente destrutiva e compassiva que deixa a pessoa com muitos obsessores suicidas que estão no Umbral, ou em frequências similares pelas suas experiências de vida.

Este é muito similar ao elemental do medo, pois devido aos grandes dogmas religiosos que adquirimos no decorrer da nossa existência, acabamos por ter culpa em relação a algo que não deveríamos ter feito ou acreditamos nisso.

Assim este elemental atrai para o nosso campo eletromagnético muitos obsessores pelo efeito de ressonância que existe entre a intenção, o sentimento e as emanações dele que acabam por atrair seres da mesma equivalência de energia primordial, que as faz ainda estarem presas no Umbral

Transmutando elementais desarmônicos
Um Elemental desarmônico, interage diretamente em nossos corpos ASTRAL, EMOCIONAL e MENTAL INFERIOR e, acaba por enfraquecer os centros de energia do corpo físico material.
Há um amplo espectro de ação desses elementais, que podem levar uma pessoa a potencializar doenças como o câncer, a Aids e muitas outras pelo padrão na qual a pessoa vibra, ainda mais com o elemental de rancor e raiva que destroem as nossas células
Para transmutar qualquer quadro pessoal, é preciso desenvolver atitudes conscientes que sempre procurem gerar elementais harmônicos.
Tudo parte do exercício do perdão para começar a libertar os elementais já criados. Perdoar a si mesmo que a quem quer que seja, incondicionalmente, é o ponto inicial para se livrar das energias de mágoa, raiva, ódio, culpa e quaisquer outras. Este deve ser um exercício diário que pode ser praticado em apenas alguns minutos.
Técnicas como a meditação ativa (visualizando formas harmônicas), merkabas, e mudanças de hábitos pessoais, alimentação, musica, ambientes de convívio, etc. são de extrema importância para mudar os padrões pessoais.

Existem também, muitas outras técnicas para mudar os padrões de energia pessoal abertas para qualquer buscador dentro das mais diversas filosofias.

Quando uma pessoa manifesta um pensamento positivo, ele afasta a ação de vampirização dos Elementais negativos e em muitos casos pode anular a sua ação. Isso porque as energias são contrarias, o que acaba por promover uma neutralização destas forças. 
Como a pessoa é uma usina produtora de formas pensamento e formas sentimento, acaba por superar as ações negativas dos Elementais criados anteriormente, o que ajuda aos nossos anjos da guarda ou amparadores a nos proteger e afastar os aspectos negativos do nosso caminho e campo áurico facilitando nossa vida e a nossa jornada.
Re-configurar nossos padrões de forma-pensamento-sentimento é um dos primeiros passos para o despertar consciencial. 
Mas é preciso entender que o objetivo é adquirir uma paz interior que permita viver em harmonia com o mundo.

Isto implica apenas em parar de reagir instintivamente às energias desarmônicas e começar a responder harmoniosamente, neutralizando a raiva com a compreensão, o desespero com a calma, para deixar de ser um fantoche dos impulsos externos.

Fonte: http://anjodeluz.net/

Exercício de Limpeza de Forças Negativas

Este exercício é indicado para eliminar de sua mente todas as forças negativas conhecidas como magia negra, elementais, plasmas energéticos, etc.
Primeiramente relaxe sua mente e seu corpo. Inspire profundamente. Segure a respiração contando até quatro e expire murmurando suavemente o mantra sagrado AUM, que se pronuncia OHM. Faça isso dez vezes.
Para assistir este vídeo, não esqueça de desabilitar a playlist musical no rodapé do blog
Enquanto você pronuncia o mantra, visualize o pico da montanha espiritual elevando-se acima do plano terreno. Veja as nuvens róseas em volta do pico da montanha. Então, projete-se mentalmente para o topo da montanha. 
Sente-se em posição de lótus e visualize o seu Eu Superior ou guia emanando raios psico-astrais para você, como azul-celeste, amarelo-ouro, verde-claro, rosa lilás, laranja, azul-marinho.
Agora faça a seguinte afirmação:
“Agora subo ao topo da montanha espiritual. Elevo-me acima do plano terreno de problemas e limitações. Torno-me puramente espírito, liberto do mundo de dor, doença, guerra e morte. Projeto minha alma para o reino de paz de Shangri-la onde fico na eternidade da imortalidade da alma. Todas as forças negativas da terra afastam-se de mim. Elimino-as de minha mente, minha alma envolve-se nos raios astrais de paz, harmonia, felicidade, alegria e amor da magia branca”. 
EU SOU O QUE EU SOU! AUM!
Meditação extraída do Curso de Meditações Criativas. 
Fonte: http://www.amadeuw.com.br/

SÍNDROME DOS APARELHOS PARASITAS

Dr. Vitor Ronaldo Costa – Médico e Escritor
A obsessão espiritual, de acordo com o modelo proposto por Allan Kardec, é a perseguição intencional e persistente que um mau espírito desencadeia sobre outrem. Dependendo do seu grau de constrangimento, o processo pode ser assim classificado: obsessão simples, fascinação e subjugação.
É fundamental nesses casos a compreensão de algumas características básicas. Nos três tipos citados, o comprometimento maléfico decorre da ação mental do espírito e da influenciação comprometedora do seu próprio campo vibratório a envolver a psicosfera da vítima.

Logo, nos casos de obsessões pesquisados pelo mestre de Lion, prevalecem a sugestão hipnótica e a ação de contato, fatores tão contundentes, quanto mais intensificados sejam o ódio e o conhecimento de técnicas magnéticas desarmonizantes utilizadas pelo agente agressor.

As obsessões tornam-se cada vez mais invasivas, à medida que os métodos manipulados pelos representantes das sombras se sofisticam. 

Nas práticas mediúnicas contemporâneas, na dependência da metodologia vigente, já se pode diagnosticar com razoável precisão, uma influência espiritual perfeitamente enquadrada entre as obsessões complexas.

Tais obsessões são extremamente comprometedoras, porquanto as técnicas empregadas envolvem artifícios sutis que suplantam, em termos de comprometimento, as modalidades clássicas descritas por Kardec.

Entre as obsessões complexas, uma das mais conhecidas é a Síndrome dos Aparelhos Parasitas inseridos no sistema nervoso do campo astral, condição sabidamente indutora de quadros neurológicos e psicopatológicos graves, difíceis de serem diagnosticados e, por isso mesmo, responsáveis por um expressivo número de pacientes crônicos vitimados por enfermidades de prognóstico reservado.
Esse tipo de transtorno espiritual foi identificado na década de 70 pelo ilustre pesquisador espírita brasileiro, o Dr. José Lacerda de Azevedo, autor do livro Espírito/Matéria – Novos Horizontes Para a Medicina (Porto Alegre), a quem devemos, sem dúvidas, o descortino da moderna Medicina do Espírito.
A Síndrome dos Aparelhos Parasitas é o conjunto de sinais e sintomas decorrentes da inserção de artefatos elaborados por ação ideoplástica do obsessor no sistema nervoso do perispírito da criatura-alvo e capazes de desencadearem as mais variadas perturbações neurológicas, mentais ou físicas. São ocorrências extremamente graves e nem sempre diagnosticadas pelos padrões clássicos das práticas desobsessivas.
É comum nas reuniões mediúnicas de assistência aos encarnados, os médiuns videntes mais experimentados identificarem a presença de toda sorte de material negativo aderido à psicosfera dos enfermos. São descritos como grilhões, cunhas, placas, correntes, cordas, fios e outros artefatos a envolverem o corpo astral das criaturas.

Apesar de serem constituídos de condensados energéticos de significativo teor barôntico, os sintomas gerados nem sempre são de grande monta, chegando a provocar em alguns casos, discreta sensação de mal-estar geral, alguma dor de cabeça, dolorimento muscular e eventual cansaço físico.

 Veja em, clique: IMPLANTES ESPIRITUAIS

Uma vez identificados podem ser removidos através da administração de simples passes magnéticos, recursos habitualmente utilizados nas sociedades espíritas e de comprovada eficiência na limpeza superficial do campo perispirítico.
           
Não podemos dizer, portanto, que tais condensados barônticos se constituam peças fundamentais da síndrome propriamente dita, pois a sua ação periférica sem maiores repercussões na economia psicofísica e a relativa facilidade de remoção pela terapêutica bioenergética, são as mais importantes características diferenciais com a síndrome verdadeira como veremos adiante.

Os casos mais severos se definem pelo seu aspecto invasivo e pela capacidade de gerarem patologias degenerativas. 

Geralmente, tais aparelhos são de tamanho minúsculo, quase que imperceptíveis, inseridos em zonas nobres da área encefálica e, sobretudo, difíceis de serem removidos. Temos identificado alguns tipos interessantes quanto a morfologia e os mecanismos de ação.

Vejamos agora um exemplo prático para melhor compreensão, muito embora, a nossa casuística registre centenas de casos com imensa variação de técnicas.
Certa feita um paciente adulto apresentou-se em nossa casa espírita referindo as seguintes queixas: zumbidos auditivos intermitentes, vertigens, apatia profunda, emagrecimento progressivo e intenso cansaço.

Tais sintomas se intensificavam sempre que ele tentava levantar-se do leito e deambular. Era acometido, então, do agravamento da sintomatologia, sobrevindo-lhe em seguida, a sensação de desfalecimento acompanhada de abundante sudorese. Estava sendo assistido por neurologistas há vários meses, embora não houvesse por parte da Medicina um diagnóstico de certeza.

Trazido à presença do grupo mediúnico foi submetido ao desdobramento de seu corpo astral, através de técnica magnética específica, com a finalidade de ser examinado na sua matriz perispiritual, pois como se sabe, é lá que se encontram registrados os pontos de ligações obsessivas e os morbos vibratórios que se manifestam no campo físico em decorrência de mecanismos drenadores.

Inicialmente os médiuns não registraram a presença de entidades obsessoras ligadas ao caso.

O fato gerou expectativas, pois quase sempre essas criaturas desvitalizadas e enfermiças são vítimas da ação parasitária de entidades maléficas que agem à semelhança de verdadeiros vampiros, sugando-lhes as energias vitais.

Concentramos, então, as nossas atenções no corpo astral do enfermo, inspecionando-lhe detalhadamente o cérebro, até que um dos médiuns nos alertou para sutil detalhe, logo confirmado pelos demais tarefeiros. Tratava-se da presença de minúsculos eletrodos inseridos em núcleos encefálicos e dos quais partiam filamentos capilares que se estendiam até os tendões de vários grupos musculares.

Em diálogo com os nossos mentores, eles nos explicaram tratar-se de uma terrível modalidade obsessiva, ainda desconhecida da maioria dos espíritas, porém, bem mais frequente do que imaginávamos.
A primeira preocupação de nossa parte foi saber o por quê da ausência dos obsessores ao lado do enfermo. Explicaram-nos os dirigentes espirituais que a técnica utilizada no caso, pelo seu grau de sofisticação eletrônica, prescindia da presença deles, vez que, os aparelhos uma vez implantados por si só cumpriam a ação destrutiva. Os autores espirituais apenas acompanhavam à distância, evitando serem identificados ou capturados pelas falanges benfeitoras que auxiliam os grupos desobsessivos existentes na crosta.
            
Os aparelhos parasitas tinham sido implantados por espíritos de baixíssimo estofo moral, não obstante, serem dotados de elevado nível de inteligência, verdadeiros técnicos das sombras. Na qualidade de delinquentes da erraticidade, tais entidades trabalham quase sempre a soldo de barganhas e se comprazem em destruir a existência das criaturas encarnadas.
           
No caso específico, a ativação e o funcionamento dos aparelhos obedeciam a um verdadeiro sistema de “feed-back”. Qualquer tentativa de atividade muscular, por menor que fosse, alimentava a fiação inserida nos tendões musculares com a própria energia vital do paciente, energia liberada pelo seu metabolismo neuro-muscular e indispensável à ativação dos eletrodos e “chips” implantados em zonas encefálicas.

À partir de então, os “aparelhos” emitiam energias de baixo teor vibratório, profundamente desarmonizantes e capazes de desencadear toda sintomatologia referida pelo paciente. Esse efeito nocivo era cada vez mais duradouro e, toda vez que o enfermo tentava se movimentar, sem que disto se apercebesse, realimentava o circuito parasita prolongando os mecanismos desvitalizantes por períodos cada vez mais extensos.

            
A terapêutica por nós empregada consistiu na aplicação das “técnicas desobsessivas de alta eficiência”, relatadas, em parte, no capítulo Obsessão Onírica inserido na obra de nossa autoria, Mediunidade e Medicina – Um Vasto Campo de Pesquisa – da Editora “O Clarim”.
            
Certamente, as incursões no campo das obsessões complexas, nos tempos atuais, estão descortinando novos horizontes com repercussões bastante favoráveis no âmbito prático das chamadas desobsessões espirituais, mormente, aquelas direcionadas aos psicopatas internados nos hospitais e sanatórios espíritas.
            
Elevada amostragem de transtornos psicóticos na rotina psiquiátrica corresponde perfeitamente aos sintomas observados em vítimas da Síndrome dos Aparelhos Parasitas. São distúrbios espirituais que, se precocemente identificados pelo referencial mediúnico disponível, apresentam boas chances de serem revertidos, a exemplo do que habitualmente já acontece na intimidade de alguns Centros Espíritas.

Contudo, o detalhe que enfatizamos é a necessidade da ampla divulgação do recente modelo de desobsessão espiritual em curso nas instituições espíritas que o adotaram, através de seminários e palestras elucidativas, de tal modo que ele se torne conhecido pela maioria dos médiuns e dirigentes de trabalhos práticos.

            
A nossa razoável experiência no assunto nos permite firmar posições coerentes com aquilo que temos divulgado. Orientando-se adequadamente o desenvolvimento mediúnico através das modernas técnicas de desdobramento induzido, estaremos ofertando aos médiuns as condições propícias à ampliação da sua capacidade sonambúlica, facilitando-lhes a identificação dos aparelhos parasitas e demais eventos que se desenrolam na dimensão extra-física, ao lado dos bondosos mentores que prestimosamente nos dirigem e orientam.
            
Aguardamos esperançosos que, muito em breve, os trabalhadores da seara espírita estejam mais capacitados a diagnosticarem a Síndrome dos Aparelhos Parasitas e as demais obsessões complexas, consolidando definitivamente a nova era da Medicina do Espírito.

YAVITH

YAVITH
É um símbolo pleidiano muito poderoso de limpeza e proteção contra clones psíquicos e astrais, demandas e magia negra, etc.

Anjo Ramael, Arcanjo Miguel.

Proteção de lares, clínicas, local de trabalho, inveja, falsos amigos.

Amplia poder do OM SHO (vai ao umbral e combate energias mais densas).

Implantar no cardíaco e pedir às hierarquias para trabalhar a situação da pessoa (sua casa, “x” encarnações, liberar carma familiar, remover miasmas, mandingas, magias, obsessores, situações desarmônicas).
Oração de Proteção e limpeza espiritual:

Em nome de Jesus Cristo, 
eu repreendo, quebro e desligo a mim, 
a minha familia de toda e qualquer maldição, 
feitiço, vexame, sedução, magia negra, azares, 
poderes psíquicos, fascínio, bruxaria, 
que tenham sido colocados sobre mim ou minha 
linha de família, por qualquer pessoa ou pessoas, 
ou por qualquer fonte de ocultismo, e ordeno a 
todos os espíritos relacionados com satanás que 
nos deixem agora e não voltem nunca mais, 
prostrando-se aos pés da santa cruz de Jesus Cristo,
para sempre.
Obrigado, Senhor Jesus, 
Por nos ter libertado.

DEFUMAÇÃO HINDU (limpeza energética eficaz contra miasmas, larvas astrais, inveja, olho-gordo, renova e purifique o ambiente)

Material:
Um punhado de hortelã seca
Um punhado de eucalipto seco
Um punhado de manjericão seco
Um punhado de manjerona seca
Um punhado de sálvia seca
Um punhado de tomilho seco
Um punhado de mirra
Um punhado de cânfora em pó
Misture todos os ingredientes. Jogue aos poucos sobre as brasas e defume todo o ambiente dos fundos para frente e da frente para os fundos. Deixe queimar até o fim nos fundos da casa ou comércio.

FORMAS PENSAMENTO, LARVAS ASTRAIS E OVÓIDES

Larvas astrais, vibriões psíquicos e aparelhos astrais são, todos, formas-pensamento. Já ovóides não são formas-pensamento, mas consciências que tomaram a forma oval por motivos que vamos explicar em outro tópico.

Qual a diferença e por que fazer essa diferenciação? Porque explicando formas-pensamento já teremos facilitado bastante as coisas e andado metade do caminho.

FORMAS PENSAMENTO
Formas-pensamento são criações mentais modeladas em matéria fluídica ou matéria astral. Podem ser criadas por encarnados e desencarnados com características boas ou ruins, positivas ou negativas. 
Como o próprio nome diz, elas são resultado da ação da mente sobre as energias mais sutis que estão à nossa volta, criando formas correspondentes ao pensamento externado. As energias que nos rodeiam são altamente plásticas e sensíveis à ação das ondas mentais.
Quando pensamos, as vibrações que emitimos atuam sobre essas energias, condensando ou dispersando-as, dando-lhes formas, cores e brilhos que correspondem à natureza e à essência do que pensamos. Se o pensamento é passageiro, muitas vezes nem chega a criar nada, ou, se cria, a forma não se mantém, pois não é realimentada. No entanto, se o pensamento é persistente, revivido continuamente por imagens mentais, a forma criada se estabelece, ficando cada vez mais forte.
Se é uma forma-pensamento positiva, sadia, elevada, ela se alimentará dos pensamentos e sentimentos positivos do seu criador, ao mesmo tempo em que o abastecerá de bons fluidos agregados, por sintonia, de outras mentes e formas-pensamento de mesmo teor.
Se, no entanto, se trata de uma forma-pensamento negativa, densa, doentia, ela também se alimentará dos pensamentos do seu criador, levando-o a intensificar cada vez mais a mesma idéia e projetando sobre ele todos os fluidos com que tenha sintonia, até que o emissor não consiga mais se desvencilhar de sua própria criação. Sua mente passa, então, a ser preenchida apenas por aquela idéia, num círculo vicioso. 
É assim que muitos processos de obsessão começam, com formas-pensamento criadas e mantidas pela própria pessoa, já que muitos obsessores se aproveitam dessas criações, manipulando-as para assustar, atormentar e drenar as energias das pessoas que são os seus alvos. 
É importante observar também que formas-pensamento podem ser “incorporadas” por médiuns, como se fossem espíritos. A diferença é que, como não são consciências e não têm mente, ou seja, não são individualidades, não são capazes de se comunicar de forma lógica, mas podem ser acopladas aos médiuns, à sua aura e ao seu perispírito, para drenagem de energias e conseqüente desintegração da forma, desligando-a de outras consciências encarnadas e desencarnadas. 
Essas são muitas das manifestações que acontecem nos grupos de desobsessão em que não há diálogo, mas se nota um enfraquecimento gradativo do fenômeno, como se a “entidade” estivesse, literalmente, derretendo, desmanchando-se, para logo deixar o corpo do médium.
LARVAS ASTRAIS E VIBRIÕES PSÍQUICOS
Segundo o Dicionário Houaiss, “vibrião” é a designação comum às bactérias móveis em forma de bastonetes. E larva vem do latim larvae, que significa máscara, boneco, espantalho, demônio, espectro que se apodera das pessoas. 
Entre os antigos romanos, a palavra larva designava o espectro ou fantasma de pessoa que teve morte violenta ou de criminoso que se supunha vagar entre os vivos para atormentá-los. 
Já em Zoologia, passou a designar o estágio imaturo, pós-embrionário, de um animal, quando este difere sensivelmente do adulto, como os insetos, por exemplo, porque nesse estágio o animal estaria “mascarado”, disfarçado.Como vemos, portanto, larvas astrais ou vibriões psíquicos são formas-pensamento semelhantes a micróbios físicos, criados pela viciação mental e/ou emocional da consciência, em atitudes, pensamentos e sentimentos desequilibrados. 
Vejamos algumas descrições de André Luiz, no capítulo 3 do livro Missionários da Luz, ao examinar mais de perto alguns candidatos ao desenvolvimento mediúnico:
“Fiquei estupefato. As glândulas geradoras emitiam fraquíssima luminosidade, que parecia abafada por aluviões de corpúsculos negros, a se caracterizarem por espantosa mobilidade. Começavam a movimentação sob a bexiga urinária e vibraram ao longo de todo o cordão espermático, formando colônias compactas nas vesículas seminais, na próstata, nas massas moncosas uretrais, invadiam os canais seminíferos e lutavam com as células sexuais, aniquilando-as. As mais vigorosas daquelas feras microscópicas situavam-se no epidídimo, onde absorviam, famélicas, os embriões delicados da vida orgânica. Estava assombrado. … Seriam expressões mal conhecidas da sífilis?”
Ao que o instrutor Alexandre responde:  
 “Não, André. Não temos sob os olhos o espiroqueta de Schau-dinn, nem qualquer nova forma suscetível de análise material por bacteriologistas humanos. São bacilos psíquicos da tortura sexual, produzidos pela sede febril de prazeres inferiores. O dicionário médico do mundo não os conhece e, na ausência de terminologia adequada aos seus conhecimentos, chamemos-lhes larvas, simplesmente”.
“Têm sido cultivados por este companheiro, não só pela incontinência no domínio das emoções próprias, através de experiências sexuais variadas, senão também pelo contato com entidades grosseiras, que se afinam com as predileções dele, entidades que o visitam com freqüência, à maneira de imperceptíveis vampiros”. 
Observando outro candidato habituado a ingerir álcool em excesso, André Luiz nos dá a seguinte descrição: 
“Espantava-me o fígado enorme. Pequeninas figuras horripilantes postavam-se, vorazes, ao longo da veia aorta, lutando desesperadamente com os elementos sanguíneos mais novos. Toda a estrutura do órgão se mantinha alterada.” Ainda no mesmo capítulo, ele examina também uma mulher com distúrbios alimentares e diz: “Em grande zona do ventre superlotado de alimentação, viam-se muitos parasitas conhecidos, mas, além deles, divisava outros corpúsculos semelhantes a lesmas veracíssimas, que se agrupavam em grandes colônias, desde os músculos e as fibras do estômago até a válvula ileocecal. Semelhante parasita atacava os sucos nutritivos, com assombroso potencial de destruição.” 
Para entender como surgem as larvas astrais, vamos continuar com o que diz o instrutor Alexandre a André Luiz, no capítulo 4 do livro Missionários da Luz: 
 “Você não ignora que, no círculo das enfermidades terrestres, cada espécie de micróbio tem o seu ambiente preferido. (…)Acredita você que semelhantes formações microscópicas se circunscrevem à carne transitória? Não sabe que o macrocosmo está repleto de surpresas em suas formas variadas? No campo infinitesimal, as revelações obedecem à mesma ordem surpreendente. André, meu amigo, as doenças psíquicas são muito mais deploráveis. A patogênese da alma está dividida em quadros dolorosos. A cólera, a intemperança, os desvarios do sexo, as viciações de vários matizes, formam criações inferiores que afetam profundamente a vida íntima. Quase sempre o corpo doente assinala a mente enfermiça. A organização fisiológica, segundo conhecemos no campo das cogitações terrestres, não vai além do vaso de barro, dentro do molde preexistente do corpo espiritual. Atingido o molde em sua estrutura pelos golpes das vibrações inferiores, o vaso refletirá imediatamente.” 
Ainda no mesmo capítulo, Alexandre continua: 
“Primeiramente a semeadura, depois a colheita. Não tenha dúvida. Nas moléstias da alma, como nas enfermidades do corpo físico, antes da afecção existe o ambiente. As ações produzem efeitos, os sentimentos geram criações, os pensamentos dão origem a formas e conseqüências de infinitas expressões. E, em virtude de cada Espírito representar um universo por si, cada um de nós é responsável pela emissão das forças que lança em circulação nas correntes da vida. A cólera, a desesperação, o ódio e o vício oferecem campo a perigosos germens psíquicos na esfera da alma. E, qual acontece no terreno das enfermidades do corpo, o contágio aqui é fato consumado, desde que a imprevidência ou a necessidade de luta estabeleça ambiente propício, entre companheiros do mesmo nível. (…) Cada viciação particular da personalidade produz as formas sombrias que lhe são conseqüentes, e estas, como as plantas inferiores que se alastram no solo, por relaxamento do responsável, são extensivas às regiões próximas, onde não prevalece o espírito de vigilância e defesa”. 
Como vemos, as larvas astrais surgem dos excessos e desequilíbrios físicos, emocionais e espirituais de toda sorte, da repetição contínua de uma mesma conduta, física e/ou mental, o que causa o acúmulo de energias mais densas em determinadas regiões do organismo, as quais se organizam na forma de colônias de microrganismos astrais. As conseqüências são as mais variadas, podendo ir desde problemas físicos, graves ou não, até perturbações espirituais, que, se não combatidas a tempo, podem se transformar em sérios distúrbios psíquicos, acarretando sérias complicações para o encarnado, nesta vida e nas próximas. 
Larvas astrais são bastante “aderentes” e se multiplicam com muita facilidade, bastando para isso que se lhes ofereçam as mínimas condições mentais e energéticas. 
Dependendo da extensão do problema, serão necessárias muitas aplicações energéticas para limpeza, desinfecção e re-harmonização da região afetada, o que pode exigir a atuação de vários aplicadores, em várias sessões, para que essas colônias sejam enfraquecidas e não possam mais se expandir, vindo a desaparecer. 
Mas, como em qualquer tratamento físico, a colaboração do “paciente” é imprescindível, uma vez que essas larvas são criadas e alimentadas pelas energias geradas por seus próprios pensamentos e sentimentos. Assim, além das aplicações energéticas, é necessário que se oriente e conscientize a pessoa sobre como e por que mudar seus hábitos mentais e suas atitudes, garantindo que ela mesma não mais oferecerá condições para que essas larvas se instalem e espalhem. 
Se larvas astrais são criações mentais, geradas a partir de pensamentos e sentimentos desequilibrados, também aqui a prevenção se faz pelo equilíbrio e o controle do que pensamos e sentimos. Não há outro meio. Como já dito muitas vezes, sintonia é a “alma” do universo. Tudo funciona segundo suas leis e só viveremos com aquilo que nós mesmos criarmos ou atrairmos a partir do que geramos dentro de nós.
OVÓIDES
Parasitas ovóides são, como diz o Dr. Ricardo Di Bernardi, “espíritos humanos que, pela manutenção de uma idéia fixa e doentia (monodeismo), acabam estabelecendo uma vibração de baixa freqüência e comprimento de onda longo que com o passar do tempo, produz uma deformação progressiva no seu corpo espiritual.
Ovóides são, portanto espíritos em estado tão profundo de perturbação que perderam a consciência de sua natureza humana de seu perispírito.
Portanto não perdem o seu perispírito (psicossoma), ele fica tão deformado que perde a sua forma humana, apenas uma forma ovalada.
Di Bernardi, afirma que se trata de um monodeismo auto-hipnotizante. Ele vibra de forma contínua e constante, gerando uma energia que gira sempre de maneira igual e repetida pelo mesmo pensamento desequilibrada.
Ao vibrar repetidamente na mesma freqüência e em desequilíbrio com a Lei cósmica Universal, gera este circuito arredondado que vai deformando e tornando-se ovóide.
Na prática são espíritos que entram em pensamentos, sentimentos repetitivos e negativos, excesso de apego, remorso, vingança, faz com que perca a noção do tempo e espaço e vai aos poucos se atrofiando, por falta de função nos órgãos do psicossoma, assumindo a forma de sua própria onda mental, um círculo vicioso em que vive mentalmente.
QUANDO A PESSOA ESTÁ NO ESTADO VEGETATIVO encarnada, no físico, não tem mais capacidade de manifestar com ele, não perde o seu perispirito, porque existe atividade no duplo etérico que mantém as formas humanas no perispírito (psicossoma).
As moléculas do perispírito são moldáveis pelo sentimento, tomam forma de acordo com a vibração do espírito. Assim se tornam brilhantes, opacas, densas ou leves.
Quando um OVÓIDE se liga a uma consciência encarnada ou desencarnada, fica caracterizada o processo obsessivo por parasita ovóide.
Existe um envolvimento de adesão, colado ao corpo físico, no qual, distorce os pensamentos, opiniões e atitudes do encarnado.
O ovóide é incapaz de manipular energias, locomover-se ou interagir conscientemente de livre e espontânea vontade, mas pode fazê-lo no automático, atraído por sintonia, mesmo em estado precário.
O OVÓIDE PODE CHEGAR A AURA de uma pessoa somente por atração que essa pessoa exerce sobre ele. Nada mais é necessário como ponte. Basta a sintonia entre os dois. Basta a sintonia entre os dois. Como ímãs.
Um processo obsessivo é mútuo por força de sintonia, existe um consentimento, mesmo que inconsciente para o acoplamento obsesssivo. Originado é claro pelos pensamentos, tais como: ódio, raiva, egoísmo, apego excessivo a coisas ou pessoas, etc. Os ovóides podem ser hipnotizados por outras consciências, no caso aqueles que manipulam a hipnose podem perfeitamente prejudicar uma pessoa mantendo um ovóide parasitária numa aura de uma pessoa afim de prejudicá-la.
Não confundir um OVÓIDE, com o CORPO MENTAL sem o perispírito (psicossoma). Um espírito sem o psicossoma é um espírito oriundo do plano mental, superior ao plano astral, geralmente são espíritos de luz que se manifestam em qualquer plano.

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Fonte: planetaazul.ning.com