APOCALIPSE, O SALTO QUÂNTICO DA TERRA E DA HUMANIDADE



Trecho extraído do Livro de Rodrigo Romo, escrito e registrado em 1997. 
APOCALIPSE, O SALTO QUÂNTICO DA TERRA E DA HUMANIDADE
… que nunca foi publicado.
Coloco aqui alguns textos que na atualidade podem ser relevantes. São canalizações do ano 1997 quando a minha percepção não era tão clara como é na atualidade em muitos aspectos da política interestelar e da situação de quarentena da Terra. A própria atuação dos Anunnakis do planeta Nibiru Enki e Enlil, era muito mais velada do que neste momento, mas mesmo assim o texto ajudará. Boa leitura a todos, Rodrigo Romo. 11/08/2015
O Salto Quântico
Considero de vital importância situar o leitor sobre este assunto e suas consequências no âmbito sideral. Muitas das profecias apocalípticas estão baseadas na mudança orbital pela qual o nosso Sistema Solar com seus planetas está passando há vários anos. 

Já no livro Confederação Intergaláctica mencionei um aspecto curioso do Grande Atrator descoberto pelos cientistas Norte-americanos Brent Tully da Universidade do Arizona e Marc Aaronson, onde ambos registraram os estranhos fenômenos sobre um movimento e deslocamento anormal em nossa galáxia, consequentemente em nosso Sistema Solar, que sofre a atração de um estranho corpo invisível para nossos instrumentos. 

Esse movimento foi posteriormente confirmado pela elite astronômica mundial, denominados de os 7 Samurais. 
Este movimento ilógico que parece contrapor-se às leis conhecidas, ainda é um mistério do ponto de vista gravitacional, pois seja lá o que for que esteja obrigando o nosso Grupo dos 22, que é como denominamos o nosso quadrante onde está inserida a Via Láctea, deve possuir massa superior a mais de 30 galáxias. 
O que é considerado pouco provável, pois é invisível e não existem maiores informações de domínio público sobre o assunto.

Pelo menos não que sejam de meu conhecimento, mas me guiando pelas informações prestadas por Shtareer sobre este caso, sei que o núcleo de Orvotón está sofrendo uma rotação angular e que seu campo gravitacional está sendo alterado para as novas mudanças cíclicas que os Criadores estão inserindo na nova etapa evolutiva que se forma nos planos multidimensionais. 

Portanto, um novo ciclo evolutivo está sendo gerado nos mais elevados planos evolutivos dos criadores além do orbe de Micah, o que obriga indiretamente todos os Universos Locais a se reestruturarem para a chegada de um 8º Superuniverso, o mesmo que o Mestre Saint Germain já anunciou em suas canalizações conosco em meados de 1989 com o nome de Universo Unana
Esse universo ocupará uma órbita externa em relação ao nosso 7º o que está fazendo com que todos os Superuniversos modifiquem a sua estabilidade gravitacional e orbital para que um novo possa se materializar.
Obviamente que estas mudanças estavam previstas há milhares de anos, portanto eram de conhecimento de muitos Comandantes que no passado estiveram presentes na Terra como Deuses. 
É o caso de Jeová, um Comandante de Nibiru que veio à Terra para extração de ouro e manipulações genéticas, mas acabou inserido em questões bem mais complexas com as 22 delegações e com o contexto da transmutação de seus erros na linha temporal, perante a humanidade e os conflitos com o SINISTRO GOVERNO SECRETO atual da humanidade.
Além disso, as 22 delegações acabaram por defrontar outros Deuses e seres com maior poder tecnológico como os do Império de Órion.
No passado social e histórico de Nibiru, esta civilização participou de guerras e conflitos com vários outros seres reptilianos e humanoides, acabando por envolver-se em conflitos nas órbitas externas do Sistema Solar, o que acabou por radicar parte de sua frota e junto com outros Comandantes de alto escalão político das Federações, que repercutiu no contexto da Terra através de Deuses como Zeus, Odin, Horus, Isis, Inanna, Ra, Amonra, Baal, Leviatã, Belzebu, Iadalbaoth
Seres que, com suas equipes, inseriram na Terra projetos provenientes dos Registros psíquicos de Lira e dos antigos Fundadores Monádicos, quando uma nova raça deveria ser inserida na Terra e na galáxia para que ela pudesse superar as dificuldades com a polaridade desequilibrada que estava sendo cristalizada por milhões de formas de vida.

Foi nesse momento que o Projeto de Adão e Eva surgiu e que a Primeira Raça Raiz foi inserida no antigo e submerso Continente de MU, a Terra mãe para muitas culturas antigas. 
Foi a partir desse projeto inserido na consciência de Jeová, Odin e Zeus, que a raça humana foi completamente modificada e seus processos genéticos foram acelerados para dar origem a um ser mais próximo aos Criadores genéticos com a participação de genes de diversos colonizadores da nossa Via Láctea e de outras galáxias, que já estavam presentes aqui na Terra. 
As antigas civilizações e formas de vida da Terra tinha há milhares de anos abandonado o planeta ou se refugiado no subsolo, criando muitas das atuais e lendárias cidades intraterrenas, que nosso irmão Trigueirinho levou a conhecimento público mundial. 

Os antigos seres humanos da Terra não eram similares a nossa atual estrutura física, ou seja, ao Homo Sapiens como nos caracterizamos segundo a paleontologia.
Muitas das dúvidas sobre o porquê da existência de diferentes estruturas humanoides do nosso passado estarem em regiões próximas aparentemente no mesmo período, se isso contraria as nossas previsões e conclusões cientificas. 
Isso porque a maior parte desses achados diz respeito a diferentes estágios evolutivos dos humanos em degeneração radioativa e também por possuírem distintas origens genéticas das antigas civilizações anteriores à chegada de Jeová, Odin e Zeus, que se destacaram como deuses mais populares. 

 

Outro ser muito antigo que está diretamente relacionado com o extinto planeta de Maldeck é Marduk, que foi um antigo Príncipe planetário tido como um Deus vivo pelas suas capacidades psíquicas e pela sua casta superior dentro da estrutura social dos Maldequianos. 
Este ser também esteve na Terra na condição de exilado por muitos milhares de anos, até que conseguiu junto a antigos subalternos de Maldeck sua liberdade.
Outros antigos seres também mitológicos estiveram relacionados com pesquisas e inserções genéticas na Terra, que por motivos Cármicos encontram-se presos de alguma forma à Terra e devem participar do nosso processo apocalíptico que atinge a toda a nossa galáxia com mais 21 neste quadrante de Nebadon, além, de outros quadrantes além da nossa orbe sistêmica. 
Estes fatos eram de conhecimento geral devido às previsões matemáticas de ordem astronômica, que para exímios cosmonautas eram fáceis de serem previstas, pois já naqueles períodos podiam ser gradualmente sentidas em outros lugares da galáxia, além da presença direta de Sanat Kumara e do Arcanjo Miguel, que procuravam orientar e controlar os abusos por parte dos colonizadores estelares.
Dentro deste contexto temos a atuação da energia de ação e reação que foi por diversas vezes violada por muitos Comandantes em suas pesquisas e atuações na Terra e nos outros mundos deste pequeno Sistema Solar, mas que tiveram efeito sobre outras Constelações próximas como a de Orion, que manteve estreito relacionamento com a Terra, assim como Sirius, Plêiades, Centauro, Arcturos, Lira e outras estrelas. 
Assim, a malha energética ficou alterada e gradualmente começou a dessensibilizar-se à medida que novas inserções eram feitas, até que um decreto sideral por parte de Micah e do Conselho Cármico deliberou que todas estas energias destoantes deveriam ser direcionadas para seus criadores como a Lei sempre previu, não mais perdoando e dando novas chances. 
Com isso o processo apocalíptico de milhares de povos e planetas teve início, e foi através dele que milhares de profetas na Terra e nos outros planetas iniciaram a sua participação sobre o final dos tempos.
Este Final dos Tempos é na realidade um efeito direto das mudanças que muitas civilizações estão passando, sendo que a nossa em especial começou a sentir seus efeitos ainda no final da década de 80 quando a antiga União Soviética caiu e a guerra fria deixou se ser um fantasma na vida de milhões de pessoas. 
Essas mudanças ocorreram graças à Convergência Harmônica, que possibilitou mudanças fundamentais no campo telúrico e vital da Terra, que vieram ao encontro da desprogramação de muitos dos eventos apocalípticos visualizados por muitos profetas da nossa história.
Outro aspecto que deve ser tomado em consideração é a mudança de alinhamento entre o pólo norte da Terra com a estrela de Vega da Constelação de Lira. Na realidade esse efeito tem relação direta com o nosso ciclo de 26.000 anos
Este ciclo que é relacionado com a troca dos equinócios da Terra tem correlação com as linhas Ley de gravitação entre as estrelas e planetas, que também correspondem às linhas de emissão e trocas de informação através de radiação gravitacional, que os nossos cientistas ainda não descobriram na totalidade.
Essa nossa orientação no Pólo Norte encontra-se atualmente alinhada com a estrela de Vega, que é uma gigante que dista cerca de 26 anos luz da Terra. Essa Estrela e seus povos que a orbitam manifestaram um aspecto muito negativo da dualidade desarmônica ainda contra seus colonizadores em Lira. 
Pelas informações astronômicas que possuímos a duração desta mudança elíptica em relação a essas 3 grandes Estrelas tem a duração de cerca de 26.000 anos, o que confirma as informações dos Mestres, que há muitos anos já mencionavam esse ciclo importante, pois permite à Terra orientar-se no decorrer desse período com as 12 casas do Zodíaco pelo próprio movimento geocêntrico da Via Láctea. 
Pelos cálculos gravitacionais e de probabilidade a orientação para cada uma dessas estrelas varia, sendo que se acredita que a duração em relação a estrela de Thuban seja próxima a 5.000 anos, e que com Vega seja em torno de 12.000 anos, sendo que os 9.000 restantes estariam por conta da Polaris
No entanto esses valores ainda precisam ser confirmados com mais análises cientificas e astronômicas dos nossos observatórios orbitais como o Hubble e outras sondas enviadas mais recentemente para o espaço.

Este fato tem relevância em nosso Salto Quântico e nas respectivas consequências Apocalípticas, pois a mudança orbital e um novo alinhamento em direção a outro astro que possui uma egrégora distinta a Vega, altera em muito as energias de ressonância no campo telúrico da Terra. 

Isso porque as civilizações que orbitam a estrela de Vega estiveram por milênios envolvidas com guerras e complicações negativas, decorrentes dos desvios que eles geraram a partir de sua polaridade. 
Problemas esses que repercutiram diretamente sobre o planeta Ápice, onde os Zeta se originaram, culminando em uma guerra atômica que extinguiu parte da vida desse planeta e teleportou o planeta por uma fenda para a Constelação de Reticulli, onde atualmente esse povo vive. 
A influência direta da egrégora de Vega sobre a Terra alinhada com as energias rebeldes da Constelação de Órion, fizeram com que a Terra recebesse muitas vidas ou almas com profundos desvios energéticos, que ao encarnarem na Terra, desenvolveram atividades negativas, que levaram a aprofundar ainda mais a negatividade da humanidade, por ignorância na maior parte dos casos.
Todos esses atos e insanidade levaram a Terra a produzir um elevado carma, que por sua vez, produziu a energia apocalíptica, profetizada por milhares de pessoas na Terra desde os tempos remotos. 
Em cada ciclo que antecedeu um cataclismo houveram profetas que através de sua percepção extra-sensorial viram os acontecimentos apocalípticos decorrentes de holocausto da natureza e das guerras entre as diferentes linhas energéticas da humanidade.

Portanto, a nossa atual fase de adaptação à globalização mundial também está produzindo seus efeitos sobre a miséria mundial e sobre as diferenças culturais que estão em choque. 
A Terra recebeu de coração aberto milhares de seres de outros mundos, com a intenção que aqui com a nossa carga genética, pudessem superar as dificuldades com a polaridade, o que em muitos casos foi um fracasso, pois aprofundar-se na ilusão é muito mais fácil do que lutar contra ela e obter a verdadeira visão multidimensional que cada ser é. 
grande chave sobre as dificuldades das diversas humanidades, é aprender a enxergar a verdade e a liberdade em relação ao mundo das ilusões, onde somente as características do mundo material tridimensional se apresentam, deixando de lado as outras realidades multidimensionais que formam e sustentam o nosso Universo.
O mundo material ao qual estamos acostumados a sentir com nossa percepção física, é apenas uma pequena parcela do Criador. 
Portanto, para que possamos conhecê-lo na íntegra, devemos despertar as nossas capacidades extra-sensoriais a partir da espiritualidade e da nossa sensibilidade com as coisas pequenas que nos cercam, como os Elementais da natureza, Ar, Água, Terra e Fogo. 
Estes 4 Elementos são a base estrutural do nosso planeta e da realidade que não enxergamos, por acreditar que somente nós temos o verdadeiro raciocínio lógico, deixando de perceber que o Universo é regido por uma matemática perfeita além das nossas capacidades de percepção e de imaginação, pois elas seguem outras leis universais que estão além da nossa capacidade lógica e racional de percepção.
Não devemos esquecer que dentro das pesquisas astrológicas e de numerologia, já se sabe que as influências energéticas de outros astros, assim como a sonoridade das sílabas, provocam alterações no campo vibracional e psíquico de uma pessoa. 
Trata-se de estudos profundos efetuados por departamentos da CIA, no intento de vasculhar os segredos do ser humano e seu funcionamento psíquico. 
No seriado Arquivo X, existe a frase “A Verdade está lá fora”. Essa frase não é completamente verídica, pois a verdade sobre a humanidade pode ser acessada a partir da percepção da Chama Trina e da Presença Eu Sou que cada pessoa possui. 
No entanto, sobre muitas questões relacionadas ao Sinistro Governo Secreto, realmente a verdade está lá fora, no espaço bem ao nosso lado, mas muitas dessas verdades têm relação com pesquisas secretas dos governos de países tidos como de 1º mundo, que por sua vez se relacionam com a nossa capacidade de coexistir em outros planos de existência.
O processo pelo qual passa a nossa atual sociedade é apocalíptico, pois as bases de nossa sociedade perderam o sentido. A humanidade vendeu a sua alma a valores ilusórios onde somente os poderosos mortais têm acesso. 
Onde fica a nossa condição de Imortalidade Espiritual neste mundo? 
Estamos vivendo em um mundo onde somente a realidade palpável tem valor. 
O restante é descartável, os padrões de moral e ética profissional deixaram de ser considerados pela luta mesquinha e desenfreada da sobrevivência em um sistema capitalista globalizado que não permite a compaixão para com o outro. 
Essa é nossa realidade que está acabando com o sossego de milhões de pessoas, por não saberem se no dia seguinte estarão empregados, ou se sua saúde suportará tamanho estresse.
Analisemos em profundidade a nossa sociedade como a conhecemos. 
Qual é a nossa base moral e conceitos sociais que nos permite levantar acusações contra os outros? 
Todos somos de alguma forma coniventes com esta sociedade decadente, pois estamos presos a um sistema que nos obriga a nos corromper para que possamos sobreviver na selva de pedras, que nós mesmos erguemos através de antigos desvios de nossa parte. 
Portanto, todos de alguma forma possuem culpa nesta situação, que deve ser revertida custe o que custar, pois a nossa sobrevivência depende de mudarmos drasticamente o curso de nossa tecnologia e de nossos atos perante a natureza e perante nós mesmos. 
Busquemos dentro de nossos corações as respostas para as nossas preocupações e descobriremos muitas coisas que podemos fazer, mas para isso temos que renunciar a muitas coisas do mundo das ilusões em que acreditamos e doamos a nossa alma. 
Os antigos diziam que era comum as pessoas doarem a sua alma para o mal, esse mal existe dentro de cada um na medida que lhe dá forças e permite que nossas vidas sejam regidas por leis insanas e que a nossa sociedade se mate mutuamente na busca do poder desarmônico que temos galgado ano após anos em nossas vidas.

Pensamos saber o que fazemos, mas lhes pergunto: 
aonde isso nos leva? 
Todos de alguma forma desencarnamos, portanto, todo o poder adquirido não tem sentido, pois ao tentar garantir a vida suntuosa para netos e bisnetos ou mesmo para os filhos, essa pessoa está retirando a capacidade de sobrevivência e independência bem como sua capacidade de improvisação, pois está querendo oferecer-lhe tudo de graça. 
Além de não ter reconhecimento, deixa a pessoa sem valores em relação à vida e à sociedade em que vive. 
Isso está claro a cada dia em nossa sociedade decadente, onde os idosos não obtêm mais respeito por parte dos adolescentes, pois invertemos os valores, na medida que o dinheiro vale mais que uma vida humana. 
Isso é um processo apocalíptico de grande escala que denota a nossa insensatez e a nossa fragilidade frente às mudanças necessárias para continuarmos a viver no próximo ciclo que deve se iniciar no máximo daqui a 30 anos, se os cálculos estiverem aproximados, pois dentro desse prazo o ciclo de 26.000 anos se encerra. 
Isso explica muitas das mensagens dos Mestres que insistem em dizer que não existe mais tempo, é necessário que cada um trabalhe com as energias da luz, para poder elevar o planeta e a si mesmo.
No que consiste esse processo que os Mestres têm transmitido há milhares de anos, e que nestes últimos tem sido revelado com tamanha intensidade na vida de milhões de pessoas no mundo todo. 
Esse processo consiste em tentar elevar a forma de pensar que cada um possui, ser mais positivo e leve ao emanar pensamentos, não amaldiçoando ou rogando pragas aos outros, procurar se policiar e ser um cidadão exemplar dentro do verdadeiro CRISTIANISMO, que é AMAR AO PRÓXIMO COMO A SI MESMO, uma grande máxima do Mestre dos Mestres, Jesus Cristo.
Um outro aspecto que é interessante verificar e estudar em profundidade, são as profecias e referencias bíblicas sobre do final dos tempos, pois são como uma progressão matemática, que conseguiu expor as variáveis que viriam a moldar a nossa sociedade nos tempos mais tumultuados, o que não se refere somente a esta nossa data de final de século. 
Em outras oportunidades a nossa sociedade também passou por revoluções sociais de grande importância, que também possuíam reflexos diretos nas linhas da Bíblia.
Voltando ao tema inicial do Salto Quântico que o nosso planeta com o restante do Sistema Solar, tem que efetuar, verifica-se que diversos fatores dentro da Lei da sincronicidade estão aparecendo perante nossos cientistas gradualmente, sendo que esses fatos estão cada dia mais evidentes. 
No entanto, estes fatos não são divulgados para a nossa sociedade, por serem um risco à estabilidade social, econômica e religiosa adquirida até o momento. 
No entanto, a nossa sociedade ruma em direção a um holocausto econômico e financeiro de proporções globais, o que já se tem demonstrado pela fragilidade das nossas Bolsas de Valores nos últimos anos, desde 1998 com grandes conglomerados norte-americanos e Canadenses. 
A presença de astros intrusos em nosso Sistema Solar já é do conhecimento das grandes potências, desde o caso da sonda Russa Phobos 2 que misteriosamente se chocou com um corpo orbital ao redor de Marte, com cerca de 26 Km de diâmetro, provado que não era nem Deimos ou Fobos, ambos os satélites naturais de Marte. 
Nas fotografias enviadas pela sonda antes de ser abalroada pelo corpo do objeto não identificado, verificou-se que sua órbita era bem diferente da lua marciana.

O (falecido em 2010) autor Zecharia Sitchin trabalha este tema de forma objetiva e interessante, deixando ao leitor a liberdade de pensar sobre as reais consequências desse acidente, que levaram ao fim da Guerra Fria entre a antiga União Soviética e os EUA, permitindo que ambas unificassem suas forças para adiantar o projeto já em andamento de Guerra nas Estrelas, que foi divulgado no governo de Ronald Reagan em meados de 1985 a 1987 quando as coisas começaram a acontecer nos bastidores nas altas cúpulas governamentais.
As Sondas espaciais não tripuladas da então União Soviética, eram duas, denominadas Phobos 1 e 2. 

Ambas com a missão de explorar Marte e em especial a lua marciana Fobos, o que originou o nome das Sondas. 
Apesar de ser uma missão Russa, grande parte da comunidade cientifica do mundo, entre eles, os Europeus e Norte-americanos estiveram envolvidos no projeto, para garantir que essa missão fosse o mais bem-sucedida possível. 
Misteriosamente a Phobos 1 perdeu-se no espaço dois meses após o lançamento devido a “falhas” que não foram bem explicadas. 
Contudo a Phobos 2 prosseguiu em sua missão. Ambas foram lançadas em 12 de julho de 1988. Em 28 de março de 1989 com a sonda Phobos 2 alinhada com Marte, tivemos os primeiros problemas oficiais provenientes da Sonda, segundo a versão oficial divulgada. Esse problema era inicialmente de comunicação onde a Sonda deixaria de comunicar-se com a Terra. 
Segundo as informações das agências de notícias europeias e russas, a Phobos tirou fotos de um objeto não identificado na superfície de Marte segundos antes de interromper o contato com a Terra. 
Esse objeto segundo as descrições referentes às fotos enviadas antes do silencio da Sonda, deixaram claro que “parecia uma sombra na superfície de Marte”
De acordo com os cientistas Russos essa “sombra” possuía cerca de 20 quilômetros de comprimento, um objeto considerável. 
Segundo informações Russas, alguns dias antes a Phobos registrara sinais semelhantes de uma sombra com uma dimensão entre 26 e 30 Km de comprimento. 

Portanto essa sombra de fato era um objeto não identificado, inexplicável para a comunidade científica que acompanhava a missão da Sonda. 

Alguns pesquisadores deixaram ventilar que o objeto não identificado, fotografado como uma elipse fina, teria sido o culpado da pane inexplicável da Phobos.

Pelas minhas informações, a nossa Sonda colidiu com o campo magnético de uma nave mãe que orbitava Marte em uma missão de rotina. 

Isso porque Marte possui um grande espaço porto semelhante ao de Nazca no Peru, com elevada atividade por parte de naves do Comando Ashtar e de outras regiões que mantêm contato com nossos representantes da Fraternidade Solar e da Federação. 
Muito se falou e especulou sobre o incidente da Phobos, a tal ponto que ambas as nações detentoras da Guerra Fria se encontraram para discutir assuntos ligados a esse fenômeno que representava proporções mundiais e grandes mudanças no comportamento de ambas as nações a partir daquele momento. 
A Sonda não foi destruída por disparos como pode parecer em primeira mão ao analisar os registros do livro de Zecharia, mas apenas sofreu o efeito direto do campo magnético de suporte antigravitacional com o qual essas naves se deslocam no espaço e principalmente nas proximidades de um planeta, o que explica porque os registros indicam que a Phobos estava rodopiando e conseguiu enviar uma mensagem final horas após seu silencio inicial. 
Também ficou claro que essa misteriosa sombra não era provocada pelas Luas de marte, isso devido a sua projeção nítida sobre Marte, portanto trata-se oficialmente de um objeto não identificado, ou OVNI, que as autoridades mundiais não tiveram como negar.

Outro fenômeno intrigante registrado pela Phobos, foi uma fonte de energia térmica com cerca de 600 Km quadrados com formas retangulares, algo pouco provável se tentarmos explicá-lo como formação natural. 
Essa fonte de calor foi registrada com as lentes de infravermelho, fenômeno muito estranho segundo os pesquisadores que analisaram efetivamente as fotos.

A Sonda Mariner 9 alguns anos antes, registrou na longitude 186,4 no quadro 4209-75 uma estranha formação que nitidamente lembra nossos modernos aeroportos. 

Compartilho integralmente com as especulações de Zecharia sobre a origem artificial desses fenômenos pouco naturais, motivo pelo qual aconselho a meus leitores adquirirem os livros deste autor.

IMPLANTES ESPIRITUAIS

Leia antes, clique:
Implante (chips) Orgânico Sutil: que normalmente é colocado entre a 2ª e 3ª cervical da pessoa, criando um processo de ramificação até se estender na região lombar. 

Dessa forma, esse instrumento, semelhante a uma centopéia, acaba por duplicar e assumir as funções do sistema nervoso central da pessoa.

No período de 12 a 18 meses a pessoa fica sobre o controle total dessa tecnologia e da consciência da entidade que o está controlando.

Com isso, a pessoa pode passar inclusive pelo processo de catalepsia, que para muitos é a chamada morte aparente. 

Após, a alma que toma o poder é outra e a pessoa passa a agir como se fosse outro ser. A alma original é aprisionada dentro de uma bolha de hiperespaço e fica presa até que seja libertada. Este tipo de implante foi um dos mais temidos entre 1987 e 2003, por ser difícil a sua remoção e muito agressivo.

Isto devido a possuir ramificações no Umbral e planos sutis até 6ª dimensão, com participação de Zetas e outros seres.

O SGS utilizou muito esse tipo de implante em diversos setores que são de seu interesse de domínio mundial.

Poucos terapeutas efetivamente conseguiram remover esse aparelho em sua totalidade, pois ele se desdobra no mínimo em 6 partes entre o Umbral, físico e corpos sutis, isto até o Mental Superior e em alguns casos o Causal.

Este implante gera a condição para os denominados entrantes, que é um dos tabus do estudo da espiritualidade, pois são almas que usam corpos humanos e se disfarçam, conseguindo atuar onde eles considerem importante. Um entrante acaba por utilizar a memória da pessoa e o Corpo Físico, para atuar dentro da nossa realidade.
Atualmente, esse chip deu origem a uma série de ramificações tecnológicas que atuam dentro da corrente sanguínea, dificultando muito a sua localização. 
Funcionam como um micro vírus e se incrustam em pontos chaves do sistema nervoso e hormonal das pessoas, efetuando um complexo mapeamento e alteração das reações psíquicas. Com isso, a pessoa tende a ficar alterada e mesmo fora de controle, apresentando uma alta irritação. E com isso, sendo um foco de emissão de energias desarmônicas.
Normalmente, o implante desenhado apresenta entre 7 e 9 centímetros nos primeiros 4 meses que foi inserido. No entanto, após o seu processo de reprodução, pode atingir toda a extensão da coluna e tomar o controle das funções corporais.

Os monitoradores mais comuns deste tipo de implante são o SGS, Illuminatis, Grays, Laurins, Xopatz, Draconianos, Antarianos e Anunakis.

Chips de Silício: ele tem um tamanho máximo de 3 cm com centenas de filamentos laterais que efetuam o intercâmbio com os processos celulares. 
Este tipo costuma ser utilizado na análise e monitoramento das funções biológicas e fisiológicas para pesquisas genéticas dos programas avançados de diversos povos estelares, que vieram aqui ajudar no despertar da humanidade. 
Trata-se de culturas semelhantes a nossa, que ainda estão trabalhando o despertar e buscam superar as dificuldades de polaridade dentro de sua psique. São tecnologicamente superiores e fazem parte da Federação Interplanetária.
Eles tem recebido autorização para colocar estes implantes, na tarefa de aprender como o sistema nervoso e o organismo enfrenta as limitações que a nossa humanidade possui aqui na Terra.
Estes implantes não interferem no processo de livre arbítrio dos seres, apenas é um monitorador e coletor de informações de diversos aspectos clínicos, que ajudam na restauração do código genético de culturas em aperfeiçoamento espiritual e fisiológico.
Este tipo também tem sido utilizado pelas forças involutivas na tentativa de compreender os efeitos físicos e astrais de outros programas e tecnologias de controle mundial via televisão, mídia e satélites orbitais.

Serve para fazer coleta de material e do ectoplasma para análise da constituição genética, nos diferentes padrões emocionais que um ser emite, em sua longa diversidade na estrutura terrena das polaridades e das dificuldades diárias.

Pode ser encontrado no cérebro, abaixo da estrutura óssea do crânio, podendo inclusive, em alguns casos, ser detectado por equipamentos de ressonância magnética e Raios X.

Chips de Silício Menor: este implante é um dos mais conhecidos devido a sua apresentação em alguns filmes e seriados de TV. Faz parte de um programa do SGS e de outras culturas extraterrestres involutivas. 
Serve para monitorar o sistema emocional e cerebral de um indivíduo transmitindo informações diretamente para uma central computacional, onde a vida e a memória dessa pessoa são registradas e passam a servir como base para espionagem. Além de reproduzir os padrões cerebrais de ondas dessa pessoa.
A partir destas informações essa pessoa pode ser clonada e servir de base para pesquisas avançadas na manipulação mundial, via substituição das verdadeiras almas dessas pessoas. Essa situação já ocorre desde 1967 e tem sido enfrentada pelos grupos do Comando Ashtar e da Fraternidade Branca, mediante a permissão da humanidade e do Conselho Terrestre.
Os grupos que praticam terapia tem conseguido efetuar a remoção desse implante com a ajuda das entidades. No entanto, quando ele apresenta a situação de ser material dentro da fisicalidade a situação se torna mais crítica, pois os terapeutas não podem efetuar o corte para a remoção dentro do tecido. Neste caso, podem solicitar às hierarquias que desmaterializem o mesmo em um prazo que varia de 2 a 8 dias, normalmente, conforme a energia física da pessoa.

Muitos desses implantes físicos possuem substâncias cancerígenas, que são liberadas em sua remoção forçada. Por esse motivo é que solicitamos ajuda a um Mestre como Hilarion, para que atue dentro desse tipo de situação.
Chip de Controle Direto: Este tipo de chip é um dos mais antigos empregados na humanidade e tem a sua origem ainda na época dos Atlantes.

Ele é proveniente de tecnologia Zeta, dos rebeldes de Órion e Sírius do passado. 

Está localizado, normalmente, na coluna e no cerebelo para monitorar e controlar os impulsos cerebrais de uma pessoa.

Ela passa então, a ser uma marionete via controle à distância. Possui inúmeros filamentos que podem ser facilmente cortados por cirurgiões espirituais. Este tipo de implante nem sempre fica radicado no Corpo Físico, por ser muito denso na sua composição química.

O que o faz ser facilmente detectado e removido via cirurgia astral. A maior parte deles foi implantado no Corpo Astral, que apesar de ser menos denso possui maior capacidade de adaptação a esse tipo de material de origem extraterrestre. Ele tem a capacidade de armazenar informações e copiar os padrões cerebrais do portador, podendo assim, serem replicadas em um clone qualquer.

Atualmente este tipo é pouco empregado por ser muito arcaico para as atuais tecnologias, empregadas na dominação da humanidade ou dos grupos em ressonância com as trevas. Este implante possui algumas variações que servem para isolar o sistema nervoso central. Neste caso, podem ser encontrados na base do cérebro e na lombar, controlando o nervo ciático, inclusive.
Assim, a pessoa fica sem condições de acessar os patamares da espiritualidade e perde a sensibilidade mediúnica, ficando presa aos hologramas que lhe são enviados pela programação do implante neural e do controle nervoso do que está na lombar.
Cristal Geométrico: é um cristal que pertence ao arquétipo monádico e espiritual da pessoa, por estar dentro da hipófise e pineal, normalmente.

As equipes do Comando Estelar e da Operação Resgate, normalmente, usam esse ponto como centro de canalização e contato com as pessoas.

Em geral, esses cristais, que podem ser em elevado número, possuem relação com o potencial de canalização e sensibilidade mediúnica. Eles são implantes que desenvolvem a consciência Crística das pessoas, dos transmigrados da Luz ou missionários da Luz. Esses que devido à alta densidade molecular de seus corpos necessitam de impulsos de luz capazes de restabelecer parte do equilíbrio necessário, para que possam efetuar suas tarefas programadas antes de encarnarem.
Sua constituição pode variar do Quartzo, Berílio, Diamante, Topázio, Ametista, Citrino, Lápis Lazuli, além de outras estruturas de cristais. Também pode, em casos mais raros, ser da estrutura do Astrastone que é um super Diamante.
Através da sua estrutura geométrica estabelecem parte do equilíbrio necessário para as trocas de informações, entre a consciência estelar e a terrestre. Muitos desses portadores são as águias do Comando Ashtar.

Trata-se de implantes de cristal afinados com a estrutura genética do ser físico. Portanto, são implantes que se materializam à medida que o ser está preparado para desenvolver a tarefa Crística que se comprometeu antes de encarnar.

Uma correção importante que deve ser feita neste material é esclarecer que estes cristais não são implantes como se acreditava até então. São na verdade extensão do corpo Morontial, que está interligado ao Átmico, e consequentemente, atua com os outros corpos sutis.
As pessoas que são mais sensíveis mediunicamente e tem maior gradiente de ativação, apresentam maior concentração desses cristais em seu organismo. Este tipo de cristal não é detectável por equipamentos comuns, mas médiuns podem detectá-lo. Ele pode se decompor na corrente sanguínea e na urina de uma pessoa, quando não há mais necessidade do mesmo.
Serve apenas para transmitir impulsos e despertar a pessoa, podendo ser um transmissor de impulsos superiores do Eu Superior e servir de monitoramento para os irmãos de Luz que buscam ajudar a humanidade. Este tipo não pode ser retirado via cirurgia, pois está radicado em todos os corpos sutis da pessoa.

Ele somente responde aos impulsos da Divina Presença EU SOU e das equipes de luz que o projetaram para esse fim. Possui um programa em coordenação direta com o EU SOU, o que invalida a sua utilização para manipulação das trevas.

Esse cristal é uma extensão direta do DNA Sagrado dos portadores, não causa dores e nem mal estar. Pode servir para controlar os efeitos físicos da expansão áurica, que normalmente, cria problemas elétricos de espasmos musculares. O que tem deixado milhares de pessoas perturbadas por não existir explicação médica para esses casos.
Cada um dos diferentes tipos de cristais possui um determinado formato geométrico, de acordo com a origem estelar de cada humano encarnado.

Alguns entrantes da Luz os empregam para ajudar a desenvolver suas funções aqui na Terra e para não sofrerem as interferências negativas das forças sinistras, via mídia e outras técnicas empregadas para densificar as energias psíquicas no planeta.

Portanto, esse tipo de cristal apresenta uma ajuda direta e não causa problemas para seu portador. Já que, no momento em que o trabalho está concluído ou que o portador deixa de vibrar no caminho determinado pela Luz e pela programação Crística, o mesmo se desintegra e é eliminado de forma natural.

Muitos clones espaciais que aqui vem ajudar nos contatos com as cidades intraoceânicas e intraterrenas, no esclarecimento ou no resgate espiritual, possuem este tipo de implante. Para que assim, a alma que ocupa esse corpo transitório possa estar imune das radiações densas deste planeta e não serem canalizadas para a mente espiritual do controlador desses clones.

Lembrando que muitas culturas extraterrestres, que buscam o despertar e caminham na redenção de suas faltas, residem em grandes cidades nos oceanos há milhares de anos e possuem comunicação com grandes bases e cidades intraterrenas.

Estas civilizações recebem regularmente visitas e em muitos casos, existem delegações de luz de extraterrestres ligados ao Comando Ashtar para elevar e conduzi-los ao verdadeiro despertar na Luz.

Estes implantes auxiliam ao despertar da 3ª visão. Na medida em que o ser desperta sua luz interior, seu Cristo Interno, este implante se desintegra para que o Mestre surja de forma plena. Existem diversas informações sobre este tipo de implante, mas que oportunamente serão reveladas para cada um dos canais em particular, que o possuírem na sua jornada rumo à reintegração cósmica.
Saibam então, que nem todos os implantes são de ordem maligna. Lembrem-se que o organismo humano está dentro de uma esfera de energia muito densa, o que implica em artifícios para que seus companheiros espaciais possam contatá-los e desenvolverem seus programas de resgate planetário e espiritual.
No momento que estiverem com dúvidas sobre esse assunto apele para a amada Mãe Maria e Arcanjo Rafael, que são autoridades nisso. Em casos de problemas com abduções apelem para a autoridade do Arcanjo Miguel e Sananda.
Implante Parasita – Chip Parasita: implante comum em centros públicos de atendimento. Ele é um ser vivo que pode parasitar o organismo e se enredar por completo em todo o sistema Raquiano e ao longo da coluna vertebral como um poderoso obsessor, introduzindo vírus e bactérias no seu portador, muitas vezes. 
Ele é um tipo especial orgânico que cresce e participa dos processos de divisão celular de seu portador, impedindo assim, a sua retirada convencional.

Normalmente, o uso de energia Crística dirigida tem o poder de desintegrá-lo e retirá-lo, mas isso só pode ser feito por um grande Mestre de cura, que possui elevado conhecimento de anatomia humana e estudos específicos em engenharia genética espiritual dos planos superiores. Como exemplo temos o Mestre Hilarion.

Esse implante foi desenvolvido por seres de Vega, Zeta Reticulli e de Andrômeda. Pessoas que são membros oficiais do SGS possuem este tipo de implante, para garantir que sejam mantidas sob controle. Assim, os próprios mandantes são escravos de seus contratos com as trevas e passam a trabalhar em muitos casos por pressão e medo da morte.
Muitos MIB’s (Agentes secretos com poderes extra-sensoriais e técnicas de extermínio, que atuam acima da Lei e possuem livre acesso a todos os órgãos governamentais da Terra. São capazes de controlar e assumir a mente das pessoas à distância, com a capacidade de impor a sua vontade. Eles são para muitos, verdadeiros Scanners, como nos filmes. Existem duas fileiras desse grupo, a original de Órion e as desenvolvidas pelo SGS desde os anos 70, com clonagens avançadas e aperfeiçoamento genético dos projetos de Hitler, da raça perfeita. Além de outras fontes extraterrestres miscigenadas a nossa estrutura genética) são programados aqui na Terra pelo SGS possuem este tipo de implante para garantir que sejam fieis à programação e não se libertem ou tenham acesso de conscientização Crística, como já ocorreu no passado.

Alguns membros que vieram originalmente da Polícia Temporal e racial, de alguns planetas da constelação de Órion, se libertaram.

Este tipo de implante não pode ser removido facilmente por médiuns. Além de ser uma cirurgia espiritual difícil, pode resultar em paralisia do portador. Torna-se necessário que a consciência desse portador seja transferida para um corpo reserva, clonado antes de efetuarem a retirada.
Implante Arterial: nova forma de implante muito sutil que copia por completo o sistema arterial e venoso de sua vítima. 

Dessa forma, permite extrair o sangue e inserir sangue verde reptiliano e outras substâncias nos corpos Emocional e Astral da pessoa. 

Em quatro meses, aproximadamente, a pessoa perde a conexão original com o seu EU SOU e fica a mercê do clone que é controlado pelos grupos rebeldes.
Cada ponta dessa malha de veias ou artérias é conectada a um órgão do corpo humano, o que remove a vitalidade ou insere o que for necessário nos corpos sutis. O desenho mostra uma forma aproximada, que já foi encontrado em diversas pessoas, principalmente a partir de agosto de 2008.

Ou seja, é uma nova tecnologia que muitas vezes é difícil de detectar, mesmo por médiuns com a vidência bem trabalhada, pois está mais sutil do que os anteriores.

Ao removê-lo temos que ter cuidado, pois ele é profundo e usa pontos chaves dos meridianos de Acupuntura para se instalar e ficar preso. Caso não seja removido por completo ele se reproduz entre 72 e 108 horas, o que acaba por intensificar a sua energia como um vírus astral.

Tem sido implantado por ordem dos Xopatz e seus grupos diretos, além da ajuda de Marduk e outros Anunakis negativados.

Implante Neural: é colocado sobre as ligações dos Axônios para inserir hologramas e monitorar as trocas energéticas entre os diferentes corpos e as canalizações dos médiuns. 

Passou a ser comum em pessoas com elevado stress e trabalhos que exijam lógica e matemática, que possuem desenvolvimento mental do raciocínio. 

Esses implantes tem a função de controlar as reações elétricas e bioquímicas do cérebro e com isso, limitar o desempenho do raciocínio e inteligência das pessoas. Acredito que na nossa linha de desenvolvimento tecnológico ele seja mais utilizado para controlar os trabalhos e a direção, que o SGS e outros grupos querem que a tecnologia alcance. 
O que cria uma dependência do que já foi instaurado por eles. Ele pode ser sutil ou mesmo físico. Possui o tamanho equivalente a bactérias, ou seja, bem diminuto e por esse motivo não é visualizado por grande parte dos videntes.

Ele possui uma cor etérica diferente da estrutura neural das pessoas, por esse motivo ao se concentrarem podemos visualizá-lo.

Pode ter esse tipo de estrutura, mas em diferentes formas, em alguns casos já apareceu como uma membrana de celofane cobrindo a rede neural da pessoa, muito parecido com a energia da própria.

É difícil de ser detectado, porém a sua remoção é fácil utilizando a projeção mental, cores ativas de Violeta, Dourado e Verde Fogo, além de ancorar a energia dos Mestres e respectivas equipes da Ordem Santa Esmeralda.

Implante de Monitoramento: pelo que sabemos é um implante que serve de monitoramento e indutor de energia radiônica para colocar a pessoa em um campo de sinalização e observação.
Funciona como um rastreador.

Normalmente, os que foram identificados nesta classificação são de origem física e só podem ser removidos de forma cirúrgica, o que em algumas situações não é recomendado.

A hierarquia pode efetuar a remoção, por desintegração, no prazo de 3 a 8 dias, conforme a energia da pessoa e a contaminação que ela tenha com energia ou contratos com os responsáveis.

Implante Draconiano: ele é inserido ao longo da coluna da pessoa e se acopla em todo o sistema nervoso central. 

O problema deste tipo é que pertence a uma linha draconiana de répteis, que está sendo inserida no sistema nervoso para ativar a ancestralidade reptiliana de almas que no momento estão encarnadas na forma humana, mas que eram draconianos antes de estarem na Terra.

Normalmente, o que temos que fazer aqui é ajustar as disparidades e deixar as equipes maiores realizarem o trabalho de ajuste e equilíbrio. Os corpos sutis e o corpo criogênico desse ser estão conectados ao Físico, servindo de base para a transferência de material genético e informações entre os dois corpos e demais realidades paralelas.
Este implante possui desdobramento de no mínimo 12 corpos, normalmente, para poder atuar com a linha draconiana e humana. Portanto, ele tem relação umbralina entre 6ª infradimensão, até 7ª dimensão sutil dos draconianos estelares.
Isso resulta em uma extensa e complexa projeção dos desdobramentos dessa raça e das realidades temporais que utilizam na Terra, além de outros impérios que eles são ainda sustentadores.

Neste caso só se consegue atuar com a permissão do Conselho de Sananda, Arcanjo Miguel e seres dessa magnitude, pois acabamos interagindo com frequências além da estrutura terrestre, que na maioria dos casos envolve política interestelar.

Implante Meduza: implante na forma de Meduza encontrado frequentemente. Pertence ao grupo dos Xopatz, sendo um dos que eles mais fazem uso.

Normalmente, é colocado nas costas da pessoa sobre o Umeral deixando ela sem vitalidade e sem controle de sua personalidade. Com o tempo ele corta a conexão espiritual e coloca a pessoa na condição de um zumbi dessa raça. 

Este implante tem frequência do Umbral entre 3ª e 7ª infradimensão e pode ser detectado até 6ª dimensão, onde ele se desdobra em diversos pontos sutis dos impérios intraterrenos dos Xopatz e dos planetas que eles tem dentro de seu âmbito de poder.
A remoção é relativamente fácil se o realizador quântico tiver com um Tronado bem acoplado e com o foco de Miguel e Gabriel. Este implante sai como uma carapaça da pessoa, porém tem que penetrar em todas as realidades que ele atua no corpo. Isso pode demorar alguns minutos e deixá-lo exaurido.
Normalmente, a dor que esse implante gera é aguda e produz uma estranha sensação nas costas. Ao penetrar os pulmões gera sérios problemas de respiração e falta de ar. Cada um desses tentáculos penetra no corpo da pessoa e seus filamentos acabam por perfurar e deixar carga virótica em cada órgão atingido. Por esse motivo a sua remoção é delicada e demorada, pois é necessário remover cada filamento encontrado. Eles podem inclusive atingir a corrente sanguínea.

Normalmente, os membros da Ordem Santa Esmeralda é que realizam a cirurgia e o tratamento de restauração orgânica da pessoa durante, pelo menos, sete dias após a remoção desse aparelho. Esse tipo de Medusa faz a remoção do material genético para clonagem.
Implante de Fluxo de Energia: este implante é encontrado no coração da pessoa, normalmente. Possui a função de criar um campo emissor de energia e frequências que interferem no fluxo de energia da Chama Trina, para que a intuição da pessoa não possa ser manifestada. 
Normalmente, é utilizado quando a pessoa já possui outros implantes e está com algum entrante nas proximidades, se encontrando tomada pelas forças sinistras. Ele se localiza no coração e, normalmente, em quatro diferentes níveis de energia dimensional. Dessa forma, pode controlar as emissões psíquicas de intuição e afastar os amparadores do ser.
Em algumas pessoas já localizei algo similar com esses discos na glândula pineal e nas têmporas, mas o mais comum é no coração e nas suas ramificações. Acredito que essas ramificações sejam para efetuar o controle mais extenso de outros corpos e o nível de radiação de interferência.

Além de criar hologramas e falsas visões intuitivas na pessoa. Ele foi criado para dificultar a comunicação das pessoas com a espiritualidade e impedir que os Mestres se comuniquem com seus canais na realidade terrestre.

Implante Coletor de Material Genético: este foi encontrado em próstatas e testículos de pessoas que passaram pelo processo de abdução por Grays e outras raças. 

É usado para a remoção de material genético com a finalidade de criação de uma nova raça. 

Ele é inserido na parte física da pessoa e possui um tamanho de até dois centímetros. Permanece ramificado na genital masculina extraindo informações e sinapses endócrinas das relações sexuais de suas vítimas. Com isso, se alimenta da energia do material que foi extraído e está sendo usado em outros planos dimensionais.
Normalmente, a pessoa que passa por uma abdução dessa natureza fica presa para análises com regularidade. Assim, o implante é uma ferramenta usada para manter sob controle e estudo suas vítimas. Os outros corpos dessa pessoa são clonados para manter a linha de contato, além disso, óvulos são fecundados com esse material genético.
A vitalidade física é atrelada a esse corpo que alimenta todos os testes e procedimentos do estudo energético, para que a nova matriz se sustente em outra dimensão. Já existem mais de 830 mil seres criados a partir desses estudos, em naves de 5ª dimensão.

Eles são parte do projeto encarnacional dos Grays e Zetas para poderem, a partir disto, criar uma nova civilização e eliminar o problema genético que possuem. A compatibilidade genética entre humanos e Grays com Zetas está parcialmente solucionada.

Novas matrizes estão sendo empregues no desenvolvimento de um ciclo encarnacional. No entanto, o SGS interferiu criando uma nova problemática, pois eles estão desde o Projeto Rambow estudando os super soldados e outras ramificações a partir dos projetos Grays, desviando pesquisas para seus interesses nefastos de poder e controle.

O que tem feito com que muitas dessas abduções não sejam dos Grays, mas sim do SGS que acaba criando uma divulgação negativa contra os Grays e outras formas de vida.

Implante Uterino: este outro aparelho foi encontrado na parte energética de muitas mulheres que foram abduzidas ou que estão sob vigilância.

Isto no mesmo tipo de projeto de reprodução de fetos em laboratórios em realidades paralelas dos Grays e Zetas. Porém, o SGS também passou a se apoderar desse tipo de projeto e já inseriu algumas variações desse aparelho em milhares de mulheres nos Estados Unidos e em outros países, onde a sua ação é mais fácil. 

Da mesma forma, como foi exposto no implante anterior, este gera um monitoramento da mulher e análises de seu ciclo sexual. Em outros casos altera o ciclo menstrual e a libido da portadora.
Ele pode estar na parte sutil e em alguns casos no Físico. Seu tamanho é grande por estar acoplado na pélvis feminina, principalmente na parede uterina e nos ovários, de forma a controlar todo o processo de ovulação e o comportamento sexual.

Conforme o que tenha sido estabelecido essa mulher muda por completo o seu comportamento sexual e passa a ser abduzida com frequência. Sonhos com extraterrestres é um sintoma comum, assim como dor na pélvis e ovários. Em alguns casos este implante faz a conexão com seres do Umbral do tipo Incubos ou Sucubos, gerando a condição de escrava sexual de seres e vibrações mais densas.

Isso faz com que a pessoa tenha hábitos sexuais desarmônicos e uma intensa necessidade de sexo. O que cria um fluxo de energia e emanação de ectoplasma que alimenta o corpo clonado e a energia para dar sustentação ao útero sutil que é usado para gerar vida em ciclos regulares.

A mulher passa a engravidar nos planos sutis e alimenta essa gravidez através do ectoplasma que lhe é removido a cada relação sexual. Motivo pelo qual lhe é inserida a necessidade de sexo, numa gama vibracional bem densa. Normalmente, se mistura drogas e outros materiais para maior estímulo do efeito de vampirização.
Implante Potencializador de Elementais: este implante tem a função de utilizar os Elementais que a pessoa gera em seu campo magnético e deles criar um chip orgânico, que se aloja no sistema nervoso central da pessoa.

Isso ocorre para intensificar esse Elemental e toda a carga que a própria pessoa gera, o que a transforma em uma máquina de energia para alimentar seus clones e outros corpos no Umbral e nas naves que são colocadas como laboratório sutil, isso nas casas e localidades onde as pessoas trabalham.

Normalmente, em locais como empresas ou mesmo nas residências de pessoas que já foram abduzidas, ou estão sob controle do SGS e outros grupos, é acoplado a uma nave ou laboratório. Os grupos mais comuns a fazerem esse tipo de coisa são os Xopatz, Laurins, Dracos e Insectóides.

Com isso, os moradores ou trabalhadores do local são chipados e esse tipo de aparelho garante que as pessoas fiquem presas ao campo de energia, que elas mesmas criam. O que prejudica a penetração psíquica de seus amparadores.

Porém, o mais sério neste caso é que os amparadores acabam sendo chipados e escravizados por esses extraterrestres umbralinos. E assim, eles passam a acreditar que eles são os próprios Orixás e guias maiores da espiritualidade. 

Isso ocorre devido à tecnologia que esses grupos apresentam nos planos astrais. Pelo que pude descobrir em minhas terapias esse implante cristaliza Elementais de medo, raiva, ódio, preguiça, etc. Além disso, ele capta e amplifica toda forma pensamento de intensidade elevada gerando uma emanação constante dessa energia, que se concentra no campo psíquico e emocional da pessoa emanadora.

Essa situação faz da pessoa uma escrava desse laboratório que extrai diariamente material genético de suas vítimas. Para remover esse tipo de implante é necessário remover todo laboratório, caso contrário os implantes reaparecem e se tornam mais intensos e elaborados.

Para se realizar a remoção é preciso a presença dos Mestres, Arcanjos e Comandantes do Ancoramento, para poderem realizar todo o procedimento de remoção do laboratório e dos implantes.

Implante de Hologramas: ele foi encontrado poucas vezes e ainda é estranho, pois seu uso é relativamente recente. Pelo que sabemos é utilizado para controlar e gerar hologramas na percepção extrasensorial ou 3ª visão das pessoas.

Ele cria um bloqueio da visão sensorial e gera hologramas e sensações endócrinas que fazem as pessoas acreditar nesses hologramas. Acredito que esteja em fase de testes. 

Pelo que sabemos, ele foi aprimorado e pode ser encontrado em outros formatos mais dinâmicos e sutis que esse. Essa tecnologia faz parte das pesquisas reptilianas e insectóides e está sendo usada para estudos do processo endócrino da paranormalidade humana. Tem sido empregado, em pesquisas após a abdução, para avaliação do processo em pessoas que estão portando material genético reptiliano.
Por ser ainda muito recente não temos muitas avaliações do que eles ainda pretendem realizar, mas o procedimento de alterar a sensibilidade da 3ª visão já é um fato. Ele é inserido na testa da pessoa durante o sono, ficando entre o Duplo Etérico e o Astral e pode ser cristalizado na fisicalidade em poucos meses.
Existem programas a serem desenvolvidos pelas pessoas que recebem determinados implantes e essa programação está relacionada com a posição social e política que o portador representa dentro da sociedade humana. Por esse motivo que a programação e mutável e adaptada aos interesses dos grupos estelares que estão envolvidos com a política terrestre e os Anjos Caídos.
A programação dos implantes pode levar a vida das pessoas a mudanças sem precedentes, além de alterar o comportamento da mesma de forma que nem a família mais reconheça suas atitudes.

É difícil definir um comportamento especifico, porém os dados mais comuns é que essas pessoas perdem as lembranças mais distantes a partir dos 2 anos do momento presente delas, passam a apresentar um comportamento frio e sem emoções, movimentos corporais lentos e mecânicos, os olhos ficam negro com muita facilidade, ou seja, a dilatação da pupila é muito rápida, e devido a essa hipersensibilidade, eles evitam olhar diretamente para os olhos das pessoas.

Mas a maior diferença encontra-se no isolamento e mudança comportamental para com as pessoas próximas, demonstrando alterações profundas nos relacionamentos familiares. 

Dessa forma essas pessoas passam a controlar as famílias através das entidades existentes em seu campo energético e a desestabilizar a união familiar, criando a separação psíquica.

Basicamente os implantes geram a condição da discórdia e desunião entre as pessoas que estão próximas aos implantados, criando assim a desarmonia que facilita o quadro obsessor entre as pessoas próximas. 

ENKI de Nibiru vos Fala…


Olá  Filhos e Descendentes
Quem vos fala é ENKI, fui um dos Anunnakis responsáveis pela criação, ou melhor manipulação do que já existia de humanóides em vosso planeta para o estagio atual de vocês homo sapiens.  Pertenço a um grupo de seres do sistema estelar que vocês denominam Plêiades.

Pertenço a família de ANU, que era um político desse sistema e que por questões políticas teve que se mudar para um planeta errante que foi colocado na órbita do vosso sistema solar com o nome de Nibiru.

A Terra era um mundo que pertencia a área de influencia dos Sirianos de Beta e de outras comunidades sirianas, além de já terem estado na Terra outras comunidades  estelares de diversos sistemas estelares.

Viemos ao vosso planeta com naves na época pouco mais adiantadas das que vocês podem produzir secretamente na atualidade de vocês a cerca de 490 mil anos do vosso tempo, embora as primeiras visitas datem de 515 mil anos do vosso tempo.

Incluindo Acturianos,  Pleiâdianos de ARIA, Veganianos, Altair 4 e 6, Capelinos e outros seres de outras galáxias. Na ocasião que chegamos a Terra foi pela simples razão de que as órbitas de Nibiru com a Terra proporcionavam tal facilidade, alem de na Terra existirem matérias primas muito importantes para nosso planeta que vivia com desequilíbrios  ambientais.

Sempre fomos um povo guerreiro, somos de uma linhagem de Plêiades de seres reptilianos com a mistura do genoma humano, que foi originalmente criado e desenvolvido no sistema de VEGA por seres muito acima da nossa capacidade na época, isso a muitos milhares de anos.

Talvez cerca de 6 bilhões pela contagem de tempo limitada de vocês.

O tempo como vocês o entendem  não existe dessa forma, por isso os valores não pode ser considerados de forma linear, mas  podem servir como um parâmetro equivocado inicial para que vocês possam se situar dentro do jogo cósmico que todos estamos jogado e participamos de alguma forma.

Não temos opção, pois uma vez dentro do universo, fazemos parte desse jogo e desse sistema de energias do fluxo do tempo e do espaço, em centenas de realidades em paralelo.

Devido a nossa origem reptiliana, acabamos tendo diversos conflitos armados com outros povos, dentro de Plêiades e fora dela, como no caso do quadrante nas proximidades de Aldebaran de Touro e de Rigel de Orion, a maior parte por conquistas de planetas e questões de ordem racial e egocêntrica, devido a diversos aspectos de ordem política que estavam sendo sustentadas pelos diferentes grupos de poder tecnológico dentro da vossa galáxia e de outras dentro do que os Confederados denominam de Universo TETA.

Estou me comunicando com vocês através do canal Yaslon Yas, pois ele nos procurou e permitiu que pudéssemos nos explicar a cerca de muitas cosias erradas do passado e de enganos severos que geraram a atual situação da vossa civilização.

Erros cometidos com base na política desequilibrada e egocêntrica do nosso povo e da postura social que Plêiades sustentou durante milhões de anos dentro de suas diversas famílias.

Cada família representa um povo, com seus planetas e sua própria tecnologia, o sistema nebular de Plêiades possui mais de 300 famílias diferentes em distintas vibrações dimensionais e nas próprias dimensões e níveis de cultura que isso representa.

O universo possui muito mais vida do que vocês pensam. De forma equivalente ao vosso planeta Terra que possui vida em tudo e em todas as partes, desde insetos, micro organismos e vida mais complexa. 


O mesmo ocorre com o universo.  A vida existe em toda a estrutura do átomo, e portanto do universo, além de planetas e estrelas, muitas das quais nós não entendemos ainda, mas sabemos que existe. 

Esse foi um dos maiores erros do nosso passado, não respeitar as diversas formas de vida, pois achávamos que estávamos acima delas. 

Os povos acima de nossa cultura e tecnologia que são denominados de Confederados Intergalácticos e Interdimensionais não nos deram as devidas diretrizes e deixaram que nós aprendêssemos sozinhos e nesse ínterim a guerra e a destruição foi parte do aprendizado, pois fomos criados por seres guerreiros com finalidades de pesquisa bélica e genética sem amor, ou sem harmonia como seria a melhor forma de expressar o que gerou a nossa forma  bélica e egocêntrica de ser.

As antigas experiências genéticas de misturas de genomas é parte do desenvolvimento e crescimento do  universo ate o ponto que nós Anunnakis o entendemos e temos entendido com a ajuda de seres etéreos ou ascensos de outros universos que estão se comunicando com a nossa civilização depois que a quarentena foi inserida em vosso planeta e nos aprisionou junto a ele.

A nossa prisão nos permitiu entender muitos aspectos das reações bioquímicas da alma, pois fomos obrigados a participar das nossas criações e das mutações que realizamos em vocês.

O vosso planeta ate onde sabemos é muito mais velho do que se imagina, mesmo pelos cálculos de vocês, ele já possuiu muitas civilizações de diversas raças, muitas não humanas e muitas dessa linhagem, deixadas pelos Sirianos e outras civilizações ainda mais antigas.

Não temos alcance para saber de tudo, pois estamos presos a vossa malha e sabemos aquilo que nós é permitido para que possamos recuperar o que realizamos e dessa forma ajudar no desenvolvimento de nossa civilização e da de vocês.

Estamos intimamente ligados pelo CARMA por assim dizer.
As interferências que realizamos com algumas formas humanas que encontramos a cerca de 500 mil anos, foram mutiladas por nós para servirem de escravos para nossos interesses, portanto interferimos na linha evolutiva, algo proibido pelo Conselho da Federação Central de Plêiades e pelos outros grupos. Mas como não existia controle fizemos aquilo que em nosso egocentrismo considerávamos natural.
Dentro da nossa sociedade, raças inferiores próximas a animais, não tinham o direito a vida e a liberdade, pois nos considerávamos superiores. Isso foi herdado dentro da nossa sociedade devido a forma como fomos criados.

A nossa raça reptiliana, é oriunda de antigas raças guerreiras dos antigos tempos de VEGA e RIGEL e de outros universos. 

Não temos as informações completas, mas sabemos que dentro da espécie reptiliana o aspecto predador é um fator muito intenso. Nós Anunnakis somos uma derivação dessa espécie, misturada com dezenas de outras no transcorrer dos  Eons estelares.

Provavelmente a nossa espécie venha de uma outra galáxia em outro universo, sei que as informações sobre isso pertencem a outras esferas acima da nossa perspectiva, como o próprio Yaslon Yas nos informou, pois ele tem conversado muito e revelado muito sobre as nossas realidades paralelas em outros universos a partir do aspecto Monádico.

Desde que fomos colocados em quarentena, temos aprendido muito com o sofrimento da humanidade e vemos o reflexo de nossas atitudes desde as nossas guerras estelares dentro dos nossos genes, que vocês herdaram. 

Sim uma grande parte dos nossos genes esta presente em vocês, portanto vocês também têm a genética reptiliana e de outras formas de vida assim como nós Anunnakis possuímos. 

Por essa razão outras formas de vida como as que vocês no momento identificam como GRAYS, ZETA RETICULLI, XOPATZ, MERKABIANOS entre alguns dos que fazem pesquisas com o vosso DNA, são na verdade antigos concorrentes de tecnologia e experiências na Terra desde a nossa chegada nela.  
O vosso planeta e sociedade foi um palco de experiências de diversos seres em momentos distintos da linha temporal de vosso planeta, diferentes realidades que se uniram devido a nossa capacidade de movimentação pelas diferentes linhas vibracionais da fisicalidade.

A maior parte dos seres estelares podem transpassar de uma realidade vibracional para outra, de forma distinta ao que vocês acham que são as dimensões estelares entre cada universo.


Existem as vibrações de oitavas vibracionais que são uma realidade paralela a outra, dentro de uma mesma realidade dimensional. 

Mas as dimensões já é outra estrutura molecular dentro das diferentes realidades dos universos que se unem entre si. Posso lhes explicar que cada dimensão possui centenas de vibrações, que são por onde nós Anunnakis e os Pleiâdianos nos locomovemos entre as diferentes linhas do tempo.

O mesmo é realizado por muitos seres, por esse motivo a linha de tempo de vocês não bate com a realidade dos fatos que ocorreram em diferentes planos vibracionais do vosso planeta.
Muitas realidades paralelas com os Sirianos ocorreram em paralelo a nossa existência e domínio em vosso mundo, assim como muitas outras raças foram criadas por outros seres dentro das manipulações que eles realizavam da mesma forma que nós Anunnakis achávamos ser correto.

A questão da ética como vocês a colocam e entendem na atualidade, foi uma das maiores violações dos povos estelares. A Ética foi inserida em vocês para procurar controlar vocês e evitar que cometessem os mesmos erros que nós e outros povos do passado relativo de vocês.

Os povos dos planos estelares que vocês foram ensinados a denominar de DEUSES pertencem a diversos povos, é verdade que nós ANUNNAKIS, nos demos uma posição de destaque, pois queríamos manter essa posição devido a nossa proximidade com o vosso planeta e a proteção política que os Sirianos davam ao povo de Plêiades Ariano e suas ramificações.

Muitos fatores da política estelar seriam complicados de serem expostos  dentro de uma  linha clara para vocês, mas na realidade chegou o momento de que parte dessa verdade seja revelada.

Por essa razão procurei Yaslon Yas, para dar inicio a uma serie de revelações sobre a nossa atuação e sobre os nossos interesses sobre a humanidade e sobre a nossa origem estelar e do por que foi permitida tanto abuso com a humanidade, tanto da nossa parte como da de outros povos.
Inicialmente a questão da ética e da expansão dos impérios estelares, desenvolvia uma linha própria de interesses entre cada povo e a busca da liderança tecnológica e independência em relação aos grupos filiados a Federação Interestelar e as diversas casas de Comércio.

Cada grupo desses buscava de forma secreta burlar as diretrizes da federação que tinham sido herdadas dos seres de outras dimensões superiores da referida Confederação Intergaláctica. Seres que se diziam serem os semeadores do universo visível e invisível.

Sabíamos que isso era uma grande possibilidade, frente a tecnologia que nós já utilizávamos que estava a frente de muitos outros povos e sabíamos da tecnologia dos Sirianos que era bem superior a nossa.

Por essa razão se dava credito e ao mesmo tempo se tentava esconder as tarefas e atividades que não estavam de acordo com as diretrizes de não interferência e de não abusar do poder. Como cada grupo estelar dentro de seu crescimento pessoal e individualista agia da mesma forma, conseguimos durante milhares de eras do nosso tempo, enganar a Confederação.


Mas somente com o tempo nos demos conta que estávamos era na verdade nos enganando a nós mesmos e atrasando o nosso processo evolutivo e entendimento das leis maiores do que podemos denominar de DEUS ABSOLUTO.
Intrigas e mentiras eram parte da estrutura colonial, ENLIL era o meu opositor político pela herança direta do poder, somos irmãos de sangue por parte de Pai, mas isso nos tornou inimigos em muitas situações.

Por outro lado dentro das Plêiades tínhamos muitos inimigos e concorrentes políticos fortes, por essa razão o exílio em Nibiru era muito vantajoso e estratégico, pois podíamos manter nossas atividades fora da vista e auditoria dos grupos internos de vigília.

A nossa família tinha poder e foi na ocasião muito conhecida dentro dos círculos de colonização dos grupos centrais nas proximidades de Orion, mas isso gerava disputas importantes que nos colocavam em guerras sem sentido pelos planetas na região central da grande nebulosa de Orion e da estrela de VEGA, que representava o ponto de partida para muitas das raças geradas a milhares de eons.  Isso inclui parte do genoma original da espécie humana ariana primordial da estrela de VEGA que foi um ponto político de suma importância.

Eu mesmo me utilizei no processo colonial da Terra de muitos nomes em diferentes povos e épocas, para poder manter o poder e garantir a existência da forma humana. 

Em alguns momentos ENLIL foi totalmente contra o desenvolvimento e a inteligência humana, pois para ele vocês eram apenas escravos. 

O que para min também, mas o carinho pela vossa espécie e como geneticista especializado na coesão de genes de diferentes parâmetros acabei sendo responsável pelo desenvolvimento de muitas de suas capacidades, sendo que a maior parte delas foi mutilada, para que vocês não pudessem nos superar em inteligência e percepção da verdade que  existia atrás de nossas vergonhosa estrutura egoísta.

Outra parte importante dentro da manipulação da humanidade, foi a minha familiar Inaana ou Isthar como também foi conhecida por vocês, eu mesmo já fui chamado de YAWE em alguns momentos, assim como outros.

Na verdade foi proibido a pronuncia dos nossos verdadeiros nomes depois das guerras entre a nossa família.


Meu filho Marduk que já em outra realidade foi responsável pela destruição do planeta Maldek, gerou a segregação racial do vosso planeta e a estrutura atual de guerras e destruição.

A nossa desunião familiar acabou por gerar a desunião de uma raça inteira.os outros grupos de poder acabaram tendo questões  similares e quando perceberam o nosso abuso e extravagâncias, levaram parte de sue povo para as partes internas da Terra ou para outros mundos mais afastados.

Atualmente o nosso povo esta dividido entre 2 facções distintas, uma rebelde que ainda quer o poder e a outra que percebeu  os erros do passado e que esta ajudando no despertar da humanidade.

No entanto para isso nos desmembramos em centenas de partículas humanas e estamos ajudando os outros grupos em ativar a verdadeira memória cósmica de vocês.

Um numero elevado de seres de outras raças e grupos estelares estão ajudando para que vocês possam despertar para o que esta por vir dentro da nova realidade de energia conciencial.

Somos muitos e estamos mesmo dentro da quarentena ajudando, no entanto ainda existem grupos rebeldes de Anunnakis que querem a destruição do poder da humanidade para dominar e com isso mostrar a Confederação e a federação que a colônia Terra ainda pertence aos Anunnakis de Marduk e a seus interesses pessoais.

Existem milhões de intrantes na Terra no momento ajudando no despertar da humanidade e outros em aumentar a confusão e desentendimento entre os diferentes povos. 

Por essa razão estou solicitando a abertura desta linha de comunicação com a captação de Yaslon Yas para poder ajudar a divulgar parte do que me é permitido, pois muitos outros povos esta ajudando.  Percebemos os nossos erros e estamos procurando ajudar, ainda não entendemos de todo a magnitude das nossas atitudes dentro da varredura de expressão cósmica, mas já entendemos que não podemos interferir no desenvolvimento de uma sociedade.

Por essa razão busco ajudar em parceria com parte de minha família e os discípulos de ANU para dessa forma poder ajudar a despertar o maior numero de pessoas.



Como da mesma forma que guiei Noé (Ziusudra) no passado gostaria de poder ajudar a guiar vocês que estão de coração aberto.

Mas lembrem-se existem muitos farsantes e o meu povo esta dividido, não confiem na estrutura Anunaki, pois ela ainda se baseia no poder pelo poder.

Muitos estão a canalizar parte de nosso povo e lideres que buscam enfraquecer a psique humana, portanto os testes já começaram dentro de cada um de vocês ao lerem esta matéria e fazerem uma linha de raciocínio com outras coisas escritas no passado.

Lembrem-se que fomos um povo orgulhoso e vaidoso e isso não se perde de um dia para o outro, por essa razão entendo a desconfiança de vocês a minha pessoa e aos de minha família, mas mesmo assim esta dentro do nosso propósito ajudar ao despertar e entendimento da verdade que ocorreu com vosso mundo. Foram muitos os que mexeram nisso, mas  aos poucos a verdade será revelada em livros e captações psíquicas de vocês.

Por essa razão não acreditem em tudo, sejam cautelosos, essa foi uma das condições impostas por Yaslon Yas para poder me comunicar com vocês através de sua energia, portanto  meditem e deixem que entre dentro de sua alma para lhes contar a verdade sem hologramas.

Através do amor e da paz que irei projetar dentro de vocês, caso contrario são falsos registros dos opositores.
Aguardo o contato com vocês.
Fico no aguardo
ENKI de Nibiru, através de Yaslon Yas

NÓS SOMOS OS NIBIRUANOS – PARTE 1


Anu fala – Introdução
Saudações para você, amada Humanidade da Terra.

Eu sou Anu, da sua raça paterna, os Pleiadianos, e mais especificamente, os Nibiruanos da “força-estelar/planeta” pleiadiana denominada Nibiru. Eu estou compartilhando a história de seu universo e planeta para dar início à abertura de vocês para o fato de que não estão sozinhos no universo, e que de fato, há uma raça de seres que os amam e os protegem.

Compartilho com vocês uma visão geral, algo como a parte principal do enredo da história. Eu juntei as partes dela às informações que eu orientei Jelaila (canalizadora) a pesquisar.

Em sua Bíblia, que nós, sua raça paterna, deixamos a vocês, há uma linha que diz “provai todas as coisas” e esta linha, seguramente, pertence à história que eu compartilharei. Em um certo ponto dela eu darei à Jelaila os títulos e os autores, mas eu os encorajo a que pesquisem por si mesmos, pois esta é uma boa maneira de provarem a si mesmos a veracidade de minha história. Eu gostaria de começar explicando um pouco sobre mim e meu povo, seus ancestrais.
Eu sou conhecido pelo nome de Anu em muitos de seus excelentes livros sobre o sumérios, egípcios, e deuses babilônicos de sua história planetária. Eu sou um pleiadiano de pura descendência Lyriana ‒ um membro da Assembléia Real de Avyon.

Real simplesmente significa que nós sustentamos os acordos que nosso antepassado, Amelius, fez para manter a descendência pura do DNA para o protótipo do Humano.

Como uma raça, nós somos altos, normalmente entre nove e onze pés, temos cabelos dourados ou prateados, olhos azuis e pele clara.

Eu particularmente tenho 3 metros de altura, cabelo loiro prateado e olhos azuis.

Todos os humanos de Lyra tinham o cabelo genuinamente loiro prateado, olhos azuis e pele clara.

Os matizes dourados de nossos corpos e cabelos foram introduzidos por nosso acasalamento com os seres-leão, ou como alguns os chamam, os Felinos.

Meus antepassados vieram de um planeta chamado Avyon, no sistema de Vegan, da constelação de Lyra. Foi em Avyon que a espécie humana foi originalmente semeada e desenvolvida pelos Felinos, por ordem dos Fundadores e da Hierarquia Espiritual Universal.

Este é também o lugar em que Sananda, um dos nove Fundadores de nosso Universo, se fragmentou a si mesmo para criar Amelius.

Amelius foi a primeira alma no primeiro humano em Avyon. Sua linhagem tornou-se conhecida como a linhagem Amelius – a Casa Real de Avyon.

A Casa Real de Avyon mudou-se e estabeleceu-se nas Plêiades há muitos milhões de anos atrás, pelo tempo de vocês. Comparado a outros agrupamentos de estrelas na Galáxia Via Láctea, as Plêiades são alguns dos mais novos planetas e estrelas. Nossos ancestrais, conduzidos pelo patriarca familiar, Devin, receberam as Plêiades como sua nova casa, dada pelos nove Fundadores de nosso universo depois que o planeta original deles, o Lyriano Avyon, tornou-se inabitável.
Nós somos uma raça de pessoas independentes. Mas não foi sempre assim. Antes da criação de Nibiru, nós éramos pessoas que expressavam apenas as qualidades femininas. Desde que estamos em Nibiru, estamos experimentando o lado masculino, que nos dá nossa independência.

Como uma raça nós estamos trabalhando para encontrar o equilíbrio entre os dois, o “ponto de integração” como vocês diriam. Eu gostaria de dar agora, informação sobre o próprio Nibiru. 

Nibiru é um belo e vermelho planeta criado artificialmente.

O ouro em nossa atmosfera dá ao planeta uma tonalidade magenta, e nós vivemos dentro dele e não na superfície, como vocês.

O lado exterior do planeta é envolvido em uma espécie de substância metálica não encontrada em seu planeta.

O campo de força protetor ao redor de nosso planeta/nave dá a ele o brilho muito falado em suas civilizações passadas, incluindo os egípcios. Eles chamavam Nibiru de “a estrela luminosa do firmamento”.

Os anéis ao redor de nosso planeta fazem parte do sistema de propulsão que nos move através do espaço e também somam ao brilho de Nibiru.

Nibiru foi criado pela Federação Galáctica como uma força-estelar/planeta, como um guardião da paz. Seu propósito é promover harmonia entre as muitas e diversificadas civilizações nos planetas de nossa galáxia. As Plêiades são a base atual de todas as civilizações humanas em nossa galáxia, tendo substituído, há muito tempo, o sistema de Vegan como tal.

Nibiru é aproximadamente quatro vezes maior que Terra. Nele há espaço para muitas raças e espécies de seres co-habitarem em relativa harmonia, geração após geração. Há lindos lagos, mares, oceanos, montanhas e vales, exatamente como na Terra. Árvores e plantas de toda espécie crescem em profusão. Nibiru foi criado para assemelhar-se ao nosso lar planetário original, Avyon.

Avyon tinha dois sóis e um firmamento tal qual um paraíso tropical. Embora a luz dentro de nosso planeta/nave seja artificial, Nibiru ainda é um verde e exuberante paraíso.

Ele tem um dia e uma noite artificiais, com uma abóbada de estrelas à noite. A maioria da vegetação da Terra veio de sementes desenvolvidas em nossos extensos laboratórios e espalhadas por Nibiru. Nós também temos cidades como as de vocês.

Considerando-se que nós somos uma força estelar guardiã da paz, nós temos vastas áreas para manutenção e armazenamento de naves de defesa e exploração.

A nave espacial “Enterprise” (dos seus programas de televisão), é muito similar, em missão e propósitos, a Nibiru.

Em um nível espiritual, Nibiru forneceu um caminho para que nós, os femininamente polarizados pleiadianos, experimentássemos a negatividade. Tendo que proteger colônias, estivemos face a face com a negatividade e fomos, então, capazes de experimentar e compreender seus fundamentos baseados no medo.

Como uma raça, nós nos tornamos estagnados pela carência da negatividade. A negatividade tem um propósito extremamente útil na evolução espiritual.

Como não tínhamos negatividade em nosso planeta, não tínhamos evolução. A solução para nosso problema foi a criação de Nibiru. Nibiru é magnificamente equipado com a mais avançada tecnologia do universo.

Eu fiquei, me foi dito, como uma criança, no grande dia em que ele foi posto em operação. Havia muito som de trombetas, festa e celebração. Nibiru era mais que uma força estelar. Era, para nós, a representação física de nossa avançada investigação em busca de crescimento espiritual. Ele era também nossa nova casa. O lançamento de Nibiru era uma visão digna de ser contemplada.
Meu antepassado, Niestda, foi o primeiro comandante/administrador de Nibiru. Dezessete gerações depois, me foi dado o comando de Nibiru, depois que Alalu, meu meio-irmão, foi convidado a se demitir, a pedido do Conselho Nibiruano da Federação Galáctica. Ele tinha ocupado o comando após a morte de meu pai e serviu nobremente.

Ele era um bom comandante, mas já não podia atender às necessidades do povo e à situação naquele momento.

Alalu tinha perdido sua esposa e filha durante uma batalha com os Répteis.

Ele sentia que precisava partir, e assim foi enviado à Terra para procurar ouro.

Ele apreciou aquele tipo de viagem que lhe ajudou a recuperar-se das mortes de sua esposa e filha.

Eu sei que foi escrito que eu o “arranquei à força” do comando em uma grande batalha, mas não foi assim. Isto foi escrito por meu neto, Marduk.

Marduk mudou todos os registros manuscritos depois que ele se tornou o administrador/comandante.

Eu era o comandante de Nibiru até Marduk tomá-lo à força, por volta de 2200 a.C.

Eu iniciei meu comando há muito tempo, antes de vir para seu planeta, há 480.000 anos atrás. Agora resido em uma nave-mãe pleiadiana junto com minha irmã/esposa Antu, minha filha Ninhursag, meu filhos Enlil e Enki e um anfitrião de outros membros da família. 

Atualmente estamos mantendo uma órbita nas proximidades do planeta Saturno, onde temos extensas instalações de laboratório.

Há muitos seres de Nibiru e de outros planetas e galáxias a bordo desta navemãe pleiadiana, que estão ativamente envolvidos na concretização do Plano Divino para a Terra e seu povo.

Há muitos outros extraterrestres, pais de sementes estelares na Terra e também os representantes de pais de raças de estrelas sementes, caminhando a bordo da nave para dar assistência às suas crianças encarnadas na Terra.

É muito excitante trabalhar com vocês através do nosso povo na Terra. Eles são conhecidos como Emissários da Federação Galáctica do Conselho Nibiruano e também como Avyonianos.

Há muitos destes emissários encarnados entre vocês, que estão disseminando assuntos a respeito de seu parentesco e as boas novas sobre a assistência que nós trazemos no encerramento do tempo do drama final de vocês na realidade tridimensional.

Logo vocês terminarão este grande drama que estão vivendo e se moverão para a realidade pentadimensional (5ª D) e se juntarão à maioria de nós que vive na 5ª e em dimensões mais elevadas.

Nibiru é quadridimensional neste momento. Nós, na nave-mãe pleiadiana, estamos na 6D. Eu dirijo a 6ª região dimensional do Conselho Nibiruano da Federação Galáctica. Nossa tarefa principal neste momento é ajudar o homem em um processo que nós chamamos de “Recodificação e Reconexão do DNA”, entretanto nós também estamos trabalhando para transmitir a vocês a história de seu universo e planeta. Também trabalhamos com o ministério Crístico da Hierarquia Espiritual da Terra. Eu darei mais informações posteriormente, em poucos instantes.
O Conselho Nibiruano é muito amplo e possui vários níveis, e dá assistência à Terra e a outros planetas em nosso sistema solar, pois trabalhamos com seres de muitas galáxias e sistemas estelares.

Neste momento presente nós estamos concentrados em uma aliança com nossa raça conselheira, os Felinos, de Sírius A, e com os Crísticos Sirianos – a chamada Aliança Síriano/Pleiadiana. Juntos, nós estamos trabalhando na recodificação do DNA de vocês. Nós também estamos transmitindo informações sobre a história, bem como sobre a paternidade de vocês.

Os Felinos provêem ajuda removendo os implantes de DNA de seus corpos astrais e fundindo as doze fitas de DNA em seus corpos astrais – no seu sistema endócrino.

Os Sirianos Crísticos provêm assistência nos ajudando a alcançar aqueles na Terra que estão prontos para abraçar o processo de recodificação do DNA.

Eles trabalham com os guias desses indivíduos e os encorajam a desbloquear e limpar seus corpos, como uma preparação para o processo.

Agora eu gostaria de levar vocês para uma jornada de regresso no tempo para compartilhar a história de seu universo com vocês.

Anu em: História Universal
Eu começarei esta história com uma breve avaliação de como o universo é organizado e administrado.

Nosso universo é composto de muitas galáxias, estrelas e planetas e as Hierarquias Espirituais vigiam tudo disto. Há muitas hierarquias diferentes.

A Hierarquia Universal é como o “Conselho de Diretores” de uma grande corporação. As outras Hierarquias vigiam diferentes galáxias, as constelações e sistemas estelares, e, além disso, existem as Hierarquias que vigiam os planetas individuais e estrelas. Estas são as Hierarquias Planetárias.

Todas as Hierarquias são compostas de almas que escolheram servir nos reinos angelicais. Amelius/Sananda, embora não seja do reino angélico, está encarregado da Hierarquia Espiritual planetária de vocês, já que ele é o mais importante dos Sirianos Etéricos, os herdeiros da Terra. Um outro tipo de Hierarquia assessora o Plano Divino de diferentes grupos de almas. Eu discutirei isto brevemente.

 Almas

Há dois tipos de almas: aquelas que encarnam e aquelas que não o fazem. Aquelas que não encarnam são chamadas anjos. Aquelas que encarnam são chamadas os encarnados. Todas as almas são fragmentos do Divino Criador, ou como muitos de vocês dizem, Deus. Os anjos aprendem e evoluem exatamente como o restante de nós, eles apenas o fazem de um modo diferente.
Os anjos evoluem servindo e auxiliando os encarnados, como membros das Hierarquias espirituais. Os encarnados evoluem aprendendo a servir uns aos outros.
Assim, em essência, todas as almas evoluem através do serviço mútuo. Serviço é sinônimo de Amor Incondicional e Amor Incondicional mútuo é o que todos nós nos esforçamos para alcançar.
Grupos de Almas
As almas são divididas em grupos, de acordo com a preferência que elas têm pela evolução (anjos ou encarnados) e pelo seu nível de evolução. O agrupamento dos encarnados torna mais fácil a administração dos Planos Divinos.

As almas se movem para dentro e para fora dos grupos conforme elas evoluem. Algumas almas evoluem mais rapidamente que outras.

Agrupamentos de Almas
Agrupamentos de almas são agrupamentos dentro de grupos de almas maiores. Os agrupamentos consistem de não mais de quinze almas, que estão juntas para trabalhar em uma lição específica, como por exemplo, impulsividade ou egoísmo.

Uma vez a lição aprendida, as almas passam para outros grupos para aprender outras lições. Mentores são colocados para cada grupo de almas para ajudá-las durante suas encarnações e após, quando elas voltam ao Espírito.

Os Grupos de Almas da Terra
Neste momento há um imenso grupo de almas usando a Terra – os Sirianos- Terrestres. Este particular grupo de almas é um grupo para o qual o corpo físico com duas fitas de DNA foi criado. Todas as almas na Terra usam os veículos de DNA de duas fitas, sem se darem conta da sua verdadeira origem planetária.
Na Terra há também muitos outros grupos de almas menores. As Sementes Estelares e os Walk-ins constituem alguns destes grupos menores. Agora olhemos o Grande Plano Divino.

Anu em: O Grande Plano Divino
Tudo em nosso universo é uma parte do Divino Criador. O Divino Criador, a quem eu me referirei apenas como Ele por uma questão de simplicidade, estava em um estado de primazia absoluta e perfeição, e, depois de um tempo, isto se tornou bem enfadonho.
Assim, o Divino Criador decidiu que Ele desejava experimentar mais de Si mesmo. Para fazer isto, Ele teve que fragmentar a Si mesmo em muitos pedaços, e Ele fez justamente isto.
Ele se fragmentou em milhares de pequenos Divinos Criadores.

Cada um era uma cópia em papel-carbono d’Ele, e Ele os chamou de Primeiras Almas-fonte. Cada uma tinha a habilidade de criar, manifestar, entender e sentir emoções de todo tipo. Em essência, elas eram Deuses como Ele.

Por isto é que falamos que vocês são Deuses encarnados, da mesma forma que nós somos Deuses encarnados. Cada um de vocês é um fragmento do Divino Criador, como eu e todos os outros. Cada um de nós é igual a Ele, desde que temos os mesmos poderes de entender, criar, etc.

É o que nós fazemos com nosso poder e é “como” nós o sentimos que provoca os sentimentos de desigualdade.

Estas Primeiras Almas-fonte foram divididas em duas linhas de evolução: Angélica e Encarnada. As almas encarnadas têm doze dimensões através das quais evoluir e as almas angélicas têm sete reinos para seu processo evolutivo.

Os anjos e os encarnados não poderiam evoluir um sem o outro, o que significa que eles teriam que trabalhar juntos para a evolução de todos. Para evoluir, as almas precisavam experimentar algo que criasse desenvolvimento.

Assim o Divino Criador criou “jogos” para que isso ocorresse – como o jogo principal de vocês, que é chamado Jogo da Integração das Polaridades. Este Jogo necessitou que fossem criados papéis para “a Luz” e “as Trevas”.

A tarefa era experimentar todas as facetas de cada uma e aprender a integrar ambas (a integração das polaridades). Uma vez uma alma alcance isto, ela será reunificada com Divino Criador.

O Criador Divino também incluiu uma fórmula ou ferramenta para se conseguir alcançar a integração das polaridades. 


Esta fórmula é chamada Fórmula de 13ª Dimensão da Compaixão.

Considerando-se que o Divino Criador é a essência do Amor, a tarefa era aprender Amor Incondicional e Compaixão por todos os seres, independentemente do papel que eles estejam atualmente desempenhando.

Esta fórmula seria dada a todas as almas, exatamente antes dos acontecimentos finais dos jogos planetários delas.
A fórmula estaria disponível a todas as almas no planeta.

Seria usada para liberar permanentemente as emoções negativas dos seus corpos, desta forma iluminando-os.

Uma vez que um determinado número de almas completasse esta tarefa, o planeta Terra seria transferido para a próxima dimensão, elevando consigo todos os outros planetas, tanto os à sua frente quanto os detrás, levando-os a um ponto mais próximo da reunião com o Divino Criador.

Depois veio a criação do Plano Divino.

Cada universo, galáxia, estrela, planeta e alma tinham um Plano Divino, e os anjos, nas Hierarquias, supervisionavam a todos. Os anjos também tinham o Plano Divino deles.

Vocês também têm um Plano Divino individual para evolução e também estão trabalhando ao mesmo tempo no Plano Divino de seu grupo de alma, no do seu planeta, no da sua galáxia e no do seu universo.

Não é de estranhar que vocês estejam tão ocupados!

Fonte: Livro NÓS SOMOS OS NIBIRUANOS Autora – Jelaila Starr
http://despertardegaia.blogspot.com/

 Leia a Segunda Parte desta Postagem:

NÓS SOMOS NIBIRUANOS – Parte 2


Nosso Plano Divino Universal
Nosso Plano Divino Universal foi criado pelos Construtores em conjunto com a mais recentemente organizada Hierarquia Espiritual Universal: os Criadores de Jogos – os noventa Felinos e Carians.
Os Construtores eram um grupo pequeno de Primeiras Almas Fontes, que haviam se associado. Eles são chamados, por muitos em seu planeta, de O Conselho dos Nove.
Os Fundadores escolheram o Jogo de Integração das Polaridades para seus universos prestes a serem criados. Os Construtores pediram a ajuda de seres de outro universo que já tinham completado o mesmo jogo: os Felinos e Carians.

Felinos                               e                               Carians
No universo deles, os Felinos tinham representado “a Luz”, e os Carians “a Escuridão”. 

Foi então solicitado a eles que construíssem o universo, criassem as formas de vida (inclusive os veículos físicos para as almas), e semeassem os planetas e estrelas.

Os portões estelares, dimensões, portais e níveis precisariam ser criados também. Os Engenheiros Felinos de Construção Universal criaram os planetas e os Engenheiros Genéticos Felinos criaram as formas de vida, enquanto os Engenheiros Magnéticos Carians cuidaram dos portões estelares, dimensões, portais e níveis.

As duas raças principais criadas para o Jogo foram “os Humanos” e “os Répteis”.

 Os Humanos foram criados à imagem dos Felinos e os Répteis foram criados à imagem dos Carians.

Depois que a construção estava completa, os Fundadores pediram para mais um grupo de Felinos e Carians ajudar. Desta vez foi para montar o próprio Jogo. Noventa Felinos e Carians que responderam ao pedido foram os Projetistas do Jogo. Todos eram experientes jogadores do Jogo de Integração de Polaridades, tendo conseguido possibilitar esta integração para incontável número de almas em muitos universos, galáxias e planetas. Todos eles eram Primeiras Almas Fontes.
Os Criadores organizaram reuniões com os 90 Engenheiros e o projeto do Jogo foi desenvolvido. Foi decidido que os 90 se dividiriam da seguinte maneira:
45 nasceriam na Linha Luciferiana, dos Répteis e 45 nasceriam na Linha de Amelius dos Humanos para começar o Jogo.
Isto introduziria nas duas raças uma memória genética de um Jogo de Integração de Polaridades já completado. Os Inspetores do Jogo residiriam nas 10ª e 11ª dimensões como o Conselho dos Vinte e Quatro e o Conselho dos Doze.

Os Diretores de Jogo residiriam na 12ª dimensão, como o Conselho dos Nove.

Quando todos já estavam com suas funções determinadas, os 90 Projetistas do Jogo escolheram um, dentre eles mesmos, para os representar no Conselho dos Nove. O escolhido foi Devin.
Devin é o nono membro do Conselho dos Nove. O papel de Devin era começar o Jogo através do nascimento na Linha de Amelius, se tornando o Patriarca.
Depois disto, seu principal dever seria permanecer no Conselho de Nove e despertar os outros 89 no espaço de tempo pré-estabelecido para o final dos Jogos planetários e Galácticos.
Quando todas as almas no universo tivessem alcançado a integração das polaridades, o jogo seria terminado e nosso universo seria reunificado com o Divino Criador.

É nisto que eu e vocês estamos trabalhando agora.

A conclusão do Jogo de Integração de Polaridade na Terra moverá o universo um passo próximo da reunificação com o Divino Criador. Eu vou agora explicar brevemente a parte do Plano Divino da nossa Galáxia que pertence a vocês e a mim.
 Nosso Divino Plano Galáctico
Dentro do plano de nossa galáxia havia quatro raças principais de seres envolvidas em nosso Jogo de Integração de Polaridades. Eu me refiro agora àqueles que desempenham os papéis principais nesta história.

São eles os Humanos, os Répteis, os Felinos, os Carians e seus Criadores.

Embora existam muitas outras espécies de seres encarnadas em nosso universo, eles, como os Humanos e os Répteis, também são descendentes dos Felinos e Carians.
O Plano Divino pediu aos Répteis para representarem as Forças Escuras e os Humanos para representarem as Forças da Luz como um todo, embora cada 15 um de nós experimente a vida em ambos os lados (a Luz e a Escuridão), em algum momento durante nossa evolução.
Os Felinos criariam os Humanos e Répteis. Os Carians dariam proteção para cada raça até que ela pudesse defender-se sozinha. Cada grupo de almas aprenderia a evoluir através do papel que eles desempenhassem no Plano.
É muito mais complicado que isto, mas eu deixarei os detalhes para outro livro. Esta aqui é somente uma visão geral.
Os Répteis e os Humanos aprenderiam a mover-se para além do medo, ódio e preconceito, e aprenderiam a ativar a Fórmula de 13ª Dimensão da Compaixão dentro de seus códigos. Assim eles valorizariam o amor e apreciariam as diferenças de cada um. Isto era e ainda é a meta evolutiva deles, e nossa galáxia está proporcionando o palco para a representação deste drama.
 O GRANDE PLANO DIVINO          
     
Mais uma vez nós temos um multifacetado e complexo plano. Ele inclui a finalização do Divino Plano Avyoniano e o Divino Plano dos Sirianos Etéricos.

Os Sirianos Etéricos são os Humanos de Lyra que foram movidos para Sírius B e, eventualmente, tiveram a Terra concedida como seu lar pelos Criadores. A finalização do Divino Plano Avyoniano permitiria aos Sirianos Etéricos completarem o deles.
Antes que eu prossiga, é necessário nos aprofundarmos um pouco mais sobre cada raça.

Os Felinos

Os Felinos são aqueles que muitos de vocês chamam de seres-leão. Eles são de um universo que já se completou. Chegaram em nossa galáxia quando ela estava sendo construída.

Foram convidados pelos Construtores e pela Hierarquia Espiritual Universal para serem os mestres geneticistas do nosso universo.

Eles residem em uma estrela na constelação de Sírius conhecida como Sírius A e não devem ser confundidos com os Humanos que colonizaram Sírius B. Eles viviam em Sírius A muito tempo antes dos Humanos de Lyra chegarem. Eu gostaria de introduzir aqui uma pequena história do Sistema Estelar de Sírius.

Há três estrelas no Sistema Estelar de Sírius:
Sírius A, Sírius B, e Sírius C.
Sírius B foi a primeira estrela e, quando implodiu, criou Sírius A e C.
Quando os primeiros humanos chegaram em Sírius B, vindos de sua residência temporária nas colônias humanas do Sistema Veganiano da constelação de Lyra, receberam muita ajuda dos Felinos. Sírius C é atualmente usado para armazenar materiais e suprimentos.
Tiamat (antiga Terra) também foi criado da implosão de Sírius B, assim como Nibiru. Quando se decidiu criar uma Força Estelar, este gigantesco pedaço de rocha que flutuava no espaço perto das Plêiades foi localizado por meus antepassados e foi transformado em uma Força Estelar/planeta.
Assim vocês poderiam dizer que Nibiru é Síriano e Pleiadiano. Os Felinos são os mestres geneticistas de nosso universo, como eram também deles mesmos. Eles criaram todas as formas de vida nos planetas e estrelas em nosso universo. Isto inclui vegetação, animais, e os veículos físicos que as almas usam para sua encarnação.
Eles são seres altos, com cabelos vermelho-dourado e, normalmente, olhos castanhos ou verde-dourado. Os Felinos são seres poderosos, altamente evoluídos, amorosos, gentis e de natureza benevolente. Quando nos ferimos em batalha, vamos até eles para nos curar, pois eles são os doutores do universo. Eles nunca tomam partido em qualquer guerra, pois já completaram as lições de integração das polaridades e Amor Incondicional. Eles também cuidam das almas que sofreram severos danos emocionais nas encarnações e que são enviadas aos Felinos para serem tratadas depois da morte.
Os Felinos vivem na 6ª dimensão para executar o trabalho deles, embora sejam seres de dimensões mais elevadas. A 6ª dimensão é a dimensão da criação, onde a energia torna-se física. Os Felinos trabalham muito unidos com as Hierarquias Espirituais dos diferentes planetas e galáxias em nosso universo. Quando é decidido que uma alma-grupo precisa de um planeta e um veículo físico para encarnação, são os Felinos que são nomeados para a tarefa de preparar o planeta e criar os corpos. Houve tempos em que eles também criavam planetas.
Os Felinos são fortemente envolvidos com a história de vocês. As esfinges encontradas ao redor do mundo são uma lembrança da existência e do envolvimento deles. Você alguma vez se perguntou por que o leão é o rei da selva, embora ele não seja o maior? Os Felinos deixaram os leões e todos os gatos para serem os transmissores de informação para Sírius A.
Os leões em particular, foram transformados em reis da selva para que eles não fossem dizimados e pudessem, então, continuar sendo transmissores de informação ao longo dos muitos milhares de anos que a Terra e os seres humanos precisariam para completar o Plano Divino deles.
Os Gatos são o vínculo de informação entre a 3a. e a 6a. dimensão. Muitos de vocês sabem que freqüentemente os reis e rainhas tinham um gato de algum tipo como companheiro constante. Antigamente os Faraós do Egito eram guiados pelos Felinos através dos seus gatos. Se você vê alguém que tem o que vocês chamam de “olhos de gato”, isto provavelmente é porque eles são parcialmente de origem Felina.

Os Carians

Os Carians são um grupo de seres altos com características de pássaros. Eles vieram do mesmo universo dos Felinos – viveram em Sírius A junto com os Felinos. O propósito dos Carians é atuar como uma raça protetora para a evolução dos veículos físicos em um determinado planeta ou estrela. Foram os Carians que protegeram a evolução dos humanos Lyrianos primitivos dos Répteis que desejavam destruí-los.
Os Carians também são responsáveis pela criação do sistema de malha energética de sustentação, portões estelares e portais. Eles são os engenheiros magnéticos enquanto os Felinos são os engenheiros genéticos.
Os Carians também deixaram uma marca registrada do envolvimento deles conosco na forma da Fênix e da Águia, como também do Corvo e do Falcão. Estes pássaros eram (e ainda são) sagrados para muitos povos.  
Os Carians trabalham de mãos dadas com os Felinos. Eles provêem proteção para planetas e estrelas que ainda estão desenvolvendo uma raça guardiã de seres, como os Humanos. A tarefa deles está completa quando os guardiães daquele reino evoluem a ponto de eles mesmos protegerem o planeta. Os Carians assumiram a responsabilidade de proteger as colônias Humanas em nossa galáxia, antes de Nibiru ser criado.
Os Carians não usam armas militares para proteção.  Em vez disso, eles usam energia para criar bloqueios nos portais de entrada e saída de um planeta, portões estelares e dimensões.

Os Répteis

Os Répteis são conhecidos por muitos como os Reptilianos. Eles foram criados muito tempo antes dos Humanos, no planeta de Aln, na constelação de Órion. Os Répteis foram criados primeiro e isto os tornou tecnologicamente superiores. Eles já tinham realizado viagens espaciais quando nós, os Humanos, ainda emergíamos dos oceanos em Vega.
Os Répteis, também conhecidos como as Serpentes, os Dragões, e os Lagartos (afetuosamente chamado por alguns, de Lizzies), possuem vários tipos, cores e tamanhos. Eles normalmente são verdes, marrons, bronze, negros ou uma combinação de qualquer uma destas cores. Seus olhos são verdes ou vermelhos. A pele é escamosa ou lisa e fria ao toque. Eles possuem as sensações dos cinco sentidos, mas não todas as emoções.
A morada base dos Répteis é a constelação de Órion e seu vizinho Sigma Draconi, onde o povo Dragão vive. Os Répteis colonizaram muitos planetas e sistemas estelares em nossa galáxia. A eles foi conferido o “mito da criação” que declarava que eles eram os “donos da galáxia” e tinham o direito de colonizar qualquer planeta ou estrela que desejassem. E se houvesse uma raça não-réptil presente, eles poderiam e deveriam destruí-la.
Agora você pode imaginar como as outras raças se sentiam! Este “mito da criação” causou a morte e destruição de muitos planetas e povos em ambos os lados. Mas, deixem-me relembrá-los: os Répteis foram criados por ordem dos Construtores para representar o masculino, ou lado escuro, e os Humanos foram criados para representar o feminino, ou lado luminoso, neste Jogo de Integração das Polaridades.
Assim, por favor, não os julgue, porque eles estão apenas desempenhando seus papéis. Os Répteis colonizaram a Terra mais de uma vez. Eles a colonizaram inicialmente quando ela ainda era Tiamat, e então novamente, depois que Tiamat rachou ao meio e se tornou conhecido como Terra. Mas, a segunda vez não foi uma colonização propriamente dita.
Foi, na verdade, a reorganização dos remanescentes dos Répteis que tinham ido para o subterrâneo durante e depois da destruição de Tiamat. As cobras e lagartos dos seus dias atuais são os descendentes dos Répteis. Os dragões também existiam aqui, e seus mitos de dragões voadores não são mitos de forma alguma. Eles eram reais!
Os Répteis são mais avançados tecnologicamente – (masculino, escuro), do que espiritualmente – (feminino, luz). Isto é o que eles estão aprendendo a equilibrar, da mesma maneira que nós os Humanos estamos aprendendo a equilibrar o outro modo.

Os Humanos

A raça humana evoluiu a partir de Vegan, sistema estelar da constelação de Lyra, no planeta Avyon. Como eu mencionei antes, os Humanos foram criados à imagem dos Felinos. A eles foi dado um “mito da criação” diferente do mito dado aos Répteis.
O mito de criação Humano especifica que os Humanos também podem colonizar qualquer planeta ou estrela que eles escolherem, mas, se eles encontrarem outra raça no planeta, eles têm que negociar um tratado de paz e se esforçar para viver em harmonia com a raça vizinha.
Répteis e Humanos mantêm uma característica pura do DNA para futura semeadura. Estas são as Casas Reais:
a Casa Real dos Répteis é a Casa de Aln e a Casa Real dos Humanos é a Casa de Avyon, mencionada anteriormente.
Fonte: Livro NÓS SOMOS OS NIBIRUANOS Autora – Jelaila Starr
http://despertardegaia.blogspot.com/

 Leia a 3a Parte desta Postagem:

NÓS SOMOS NIBIRUANOS – PARTE 3

Agora que vocês viram um pouco mais profundamente as quatro raças principais, eu continuarei minha história.
Deixe-me começar do ponto em que os Fundadores estavam prontos para que os Felinos criassem a espécie humana. Tenham em mente que os Felinos já tinham criado os Répteis e que estes já tinham alcançado a fase das viagens espaciais a esta altura.
Os Felinos começaram semeando Avyon para a nova raça de Humanos. Os Humanos começaram nos oceanos e paulatinamente moveram-se para a terra.
Darwin estava correto quando declarou que o homem começou nos oceanos. Na fase de primata aquático, os Felinos tiraram a maioria dos primatas do oceano e os aprimoraram para a fase de um humano bípede. Os primatas aquáticos restantes, baleias e golfinhos, permaneceram no oceano para manter a biosfera de Avyon. A manutenção da biosfera é crítica para qualquer planeta sustentar vida.
Uma vez que os humanos em Avyon tinham evoluído ao ponto de realizarem viagens espaciais, eles colonizaram outro planeta na constelação de Lyra. Eles nomearam o planeta com o nome Avalon. A nova colônia foi estabelecida como uma sociedade feminino-polarizada, em harmonia com o sistema social de Avyon.
Logo os Répteis chegaram trazendo com eles sua tecnologia superior e a sua forma masculino-polarizada de sociedade. Isto foi bom porque eles criaram a primeira oportunidade para integração de polaridades.   Infelizmente, sem experiência e conhecimento espiritual suficiente, divergências e conflitos aconteceram.

Permita-me explicar.

Os Répteis se sentiram ameaçados quando perceberam que os Humanos estavam saindo de Avyon.

O que aconteceria se os Humanos assumissem o comando da galáxia inteira?

Onde eles, os Répteis, viveriam? Na mente deles este esforço pioneiro tinha que ser bloqueado. No princípio não havia uma confrontação direta entre os Répteis e os Humanos. Esta não era a maneira Réptil usual de agir.  

  
Ao invés disso, os Répteis fizeram a coisa que mais sabiam fazer: começaram a se infiltrar na colônia e semear a discórdia entre as pessoas, enquanto, ao mesmo tempo, cortejavam a amizade e a confiança dos Humanos, oferecendolhes a sua tecnologia. Isto criou uma divisão entre aqueles que queriam evoluir espiritualmente e aqueles que queriam evoluir tecnologicamente. 

A discórdia continuou a crescer, até chegar ao nível da guerra civil, momento em que os Répteis saltaram para o lado dos colonos masculinamente propensos, e o resultado foi a quase destruição da colônia e do planeta.

Se vocês olharem em seus livros de história, encontrarão evidências da influência e táticas reptilianas nas guerras e disputas em seu planeta – primeiro, semeando grãos de discórdia e depois, tomando partido que conduz à destruição.

Depois da quase destruição da colônia de Avalon, os Construtores decidiram mover os Humanos para Sírius B, para continuar trabalhando na integração das polaridades masculino/feminino, mas desta vez sem a interferência dos Répteis.

Este plano teve um sucesso parcial.

O que aconteceu foi uma maior divisão entre os, agora, Humanos Sirianos (o nome deles foi mudado de Humanos Lyrianos para Humanos Sirianos). Um grupo humano não-fisico, os Sirianos Etéricos evoluídos, dedicou-se à busca do conhecimento espiritual e cura, acentuando a polaridade feminina e o modo de vida Lyriano. O líder deste grupo não foi outro, senão Amelius (um aspecto de Jesus/Sananda). O restante dos Humanos Sirianos escolheu permanecer em um estado físico, masculino polarizados – os Sirianos Físicos.  
  
Uma vez mais os Construtores e as Hierarquias Espirituais sentiram a necessidade de mover ambos os grupos de Humanos para novos locais para que pudessem continuar trabalhando na integração das polaridades. Desta vez, os planetas escolhidos foram Aln na Constelação de Órion, e Tiamat.

Considerando que os Sirianos Físicos estavam masculino-polarizados, eles foram enviados para Aln, a casa dos Répteis, para estabelecer uma nova colônia, praticamente no quintal Reptiliano. Este grupo se tornou os Humanos de Órion.

Esperava-se que esta mudança os permitisse entender melhor a si mesmos e à polaridade masculina deles, estando no mesmo planeta com os Répteis. Mas isto não deixou os Répteis muito felizes, e não demorou muito para as batalhas começarem, e a colônia de Aeonian quase foi destruída. Os colonos Humanos foram transformados em escravos pelos Répteis.

Finalmente a colônia Alniana foi reconstruída e o drama da integração das polaridades continuou, mas agora havia um novo jogador no jogo: a Liga Negra. 

A Liga Negra começou como um pequeno grupo de Humanos de Órion que formaram uma Liga de oposição ao abuso de poder dos Répteis que os haviam escravizado. Mais tarde um grupo da Liga Negra escaparia de Órion e viajaria para Tiamat, em busca de um novo começo.

Os Sirianos Etéricos de Sírius B, liderados por Amelius, declararam Tiamat como seu novo lar. Os Sirianos Etéricos precisariam conseqüentemente tornar-se fisicalizados novamente, para cumprir as responsabilidades para com uma raça guardiã do planeta.

Assim, os Felinos semearam o planeta para suprir esta necessidade.

Quando os Sirianos Etéricos chegaram, eles encontraram a nova raça guardiã do planeta na fase primata aquática. O Sirianos Etéricos assumiram o papel de guardiães para esta nova raça e amorosamente protegeram seus futuros veículos físicos, atendendo as necessidades espirituais e físicas deles.

A vida transcorria conforme planejada, até que um grupo de Sirianos Etéricos começou a “passar o tempo” em corpos de animais no planeta. Depois de um tempo, isto se tornou uma real preocupação para os Sirianos Etéricos restantes. Eles estavam bem cientes que “o pensamento se torna realidade”, e se seus irmãos e irmãs continuassem a passar o tempo nesses corpos, eles esqueceriam que eram etéricos e ficariam grudados ao corpo daqueles seres.

A espécie Humana na Terra experimentou esta mesma situação. Os seres humanos esqueceram que são almas em corpos físicos. Em vez disso, acreditaram que são corpos físicos com almas. Foi isto que ocorreu com os Sirianos Etéricos.

Devido à Lei Cósmica do Livre-Arbítrio, os restantes dos Sirianos Etéricos não podiam impedir, interferir nesta escolha de seus irmãos e irmãs. Assim, um plano foi feito para corrigir a situação. Uma porção dos Sirianos Etéricos se tornaria os Sirianos Crísticos e criaria o Ofício do Cristo. Ele seria ligado à Hierarquia Espiritual Planetária e supervisionaria a operação de resgate de seus irmãos e irmãs que estavam em corpos animais (Sirianos Terrestres). Este plano, como a maioria dos planos galácticos, levaria muitos milhões de anos para se completar.

Agora, de volta aos Répteis.

Os Répteis ouviram certos rumores galácticos de que um novo planeta estava pronto para sustentar Vida. Como eles acreditavam que era seu direito, partiram para Tiamat para colonizá-lo. Quando eles chegaram, encontraram a civilização de primatas humanos evoluindo sob a guarda dos Sirianos Etéricos.

Os Construtores permitiram aos Répteis colonizarem Tiamat porque eles sentiam que esta nova tentativa de integração das polaridades provavelmente seria bem-sucedida.

Os Sirianos Etéricos começaram a enviar energia positiva para aos Répteis, na esperança de amansá-los e ajudá-los a se libertar das lendas referentes à criação deles. Se isto acontecesse, os Répteis poderiam trabalhar e viver em harmonia com a raça dos primatas. Durante algum tempo isto aconteceu.

Logo após a chegada dos Répteis, Amelius pediu para que Devin deixasse a casa dele em Avyon Lyra e viesse para Tiamat contribuir com o DNA para aprimorar os primatas para o nível humano.

A Linhagem Real Amelius era a única descendência humana pura no universo.

Assim, teve que ser mantida separada para assegurar sua pureza para futuros aperfeiçoamentos do DNA. Este aprimoramento tornou, os agora Humanos, mais parecidos com os Répteis. Embora eles ainda não fossem tão tecnologicamente avançados, eles eram mais evoluídos espiritualmente, e maturidade espiritual por parte de pelo menos uma raça é uma necessidade para que a integração das polaridades possa ocorrer.

  A Linhagem de Amelius – A Casa Real de Avyon

Amelius foi a primeira alma a encarnar no corpo do primeiro veículo físico humano em Avyon. Amelius estabeleceu uma linhagem em Avyon, da mesma forma que seus descendentes, Devin e Abraão, estabeleceram linhagens no Avyon Pleiadiano e na Terra.

Amelius sustentou o acordo inicial que fez entre sua sobre-alma Sananda e os outros oito Construtores. Ele manteve uma linhagem e DNA puros para o protótipo humano criado à imagem dos Felinos: alto, cabelos louros prateados, olhos azuis, e pele branca. 

Depois que Devin e sua família completaram suas tarefas em Tiamat, eles foram para as Plêiades para lá estabelecer a Linhagem de Amelius.

Escolheram um planeta para colonização e o nomearam Avyon, que é a 7ª irmã perdida das Plêiades depois do seu planeta de origem na constelação de Lyra.

Assim como os descendentes de Abraão determinaram que a terra de Canaã seria o novo lar deles, Devin havia determinado as Plêiades.

Devin e a sua família ampliada, mais uma vez sustentaram a promessa de manter uma pura descendência genética, e assim eles casaram entre si. Eles também polarizaram para o lado feminino. Depois de muitas gerações eles ficaram estagnados, tendo reprimido o lado masculino deles.

Esta estagnação foi pré-planejada pelos Construtores e Criadores de Jogos, quando eles iniciaram o desenvolvimento do Jogo para o universo.

Para dar um primeiro salto na estagnação espiritual deles, os Avyonianos passariam para o próximo passo no Jogo Universal da Integração das Polaridades: a destruição de Avyon pelos Répteis masculino-polarizados.
Esta destruição criaria um bloqueio emocional tão grande no psiquismo dos Avyonianos, através dos Répteis, que isto levaria milhões e milhões de anos para ser integrado. Isto garantiria a prorrogação do jogo de integração das polaridades por um longo tempo.

Este bloqueio Avyoniano seria transferido para a Terra através da Casa Real de Avyon, em Nibiru.

A dissolução deste gigantesco bloqueio através da integração mudaria a Terra para o 5º nível dimensional nos anos finais do Jogo.

Após a destruição de Avyon, a Linhagem de Amelius foi transferida para Nibiru.

Isto foi feito levando uma filha da Casa de Avyon para outro planeta Pleiadiano, para se casar exatamente antes da destruição de Avyon.

A criança nascida daquela união foi Niestda, o futuro primeiro governador/comandante de Nibiru.

Dezessete gerações mais tarde eu, Anu, me tornei o governador/comandante de Nibiru. Eu transferi a Linhagem de Amelius para a Terra através de uma criança minha.

A Linhagem de Amelius também foi transferida para a Terra através do próprio Amelius, encarnando como Adapa (o Adão).

Entretanto esta não era uma descendência pura, pois Adão levava os genes de todas as quatro raças raízes universais.

As duas Linhagens de Amelius fundiram-se na Real Linhagem Sacerdotal da Suméria.

Isto aconteceu através do envolvimento (acasalamento) de meus membros familiares com a Linhagem de Adão através de Seth, o terceiro filho de Adão.

Terah, o pai de Abrahão, nasceu desta linhagem real de Reis-Sacerdotes.

A Casa Real de Judah e David foi um prolongamento desta mesma linhagem, através do bisneto de Abrahão, Judah, um dos doze filhos de Jacó.

De fato, toda a humanidade viva hoje no planeta é descendente de uma ou de ambas as Linhagens de Amelius.

  Agora, de volta para Tiamat.

Os Humanos e os Répteis viveram em relativa harmonia por algum tempo. As Serpentes Reptilianas se assentaram de um lado dos Humanos e os Dragões Reptilianos povoaram de outro.

Os Humanos possuíam a arte da agricultura e cultivo animal. Eles começaram a produzir uma quantidade excessiva de alimentos, que deram aos seus vizinhos Répteis. Isto até que contribuiu para que as relações se tornassem mais harmoniosas entre as duas raças. Não demorou muito e logo os boatos galácticos e universais começaram a espalhar a novidade. Os Construtores, a Hierarquia Espiritual planetária e os Sirianos Etéricos, estavam próximos aos humanos e répteis, com satisfação. Parecia que a integração das polaridades estava perto de acontecer.

Mas, essas esperanças foram por água abaixo quando um grupo de membros Reptilianos do Conselho de Órion chegou em Tiamat para investigar.

Eles tinham ouvido as notícias sobre esta maneira harmoniosa de viver e não estavam satisfeitos, pois isso era uma clara transgressão da lenda da criação deles – o mito da criação reptiliana, que dizia que “onde houvesse um planeta habitável era direito deles colonizarem e destruírem qualquer raça que ali existisse”. Os Humanos deveriam ter sido destruídos. Eles falaram insistentemente com o governante da família dos Répteis, mas não conseguiram mudar a mente deles.

Assim, decidiram fazer a “coisa habitual” reptiliana: Começaram a disseminar sementes de desconfiança entre os Répteis. Começaram a falar para eles que os Humanos estavam secretamente planejando destruí-los para ficar com Tiamat para si. Isto exigiu do Conselho de Órion cerca de 10.000 anos até a concretização do plano.

O povo da Liga Negra de Órion, que tinha chegado em Tiamat logo após os Répteis, não teve interesse em apoiar. Eles incitaram os Humanos. A Liga Negra não confiava nos Répteis e ficaria feliz em vê-los destruídos.

Rapidamente as duas raças chegaram a um ponto de crise. Os Répteis concordaram em destruir os Humanos através de uma guerra bacteriológica.

Os Humanos buscaram a ajuda de seus parentes, os Avyonianos Pleiadianos, junto com os Etéricos Sirianos e outros.

Um plano foi feito. Os Humanos deixariam Tiamat e mudariam para a nave espacial Pégasus, para continuar sua evolução. Os Sirianos Etéricos que não se tornaram Sirianos Terrestres (em corpos animais) passariam por mutação, tornando-se primatas aquáticos (baleias e golfinhos) e voltariam ao planeta para manter a biosfera, até que seus irmãos e irmãs, os Sirianos Terrestres, pudessem mais uma vez construir uma nova raça de veículos humanos para os Sirianos Etéricos usarem para cumprir seus deveres de guardiões da Terra.

Nibiru seria enviado para destruir as colônias Reptilianas, implodindo os geradores de fusão localizados no meio da fortaleza Humana (Tiamat). Os geradores de fusão mantinham os campos de força magnéticos e elétricos de Tiamat. Uma vez os geradores de fusão fossem destruídos, Tiamat ficaria sem vida e 98% das civilizações dos Répteis seriam destruídas.

Os “mutantes” que eram parte Sirianos Etéricos e parte animal também seriam destruídos, libertando assim as almas dos Sirianos Etéricos que os habitavam. 

  
Mas eles, como os Répteis, não seriam totalmente destruídos. Uma pequena porção deles sobreviveria, passando a viver nos subterrâneos. É dito que velhos hábitos dificilmente morrem, e este foi o caso dos Sirianos Etéricos – eles voltariam à nova Terra e continuariam no ciclo encarnacional dos animais.

A destruição de Tiamat foi minha primeira missão como o novo governador /comandante de Nibiru. Fui guiado pelo Conselho Nibiruano da Federação Galáctica nesta missão.

Eu gostaria de chamar a atenção novamente e falar um pouco sobre a Federação Galáctica. 
   
Federação Galáctica

A Federação Galáctica foi formada para administrar, com a devida profundidade, as diversas colônias humanas espalhadas, ajudando na comunicação e estimulando a paz entre as diferentes raças no universo. Havia muito conflito no universo, como as guerras entre os Répteis e os Humanos.

Estes eram apenas uma parte do caos.

A Federação Galáctica foi formada antes da criação de Nibiru e depois da destruição de Avyon – que foi um fator determinante para sua formação. Ela é imensa e diversificada. Livros foram canalizados descrevendo-a, mas ela é tão grande e subdividida em multi-níveis que precisaríamos de uma biblioteca inteira de livros para tratar do assunto profundamente.

A criação de Nibiru foi um dos primeiros e mais importantes feitos da Federação Galáctica.
A Federação Galáctica percebeu a necessidade de uma força-estelar para patrulhar a galáxia, com capacidade para manter a paz. Havia muitos conflitos com os Répteis durante o tempo anterior à destruição de Tiamat, mas a destruição das colônias Répteis em Tiamat foi o que deu início à Grande Guerra Galáctica.  
Esta guerra duraria muitos milhões de anos e envolveria a galáxia inteira. Nenhum sistema estelar ficaria a salvo dos danos causados pelo conflito.

Por favor, lembre-se: isto é a integração das polaridades em ação. Deve-se experimentar ambos os lados antes de se poder integrá-los. A Grande Guerra Galáctica proporcionou um perfeito tabuleiro para jogar o jogo. Todas as almas no universo naquele momento tiveram a oportunidade de encarnar em ambos os lados para adquirir experiência, inclusive o Avyonianos. 

A Destruição de Tiamat

Eu assumi comando de Nibiru e o dirigi para seu sistema solar e Tiamat.

Tiamat tinha aproximadamente a mesma órbita que a Terra tem hoje. Era apenas um pouco mais longe do sol. 

Sendo o 12º planeta de seu sistema solar, nós entramos nele em uma órbita contrária, conforme é nosso padrão orbital.

Nós passamos por Netuno e Urano e, conforme nos aproximamos de Saturno, deixamos a sua influência gravitacional  nos mover para uma posição que nos alinhou com Tiamat.

Nós aproveitamos um satélite de Saturno e o arremessamos em direção ao meio de Tiamat com tal força que o deixamos inflado. Então disparamos um raio laser na fenda criada, na região dos geradores de fusão. O feixe de luz apagou os campos de força, e Tiamat se tornou sem vida.

Durante este tempo eu estava em comunicação constante com meus superiores no Conselho Nibiruano. Recebi a ordem para continuar com minha órbita regular e, quando chegasse em seu sistema solar, terminar o trabalho.

Isto significava dividir Tiamat em dois, e desviar a metade superior para uma nova órbita, para ser reabilitada. Esta metade superior se tornaria a Terra. A metade inferior seria fragmentada e se tornaria o cinturão de asteróides.

O satélite de Saturno que tínhamos arremessado, se tornou Plutão. Nós o desviamos para colocá-lo em órbita e estabelecemos um posto avançado nele. Usamos este comando para determinar o estado das coisas em seu sistema solar.  
  
Uma vez que Tiamat foi colocado “fora de uso”, nós não ouvimos mais muitas notícias dos Répteis durante algum tempo. A quase destruição de Tiamat foi um grande choque para eles, e eles precisaram de tempo para se recuperar.

Só 2% dos Répteis sobreviveram, uma parte foi para os subterrâneos e outra foi levada para bordo de Nibiru.

Nós oferecemos abrigo aos membros das famílias de Répteis dominantes que tinham sido expulsos pelo Conselho Reptiliano por não terem obedecido ao plano para destruir os Humanos.

Maldek

Com a cooperação dos remanescentes da Casa de Aln a bordo de Nibiru, eu parti para minha próxima missão: a destruição do Planeta Real Reptiliano, Aln, na constelação de Órion.

Quando os Répteis se recuperaram do choque da destruição de Tiamat e Aln, a Grande Guerra Galáctica começou. Eles decidiram que os Humanos nesta Galáxia tinham que ser destruídos para a paz reinar.

Eles armaram Maldek, o planeta/posto-avançado militar deles em seu sistema solar, para fazer justamente isto.  

A metade superior de Tiamat, agora chamada Terra, foi reabilitada e novamente semeada pelos Felinos.

Eles, com a ajuda do Sirianos Crísticos, semearam plantas, animais, e uma nova raça guardiã da Terra. Uma vez mais a raça guardiã da Terra, em evolução, foi protegida pelos Sirianos Terrestres.

Mas desta vez havia uma diferença: os Sirianos Etéricos tinham seus irmãos e irmãs, os Sirianos Aquáticos, também no planeta.  Assim, havia os Sirianos Crísticos trabalhando com a Hierarquia Espiritual para vigiar o planeta, os Sirianos Aquáticos mantendo a biosfera, e os Sirianos Terrestres protegendo a nova raça guardiã da Terra, que estava em evolução.
Alguns milhões de anos depois da re-semeadura da Terra, uma nova colônia Humana, chamada Hybornea, foi estabelecida. Os colonos humanos vieram de todas as partes da galáxia, e Hybornea sobreviveu e cresceu durante quase um milhão de anos. Era uma colônia de Lyrianos/Sirianos e atraiu colonos que tinham inclinação pela polaridade feminina. Os Hybornianos tentaram ajudar os Mutantes (metade animal ‒ metade Sirianos Etéricos) e conseguiram libertar alguns deles do ciclo animal, mas ainda faltavam muitos para serem libertados.

Hybornea foi destruída pelos Répteis em um ataque massivo. Eles lançaram seus ataques de Maldek, que nós destruímos depois. Maldek é agora parte do Cinturão de Asteróides, junto com a metade inferior de Tiamat.

A destruição de Hybornea alimentou ainda mais a fogueira da Guerra Galáctica.

Esta seria a grande batalha final. Nibiru foi ordenado a destruir Maldek e colocar os Répteis para fora de seu sistema solar pela última vez.

Eu fiz isto, mas não antes que os Répteis tivessem destruído as colônias Humanas em Vênus e Marte, e tivessem deixado ambos inabitáveis.

A destruição de Maldek trouxe o fim à Guerra Galáctica.

A destruição de Maldek custou a Nibiru a destruição de seu próprio campo de força protetor, devido à grande quantidade de armas atômicas usadas pelos Répteis em seus ataques. Maldek foi destruído e Nibiru foi severamente avariado, e seus habitantes estavam morrendo aos milhares. O único modo de salvar a grande força-estelar da Federação Galáctica era encontrar grandes quantidades de ouro para mantê-lo em suspensão no campo de força ao redor de Nibiru. Isto protegeria a força-estelar da radiação que varria o espaço.

Fonte: Livro NÓS SOMOS OS NIBIRUANOS Autora – Jelaila Starr
http://despertardegaia.blogspot.com/

Agora, vamos falar sobre história da Terra no momento de nossa chegada, há 480.000 anos atrás.
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A HISTÓRIA DA HUMANIDADE (7)

Conselho Intergaláctico – Interferência Nibiruana

O Grande Salão do Conselho da Federação Inter Galáctica era uma sala de reunião imensa com tetos transparentes e arqueados que davam ao espaço infinito. 

Anu, Enlil, Enki, Ninhursag, Nannar, Ninurta, Nergal, Utu e Inanna estavam todos formalmente sentados no círculo do Conselho.

Marduk não quis assistir. De repente sentiram se pequenos e até Anu parecia diminuído neste lugar. Só a presença dos membros do Conselho os deixou humildes, um sentimento ao qual não estavam acostumados.

Os Doze Superintendentes do Conselho (10D) eram uma amostra representativa das galáxias. No auditório havia centenas de outros representantes de todo o universo.

Tantas espécies! Havia membros de Sírius, Andrômeda, Órion, Arcturo, Cruzeiro do Sul e muitos outros sistemas.

Os Etéreos estavam muito bem representados. Eles têm uma freqüência vibratória muito alta. Às vezes se vêem sólidos, outras vezes transparentes ou translúcidos e se diz que estão por cima da polaridade.

Os nibiruanos jovens não sabiam por que, mas parecia que os Etéreos tinham a última palavra na condução da reunião.

Também haviam seres que eram esferas ou bolas de luz e voavam ao redor deles, transformando-se nas cores do espectro; primeiro dourado, depois rosado ou turquesa.

Possuíam a habilidade singular de entrar dentro dos outros seres com permissão, de encher suas células com luz e, por meio disto, conhecer a soma total de seu ser. Tudo estava muito interessante, mas a disposição de ânimo no Salão trocou.

King Anu

Quando Anu ficou de pé diante Dos Doze, deles saiu simultaneamente um som o qual se converteu em palavras que foram claramente entendidas por cada raça: “NÃO INTERFERÊNCIA!”

Não interferência é a lei do universo do livre-arbítrio e os Pleidianos-Nibiruanos, disseram Os Doze, tinham violado esta lei ao interferir diretamente na evolução de uma espécie. 

A lei afirmava que era possível ajudar à evolução dos seres se, e somente se, eles solicitavam essa ajuda.

Alterar seu DNA e romper os campos eletromagnéticos de um planeta inteiro com a arma Gandiva era algo monstruoso e ilegal.

Inanna pensava para si que este conceito de livre-arbítrio devia ser como o mercado livre na Terra: é somente livre quando serve aos que estão no poder. Parecia-lhe que este Conselho estava tratando de fazer pressão ao interferir no seu livre-arbítrio.
Para o Conselho era óbvio que os membros da família de Anu não entendiam muito bem, de modo que explicaram cuidadosamente que não os iriam castigar, fazê-los voar em pedaços ou confiscar suas armas.

Contudo, algo aconteceria a eles. Um estado de consciência, uma energia, uma disposição de ânimo – que refletia a totalidade de suas ações na Terra – chegaria até os seus mundos.

Esta energia lentamente, mas por certo, afogaria a criatividade e espontaneidade de suas vidas. Ver se íam bloqueados, incapazes de evoluir. O Conselho chamou a esta energia a Rede.

Claramente explicaram que eles não eram vítimas, que eles mesmos tinham criado esta Rede. Era seu próprio invento. Eles criaram.

Também proibiram que usassem o Gandiva outra vez. Ou se fizessem seria considerado como um ato de guerra e pagariam as conseqüências.

Se eles não acreditavam que as armas do Conselho eram mais fortes que as suas, talvez poderiam lhes mostrar hologramas de outros grupos errantes que tinham sido aniquilados por violar a lei.

Acrescentaram que suas armas não somente destruíam civilizações mas sim, eram tão fortes que podiam vaporizar as almas dos habitantes.

Eles podiam retornar-los à mente do Primeiro Criador para não existir mais, não os dariam a possibilidade de encarnar em nenhuma forma! Sentiram um calafrio na espinha.

O Conselho continuou dizendo que mais tarde em seu desenvolvimento seria óbvio para os nibiruanos que estavam na fase adolescente.

Desavenças como as de Enki e Enlil passariam com o tempo e teriam servido para um fim. Enquanto isso não lhes iriam permitir destruir planetas ou fraturar o tempo com estas explosões.

Recordem. Eles concluíram com a palavra RECORDEM!!!

Anu estava visivelmente aturdido; nenhum membro da família nunca o tinha visto assim. Anu retornou a Nibiru, Enki e Enlil voaram à estação orbital. Os três ficaram em comunicação permanente

HISTÓRIAS até hoje. E 2012
Como os Nibiruanos/Pleiadenses cometeram o engano de usar a Grande Arma Radioativa, a Gandiva. O resultado foi que ondas de radiação letal fluíram para o sistema solar, para a galáxia, o que os levou a serem chamados atenção pelo Conselho da Federação Inter galáctica.
Durante alguns anos do século XX, grande parte da humanidade temeu a guerra nuclear, mas ela já aconteceu há milhares de anos… 
Segundo a Deusa Inanna, a sua família estava tão ocupada lutando, competindo e jogando que se esqueceu por completo do “chato” Conselho da Federação Intergaláctica. 

E além do mais, a Terra era propriedade da família de Anu na visão de mundo dos membros da família de Anu.

Mas nem todos os argumentos que apresentavam permitiram que pudessem fugir da intervenção do Conselho Inter Galáctico.

Os membros do Conselho argumentaram que a Terra tinha sido colonizada antes da família de Anu chegar, realmente os Sirianos Etéricos aqui estavam há éons e a eles, sim, foi dado o direito de guardiões do planeta e de semeadores da raça herdeira, os humanos.

E eles, os nibiruanos pleiadenses simplesmente infringiram a Lei do Primeiro Criador ao pôr em perigo outros mundos com suas maravilhosas armas.

Os nibiruanos também foram acusados de alterar as capacidades genéticas da espécie humana, despojando-os assim da habilidade para evoluir. 

E de violar a Lei de Não Interferência. Enredados em meio de seus próprios problemas, pareceu-lhes que isto não era assunto do Conselho. A família de Anu, estava em guerra, irmão contra irmão – a velha e interminável guerra entre Enki e Enlil.

Nem lembravam e alguns mesmo nem sabiam, que deviam obediência ao Conselho da Federação Inter Galáctica e a sua raça Conselheira, os Sírianos Felinos.

Para eles, o Conselho da Federação Inter Galáctica não importava em nada, até que se viram rodeados da Rede. Não era uma rede real, como uma de pescador com cordas e tecidos; esta era uma parede de freqüência invisível e, por conseguinte, para eles tudo começou a mudar.

A magia desapareceu por completo de suas vidas; já não havia faísca, não havia ação. A vida se voltou muito sólida e densa, deixou de circular.

A Deusa da Sabedoria de Sírius estava a ponto de os ensinar algo que tinham esquecido, ou que possivelmente nem sequer tinham começado a aprender…

Cuidadosamente o Conselho da Federação Inter Galáctica explicou-lhes que teriam que outorgar aos terrícolas os mesmos poderes que possuíam!

Informaram-lhes que teriam que tomar a responsabilidade para si pelo que tinham feito.

Que Desacato!

A família de Anu jamais poderia aceitar isso!

A Deusa Innana, neta de Anu, explica: “Podem imaginar que coisa chata seria se seus animais domésticos fossem iguais a vocês? Poderiam começar a falar e inclusive lhes dizer o que gostariam de jantar. Onde terminaria, com um jantar de quatro pratos e trufas de chocolate como sobremesa?”

Imaginem só: Animais Domésticos! Como você trata os seus? Pense bem…

Muito chateados e em meios a infindáveis discussões, onde uma acusava o outro por tal situação, a família de Anu voou para casa. Brigaram muito, para variar, entre eles mesmos, como era seu costume.

Alguns imaginaram que a Federação Inter Galáctica estava conspirando com seus inimigos, outros pensaram que o Conselho obviamente queria ficar com a Terra só para si.

Os Sirianos eram mais antigos no Conselho que os pleidianos ou, eram os Acturianos? A família de Anu era tão auto-centrada que não sabia coisas básicas da realidade cósmica, a não ser o próprio Anu.

Alguns deles acreditaram que era por certo algo pessoal e começaram logo a culpar uns aos outros por provocar tal situação. São uma família fragmentada na verdade.

Foi quando tentaram dissolver a Rede por meio de um sacrifício ritual colossal, belo e realmente horripilante a gosto dos que se consideram entendidos nestes assuntos.

Nada de fato aconteceu; nada mudou, a Rede ainda estava ali e eles ainda mais aborrecidos, estancados e desorientados. O desespero, anteriormente desconhecido para os Deuses Nibiruanos Pleidianos, cravou suas garras dentro de suas almas, suas almas reptilianas, exatamente.

Nesse momento em suas telas de comunicação apareceu uma mensagem urgente: 


Marduk tinha sitiado todo o sistema solar pleidiano. Eram os momentos críticos do KaliYuga se aproximando.

Durante muitos anos em segredo, Marduk tinha fabricado exércitos de clones e os tinha treinado em Marte, um planeta abandonado. O temor que tinha aprendido a tirar da raça humana lhe servia agora como alimento e energia para apoiar este projeto impressionante.

Com um ataque supressivo entrou nas Plêiades e destruiu a monarquia governante. Agora tinha tudo sob seu tirânico controle e ordenou a Anu que se rendesse ou do contrário destruiria Nibiru.

Anu escapou com Antu, sua rainha, a um sistema vizinho.

Todos estavam sobressaltados.

Enki e Inanna voaram com Matali ao centro da Terra para se esconderem no profundo mundo subterrâneo do Reino da Serpente, onde estariam a salvo dos restos da radiação do Gandiva.

Enlil saiu para unir-se a seu pai Anu. Os dois estavam decididos a desenvolver um plano para recuperar Nibiru e liberar as Plêiades.

Marduk estava agora no controle de Nibiru e do planeta Terra e começou a mudar muitas coisas. Foi nesta época que as mulheres diminuíram em estatura e foram consideradas inferiores na espécie, junto com as crianças.
Marduk criaria as igrejas para apagar a Deusa e o modo de vida pleidiano comunitário que tinham recebido dos Fundadores do Universo, os Felinos e Carians.

Mulheres que eram líderes nas comunidades eram reprimidas, estigmatizadas como bruxas e queimadas na fogueira. Este processo continuou através da época escura da Idade Média, e terminou no final do século 18 d.C. Foi à coisa mais importante que Marduk fez para atingir o controle absoluto da Humanidade.

Marduk proclamaria a si mesmo como o “Deus entre os deuses”. Depois, mudaria para “Deus” apenas. E toda vez que se pronunciasse a palavra Deus, a imagem dominadora, repressora e temível de Marduk estaria por trás. O politeísmo agora daria lugar ao monoteísmo de Marduk.

Ele dominaria através do medo; e isto ele tem feito até os dias de hoje.

A salvo, e além das freqüências de tempo do planeta desolado, a família divina observava com horror como Marduk conseguia apoderar-se do que estava na Terra e seus habitantes.

Com o tempo se apoderou de todo o planeta. Não utilizou exércitos para conquistar a Terra, usou a propaganda.

Os sacerdotes de Marduk acusaram Enlil de desatar o terrível Gandiva contra os indefesos humanos, realizando a Guerra Nuclear.

E isto era, antes de tudo, a verdade e por isso Marduk fez com que os habitantes da Terra se voltassem contra Anu e Enlil. Apoiando a sua ideologia do Deus Único (o Deus MARDUK!)

Marduk fez tudo o possível para difamar Inanna.

Dizia que ela era uma bruxa malvada que devorava aos homens e convertia mulheres inocentes em prostitutas.

Como cobiçava seus templos e as terras que possuíam suas sacerdotisas, iniciou uma campanha de difamação para destruir a estas mulheres.

As sacerdotisas, que estavam muito bem treinadas em negócios e nas artes, foram acusadas de magia negra, de lançar conjuros por toda a Terra.

Sempre que algo saía mal, uma tormenta ou um problema nas colheitas, jogavam a culpa nessas mulheres.

E Marduk se encarregou de que muitas coisas saíssem mal.

As belas sacerdotisas foram encarceradas, golpeadas, torturadas, violadas e queimadas vivas. 

Confiscaram-se todas as suas propriedades. Marduk estava se vingando de Inanna, aquela que ordenou que o enterrassem vivo.

No Reino da Serpente, Inanna jazia em uma pequena cama em um quarto cômodo mas não se dava conta do que havia a seu redor. No olho de sua mente viu como os homens de Marduk desfiguravam e mutilavam seus templos.

Todas as imagens das deusas foram substituídas pela de Marduk. Esculpiu seu nome em pedra por cima do de Inanna e reescreveu a HISTÓRIA, convertendo-se a si mesmo no herói de cada conto e lenda.

Em meio de uma agonia impotente, Inanna viu como suas sacerdotisas sofriam todo tipo de humilhações. Há tantos contos de fadas sobre virgens, às que se levam aos dragões e as presas em cavernas escuras.

Estas histórias estão apoiadas na verdade, mas não havia nenhum cavalheiro em armadura que devesse resgatar as suas belas sacerdotisas.

Marduk não se deteve com as mulheres da Deusa Inanna apenas; ele não estaria satisfeito até que esmagasse a todas as mulheres.

Para obter isto, usou os homens. Disse aos humanos varões que eles eram superiores, que a mulher tinha sido criada da costela de um homem para que lhe servisse. Mentiras, mentiras saíam da boca dos sacerdotes de Marduk.

À medida que as mulheres perdiam sua posição de respeito, os homens por sua vez perdiam parte de si mesmos. As coisas não voltaram a ser iguais.

Inclusive fazer amor se converteu em uma guerra. Como Marduk queria mais súditos para controlar e mais energia do temor que se gerava, fomentou a procriação de seus súditos.

lado escuro da Lua

Na lua da Terra colocou um aparelho eletromagnético que conectava a ovulação feminina com seus ciclos.

Nem sequer os animais da Terra se podiam fecundar com tanta freqüência como suas mulheres.

Marduk queria produzir o temor como uma mercadoria, assim que ordenou aos Lulus que se multiplicassem.

Isto lhe daria mais súditos para tiranizar e assim poderia gerar mais energia a partir de seu temor.

O temor se converteu na mercadoria mais valiosa para Marduk.

O temor imperava: temor à morte, temor ao castigo, temor ao conhecimento.

Com uma fonte tão ilimitada, Marduk podia alimentar a suas legiões de clones e a Terra se converteu em uma central elétrica para Marduk e seus tiranos.

E tiranos eram; dos governantes dos países até os administradores de companhias, a tirania era a lei.

Impor a vontade de um sobre outro era a expressão mais altamente valorizada da vida humana. Com a tirania chegou sua amiga, a avareza. E como ninguém pode estar perto daquele que controla as coisas, os troféus da conquista e o controle substituíram ao amor. O prazer se definia em termos de posse e os objetos substituíram à intimidade.

Do Reino da Serpente, Inanna viu o futuro deste mundo projetar-se ante seus olhos. Viu como Marduk se voltava mais e mais ardiloso em suas técnicas de controle e de gerar temor sobre os Lulus.

Sacerdotes e políticos desfilavam diante de si; os estilos trocavam, mas a tirania fundamental permanecia intacta.

Uma garra invisível se pulverizou pelas mentes e almas dos habitantes da Terra. A Inquisição, o sistema feudal, centenas de “ismos” que prometiam esperança vinham e se foram.


A industrialização trouxe consigo o trabalho vazio, aumentou o materialismo e poluiu as águas, a terra e os mantimentos.

Marduk aperfeiçoou a manipulação com a chegada dos meios de comunicação: televisão e jornalismo.
Repetidamente os humanos eram treinados para adorar algo fora de si mesmos; não lhes animava a olhar para dentro. Sempre havia alguém lá para adorar, alguém que era melhor e mais elevado.

Duvidando de si mesmos, os Lulus escutavam sem cessar aos “peritos”, quem por sua vez se contradiziam entre si aumentando deste modo a confusão.

Os humanos que conseguiam pensar por si mesmos eram excluídos como desadaptados, eram castigados ou no melhor dos casos os faziam se sentir culpados.

Se a gente obtinha algo, os outros se sentiam inferiores e se fomentou o sentimento de culpa.

A psicologia se fez popular e os humanos lhes davam o dinheiro àqueles que escutavam seus sentimentos de culpa e temor durante horas, dias, anos. Para Marduk a culpa era tão nutritiva como o temor.

 A Rede Marduk e o Time de Administradores do Mundo agem simplesmente assim:


…se há uma escassez de temor, Marduk ocasiona uma escassez de alimento, um terremoto, um furacão, ou uma GRIPE SUÍNA. Isto pode ser real como um acontecimento real na natureza, por exemplo, ou pode ser simplesmente um holograma ou apenas um programa de televisão. Dá pra imaginar quantos milhões mais podem ganhar todas as empresas e corporações do Time de Administradores do Mundo se o negócio do MEDO continuar crescendo?????
À medida que viajava pelo tempo, de repente alguns membros da família divina de Anu começaram a compreender como um raio que golpeava seus cérebros cansados, que Marduk eram eles mesmos. Ele era o inconsciente coletivo da família de Anu projetado sobre a Terra.

Tinha criado do mesmo modo como tinham criado tudo em suas vidas. Cada um deles tinham dado a luz ao Marduk nesta dimensão. Obviamente, se o haviam criado, também podiam se desfazer dele. Mas como?

Anu nos encoraja a lembrar: Marduk, o 4º aspecto dimensional de Satã, faz parte das Casas Reais de Avyon e Aln, e, portanto, é da família.

Marduk concordou em representar seu papel como líder das Forças Escuras, para dar à Humanidade as necessárias oportunidades para sua evolução espiritual.

Sem este seu esforço em benefício da Humanidade ela não poderia evoluir, pois não haveria nenhuma negatividade.

Marduk está pronto para voltar para casa!!!! Como você sabe, é muito mais difícil representar o papel do vilão do que representar o papel do herói.
Marduk será contido, e serão cada um de nós que o pararão, não com força, violência, mas com amor, através da integração do lado escuro de nós mesmos e, portanto, de Marduk e as forças dele. Assim anuncia Anu.
E a Agenda Pleidiana/Nibiruana é “Tomem de volta seu poder, para os Nibiruanos isso ocorre através da recodificação do DNA.

Agora é o tempo. Vocês, os Sirianos Etéricos, são os herdeiros deste planeta. Reivindiquem seu direito inato, dado a vocês há tanto tempo atrás pelos Fundadores.

Os Nibiruanos Avyonianos (pleiadianos) sua raça paterna, seus irmãos e irmãs, os Sirianos Aquáticos e os Sirianos Crísticos, estamos aqui para ajudá-los. Vocês só têm que estender a mão e convidar.”


 fim

Material livre para divulgação.
Por gentileza, respeite os créditos citando as fontes.
Esse texto não é ficção, foram baseadas nos livros de
Rodrigo Romo, Zecharia Sitchin, Martim Claret
Autor do texto Vicente Chagas (Projetovega-Ufo)
Edição, elaboração e fotos:
Angel Lux

A HISTÓRIA DA HUMANIDADE (6)

Elementos Radioativos na Terra – Gandiva Yoga

Os jogos estavam cada vez mais quentes.

Marduk estava conspirando e planejando.

Nergal, seu irmão inimigo, não se deu por vencido depois da derrota de sua aliada Inanna.

Ele agora estava formando alianças com outros enlilitas, os inimigos de seu pai Enki.

E tudo na Terra continuava girando entre as velhas intrigas dos irmãos Enki e Enlil, porém Marduk ganhava um desproporcional e cada vez maior destaque.

Com a animosidade entre os filhos de Enki e Enlil se concentrando na atmosfera da Terra.

Das profundidades do Reino Serpente, onde estavam Matali, Tara e sua convidada especial Inanna, podia ser observado como os deuses se aproximavam cada vez mais da sua destruição.

Os filhos de Enki cresceram conscientes de que toda a Terra lhes teria pertencido se não fosse por Enlil e seus filhos.

O rancor e aversão que Enki sentia por seu irmão Enlil se infiltrou nas vidas de seus filhos como um veneno. Os enkitas estavam apaixonadamente decididos a vingar-se e se opunham a cada passo que dava Enlil.

Nabu

Como Enki perdeu o controle sobre seus filhos, o ódio deles afundou a família.

Marduk e seu filho Nabu trataram de arrebatar o poder a seus próprios irmãos.

Nergal foi o único irmão que não estava disposto a entregar todo seu poder a Marduk e opôs a maior resistência chegando até a formar uma aliança com Ninurta, filho de Enlil.

Ninurta comandava os esquadrões de vôo enlilitas que patrulhavam a Terra. Ele tinha conduzido as famosas Hordas Gutianas para a Acádia para destruir o que ficara dos exércitos de Inanna.

Também foi encomendada a Ninurta a tarefa de recuperar os sistemas de águas do Eufrates depois que Marduk os tinha poluído.

Ninurta – Gula
Ninurta e sua esposa, Gula, estavam na cidade de Lagash.

Ninurta, a quem adorava voar e comandar a força aérea, também era aficionado à construção e a engenharia.

Esperava ansiosamente o desafio de limpar o rio.

Mas detestava o assunto de governar e não tinha paciência para a vida social que suportam estes deveres.

Sua esposa Gula estava muito dedicada a ele mas Ninurta era muito esquisito para ser companhia de alguém.

Talvez ele tenha levantado uma parede a seu redor para desviar os constantes cuidados de Ninhursag, sua dominante mãe. Ninurta ficou muito introvertido, descuidou do controle do governo e desaparecia durante dias.

Escapava em sua nave favorita, o Pássaro Negro.
Ele queria construir pirâmides; dos tempos da guerra sentiu inveja das grandes pirâmides do Egito – o que afinal era algo comum na família de Anu, a inveja, especialmente do Egito – e convidou aos arquitetos que haviam realizado o desenho e construção de Gizé para que começassem a trabalhar na Suméria.
Isto o manteve ocupado por um tempo perto de casa, por isso sua esposa se alegrou. Mas paulatinamente a tentação de voar sozinho em sua nave o venceu. 

Afastou-se de toda civilização e voava sem cessar através de montanhas longínquas. Ali formou uma legião de lutadores e lhes ensinou as artes marciais. Desfrutava muito da companhia destes homens rústicos.

Ninurta
Ninurta estava enfastiado do estilo de vida de sua família, os deuses. 

Preocupado por seus conflitos eternos, ele recordava sua infância quando a Terra era ainda uma aventura desconhecida.

Desejava essa época quando estava livre das enormes responsabilidades de ser o filho de Enlil. Ninurta é uma pessoa muito complexa, atormentado pela carga de seus deveres e uma necessidade premente de simplesmente ser um garotinho brincalhão, o garotinho que talvez nunca tinha sido.

Como Ninurta estava fora por longos períodos, Marduk começou a olhar a Babilônia e suas cidades circundantes.

Ele e seus seguidores começaram a infiltrar-se nos povos da campina e, empregando hologramas, aparecia-se ante os líderes de certas tribos identificando-se com diversos nomes. 

A estas tribos lhes incentivou a que se inclinassem e adorassem ao Deus Marduk.

Ele executou muitos milagres de hologramas para as pessoas, deu-lhes poder e riqueza e lhes advertiu que os deuses de Enlil e sua classe eram deuses falsos. Dizia-lhes que aqueles que não o adorassem seriam castigados; condenados ao inferno para sempre.
Planeta Marte

Durante este período, a motivação de Marduk era trabalhar em seu mais novo plano para a dominação mundial. Desta vez isto envolvia a construção de uma poderosa arma no planeta abandonado, Marte.

Durante séculos, os humanos tinham sido preparados para adorar algo que estava fora deles, ou seja a família de Anu, os Deuses.

Contra esta manipulação, eles tinham muito pouca defesa.

Qual dos deuses era verdadeiro?

Certamente todos os deuses eram volúveis; mais de uma vez tinham deixado os humanos abandonados à sua sorte.

As pessoas das tribos raciocinavam que possivelmente deveriam adorar ao deus que lhes proporcionasse o melhor, ou que talvez seria melhor obedecer àquele que ameaçava com castigos horríveis.

FOTOS DE MARTE NA ATUALIDADE, TIRE SUAS CONCLUSÕES:

O complexo de ruínas da cratera Victória em Marte
Lembra muito o templo de Abul-Simbel no nosso Egito
Formação de UFOS – imagem capturada pela sonda da Nasa
Nitidamente uma estátua Anunnaki

Marduk 
Deus Marte da Guerra

Marduk era um gênio para confundir as pessoas. Começou a ganhar na devoção dos Lulus ao corromper levemente o poder dos outros deuses. 

A ciência do controle mental e a propaganda para lavar o cérebro estavam em suas primeiras etapas.

Devido à ausência de Ninurta, Enlil teve que nomear alguém mais idôneo e estável para a tarefa de governar a Suméria.

Escolheu ao pai de Inanna, Nannar.

Da cidade de Ur, Nannar e sua esposa, Ningal, começaram a reconstruir as rotas comerciais normais e a restaurar a agricultura e os negócios na área.

Os templos reataram suas atividades normais e se construíram novos zigurates.

Não obstante, as coisas não estavam bem de tudo. No ar da Terra se sentia a fricção e o antagonismo. Era como se o planeta fosse um ser que não pudesse suportar os ódios e disputas dos deuses.

Uma sensação de ansiedade começou a rodear tudo. A ambição e a avareza corriam rápido por toda a Terra; logo que se inaugurava uma monarquia era destronada por outra. 

As escaramuças aumentavam enquanto os estados de ânimo se exacerbavam. Os olhos de Marduk liam por cima de seus futuros domínios.


Podem ler a história deste tempo, pois se escreveu muito nas tabuletas de argila. Marduk e seu filho Nabu lutaram sem cessar para ganhar o território e controle do porto espacial. Ao lado de Enlil estavam Nannar, Utu, Ninurta e Nergal, este último, filho de Enki.
Para acabar com essas horríveis guerras, Matali foi visitar seu velho amigo Enki. Matali sempre tinha estado ao comando da nave pessoal de Enki e os dois tinham passado muitas horas juntos. Matali rogou a Enki que falasse com seus filhos.

O que se obteria com toda esta luta? Com certeza a Terra e sua gente só sofreriam mais. E se os filhos de Enki e Enlil morressem na batalha?

O que sobraria a um dos dois patriarcas? O resultado desta guerra só poderia ser a aniquilação mútua, posto que ambos os lados tinham armas poderosas.

Se Anu escolher o Gandiva, ninguém poderia evitar a aniquilação. Quem poderia predizer o fim de uma guerra tão devastadora?

Enki

Depois de escutar Matali, Enki visitou seu filho Nergal e tratou de ponderar com ele sobre os conselhos de Matali. 

Mas Nergal se negou; ele sempre tinha acreditado que Enki preferia a Marduk.

A verdade era mais comovedora: Marduk exercia uma forma sutil de controle mental sobre seu pai e Enki era simplesmente impotente em presença de Marduk.

Nergal se zangou muito pelos esforços de Enki para que se obtivesse a paz com Marduk.

Enfurecido, disse a Enki que partisse e amaldiçoou tanto a seu pai como a seu irmão, prometendo destruí-los.

Sozinho, o pobre Enki chorou tristemente. Não sabia o que fazer e recordava as épocas mais felizes, as festas de Antu.
Os profetas da fatalidade começaram a multiplicar-se por toda a Terra.

Todo sacerdote e adivinho contava histórias da destruição que se avizinhava e oráculos em todos os templos profetizaram o fim do mundo.

Muitas das predições foram absurdas e nunca se cumpriram, mas era como se a gente estivesse viciada nestes pronunciamentos. Quanto mais horrorosas eram as predições, mais gente pagava para as escutar.

Os profetas estavam na verdade fazendo seu agouro! É possível comparar com o que acontece agora com a aproximação do ano de 2012, por exemplo. 

Em pouco tempo, muitos filmes vão ser lançados no circuito comercial e as pessoas em todo o mundo vão pagar mais caro e lotar mais as salas daqueles filmes que trouxerem as predições mais horrorosas.
Levantaram-se novos edifícios para abrigar os Lulus que desejavam reunir-se para encher-se de temor.

Entre as profecias mais populares estavam os contos de escassez de alimento e a devastação de cidades inteiras, enquanto que os terremotos e dilúvios lutavam pelo segundo lugar.

Os Lulus gastavam todo seu dinheiro por vir e escutar estes contos, que os assustavam até a loucura.

Este temor gerava uma energia da qual Marduk aprendeu a alimentar-se, e começou a fomentar o medo projetando imagens holográficas no céu e criando cenas aterradoras.

Brincou e fez muitas experiências com a energia desse temor, manipulando-a e modificando-a para saciar seu apetite.

Era melhor que a carne humana e mais fácil de administrar.

As profecias se tornaram realidade. Num dia terrível, os exércitos de Marduk caíram sobre Nippur, à cidade sagrada de Enlil.

Ninurta chegou com suas tropas para defendê-la, mas o templo e os tronos sagrados já estavam destruídos.

Enlil respondeu de uma maneira implacável ordenando a destruição da Babilônia, a cidade preferida de Marduk, assim como de todos os seus centros logísticos.

Enlil reuniu o conselho de guerra e fez a Anu a temida pergunta.

A arma Gandiva só podia ativar-se sob a ordem de Anu porque, uma vez desencadeada, não se podia predizer o resultado. Nergal tratou de reunir-se pela última vez com seu irmão Marduk.

Se este renunciasse a suas pretensões de domínio supremo, o Gandiva permaneceria inativo.

Enki, que estava presente com Marduk e Nabu, parecia estar em um estado de cegueira, como se sua vontade tivesse sido minada. Sumido na escuridão, Enki jogou sua ira e frustração sobre Nergal, pelo que a ira deste aumentou. Decidido a usar o Gandiva, Nergal deixou Marduk e seu pai. Agora já nada poderia detê-lo.
Todos os deuses estavam conscientes dos perigos possíveis do Gandiva. Inclusive Marduk sentiu medo quando se deu conta de que seu irmão Nergal estava disposto a usá-lo.
Anu
Anu se encheu de angústia. A inveja de seus filhos tinha levado a Terra a este estado.

Deu-se conta de quão fraco se tornou seu filho Enki e preferiu destruir as cidades e o porto espacial do que permitir que tudo ficasse nas mãos do turbulento Marduk.

Anu e Enlil viam algo escuro, quase perverso em Marduk e suas ambições. Ele queria se apoderar do planeta Terra, arrebatar o poder de Anu e inclusive governar as Plêiades.

Converteu-se em uma ameaça séria, uma espécie de máquina que devorava tudo o que encontrava no seu caminho. Sem sentimento, sem coração, sem gozo de ser, só pensava em uma conquista desumana.

A vitória dele na Terra não veio sem um preço. 

Foi decidido pelo Conselho de Nibiru, usar a bomba de plutônio para neutralizar completamente as instalações espaciais e outras áreas críticas.

Anu desencadeou o Gandiva.

“Uma labareda de luz, afiada como uma lâmina de barbear e mais forte que o sol, com um movimento em forma de zig-zag. Embora apontada para objetivos específicos, esta arma da perdição não fazia distinções.”

Não só se destruiu o porto espacial; muitos outros lugares importantes para Marduk do ponto de vista logístico desapareceram.

A península do Sinai foi destruída totalmente. Mas havia algo primitivo que não tinham planejado e que não podiam controlar: o vento.

A radiação da bomba foi levada pelo vento para as cidades da Suméria, matando os habitantes e devastando a área circunvizinha. 

Levaria muitos, muitos anos até que a área voltasse a se tornar adequada para habitação humana.

É irônico que o nome de Enlil pode significar “O Senhor do Vento”, mas nesse momento nem Enlil nem nenhum outro deus pôde controlar os ventos que sopravam sobre a Suméria.

Nuvens de radiação arrasavam as planícies matando todo ser humano e animal no seu caminho.

O envenenamento por radiação desintegrava as células de seus corpos, a pele caía de seus ossos, seu sangue se evaporava nos ardentes ventos e morriam em meio de uma dor aguda.

Abraão

Os que estavam na periferia foram os que mais sofreram porque sua morte foi mais lenta.

As terras ficaram negras com os fogos nucleares e as águas ficaram envenenadas.

Esta operação aconteceu em 2.024 A.C e foi realizada com êxito.

Era o único modo que Anu acreditou possível para impedir Marduk de tomar o controle das instalações espaciais e depois partir para o controle de todo o sistema estelar das Plêiades.

O Conselho Nibiruano escolheu Abraão para levar a bomba, guardada na Suméria, até a estação espacial, para detonação por Uta, filho de Enlil e um comandante em chefe da estação.

A bomba causou a destruição de todas as instalações espaciais, junto com as cidades de Sodoma e Gomorra, que foram destruídas na explosão por estarem perto das instalações espaciais.

Isto transformou em deserto o que antes era uma luxuriante área subtropical do planeta, e Sodoma e Gomorra foram para o fundo do Mar Morto, há pouco formado.

Abraão, nascido de uma família Real de sacerdotes Nibiruanos, recebeu esta área como legado.

Ela ficou conhecida depois como Canaã.

Muito tempo depois seus descendentes a reivindicaram de outras tribos, com a ajuda de outro descendente dos Nibiruanos, Moisés.

A salvo em suas naves, os deuses observavam uma vez mais como seu frenesi destruía, de novo, milhões de vidas.

Povos inteiros desapareciam; animais e colheitas, pontes e zigurates desapareciam da superfície do planeta, enquanto a Terra se agitava violentamente.

O que tinham feito eles? 

Somente uns quantos sobreviventes permaneceram em meio da espantosa devastação do que uma vez foi um planeta verde e formoso. A violência do Gandiva e as nuvens de radiação criaram um impacto que se converteu em uma onda que enviou um sinal para o sistema solar.

Movendo-se além dos últimos planetas do sol, o sinal viajou por toda a galáxia até chegar a outros setores.


Além da vastidão do espaço, o sinal foi recebido pelo Conselho da Federação Intergaláctica. Esses pleidianos que se divertiam no planeta Terra tinham ido muito longe; teriam que detê-los.

Um comportamento tão irresponsável era inadmissível. Tinham alterado o equilíbrio de todo o universo.

Fez-se um chamado e todos foram citados ao Grande Salão do Conselho da Federação Intergaláctica.

Os membros da família de Anu haviam estado tão entretidos em seu jogo e em suas brigas que esqueceram por completo do resto do universo.

Quem eram estes intrusos que se atreviam a interromper o seu jogo?

Anu sabia muito bem quem eram eles e convocou a todos com autoridade

 Continua Parte 7

Material livre para divulgação.
Por gentileza, respeite os créditos citando as fontes.
Esse texto não é ficção, foram baseadas nos livros de
Rodrigo Romo, Zecharia Sitchin, Martim Claret
Autor do texto Vicente Chagas (Projetovega-Ufo)
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A HISTÓRIA DA HUMANIDADE (5)

(Sargon) Sargão, O Grande – A Acádia de Inanna

Sargão foi o amor da vida de Inanna na Terra. Juntos fizeram amor apaixonadamente, tiveram formosos bebês e fundaram reinos grandiosos.

Ela o viu pela primeira vez em seu templo. Ele era o copeiro de Ur-Zababa, rei da cidade de Kish.

Chamou-lhe a atenção porque era muito parecido com seu pai Nannar. Tinha os mesmos olhos. Embora ninguém sabia com exatidão quem era o pai de Sargão, Inanna tinha suas suspeitas.

A mãe de Sargão era uma sacerdotisa em um dos Templos do Amor. Quando nasceu, ela o envolveu em mantas em uma cesta de juncos e o colocou no rio.

Enquanto ela orava, cuidadosamente observava como flutuava até chegar a um homem chamado Akki que estava encarregado de irrigar os campos com água do rio.

Akki tirou Sargão das águas, adotou-o como seu filho e lhe ensinou a cuidar do jardim. À medida que crescia, suas qualidades inatas de liderança o levaram até a corte de Kish.

Mas foi sua beleza e seu humor o que induziu a Deusa a amá-lo. Era alto e forte, de maçãs do rosto altas e finas maneiras. Era extremamente inteligente e seu próprio ser impunha lealdade.

Inanna sentiu-se atraída desde o primeiro momento em que o viu e ele sentiu o mesmo.

Foi como uma super voltagem em seus corpos, conta a Deusa.

Ele não tinha medo dela nem era tímido.

Ele sabia o que ela queria e tomou-a como a um deus; a cópula foi divina.

Ao princípio permaneceram em um estado de êxtase durante mais de duas semanas. As portas douradas dos aposentos de Inanna estavam trancadas com a poderosa espada de Sargão e unicamente deixavam que de vez em quando os serventes trouxessem vinho e comida. Não necessitavam de comida, viviam do néctar do amor e paixão.

Seu único desejo era jazer entrelaçados nos braços um do outro e passar horas simplesmente tocando e explorando com seus lábios e pontas dos dedos o recém-achado território de seus corpos.

Seus olhos desejosos procuravam profundamente o do outro como se já tivessem estado juntos antes e de algum modo tivessem sido separados. À medida que se perdiam na união, fortaleciam-se e se convertiam em um.

Às vezes, nas agradáveis tardes, banhavam-se nas piscinas do jardim sob árvores frutíferas à luz salpicada do sol.

Inanna trajava apenas suas jóias; colares de ouro, lápis lázuli e pérolas caíam sobre os seios nus.

Uma cadeia de diamantes lhe dava a volta à cintura e braceletes de esmeralda adornavam suas pernas e tornozelos.

Sentado sobre as águas com flores fragrantes que os rodeavam, Sargão beijava seu corpo com ternura, acariciava seus peitos firmes e tomava o tempo certo para excitar a poderosa força da paixão da Deusa.

Sua virilidade a satisfazia à medida que ondas de prazer murmuravam por todo o seu ser. Os dois corpos pareciam dissolver-se, palpitavam como uma luz branca à medida que se convertiam em um oceano de criação eterna.

A consciência de dois como eles ficava no vasto silêncio da eternidade e seu prazer se convertia em música nos reinos mais elevados.


Sargão adorava Inanna e ela o converteu em seu rei. Como tudo o que tocavam prosperava e florescia, construíram um reino novo ao que chamaram Acádia. 

Ali desenharam e fundaram uma bela cidade nova, Agade. No Agade construíram um maravilhoso templo dedicado a Inanna chamado Ulmesh que queria dizer suntuoso e rutilante, como certamente o era.

Aos músicos eram dadas instruções para que tocassem dia e noite em seu templo. 

O povo era feliz e próspero; suas casas eram construídas com lápis e prata. 

Em suas adegas abundavam os grãos e as frutas, os velhos e as mulheres respeitavam-se e a juventude do casal real-divino radiava com a beleza da confiança. 

Os pequenos jogavam alegremente nesta cidade de amor. Sargão o Grande e sua querida Inanna governavam o reino mágico da Acádia. Este foi um período extraordinário.


Quando Acádia estava firmemente estabelecida, Inanna começou incitar a Sargão que tomasse mais terras.

Os Lulus estavam brigando entre eles mesmos e Inanna convenceu a seu irmão Utu de que uma união com Sargão traria um tempo de paz e abundância do qual poderiam todos serem beneficiados.

Utu se reuniu com seu pai Nannar e com seu avô Enlil.

Sargão caiu extremamente bem a Enlil; possivelmente recordava a seu próprio filho Nannar. Enlil concedeu a Sargão a monarquia na Suméria e Acádia.


Inventaram uma nova caligrafia chamada acadiana para anotar os lucros.
Eles nunca poderiam ter feito todas estas conquistas de tanto alcance sem a aprovação de Enlil. Em anos posteriores, Inanna esqueceria este fato duro e frio.
A época de Sargão, segundo a contagem do tempo terrestre foi 2.334 – 2.279 a.C. Seu reinado foi um tempo de muita glória para Inanna.

Nesses dias ela era a Rainha do Céu e da Terra no trono. Enlil permitiu a Sargão que conquistasse o mundo conhecido do Egito até a Índia e fizeram alianças e acordos comerciais com Ninurta, Nergal e Ningishzidda.

Por suas rotas passavam livremente os grãos e o vinho, o cobre e o ouro e toda classe de mercadorias. O povo enriqueceu e inclusive os deuses pareciam estar satisfeitos.

Mas de conformidade com o defeito humano da arrogância, Sargão cometeu um grave engano. O poder lhe tinha subido à cabeça. Começou a pensar que era igual aos deuses e tristemente começou a beber em excesso.

Enheduanna

Sargão e Inanna haviam trazido para o mundo uma formosa menina cujo nome era Enheduanna.
Ela era como Inanna, formosa e teimosa. Tinha o dom da poesia e passava horas compondo hinos à grandeza de seu pai, a suas conquistas e a sua beleza física.

Estava apaixonada por seu pai e decidida a separar o casal real-divino.

Inanna não podia culpá-la por seus sentimentos; não havia ninguém em seu mundo que se igualasse a seu pai. Mas seus constantes cuidados tiveram um efeito insidioso em Sargão.

Ela se fez sacerdotisa para não ter que casar-se e esperou Sargão no templo. Recitou-lhe seus poemas, encheu seu ego de sonhos de juventude e virilidade e lhe serviu vinho. Sargão queria desesperadamente realizar um ato heróico para agradar à sua filha.

Havia um templo na Babilônia que tinha sido consagrado por Marduk. Era algo sagrado para ele e era sua maneira de manter suas garras sobre a Babilônia durante seu período de exílio.

Ele sempre tinha sido muito suscetível e possessivo quanto a Babilônia. Sargão concebeu uma cerimônia na qual transladou o chão sagrado a um novo lugar onde serviria como a base simbólica para uma nova Babilônia que ele construiria. Não se imaginou que este ato traria graves conseqüências.

Quando Marduk se inteirou do sacrilégio, levou a arma Pasupata Plasmon à sua espaçonave e voou sobre os campos da Acádia e Suméria.

Ondas de radiação de alta intensidade destruíram as colheitas em questão de minutos, o que produziu um período de escassez que obrigou o povo a rebelar-se contra Sargão.

Ele se viu obrigado a reprimir centenas de rebeliões. Homens que uma vez o amaram e o adoraram levantaram suas espadas contra ele e os louvores se converteram em maldições à medida que os Lulus, mortos de fome, viam que suas crianças morriam em seus braços. O império começou a desintegrar-se

Inanna não estava envelhecendo mas Sargão sim. E começou a cair ante seus olhos. Com horror via como suas bebedeiras se convertiam em um pesadelo.

Inclusive começou a amaldiçoar a sua amada Inanna. Sargão se mudou para o templo para estar perto de Enheduanna.

Na noite Inanna jazia sozinha na enorme cama de cedro que tinham construído para os dois.

Enquanto brisas suaves moviam as cortinas brancas de seda através da cama, atormentavam a Inanna as lembranças agora dolorosas de sua magnífica paixão e uma fria solidão se apoderou de seu coração.

Ela não podia permitir que tudo o que tinham edificado se esfumasse…

Os tempos pacíficos, as belas cidades. Tinha que mudar o destino, tinha que lutar. Não estava disposta a perder o que tinha construído e não importava a ela o que custasse.

Enheduanna

A imagem de Sargão em sua cama agonizando e tremendo, com Enheduanna a seu lado, ainda está cravada em sua memória

Poderia ser este o mesmo homem cuja força a tinha levado ao êxtase, o mesmo homem a que ela tinha coroado como rei?

Para Inanna, o final de Sargão foi uma tragédia que mudou sua vida para sempre.

Já não era a mesma; uma parte dela morreu nesse dia.

A menina exuberante que corria rindo por pisos de lápis já tinha desaparecido.

Não havia príncipe que a resgatasse ou ao seu povo.

Ela sabia que dependia de si mesma retomar o que era seu, e estava bem consciente de que os outros deuses se apressariam a reclamar suas terras se ela não lutasse.

Colocou os objetos de guerra e desfilou entre as legiões de seus soldados, montada sobre seu leão.

Reanimando as suas tropas, tirou de dentro de seu ser ferozes gritos de guerra. Seus soldados estavam impressionados; a deusa Inanna os guiaria pessoalmente à batalha.

Ombro a ombro lutou com eles como um homem enquanto se convertia na deusa da morte e da destruição.

Durante dois anos conduziu a seus dedicados exércitos à batalha e matou a milhares de homens. Um após o outro foi colocando os filhos de Sargão no trono durante sua ausência. 



Enheduanna escrevia poemas que ilustravam seus 
massacres dizendo que sua mãe, Inanna, fazia correr rios de sangue.
Ferozmente lutando pelo que acreditava que era seu, Inanna perturbou o equilíbrio dos deuses. Aconteceu uma reunião na casa de Enlil.

Enlil e Ninurta tomaram uma decisão: “teremos que deter Inanna”.

Os deuses decidiram permitir que Marduk retornasse a Babilônia. Enlil e Ninurta sabiam que Marduk com gosto cercearia as atividades de Inanna que uma vez quis enterrá-lo vivo.

Como diz o ditado, o inimigo de meu inimigo é meu amigo.

Marduk não tinha esquecido que quando estava preso na grande pirâmide de Gizé, Utu lhe tinha tirado todo o fornecimento de água e, ao chegar a Babilônia, imediatamente tomou medidas para proteger o bebedouro da cidade, o rio Eufrates.

As forças de engenharia de Marduk reduziram os fornecimentos de água às cidades circundantes, o que exasperou aos outros deuses.

Nergal
Chamaram Nergal da África para que dialogasse com seu irmão Marduk.
Nergal se despediu de sua querida Ereshkigal e empreendeu a viagem para Babilônia.

Entrou na casa de Marduk e começou a adular a seu irmão. Que façanha de engenharia tinha obtido Marduk!

Entretanto, o desvio do rio Eufrates tinha roubado a água aos outros deuses!!!

Anu e Enlil estavam contrariados.

Marduk replicou que dos tempos do Grande Dilúvio o equilíbrio de poder na Terra se trocou de uma maneira inaceitável, que tinha sido redistribuído artificialmente e que não preenchia às suas aspirações.

Adicionou que certas armas e fontes de poder tinham sido injustamente furtadas de Enki e exigiu que as devolvessem a ele, não a Nergal. Logo ameaçou que envenenaria todo o rio Eufrates se não se cumprissem suas demandas.

Inanna sempre gostou muito bem de Nergal, que era tão inteligente e de aparência agradável. Pensava que era uma lástima desperdiçá-lo com sua irmã Ereshkigal. Enki já tinha perdido o controle sobre seus filhos fazia anos. Nergal e Marduk estavam agora a bordo de uma verdadeira disputa fraternal.

Se a Deusa pudesse se aliar com Nergal, ele poderia ajudá-la a obter suas ambições. Assim preparou um jantar tranqüilo para seu cunhado Nergal. Ele aceitou com prazer o convite.

Estiveram totalmente de acordo, fizeram planos, fizeram amor. A família de Anu era ególatra e narcisista. Era muito fácil os motivar à guerra ou a paz porque só os moviam seus próprios interesses e o que os convinha nesse preciso momento. Uma vez inundados nos esforços penosos da ambição, perdiam de vista o caráter e esqueciam da verdade singela de que o caráter é o destino.

Nergal

No dia seguinte Nergal retornou à casa de Marduk na Babilônia e  negociou um acordo. 

Nergal devolveria as armas e as pedras cantantes a Marduk, mas este deveria sair da Babilônia e voar à terra das minas na África e as recuperar para si. Marduk aceitou com relutância.

Antes de partir, Marduk advertiu a Nergal que não tocasse nos controles que regulavam o rio Eufrates.

Como irmãos são irmãos, no momento em que Marduk saiu, Nergal entrou à força na sala de controle mas para sua surpresa descobriu que toda a sala estava cheia de armadilhas.

Quando Nergal desmontou os controles, soltaram-se venenos no rio. Marduk também inventou um mecanismo que alterava os satélites que regulavam o clima no caso de alguém destruir sua sala de controle.

Sobre a Babilônia os céus se tornaram negros, aumentaram as tormentas, os rios se poluíram e toda a área da Acádia e Suméria ficou devastada. 

Enki apreciava muito o sistema de águas da Suméria e não podia suportar que o Eufrates estivesse envenenado. Furioso culpou a seu filho Nergal desta ofensa destruidora.

A esta ira Nergal reagiu cancelando a elevação de uma estátua de Enki que já estava planejada. Só para provar sua ira, e por sugestão de Inanna, Nergal queimou a casa de Marduk.

Naram-sin

Como Marduk estava na África, pelo menos temporariamente, Inanna colocou no trono da Acádia a Naram-sin, neto de Sargão.

Seu pai Nannar adorava esse moço e Nergal também o apreciava. Sua aliança com Nergal, apoiada em sua inimizade com seu irmão Marduk, deu-lhe tanto poder que  Naram-sin  e ela puderam continuar guerreando e conquistando territórios por um tempo.

Suponho que já estava tornando-se um pouco agressiva e a brutalidade da guerra a estava mudando.

Algumas das histórias sobre Inanna eram verdadeiras, outras não.

Ela entregava os escravos capturados aos campos de trabalho. Impulsionada pela ira, a ambição e sua solidão, tornou-se desumana.

Sentia-se e comportava-se como uma loba encurralada. As ações de sua vida estavam começando a aparecer em seu rosto. Sua beleza estava se convertendo em algo duro e cruel. 

Colocava mais pintura mas isso não servia. Era colérica e irritável, exceto quando queria algo. Voltou-se manipuladora para obter o que queria; era uma hárpia, uma beleza convertida em besta.

Naram-sin

Naram-sin teve muito êxito e se escreveu sobre suas campanhas nas tabuletas de argila. Mas um dia foram muito longe.

Chegaram até as Montanhas de Cedro do Líbano, muito perto do porto espacial.

Enlil reuniu aos deuses e todos ficaram de acordo:

“Inanna tinha começado a guerra e teria que detê-la”.

Ninguém a defendeu. Emitiu-se uma ordem para a sua detenção.

Ela não iria permitir que Enlil a pusesse na cadeia, de modo que escapou em sua nave.

As tropas de Enlil chegaram até seu templo de Agade e, ao ver que ela não estava, levaram todas as armas e fontes de poder.

Palácio de Nergal
Inanna escondeu-se no palácio de Nergal na Etiópia, 
onde ele todos os dias lhe dava informações sobre o que acontecia.


Ruínas do Palácio de Nergal

Entre os deuses começou a circular o rumor de que a Deusa tinha desafiado a Anu. Isto era falso, mas proporcionou a Enlil a desculpa que necessitava. Como castigo por desafiar a Anu, destruíram a cidade de Agade. A bela cidade de prata e lápis que Sargão e ela tinham construído devia ser vaporizada. Atiraram os raios antimatéria e Agade se esfumou. Até este dia ninguém descobriu o lugar onde uma vez existiu sua querida Agade.

Ruínas do Palácio de Agade

Enlil, com seu estilo firme, trouxe seus homens da montanha, as hordas gutianas para que tomassem Acádia. Aqueles que eram leais a Inanna foram degolados. Como ela não estava lá para as guiar, suas legiões se desmoralizaram e fugiram para os estepes.

No palácio de Nergal lhe sobreveio uma depressão que nunca antes havia sentido. 

A derrota e a perda plasmaram seus feios rostos sobre seu corpo enquanto ela sentava abatida sobre seu trono durante dias. Ninguém a podia convencer para que comesse ou falasse.

Sonhou que estava engatinhando por um deserto. Sua querida Ninhursag a chamou com o apelido que lhe pôs quando era uma garotinha: “Nini! Nini!”

Viu o rosto triste de Dumuzi, o marido que não tinha amado.

Sentiu o eco da risada assassina de sua irmã Ereshkigal. Por um momento sentiu a carícia tenra de Sargão, unicamente para se encontrar em um ninho de serpentes.

Corria assustada em uma gelada noite e se viu apanhada em uma teia com uma enorme aranha cujos olhos vermelhos e garras cortantes estavam prontas para a devorar. Despertou gritando… gritando.

Era ela, Inanna, vulnerável? Era tão diferente de quantos escravos tinha capturado ou às mulheres que haviam lhe trazido taças douradas de vinho? Estava de algum modo limitada em seu poder? Por que estava aqui, vivendo neste corpo azul?
Ningal

Sua mãe Ningal lhe enviou uma mensagem suplicando que retornasse a casa.

Prometeu que ali estaria a salvo em seus braços.

Deu-lhe sua palavra de que seu pai Nannar tinha garantido amparo contra as acusações.

Segundo ele, ela já tinha sido castigada o bastante.

Ningal orava para que sua filha retornasse para casa, mas ela devia renunciar a seus caminhos aventureiros e inovadores.

Com prazer, Inanna viajou a Ur, o lar de sua querida mãe Ningal.

Inanna, outrora Rainha do Céu, foi à casa de sua mãe…

 Continua Parte 6

Material livre para divulgação.
Por gentileza, respeite os créditos citando as fontes.
Esse texto não é ficção, foram baseadas nos livros de
Rodrigo Romo, Zecharia Sitchin, Martim Claret
Autor do texto Vicente Chagas (Projetovega-Ufo)
Edição, elaboração e fotos:
Angel Lux

A HISTÓRIA DA HUMANIDADE (4)

Marduk e Inanna brigam pelo Egito


“‘Vós sois bons quando vos tentais dar. No entanto, não sóis maus quando procurais proveito. Pois quando procurais proveito não passais de uma raiz que se agarra a terra e lhe suga o seio.

Com certeza que a fruta não pode dizer à raiz: ‘Sê como eu, madura e cheia e sempre abundante’. Pois para a fruta, dar é uma necessidade, tal como receber é uma necessidade para a raiz.

Vós sois bons quando estais completamente despertos. No entanto, não sois maus quando dormis enquanto a vossa língua murmura sem sentido. E até um discurso sem sentido pode fortalecer uma língua fraca.

(…) E pelo mal que fazeis devereis bater à porta dos abençoados e esperar. O vosso interior é como o oceano; Permanece para sempre imaculado. E, tal como o etéreo, só ergue os seres alados.

O vosso eu interior é como o sol; Não conhece os esconderijos da toupeira nem procura as tocas da serpente. Mas o vosso eu interior não habita sozinho dentro de vós. Muito de vós ainda é humano, e muito não é “….

Inanna – Felinos
O maior desejo da Deusa Inanna era governar o Egito.

Depois da Babilônia e das cidades sumerianas, esta era a região mais cobiçada pelos deuses empreendedores da família de Anu, porém desde os tempos mais antigos, era também uma região protegida pela hierarquia dos felinos, os guardiões temporários do planeta.

Com a chegada da família de Anu, muitos dos deuses regentes mais novos, ignoravam completamente a existência de alguma hierarquia, além de si mesmos.

E no momento em que o Egito alcançou o seu apogeu e a sua missão para aquele momento, começaram as disputas entre Inanna e Marduk sobre quem reinaria no Egito.

Inanna e Dumuzi

O Egito era tão rico. Dumuzi, o marido de Inanna, era muito fraco para apropriar-se dele por si só.

Porém a Deusa acreditava que com a ajuda e resolução que possuía, o Egito poderia ter sido domínio de Dumuzi e ela teria sido sua rainha.

Porém Marduk estava decidido a frustrar as ambições de Inanna.

Marduk – Dumuzi
Marduk matou o próprio irmão Dumuzi.

Houve uma investigação depois da morte de Dumuzi.

Marduk alegou que, embora ele tinha dado a ordem de deter a fuga do irmão, a morte de Dumuzi tinha sido um desafortunado acidente, a conseqüência de tropas muito agressivas.

Durante a guerra, porém, Inanna obteve fama por sua coragem e domínio das armas.

Quando escutou a desculpa tão patética de Marduk pelo assassinato de seu marido, perdeu a razão.

Anunciou sua determinação de acabar com Marduk.

Como tinha a reputação de uma combatente aguerrida, e que inspirava temor, Marduk fugiu para esconder-se no Ekur – A Grande Pirâmide.

Inanna também voou para as pirâmides.

Inanna

Vestida com uma armadura de ouro e brandindo suas armas, de uma forma arrogante ordenou a Marduk que saísse.

Ele não a obedeceu, e Inanna perdeu a calma, lhe lançou toda classe de maldições e levantou seu raio de plasma e começou a disparar aos lados da grande pirâmide.

As pedras do Ekur começaram a tremer.

Foi um espetáculo. Inanna com seus peitos ao ar e formosa desatou sua fúria pasmosa – eles eram deuses muito apaixonados.

Todos, na família, contavam piadas depreciativas sobre a operação da cauda de Marduk, e ela lhe gritou para todos ouvirem muitas qualidades negativas que pudessem desafiar Marduk: Grande Serpente e outros nomes .

Utu

Os outros deuses estavam se pondo nervosos. O irmão de Inanna, Utu decidiu chamar Enlil e, conscientes de que Anu é a única pessoa que Inanna escuta, Enlil o chamou.

Sobre os céus de Gizé apareceu um holograma de Anu.

Ele rogava a sua amada Inanna que desistisse de sua ira. Anu sabia que Marduk tinha escondido armas no Ekur e não queria que sua Inanna fora machucada.

Anu a aconselhou que levasse Marduk a julgamento diante dos deuses. Ela aceitou porque depois de tudo não sabia como ia entrar na pirâmide e já estavam acabando as suas munições.
Os Deuses nunca antes tinham tido um julgamento real. Com Enlil, anteriormente, o tinham banido por violar a sua futura esposa, mas nunca foi processado em uma corte.

Ninguém sabia o que fazer e ninguém queria julgar a outro deus por algo que eles poderiam fazer mais tarde. Abriria-se um precedente de castigo que algum dia recairia sobre eles.

Posto que Marduk tinha contratado alguém para que matasse Dumuzi, seria seu crime punível com a pena de morte? Ninguém queria pronunciar uma sentença de morte sobre um membro da família de Anu.
Disseram a Inanna que ela fizesse por si mesma a punição, e sua adrenalina ainda estava fluindo. Ocorreu a Deusa o castigo perfeito: selar Marduk dentro do Ekur, ou seja, enterrá-lo vivo, sem comida e sem água.

Como ninguém queria tomar a iniciativa, todos estiveram de acordo com seu plano, enterraria-se vivo Marduk no Ekur. Inanna estava feliz.

A Deusa sabia que sem água e comida, a energia da pirâmide manteria vivo Marduk por um tempo. 

Isto lhe assegurava uma morte lenta, prolongada e horrível. Estava muito feliz consigo mesma. Era tão criativa e tinha vingado Dumuzi.

Não é que tivesse estado muito apaixonada por seu marido, mas tinha chegado a odiar Marduk e o queria fora de seu caminho para sempre.

Pessoalmente foi ao Ekur para as cerimônias. Simplesmente se baixaram alavancas e blocos enormes de pedra caíram um em cima do outro, selando Marduk em sua tumba.

Sarpanit

Bom, Marduk tem mãe. Ela não estava muito feliz com o que tinha passado e começou a suplicar a Enki. 

Ainda mais patética foi à irmã-esposa de Marduk, Sarpanit, que desfilava nua dia e noite frente ao Ekur.

Fez todo um espetáculo chorando e golpeando as paredes com suas pequenas mãos que sangravam. Reuniu-se uma multidão de Lulus/humanos a observar e Enki fracamente cedeu.

Pressionou a Inanna para que se retratasse. Enki e Inanna eram muito bons amigos. Antes de tudo, ele tinha dado a ela os ME’s divinos. Então, relutantemente, aceitou que o soltassem.
A Deusa Inanna sabia que isso era um engano mas não podia discutir muito tempo com Enki.

Então aceitou com a condição de que Marduk fizesse oferendas em todos os templos da Deusa para suplicar sua piedade.

Removeu-se então a marquise da pirâmide por meio de raios de plasma poderosamente concentrados e ficou em liberdade Marduk.

Se Marduk e Inanna tinham desprezo um pelo outro antes, podem imaginar que este pequeno incidente não melhorou a relação.

Talvez de vez em quando ele despertava na noite, e ouvia os gritos horripilantes de Inanna: “Que o enterrem vivo!” Eles já eram inimigos e eventualmente procurariam a vingança.

Porém, uma vez mais, Marduk teve que pagar por suas ações. Depois de sua libertação ele foi exilado mais uma vez.

As ambições de Marduk de governar o mundo não desapareceriam tão rapidamente. Algum dia retornaria. Escuros e cavilosos, os olhos vermelhos de Marduk impregnavam a alma de qualquer ser. Era possível senti-lo esperando, conspirando em meio de sua ira silenciosa.

Com os seus planos frustrados, Marduk voltou ao Egito e se empenhou em destituir Thoth. Isto ele conseguiu. Thoth foi para a América do Sul e começou uma civilização lá.

O ano era 3.113 a.C e esse é o período que a civilização Egípcia enfrenta a decadência, depois de cumprir o seu papel de plantar a semente da civilização para o futuro.

Na América do sul, Thoth/Ningizida ficou conhecido como 
Quetzalcoatl – a Serpente Branca Emplumada

Os Nibiruanos divulgam que Thoth é filho de Enki, por isso ele também trazia a serpente como seu símbolo, o símbolo da casa de Enki/EA. 

Por outro lado, no Egito, Thoth é associado ao Carians, um grupo de seres muito mais desenvolvidos que os reptilianos e por esse motivo, no Egito, o símbolo de Thoth é a Íbis.

Enlil e seus descendentes, por sua vez, traziam a cruz como símbolo. A cruz simbolizava Nibiru e a casa de Anu.
Por volta de 2.900 A.C. Inanna tornou-se governadora de uma nova colônia no Vale Indu. A localização era a Índia dos dias atuais.

Todas as histórias registradas lá, relativas aos Nibiruanos, foram transmitidas por ela para serem escritas. Este foi o tempo em que ela se tornou a proprietária da Índia.

Seiscentos anos depois ela se apaixonou por Sargon e juntos eles construíram um novo império, que seria chamado de Império Acadiano.

Também durante este tempo, ela e Marduk lutaram amargamente muitas vezes.

As histórias de suas muitas batalhas estão registradas nos livros de história.

Sargon

“Vós sois bons quando ergueis firmemente o vosso objetivo com passos ousados. No entanto, não sois maus quando caminhais com hesitação. Até aqueles que caminham com hesitação não andam para trás. Mas vós que sois fortes e determinados, evitai hesitar ante os indecisos, nem que seja por bondade. Vós sois bons de inúmeras formas e não sois maus quando não sois bons. Sois apenas vagabundos e ociosos.”

Os Templos do Amor – A Índia de Inanna

Você não pensaria que uma tradição antiga iniciaria assim: de uma Deusa despontada.

Porém, ainda nesses tempos escuros, Inanna procura manter sua conexão com a fonte e trazer o conhecimento mais apropriado ao Kali Yuga – O Tantra – para a sua própria diversão e de seus humanos/lulus. ..


E assim foi: Após perder o marido e de uma briga muito difícil com sua meia irmã Ereshkigal, Inanna decidiu estender os seus Templos do Amor, dedicando-se à Índia meridional no Vale do Indo, onde possuía territórios que ninguém mais queria.

Às bordas do rio Indo construiu as cidades Mohenjo-Daro e Harappa.

A desembocadura do rio Indo era o centro de comércio do Leste naquela época. A Deusa concentrou-se nos cristais divinos que possuía e pôs todo o seu empenho para criar negócios e comércio entre a Suméria, Babilônia e Egito e o Vale do Indo.
 Harappa

Inanna sempre gostou muito dos tesouros da Terra e tem a habilidade para os negócios; mostrava-se como uma comerciante inata.

Seus templos eram escritórios de intercâmbio que serviam como lugares de troca e negócios com vários produtos, assim como de salões de aprendizagem e adoração.

Convidou a sua mãe, Ningal, para que ajudasse a desenhar e construir os templos.

Ela tem uma paixão pela arquitetura e trouxe consigo a sua boa amiga, Maia, a arquiteta mais famosa naquele tempo, para planejar Mohenjo-Daro e Harappa.

Maia já tinha desenhado outros templos na Suméria mas as três queriam superar as criações anteriores. Construíram umas estruturas tão formosas e valiosas que Anu e Antu vieram às admirar.

Ruínas e Artefatos encontrados – Mohenjo-Daro e Harappa

Artefatos de Lápis Lázuli encontrados – Mohenjo-Daro e Harappa

Inanna tinha grande preferência pelo lápis lázuli. Seus azuis profundos realçam muito bem os tons de sua pele, mas não havia suficiente para construir todos os templos, por isso pediu a Enki que desenvolvesse um substituto em seus laboratórios. 

Em pouco tempo tinha mais que suficiente lápis, e cobriu os pisos dos templos, as colunas e as telhas do teto com um novo lápis falso, que era o presente de Enki para Inanna.

O mármore e o ouro se mesclaram elegantemente, com turquesa, malaquita e lápis em ritmos geométricos.

Também especialmente convidou a Tara para que a ajudasse nos templos.

Tara é a esposa de seu amigo Matali, o piloto de Enki.

Matali não compreendia muito bem à família de Anu; suponha-se que os conheceu como “deuses” há muito tempo e não sentia bem vivendo junto a eles.

Ele prefere confiar no Povo da Serpente e por isso se casou com Tara, sua bela princesa da raça serpente.

A linhagem de Tara é a mais antiga no planeta Terra. Matali diz que o Povo da Serpente é muito mais sábio que o de Nibiru.

Ele contava histórias fabulosas de seu reino que está nas profundezas do planeta.

Diz que trabalham com freqüências que os nibiruanos ainda não entendiam. Porém a aquisição do poder material não lhes interessaria.

O que Inanna entendia e tinha interesse foi que Tara era a melhor bailarina que tinha visto. Ela sabia que seu estilo de balé atrairia os mercadores de todo o Leste a seus templos. Ela seria uma pessoa muito útil, de modo que a convidou a treinar as bailarinas de seu templo.

Tara é uma formosa mulher de pele cremosa verde pálido e olhos escuros doces de amêndoa que piscam como estrelas no céu noturno. 

Colares de pérolas negras e bolinhas de ouro cobriam seus firmes peitos nus.

Sua amiga Tara, por certo, a ajudou a instaurar uma cultura grandiosa e florescente.

Também convidou a Ninhursag. Ela estava dedicada completamente a administrar cura a seus queridos Lulus na pirâmide.

Seu amor e sua compaixão por todos os seres viventes a converteram na médica mais brilhante.

Tinha um grupo de enfermeiras maravilhosas que lhe ajudavam, mas estava muito sozinha.

Passava a maior parte do tempo com seu filho Ninurta.

Bom, assim era Nin, na visão de Inanna.

Inanna queria que Ninhursag fundasse o que chamamos hospitais, mas a nossa medicina moderna soa como algo absolutamente barbarizo para os pleidianos.

Eles usavam formas de pensamento e freqüência, não drogas ou bisturis. Ser a única matriarca solteira na Terra estava saindo caro a Nin, e Inanna a queria muito. 

Porém, Nin se apresentava mais competente e fresca que nunca. Nunca se sabe ao certo os seus segredos, Nin era muito reservada.

Ao observar a vida de Ninhursag, junto com suas próprias experiências, Inanna revela ter começado a sentir compreensão pela mulher. À medida que o tempo passava na Terra, os homens de sua família se tornavam mais e mais dominantes. Era como se a atmosfera deste planeta remoto os estivesse afetando a todos.

Nas Plêiades a mulher é respeitada como símbolo da grande Deusa e é tratada com consideração.

A lei pleidiana proíbe estritamente golpear ou violar a uma mulher.

As freqüências fronteiriças da Terra aparentemente produziram um giro desta tradição.

Os homens de Nibiru estavam adotando uma atitude diferente com a mulher.

Os filhos de Enki, guiados por Marduk, inventaram leis que proibiam às mulheres certas liberdades em seus territórios.

É óbvio que a Deusa estava zangada e transtornada por essas leis tão ridículas.

Então, em terras de Inanna, era enfatizado o fortalecimento e a melhora da energia feminina. Ela decidiu ensinar aos Lulus alguns dos Mistérios Pleidianos.

Quando Ninhursag e Enki criaram os Lulus, deixaram alguns componentes chaves inativos – 10 fitas de DNA.

Embora os Lulus e todos os humanos nascidos deles, incluindo os habitantes da Terra hoje, possuem os gens pleiadianos, alguns destes não funcionam, porque tinham sido desconectados de propósito.

Aos Lulus foi ensinado a chamar a família de Anu, de “divina”, mas eles escassamente o foram.

Os filhos de Anu são os adolescentes eternos, e palavras como ambiciosos os descreveriam com mais precisão. Intencionalmente tinham deixado os códigos genéticos de sua raça trabalhadora parcialmente funcionando para que fossem mais dóceis.

Inanna sabia que não podia interferir no funcionamento do DNA dos Lulus, mas ninguém podia evitar que ela lhes ensinasse certos segredos.

E como o pensamento cria a realidade, ela esperava que algumas de suas sacerdotisas e sacerdotes pudessem acender aos “genes divinos” que estão presentes em todos os Lulus e fomentar deste modo sua evolução latente por meio da secreção hormonal.

Na época atual o Samkhya é tudo o que fica da sabedoria pleidiana.

Samkhya é uma palavra sânscrita que significa “enumerar”.

O conceito Samkhya sugere que a matéria está organizada a partir de dois componentes primários, Consciência e Energia que interagem para criar o universo.

É o pensamento focado conscientemente no que move as freqüências de energia para que se convertam a si mesmos no teatro de todos os mundos infinitos e inumeráveis.

Os físicos em seu tempo presente se estão aproximando deste entendimento, mas os falta um componente e esse é o amor. Não a classe de amor que experimentaram como humanos — um pouco limitado e impossível de predizer — mas o amor como uma força primária.

A um cientista contemporâneo nunca lhe ocorreria medir um estado de consciência como o amor, mas esse é o segredo.

O amor é a peça que falta em todas as teorias de campo unificado.

O amor do Primeiro Criador é a causa principal deste universo e de todas as outras realidades dimensionais que existem. Não dizem seus professores que o amor é a maior de todas as virtudes? Não obstante, é muito simples, muito óbvio para a maioria das pessoas.
Samkhya
De modo que Inanna ensinou este Samkhya em seus templos.

Ensinou às suas sacerdotisas dançarinas e a alguns dos homens que queriam aprender a usar suas formosas mentes e corpos para trazer esta força, a força do amor divino a Terra, a nossas cidades, nossos campos e a nossos filhos.

Foi uma época maravilhosa para todos, a Deusa conta.

Os negócios prosperavam. Às mulheres era permitido ter suas propriedades e manter sua fortuna por separado se o queriam.

Deste modo ninguém as escravizava.

Ambos os sexos eram soberanos, e os homens eram igualmente felizes.

Houve um florescimento da civilização e as artes.

Os campos eram abundantes, o comércio com a Suméria e Egito gozava de prosperidade e as artes da dança, o canto, a pintura e a escultura estavam em todo seu apogeu.

Os rumores das obras arquitetônicas de Maia se pulverizaram por todo mundo.

De todos os rituais iniciados nos Templos do Amor de Inanna, o rito do matrimônio era o favorito. As sacerdotisas se vestiam e preparavam à noiva, que era educada nas artes de agradar a seu marido e em métodos de assegurar a concepção quando o desejasse. O marido também era preparado e instruído nestes assuntos.
Nesses tempos era de conhecimento geral o fato de que o maior prazer se conseguia estimulando à mulher ao ponto mais elevado do êxtase.

A noiva se convertia no canal para toda a energia feminina da criação e o marido se convertia em toda a energia masculina. 

Essa união permitia que as forças do Primeiro Criador e da grande Deusa se expressassem na Terra.

O segredo desta união é a concentração. O casal era treinado para que obtivesse uma concentração profunda olhando-se mutuamente nos olhos enquanto estavam realizando o ato sexual.

Cada célula do corpo, assim como toda a consciência do ser, deve estar ali nesse momento.

Todo pensamento deve estar enfocado no agora.

Uma mulher não pode obter estados elevados de consciência nesta união se está preocupada com a lista de legumes ou alguma outra tolice.

Pensar no passado ou preocupar-se com o futuro somente debilita a experiência.

Eram receitados vinhos e elixires para aumentar a concentração daqueles que requeriam ajuda, mas os melhores alunos não necessitavam nenhum tipo de ajuda exterior.

As energias que eles emanavam reforçavam a fertilidade da agricultura e a felicidade de todo o povo. Freqüentemente curavam aos doentes.

No Vale do Indo se amava e se venerava aos animais. 

Em suas transações comerciais usavam elefantes e bois.

Eram tão desejados e queridos que foram venerados nos templos.

Havia lugares destinados para que os velhos se retirassem com segurança, onde eram amados e protegidos.

Os mais jovens os visitavam com freqüência.


Muitos dos Lulus ainda conservavam o dom de falar com os animais e eram solicitados para que treinassem aos elefantes, ao búfalo asiático, aos bois, leões, gazelas e toda classe de animais.

A Deusa Inanna tinha dois leões domésticos. Estas criaturas a amavam com todo seu coração e foram uma grande bênção para ela.

A sabedoria que os animais a ensinaram foi muito elevada e especial.

O macho a permitia montar sobre seu lombo pelas ruas e nunca a abandonava.

A fêmea a cuidava com os instintos firmes de uma mãe.

Havia muito amor e lealdade vindo dos animais.

Depois de cerca de quatrocentos anos terrenos, a Deusa começou a perder o encanto de estabelecer uma nova civilização no Vale do Indo.

Os negócios estavam indo bem, os templos estavam construídos, e suas sacerdotisas estavam tão bem treinadas que já podiam dirigir as coisas sozinhas.

Uruk

Inanna constantemente viajava com seu amigo Matali às cidades sumérias de Uruk para controlar as entregas de grão e coisas assim. 

Sentia saudades da Suméria, Egito e o Abzu de Enki. Suas cidades não eram tão sofisticadas; não tinham porto espacial com acesso à estação em órbita. Sentia-se como se estivesse estancada no interior do país.

Além disso, não tinha mais marido. Matali dizia a ela, conta, que por sorte não estava casada com nenhum de seus parentes, pois ele não os tinha em muito alta estima! Enquanto este dilema a deixava perplexa, lhe ocorreu uma magnífica idéia.
Em Uruk, na Suméria, Anu estava outorgando os poderes de monarquia a alguns dos Lulus que mais sobressaíam na época. Anu lhes delegava um poder limitado a aqueles que governavam as cidades. Dando aos Lulus controle sobre os assuntos humanos que careciam de importância para a família de Anu.
A monarquia se estava convertendo em uma parte importante na nova vida da Terra. Por que não podia ser Ela, a Deusa, a encarregada de outorgar este poder?

Se pudesse convencer a Anu de que podia substituí-lo, ele não teria que preocupar-se com tudo isso e teria mais tempo para si e para as festas de Antu.

Esculturas de Inanna Templo em Uruk

Antu sempre tinha querido muito bem a Inanna, e a Deusa havia esculpido seu rosto nas estátuas das deusas de seus templos. O fato de ser a irmã de Anu lhe tinha outorgado um poder indisputável e tinha conexões políticas por toda a galáxia.

A Antu nunca pareceu lhe incomodar o fluxo contínuo de concubinas de Anu. Ao que se parece, ela sabia inundar-se em estados de consciência muito elevados. É uma dama tão feliz, cheia do que chamam hoje de vida!

Com o fim de convencer a Anu e a Antu de que a Deusa Inanna era a pessoa indicada para escolher os reis, construiu um templo em Uruk. O templo em si estava dedicado a Anu.

Na parte interior, a área mais importante, colocou uma cama de ouro sólido com o nome de Antu gravado visível e belamente sobre ela. A cama estava elevada sobre um estrado e estava soberbamente adornada com flores frescas e sedas flutuantes.

Ruínas Templo de Anu – Uruk
Este templo em Uruk se chamava a Morada de Anu.

Mas a cama que estava dentro do lugar sagrado mostrava a todos a que mulher escutava Anu.

Que detalhe!

Ambos adoraram!

Quando a Deusa lhes pediu que a concedessem o direito de outorgar a monarquia, ambos concordaram.

Claro que ela devia informar a Anu sobre suas decisões. Sua bisavó Antu estava feliz com as perspectivas da nova carreira da neta. Pois não havia melhor maneira de encontrar um marido!

 Continua Parte 5

Material livre para divulgação.
Por gentileza, respeite os créditos citando as fontes.
Esse texto não é ficção, foram baseadas nos livros de
Rodrigo Romo, Zecharia Sitchin, Martim Claret
Autor do texto Vicente Chagas (Projetovega-Ufo)
Edição, elaboração e fotos:
Angel Lux