MELHORE SUAS HABILIDADES PSÍQUICAS


Vivemos um período marcado por intensas transformações e a luz que penetra no planeta exige que estejamos cada vez mais despertos para que possamos discernir aquilo que nos é benéfico e o que não é.

Para tanto, a intuição torna-se uma ferramenta fundamental para viver na Terra nos dias de hoje.

Guiados pela intuição podemos fazer melhores escolhas e evitar seguirmos por caminhos tortuosos ou que atrasem nossa evolução.

Uma boa intuição é produto de um trabalho efetivo de desenvolvimento de habilidades psíquicas. Mesmo aqueles que já nasceram com a intuição bem ativa tiveram de praticar muito em vidas anteriores para que sua consciência estivesse mais sintonizada com as mensagens do cosmos.

Assim, desenvolver nossas habilidades psíquicas é algo fundamental para todos nós que vivemos no atual período de separação do joio e do trigo.

A seguir, damos 10 dicas que vão ajudá-lo a desenvolver suas habilidades psíquicas:
1. Aprenda a meditar
Meditar não é apenas uma das coisas mais importantes que você pode fazer para melhorar suas capacidades psíquicas, mas ela o ajudará a ser mais feliz e ficar em paz.

Há inúmeras meditações que você pode fazer para ajudar a desenvolver suas habilidades psíquicas.

É recomendável que você procure um bom centro de Yoga para aprender algumas técnicas básicas de meditação.

Isso o ajudará a ficar mais consciente sobre seus estados mentais e a diferenciar os pensamentos comuns daqueles que são produtos de sua intuição.

Cada vez mais especialistas de saúde tem encontrado comprovações de que a meditação não só faz bem à saúde, mas melhora grandemente as condições psíquicas das pessoas.

2. Ore
Acredite ou não, orar é um meio efetivo de colocá-lo em contato com suas habilidades psíquicas.

A oração é a linguagem do seu próprio coração. Todas as noites, antes de se retirar para o sono, ore ao Divino para que o guie no desenvolvimento de suas habilidade psíquicas.

Expresse em suas orações palavras que estejam emanando diretamente do seu coração; não ore como um papagaio, repetindo a mesma oração o tempo todo.

Deus conhece sua mente e coração.

3. Faça afirmações
Afirme todos os dias que você deseja aprimorar suas habilidades psíquicas.

Afirmações são como autossugestões que atuam poderosamente no seu subconsciente para criar os resultados que você deseja.

Se você todos os dias ouvir a afirmação “a cada dia eu me torno mais em paz e feliz”, verá que, com certeza, isso funciona!

Formule suas afirmações no tempo presente.

4. Ritualize
Rituais são basicamente ações específicas no plano físico que produzem um efeito correspondente nos planos internos.

Rituais têm um efeito poderosíssimo no seu Ser Interior.

Eles funcionam porque existe uma estreita relação entre o nosso mundo externo e o nosso mundo interno.

“Assim como é em cima, é embaixo; assim como é dentro também é fora” para citar o sábio místico Hermes Trismegisto.

Um ritual pode ser uma coisa simples, como unir suas mãos em prece, acender uma vela; ou ainda um ritual mais complexo, como uma missa ou cerimônia de casamento.

Não importa, ele tem repercussões profundas no subconsciente.

Você pode criar o seu próprio ritual, lembrando-se que o foco dele deve ser o seu desejo ou objetivo. No caso, melhorar suas habilidades psíquicas.

5. Use talismãs
Talismãs são objetos sagrados que guardam uma carga psíquica. Você pode usar qualquer pedra, cristal ou jóia como talismã para ajudá-lo a melhorar suas habilidades psíquicas.

Alguns cristais e pedras semipreciosas são poderosos em desenvolver faculdades psíquicas.

Por exemplo, ametista, quartzo rosa e outros cristais vão naturalmente estimular o desenvolvimento de habilidades psíquicas.

Cristais de cor azul e violeta estão relacionados à vibração dos chakras da cabeça (terceiro olho e coroa – glândulas pineal e hipófise, respectivamente).

Mas você pode carregar qualquer objeto ou metal, como ouro e prata, com seu desejo de melhorar suas habilidades psíquicas. Para fazer um talismã, primeiro você deve escolher um objeto que esteja em sintonia com você, um objeto que lhe seja simpática.

Depois, deve limpá-lo com água e sal para remover impurezas. Então, transfira para ele o seu desejo: melhorar suas habilidades psíquicas. Assegure-se de que o objeto o acompanhará nas atividades diárias, podendo ele ser um pingente, colar, anel ou outro tipo de jóia.

6. Busque conhecimento
Conheça mais sobre habilidades psíquicas lendo uma variedade de livros sobre o assunto.

Quanto mais você ler sobre habilidades psíquicas, mais você aprenderá sobre elas.

Isso é importante porque conhecimento é poder.

Quanto mais você ler sobre habilidades psíquicas, mais energia você colocará na sua empreitada de desenvolver suas habilidades psíquicas.

7. Esteja com outros psíquicos
É importante estar em contato com outras pessoas que sejam psíquicas ou interessadas em habilidades psíquicas.

Assista a palestras e workshops sobre desenvolvimento psíquico.

Encontre-se com pessoas que possuem faculdades paranormais ou torne-se envolvido em grupos espiritualistas ou esotéricos.

Isso o ajudará a se sintonizar com a vibração dessas pessoas e compartilhar experiências com o campo vibracional em que atuam.

8. Mantenha um diário
Mantenha um diário sobre suas habilidades psíquicas.

Todos os dias escreva suas experiências sobre habilidades psíquicas.

Faça isso, mesmo que no dia não tenha tido nenhuma experiência psíquica. escrevendo sobre suas habilidades psíquicas, você estará focando cada vez mais nelas.

Isso ajudará você a ficar mais consciente de suas habilidades psíquicas. Será de grande ajuda anotar seus sonhos, insights, impressões e intuições.

9. Seja receptivo

É importante ser receptivo para desenvolver suas faculdades psíquicas.

Se você não acredita que é capaz de desenvolver suas habilidades psíquicas, então você não desenvolverá qualquer uma delas.

Por quê?

Porque você se fechou para qualquer possibilidade de desenvolvimento psíquico.

Se sua mente está fechada, então seu potencial está bloqueado.

Pergunte a um coach! Se você fecha sua mente às possibilidades, você não será capaz de realizar o que deseja.

Se você disser que a montanha é muita alta, você não será capaz de escalá-la. Portanto, abra-se para as possibilidade e oportunidades de desenvolvimento pessoal.

10. Pratique, pratique e pratique!
Desenvolver suas habilidades psíquicas é como desenvolver qualquer outra habilidade.

Você precisa praticar.

Praticar muito! Todos nós temos capacidade psíquicas, mas você tem de desenvolvê-las.

Algumas pessoas são naturalmente mais psíquicas do que outras, assim como algumas pessoas são melhores em jogar futebol do que outras.

Mas todos podem desenvolver-se por meio da prática constante. Há várias formas de praticar habilidades psíquicas.

Você pode praticar telepatia mandando formas pensamentos para os seus amigos para ver se eles respondem. Pode praticar radiestesia para estar em contato com sua sensibilidade extrassensorial, por exemplo.

Fonte: http://universo-cultural.com.br/

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OBSESSÃO

Entendendo a Obsessão – Abordagem Espiritismo
Em todos os locais do planeta existem espíritos: em nossa casa, no trabalho, nos locais de lazer, nos bares, boates, restaurantes, cinema, teatro, templos religiosos de qualquer religião ou filosofia, ou seja, não existe um local onde você esteja que não seja acessível aos espíritos.

Engane-se tremendamente aquele que imagina o centro espírita ou templo de Umbanda como único lugar onde encontram-se espíritos.

A influência positiva (espíritos amigos) ou negativa (espíritos inferiores) dependerá da sua sintonia, por isso o conhecimento sobre a obsessão não é somente para quem se encontra obsediado, mas para todos aqueles que desejam viver de forma harmoniosa e evitar a presença ou ligação espiritual com esses irmãos que ainda não encontraram a paz após o desencarne.

Eles, como todos nós, também retornaram aos braços do Pai, como nos informa a parábola do mestre sobre o Filho Pródigo.

Os únicos locais onde existe restrição para a entrada de espíritos são aqueles onde existe a prece sincera, a leitura edificante, a solidariedade ao próximo, pois eles são protegidos pela própria emanação espiritual desses atos, tornando o ambiente incomodo e às vezes inacessível aos irmãos em desequilíbrio. 

Em um centro espírita sério ou templo de outra filosofia /religião os espíritos protetores erguem barreiras magnéticas que impedem a passagem dos espíritos brincalhões ou obsessores, já que eles poderiam comprometer o trabalho espiritual.

Mas a proteção espiritual dos espíritos elevados dependerá do tipo de trabalho realizado, seus objetivos e a sintonia do grupo responsável pelas atividades.

Um local onde existe cobrança pela ajuda espiritual e sacrifício de animais será freqüentado por espíritos de baixa elevação, podem até ter boa intenção (nem sempre isso acontece, a maioria das vezes são espíritos interesseiros), mas ainda não possuem a elevação necessária para o trabalho anônimo e sacrificial em favor dos encarnados. 

Os espíritos que já possuem um pequeno grau de elevação não aceitam esse tipo de trabalho espiritual, não suportam a emanação das energias degradantes advindas do sofrimento dos animais sacrificados e de forma alguma aceitam como seus pupilos médiuns que recebem pelo atendimento espiritual.

Os mentores espirituais são misericordiosos e compreendem as dificuldades dos seus irmãos encarnados que ainda estão em evolução, contudo, a mediunidade mercenária e a morte de outro ser vivo não são admitidas em hipótese alguma.

Agora que você conhece um pouco mais sobre a presença dos espíritos em nosso planeta poderá perceber que a freqüência em sua residência será de amigos espirituais que a ajudam e protegem o ambiente contra os espíritos inferiores ou uma congregação de desordeiros desequilibrados, tudo vai depender da sua sintonia, dos seus atos, dos pensamentos, das emoções e dos ambientes que freqüenta.
Compreender a integração e convivência dos encarnados e desencarnados é uma ferramenta importantíssima para aquele que deseja viver em paz e harmonia.

Os diversos graus de evolução dos espíritos encarnados e desencarnados também devem ser conhecidos (a escala vale para encarnados e desencarnados). Para maiores informações leia O Livro dos Espíritos, escala espírita e progresso dos espíritos.

Os espíritos chamados de inferiores, imperfeitos, ignorantes ou impuros (você encontrará diferentes títulos em livros e palestras) concentram aqueles que possuem inclinação para o mal, levianos, perturbadores e neutros (influenciáveis).

Embora possuam “diferentes graus de “maldade”, todos podem de alguma forma atuar em prejuízo ao nosso equilíbrio físico-emocional-espiritual, tornando-se então obsessores e vampirizadores de nossas energias vitais.

Os espíritos mais inclinados ao mal, chamados por Allan Kardec de impuros, geralmente atuam em grupo e são os mais perigosos, pois conhecem a obsessão e a realizam com o objetivo de prejudicar o encarnado. Possuem equipes especializadas e trabalham com o objetivo de aumentar o domínio sobre o obsediado.

Iniciam o processo de forma suave para não serem notados e quando obsediado não estranha mais a influencia do desencarnado transformam-na gradualmente na sua expressão mais complexa para depois entrar na fascinação e finalmente subjugar completamente o obsediado.

Esses grupos de obsessores possuem objetivos bem definidos quando escolhem suas vítimas, sendo geralmente reencarnações de espíritos que foram seus parceiros e hoje tentam renovar-se, inimigos do passado que o prejudicaram e que eles desejam punir, médiuns que poderiam ajudar o próximo e comprometer as atividades de obsessão e até pessoas que estão comprometidas com erros na atual encarnação (alguns grupos de obsessores acham-se “justiceiros” da espiritualidade, esse assunto é abordado com profundidade no livro Libertação, psicografado por Chico Xavier, pelo espírito André Luiz).

Os espíritos levianos e perturbadores aproximam-se geralmente por afinidade, são os dependentes químicos, alcoólicos, fumantes inveterados, pervertidos sexuais ou desencarnados que desejam intrometer-se na sua vida simplesmente porque não possuem outra atividade mais interessante para realizar e ainda não conseguiram desligar-se dos vícios que possuíam quando encarnados.

Esse tipo de obsessão acontece pela total falta de vigilância do encarnado, já que os obsessores encontram portas abertas pela completa falta de consciência e vigilância espiritual.

Os espíritos neutros são geralmente aqueles que desencarnaram e ainda estão fortemente ligados as coisas da terra: familiares, cônjuges, amigos, trabalho, bens materiais, poder, etc são geralmente os principais motivos do apego.

Podem ser influenciados de forma muito negativa pelo meio que se encontram ou por espíritos maldosos do astral inferior.

A sua presença no ambiente é nociva, atraindo desequilíbrios emocionais ou espirituais para o ambiente em que vivemos, influenciando de forma negativa nossas vidas, gerando situações desagradáveis, controvérsias e irritando as pessoas que residem, trabalham ou convivem no local.

Essas situações podem ser geradas de forma consciente ou inconsciente, tudo vai depender da situação que o espírito se encontra.

A prece diária, evangelho no lar, leitura edificante, relaxamento ao acordar e a freqüência a locais espiritualmente saudáveis são ferramentas importantíssimas para não entrar em sintonia com o astral inferior. 

Embora pareça sacrificante em alguns momentos, a rotina espiritual de oração, leitura edificante e evangelho semanal no lar revitalizam o seu espírito, ajudando-o gradualmente na recuperação da paz e harmonia.

Uma noite bem dormida, um sorriso descontraído, momentos em que olhamos para o céu e sentimos a paz transbordar de nosso coração… Tudo isso não tem preço e vale qualquer esforço de nossa parte para concretizá-lo.

Por esse motivo persiste, mesmo que tudo pareça caminhar em sentido inverso.
Continua a orar, mesmo quando se imagina abandonado de toda misericórdia.
Leia o evangelho mesmo que o seu dia tenha sido extenuante e parecer que não tenha mais forças.
Levanta 10 minutos mais cedo, mesmo que tenha trabalhado até tarde no dia anterior e faça o seu relaxamento buscando a Jesus, seu amparo e carinho.
Persiste mesmo quando tudo e todos estejam contra você, porque durante o caminho aprenderá o que não se encontra nos livros…
Descobrirá finalmente a esperança nas tuas lágrimas e a fé inabalável edificará a fortaleza que protegerá sua alma contra as investidas do mundo inferior que reside dentro de você mesmo.
A partir desse momento a felicidade inundará o seu coração, a paz espiritual que seu espírito anseia se apresentará como recompensa por tanta luta interior,

A ORAÇÃO DA MANHÃ (Para Proteção)

Em nome do Pai, do Filho, do Espírito Santo e da Mãe Divina, Em nome de Sanat Kumara e Vênus, Em nome da minha Poderosa Presença do EU SOU e do meu Eu Superior, Em nome de Hélios e Vesta, Jesus Cristo, a Mãe Maria e o Arcanjo Rafael. Eu__________________ (fale aqui o seu nome). 
Invoco aqui e agora a intercessão divina na minha vida espiritual, emocional, mental, física, financeira, pessoal e profissional.
Invoco as Poderosas Energias de Evolução, Purificação e Expansão do Sol,
Invoco tudo o que preciso para completar meu plano divino e cumprir com meu carma pessoal e ajudar meus irmãos na Luz, diretamente da minha Amada Presença de Deus, o EU SOU O QUE EU SOU, do meu Corpo Causal e da Amada Mãe Terrenal:
Eu comando aqui e agora, a Presença de Deus, a Presença do meu Eu Superior e do Arcanjo Miguel, com seus Anjos e Arcanjos para que protejam a mim, a minha família _____________, as nossas casas, nossos carros, os nossos quatro corpos inferiores, os nossos chakras, as nossas auras, as nossas mentes conscientes, subconscientes e inconscientes, e as nossas palavras e atos e o nosso Plano Divino Manifestado.
Invocamos o nosso manto da invisibilidade, para que seja colocado sobre nós, nos fazendo invisíveis ao mal, encarnados ou não.
Invocamos Direção, Criatividade, Sabedoria, Oportunidade e Suprimento Divino, para que possamos Vencer/ Superar todas as barreiras, todas as necessidades, todos os problemas e todos os inimigos da Luz de Deus.
Em nome de Saint Germain, o Chohan do sétimo raio de Deus, invocamos a Chama Violeta do coração do Planeta Violeta, para que:
Queime e Consuma (3x) com todo o carma negativo existente nas nossas vidas,
Purifique (3x) nossos chakras, nossos quatro corpos inferiores e a nossa aura, e
Consuma (3x) com toda a substancia lunar atuando sobre nossas vidas
Amém, Amém, Amém
INVOCAÇÃO DO MANTO DA INVISIBILIDADE
Em nome de Alfa e Omega eu invoco o manto da invisibilidade, da câmara secreta dentro do meu chakra do coração, para que seja colocado aqui e agora sobre mim e sobre : . . . . . (diga quem ou o que quer proteger) . . . protegendo-nos do mal e de sua força maligna e também de . . .(diga o nome das pessoas quem não quer que te vejam). . . .
Está feito, está selado, está terminado, pelo poder da chama trina em meu coração,
Amém, amém, amém.

Gif

Durante o dia, sempre que achar necessário, invoque o manto da invisibilidade novamente, e faça o movimento com as mãos, buscando-o em seu coração e colocando-o sobre você ou sobre o que quiser, como seu carro ou seus amigos e familiares, reforçando o pedido. O simples repetir e acreditar nesta oração faz com que a mágica funcione. Você terá provas disto.

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SÓ NO SILÊNCIO REENCONTRAREIS A VERDADE – Mãe Maria



Mensagem de Mãe Maria 
Jane M. Ribeiro – 03/09/2013
Que as bênçãos do amor tragam paz aos vossos corpos, mentes e corações.
 É tempo de silenciar, é tempo de escolher, é tempo de agir.

No silêncio, e só no silêncio, reencontrareis a verdade impossível de reconhecerdes no mundo da ilusão.

Sem o vislumbre da verdade vossas escolhas não poderão refletir a vontade de vossas almas, e é de vital importância que possais reconhecer a verdade para que seja possível seguirdes em frente rumo à concretização de vosso objetivo, a manifestação de vossa Consciência Crística que vos permite a reintegração com o “todo”, revelando a unidade que só a luz contém.
Exercitai, pois o silêncio em vossas práticas diárias, com determinação e persistência, retirando os vossos pensamentos do burburinho existente no mundo da ilusão, centrando vossa atenção em algo que vos seja prazeroso, uma flor, um som, uma imagem, até que vosso mundo se aquiete, e possais transformar o foco que escolhestes em um túnel que vos abre passagem ao mais íntimo do vosso ser, onde vossa alma vos espera para revelar-vos o verdadeiro mundo e com ele o caminho que precisais percorrer.
Assim, amados, munidos da clareza que só a verdade contém, necessitais dar mais um passo; sim, necessitais escolher como tornar realidade a verdade a vós revelada para que possais agir.
A escolha só a vós pertence, lembrai-vos sempre dessa verdade, e escolhendo precisais colocar na prática diária vossa decisão, revelando através de vossas atitudes a verdade de vossa escolha.
Buscai inspiração na Mãe Natureza, absorvendo a simplicidade da vida nela contida, observando os ciclos que se repetem em um ritmo equilibrado, em um vai e vem ritmado, mostrando que nada acontece sem um propósito divino, revelando a aceitação da forma e do desdobrar da criação.
Aceitai as lições ofertadas pela Mãe Natureza, dando ritmo ao vosso viver, respeitando os ciclos de vosso dia a dia, buscando a simplicidade nas atitudes, expressando gratidão ao vosso redor, rendendo-vos ao amor compassivo, exercitando, a cada instante sagrado, o vosso poder.
O poder de re-escolher, de mudar, de alterar vossa rota, superando todos os desafios, abençoando todos os momentos que a vida vos oferece para comungar com o Pai Criador.
Bem amados, não vos esqueçais do poder da oração.
A oração eleva vosso espírito, alimenta vosso propósito, auxilia na expansão da vibração do mais sublime amor. Sim, a oração é um poderoso veículo de disseminação do amor incondicional.
Orai por vosso planeta, orai por vossos irmãos, orai por todos os povos e por todos os dirigentes de cada nação; colocai vosso poder e vossa intenção amorosa em cada palavra de vossas preces, para que o mundo desperte, a humanidade desperte, vislumbrando a beleza da vida, reconhecendo que tudo e todos estão interligados, percebendo que o bem comum se reflete no bem estar de cada habitante da Terra.
Assim as guerras perderão o sentido, assim as diferenças raciais se dissolverão na luz do amor, assim todos os Filhos da Terra agirão com compaixão e benevolência, reconhecendo que o outro nada mais é do que um reflexo de seu próprio ser.
Bem amados, lembrai-vos sempre que são vossas ações que refletirão vossa realidade, e que o poder de vossas palavras só será pleno quando vier acompanhado do vosso agir.
Gif de floresEu vos deixo agora derramando sobre todos vós as minhas bênçãos e envolvendo a todos com meu manto de proteção porque Eu Sou Maria, Vossa Mãe.

A GRANDE INVOCAÇÃO

A Grande Invocação é uma oração universal, que não pertence a indivíduo algum, a grupo algum em particular, espiritual, religioso ou político. 
Ela pertence à Humanidade no seu todo. Dezenas de milhares de pessoas de boa vontade em todo o Mundo utilizam-na todos os dias. 
A sua força reside na sua simplicidade e feita com concentração, de modo consciente e sincero, faz descer energias muito fortes que ajudam a ‘limpar’ a aura do Planeta para que, um dia, estejam criadas as condições para o reaparecimento do Cristo.
Deve ser feita, de forma consciente e concentrada, uma vez por dia, de preferência ao fim da tarde. Pode, e deve, ser feita a meio ou no fim de uma meditação.
A GRANDE INVOCAÇÃO
Do ponto de Luz na mente de Deus,
que flua Luz à mente dos homens,
e que a Luz desça à Terra.

Do ponto de Amor no coração de Deus
que flua amor ao coração dos homens,
que Cristo retorne à Terra.

Do centro onde a vontade de Deus é conhecida,
que o propósito guie as pequenas vontades dos homens,
propósito que os mestres conhecem e servem.

Do centro a que chamamos a raça dos homens
que se realize o plano de Amor e de Luz
e feche a porta onde se encontra o mal.

Que a Luz, o Amor e o Poder
restabeleçam o Plano Divino sobre a Terra hoje
e por toda a eternidade.
Amém.

ORAÇÃO PARA CURA INTERIOR

Jesus, eu lhe peço que entre em meu coração e toque aquelas experiências de vida que precisam ser curadas. Você me conhece muito melhor que eu mesmo me conheço. 
Derrame então o seu amor por todos os cantinhos do meu coração. 
Onde quer que encontre a criança ferida, toque-a, console-a, liberte-a. Retroceda na minha vida até o momento mesmo em que fui concebido. 
Limpe-me e liberte-me de tudo aquilo que possa ter exercido uma influência negativa naquele momento. 
Abençoa-me enquanto eu estava sendo formado no ventre de minha mãe e remova todos os empecilhos para a integridade que me possam ter afetado durante aqueles meses de confinamento.
Conceda-me o profundo desejo de querer nascer e cure todos os traumas físicos ou emocionais que me possam ter prejudicado durante o parto. 
Obrigado Senhor, por ter estado lá para me receber em seus braços no momento em que nasci, para me acolher na Terra e me assegurar de que nunca deixaria de me ajudar e nem me abandonaria. 
Jesus, eu lhe peço que envolva minha infância com a sua luz e toque aquelas memórias que me impedem de ser livre. 
Se o que me falta mais é o amor de mãe, envie-me a sua Mãe Maria, para suprir a minha carência. 
Peça-lhe que me abrace, me embale, me conte estórias e me dê o conforto e o calor que me faltam, e que só quem é mãe pode dar. 
Talvez a criança dentro de mim se sinta carente do amor de pai. Senhor, deixe-me ser livre para eu poder chamá-lo de Abba, Papai com todo meu ser. 
Se me faltou o amor de pai e a segurança de ter sido desejado, profundamente amado, peço-lhe que me abrace, me deixe sentir seus braços fortes e protetores. 
Renove em mim a confiança e a coragem para enfrentar as dificuldades da vida, porque sei que seu amor de pai virá em meu auxílio se eu tropeçar e cair. 
Percorra minha vida, Senhor, conforte-me quando as pessoas não foram bondosas comigo. 
Cure as feridas dos encontros que me deixaram assustado, que me levaram a me fechar em mim mesmo e levantar barreiras entre mim e os outros. 
Se me sentir só, abandonado e rejeitado pela humanidade, conceda-me, mediante o seu amor regenerador, uma nova consciência de meu valor como pessoa. 
Jesus, eu me entrego totalmente a você, corpo, mente e espírito. 
E lhe agradeço por me restaurar a integridade. 

A PRECE SILENCIOSA

A oração Silenciosa é um reconhecimento de Tudo O Que É.
Nesta oração eu sei que tudo que eu evoquei foi ouvido pelo espírito e que me foi dado tudo aquilo que pedi.
É um reconhecimento de que minha alma é completa no amor e na graça de Deus.
É um reconhecimento de meu total estado de perfeição e de Ser.
Tudo aquilo que desejo, tudo o que quero co-criar, já esta dentro de minha realidade.
Eu a chamo de Prece Silenciosa porque sei que meu ser já está realizado.
Não há necessidade de pedir nada ao espírito, porque tudo já lhe foi dado.

Em meu coração, eu aceito meu Ser Perfeito.
Eu aceito que a alegria que eu quis já esta em minha vida.
Eu aceito que o amor que rezei por ter já está dentro de mim.
Eu aceito que a paz que pedi já faz parte de minha realidade.
Eu aceito que a abundância que procurei já preenche minha vida.
Em minha verdade, eu aceito meu Ser Perfeito.
Eu assumo responsabilidade por minhas próprias criações,
E todas as coisas que estão dentro de minha vida.
Eu reconheço o poder do espírito que está dentro de mim,
E sei que todas as coisas são como devem ser.
Em minha sabedoria, eu aceito meu Ser Perfeito.
Minhas lições foram cuidadosamente escolhidas por mim mesmo,
E agora eu caminho por elas em completa experiência.
Meu caminho me leva em uma jornada sagrada com propósito divino.
Minhas experiências se tornam parte de tudo que há.
Em meu conhecimento, eu aceito meu Ser Perfeito.
Neste momento, eu me sento em minha cadeira de ouro
E sei que sou um anjo de luz.
Eu olho sobre a bandeja dourada- o presente do espírito-
E sei que todos os meus desejos já foram realizados.
Em amor por mim mesmo, eu aceito meu Ser Perfeito.
Não faço julgamentos nem ponho fardos sobre mim mesmo.
Eu aceito que tudo em meu passado foi dado em amor.
Eu aceito que tudo neste momento vem do amor.
Eu aceito que tudo no meu futuro resultará sempre em amor maior.
Em meu ser, eu aceito minha perfeição.
E assim é…

ORAÇÃO DOS GRÃOS – para refletir

Para Ti, Senhor, elevamos a nossa alma. 
Nosso Deus, em Ti confiamos: nós não seremos decepcionados, pois a Ti agora entendemos melhor! 
De nós não mais escarnecerão nossos inimigos, já que em Tua vibração de Amor agora nós percorremos nosso caminho de volta ao Lar, de volta aos Teus braços. 
E é por esperar em Ti que não mais seremos confundidos, pois distinguimos a luz das trevas. 
Mandaste, Senhor, o Teu Filho para nos indicar as Tuas veredas e a localização delas: o nosso coração; para nos informar a bagagem que devemos portar na nossa viagem de volta pra casa: o amor, a pureza, a adoração e respeito por toda a Tua criação, a compreensão para com nossos irmãos que também fazem sua viagem, mas que estão em pontos diferentes da caminhada e a quem não temos o direito de julgar. 
Temos ciência que por Tua misericórdia, Tu nos dás mais do que merecemos, e que Teu perdão também é para nós. 
Já não temos medo das trevas, pois elas são rompidas por Tua Luz. 
Já não temos medo da solidão, pois ela não existe. 
Tu jamais nos abandonaste, somente somos nós que não nos lembramos que somos filhos de um Pai amoroso, reto e perfeito, que só deseja de nós caráter, honestidade e inocência. 
Que nós possamos, Senhor, aprender mais e mais a Te reconhecer em tudo que existe, pois Tu és tudo. 
Que nós possamos, Senhor, fazer brilhar cada vez mais forte a Tua centelha que flameja em nosso coração e que nós possamos ajudar com a nossa centelha a dissipar as trevas, abrir as mentes dos irmãos que ainda não Te conhecem. 
Agora nós sabemos, Senhor, que queremos realizar o Teu maior desejo: que nós sejamos felizes, e que a felicidade só pode ser alcançada através da fé e da suavidade que é viver em Ti e respeitando a Tua Vontade. 
Nós agradecemos, Senhor, por tudo que tens feito por nós enviando-nos as Tuas Legiões Celestiais e nossos Irmãos mais velhos para nos orientar, nos ajudar, nos aconselhar e fazer com que nós cheguemos cada vez mais perto de Ti. 
Obrigado, Senhor. 

Nós Te amamos mais que tudo. 

Amém

A ORAÇÃO: Sublime legado deixado por Jesus

“Orar é uma necessidade vital. A prova contrária não é menos convincente: se não nos deixarmos levar pelo Espírito, cairemos de novo na escravidão do pecado (Cf. Gl 5,16-25). Como o Espírito Santo pode ser ‘nossa Vida’ se nosso coração está longe dele?” (1)

Mas, afinal, o que verdadeiramente pretendem as doutrinas esotéricas/ocultistas da “nova era”? Por que se empenham tão acirradamente em assenhorar-se, substituir e mesmo destruir a Igreja de Cristo? Por que se arrojam contra Sua doutrina, através de seus pseudos “mestres” e do reavivamento dos antigos deuses do paganismo? Por que não a aceitam como a verdadeira Igreja do Deus Vivo na terra? Por que são insensíveis às súplicas feitas por Maria Santíssima convidando a todos para a oração, a conversão e a penitência?
No fermento de toda doutrina da “nova era” observa-se hostil preconceito sobre o modelo de oração cristã e posturas depreciativas com relação a todo aquele que assume atitude ou vida de oração
Toda a missão de Jesus floresceu da oração, 
conforme atestam os Evangelhos
Certamente, um dos principais motivos de toda essa hostilidade esotérica/ocultista é afastar a humanidade do espírito da verdadeira fé. Sobretudo, mantê-la bem longe do caminho da oração deixado por Jesus que a apresenta como o mais seguro caminho de ligação perene com o Pai Celestial.
No fermento de toda doutrina e seita aquariana da “nova era” é fácil observar hostil preconceito e atitudes depreciativas sobre o modelo de oração cristão e com relação a todo aquele que assume atitude ou vida de oração.
Para essas doutrinas o que vale é o argumento iluminista da filantropia. Para a conspiração aquariana o que vale é a meditação, o “esvaziamento” da mente, os exercícios de respiração, o relaxamento dos músculos, a espinha ereta, a mente quieta, as posturas sexuais para a prática do tantra ioga… porém, Deus é posto de lado.

Tanto que o Budismo, uma das principais filosofias orientalistas é considerado a “religião sem Deus”.

    
A história registra que durante as recentes revoluções os primeiros alvos sempre foram as igrejas, os monastérios, os conventos, as abadias e, obviamente, os religiosos
   
Mas é justamente a oração um dos maiores legados deixados pelo Divino Mestre aos homens. Toda essência do ofício de Sua Igreja está fundamentada na oração, na súplica e no louvor a Deus, uma vez que é na oração que homem e Criador se tocam e se comunicam no silêncio das dimensões imperscrutáveis da alma…
Como os amantes que se procuram, se encontram e se contemplam, a alma e o Criador se alcançam e aprendem a permutar o verdadeiro Amor santificante através da experiência da oração.
    
Convém não esquecermos que sob o auspicioso lema “liberdade, igualdade e fraternidade”, durante as recentes revoluções “libertárias”, na verdade os primeiros alvos sempre foram as igrejas, os monastérios, os conventos, as abadias e, obviamente, os religiosos. A história registra a destruição de inumeráveis delas por parte das forças revolucionárias anti-clericais.

O argumento dos revolucionários e de todos os que caem na dialética das trevas é afirmar a  inutilidade da oração. E, conseqüentemente, o desprezo aos religiosos, tidos como débeis e improdutivos.

Mas na verdade, esse ódio deve-se ao fato desses religiosos terem se devotado à uma total e radical entrega intercessória a Deus, oferecendo suas vidas como um holocausto vivo a ser consumido na oração e na contemplação do Senhor. Exatamente como Nosso Senhor fez:
“É por isso que é possível a Jesus Cristo levar a termo a salvação daqueles que por ele vão a Deus, porque vive sempre para interceder em seu favor” (Hb7,25)
Nosso Senhor sabia muito bem acolher todo aquele que via nEle o motivo maior de toda contemplação
Jesus, contrariando o excessivo apelo à atividade exterior, ensina: “Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; E Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada”
Mas bem ao contrário do excessivo apelo ao ativismo exterior, meramente filantrópico ou antropocêntrico, tão imperioso em nossos tempos, Nosso Senhor sabia muito bem acolher todo aquele que via nEle o motivo maior de toda contemplação:
 “E aconteceu que, indo eles de caminho, entrou Jesus numa aldeia; e certa mulher, por nome Marta, o recebeu em sua casa; e tinha esta uma irmã chamada Maria, a qual, assentando-se também aos pés de Jesus, ouvia a sua palavra. Marta, porém, andava distraída em muitos serviços; e, aproximando-se, disse: Senhor, não se te dá de que minha irmã me deixe servir só? Dize-lhe que me ajude. E respondendo Jesus, disse-lhe: Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, masuma só é necessária; E Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada”. (Lc 10,38-42)
Desde o Iluminismo e a Revolução Francesa, as hostes do mal tem usado todo seu arsenal racionalista para abolir a idéia da contemplação ao Senhor, eliminando-a das cogitações do homem moderno.
O louvor a Deus ressoa no coração de Cristo com palavras humanas de adoração, propiciação e intercessão
    

Jesus dirige sua oração ao Pai, como Cabeça que é da humanidade renovada e Mediador entre Deus e os homens, em nome de todos e para o bem de todos

Cristo Jesus, ao assumir a natureza humana, trouxe para este exílio terreno aquele hino que é cantado por todo o sempre nas habitações celestes.(2)
A partir daí, o louvor a Deus ressoa no coração de Cristo com palavras humanas de adoração, propiciação e intercessão. Tudo isso, Ele dirige ao Pai, como Cabeça que é da humanidade renovada e Mediador entre Deus e os homens, em nome de todos e para o bem de todos.
O próprio Filho de Deus, porém, “é um com o Pai” (cf. Jo 10,30) e ao entrar no mundo disse: “Eu vim para fazer a tua vontade” (Hb 10,9; cf Jo 6,38). Ele se dignou deixar-nos também exemplos de oração. Os Evangelhos muitas vezes o apresentam orando. Vejamos.
Jesus ora quando o Pai revela sua missão
“Quando todo o povo ia sendo batizado, também Jesus o foi. Eestando Ele a orar, o céu se abriu: e o Espírito Santo desceu sobre Ele em forma corpórea, como uma pomba; e veio do céu uma voz: “Tu és o meu Filho bem-amado; em ti ponho minha afeição.” (Lc 3,21-22)
Ora antes de chamar os Apóstolos

“Naqueles dias, Jesus retirou-se a uma montanha para rezar,
e passou aí toda a noite orando a Deus”. (Lc 6,12)

Ao bendizer a Deus na multiplicação dos pães

 “E, tendo mandado que a multidão se assentasse sobre a erva, tomou os cinco pães e os dois peixes, e, erguendo os olhos ao céu, os abençoou, e, partindo os pães, deu-os aos discípulos, e os discípulos à multidão”. (Mt 14,19)
Ao se transfigurar no monte
 “E aconteceu que, quase oito dias depois destas palavras, tomou consigo a Pedro, a João e a Tiago, e subiu ao monte a orar”. (Lc 9,28)
Quando cura o surdo-mudo
 “E, levantando os olhos ao céu, suspirou, e disse: Efatá; isto é, Abre-te”. (Mc 7,34)
Quando ressuscita Lázaro
“Tiraram, pois, a pedra de onde o defunto jazia. E Jesus,levantando os olhos para cima, disse: Pai, graças te dou, por me haveres ouvido”. (Jo 11,41s)
Antes de solicitar a confissão de Pedro
“E aconteceu que, estando ele só, orando, estavam com ele os discípulos; e perguntou-lhes, dizendo: Quem diz a multidão que eu sou?” (Lc 9,18)
Antes de ensinar os discípulos como devem orar
“E aconteceu que, estando ele a orar num certo lugar, quando acabou, lhe disse um dos seus discípulos: Senhor, ensina-nos a orar, como também João ensinou aos seus discípulos”. (Lc 11,1)
Quando os discípulos voltam da missão
“Naquele tempo, respondendo Jesus, disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos”. (Mt 11,25)
Jesus em oração no templo

“E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração;
mas vós a tendes convertido em covil de ladrões”. (Mt 31,13)

Ao abençoar as crianças

“Trouxeram-lhe, então, alguns meninos, para que sobre eles pusesse as mãos, e orasse; mas os discípulos os repreendiam”. (Mt 19,13)
Quando roga por Pedro
“Mas eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; e tu, quando te converteres, confirma teus irmãos”. (Lc 22,32)
Toda atividade cotidiana de Jesus está centrada na oração. Mais ainda, toda ação de Jesus brotava dela.
Levantando-se e retirando-se ao deserto e ao monte bem cedo para orar
“E, levantando-se de manhã, muito cedo, fazendo ainda escuro, saiu, e foi para um lugar deserto, e ali orava”. (Mc 1,35) 
“E, tendo-os despedido, foi ao monte a orar”. (Mc 6,46)     
“Ele, porém, retirava-se para os desertos, e ali orava”. (Mc 5,16)    
“E, despedida a multidão, subiu ao monte para orar, à parte. E, chegada já a tarde, estava ali só”. (Mt 14,23)
Permanecendo até a quarta vigília
“Mas, à quarta vigília da noite, dirigiu-se Jesus para eles, andando por cima do mar”. (Mt 14,25)
Passando a noite em oração a Deus
“E aconteceu que naqueles dias subiu ao monte a orar, e passou a noite em oração a Deus”. (Lc 6,12)
Jesus ora no templo, que Ele chamou de “casa de oração”
Além disso, fundadamente se supõe que Ele mesmo tenha tomado parte nas preces que publicamente se faziam nas sinagogas, aonde entrou em dia de sábado, “segundo seu costume” (Lc 4,16), e nas preces do templo, que Ele chamou casa de oração:
“E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração; mas vós a tendes convertido em covil de ladrões”. (Mt 31,13)
Jesus não orava apenas só, mas também nas preces que os israelitas piedosos costumavam fazer individualmente todos os dias. Proferiu também as tradicionais ações de graças a Deus sobre os alimentos como é referido expressamente na multiplicação dos pães.
“Isto é o meu sangue, o sangue do novo testamento,
que é derramado por muitos, para remissão dos pecados”
Em sua última ceia
“E, quando comiam, Jesus tomou o pão, e abençoando-o, o partiu, e o deu aos discípulos, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo”. (Mt 26,26) 

“E, tomando o cálice, e dando graças, deu-lho, dizendo: Bebei dele todos; E, tomando o cálice, e dando graças, deu-lho,dizendo: Bebei dele todos; Porque isto é o meu sangue, o sangue do novo testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados”. (Mt 26,27-28)



Ressuscitado, Jesus ora na ceia de Emaús

“E aconteceu que, estando com eles à mesa, tomando o pão, o abençoou e partiu-o, e lho deu”. (Lc 24,30)
Também cantou com Seus discípulos o hino
“E, tendo cantado o hino, saíram para o Monte das Oliveiras”. (Mt 26,30)
Até o fim da vida, já próximo à Paixão
“Agora a minha alma está perturbada; e que direi eu? Pai, salva-me desta hora; mas foi para esta hora que eu vim”. (Jo 12,27)
Na última ceia, Jesus recita a mais bela oração que poderia ser erigida da terra ao Criador:
“Jesus falou assim e, levantando seus olhos ao céu, disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que também o teu Filho te glorifique a ti; Assim como lhe deste poder sobre toda a carne, para que dê a vida eterna a todos quantos lhe deste. E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste. Eu glorifiquei-te na terra, tendo consumado a obra que me deste a fazer. E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória quetinha contigo antes que o mundo existisse. Manifestei o teu nome aos homens que do mundo me deste; eram teus, e tu mos deste, e guardaram a tua palavra. Agora já têm conhecido que tudo quanto me deste provém de ti; Porque lhes dei as palavras que tu me deste; e eles as receberam, e têm verdadeiramente conhecido que saí de ti, e creram que me enviaste. Eu rogo por eles; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus. E todas as minhas coisas são tuas, e as tuas coisas são minhas; e nisso sou glorificado. E eu já não estou mais no mundo, mas eles estão no mundo, e eu vou para ti. Pai santo, guarda em teu nome aqueles que me deste, para que sejam um, assim como nós. Estando eu com eles no mundo, guardava-os em teu nome. Tenho guardado aqueles que tu me deste, e nenhum deles se perdeu, senão o filho da perdição, para que a Escritura se cumprisse. Mas agora vou para ti, e digo isto no mundo, para que tenham a minha alegria completa em si mesmos. Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os odiou, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo. Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal. Não são do mundo, como eu do mundo não sou. Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade. Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo. E por eles me santifico a mim mesmo, para que também eles sejam santificados na verdade. E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim; Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. E eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um. Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim, e que os tens amado a eles como me tens amado a mim. Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estiver, também eles estejam comigo, para que vejam a minha glória que me deste; porque tu me amaste antes da fundação do mundo. Pai justo, o mundo não te conheceu; mas eu te conheci, e estes conheceram que tu me enviaste a mim. E eu lhes fiz conhecer o teu nome, e lho farei conhecer mais, para que o amor com que me tens amado esteja neles, e eu neles esteja”. (Jo 17,1-26)
Então chegou Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani, e disse a seus discípulos:
 “Assentai-vos aqui, enquanto vou além orar”
   

E, clamando Jesus com grande voz, disse:
“Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”.
 E, havendo dito isto, expirou

Durante Sua agonia

“Então chegou Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani, e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto vou além orar. E, levando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se muito. Então lhes disse: A minha alma está cheia de tristeza até a morte; ficai aqui, e velai comigo. E, indo um pouco mais para diante, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres. E, voltando para os seus discípulos, achou-os adormecidos; e disse a Pedro: Então nem uma hora pudeste velar comigo? Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca.  E, indo segunda vez, orou, dizendo: Pai meu, se este cálice não pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a tua vontade. E, voltando, achou-os outra vez adormecidos; porque os seus olhos estavam pesados. E, deixando-os de novo, foi orar pela terceira vez, repetindo as mesmas palavras”. (Mt 26,36-44)

Jesus ora na cruz
“E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. E, repartindo as suas vestes, lançaram sortes.  E o povo estava olhando. E também os príncipes zombavam dele, dizendo: Aos outros salvou, salve-se a si mesmo, se este é o Cristo, o escolhido de Deus. E também os soldados o escarneciam, chegando-se a ele, e apresentando-lhe vinagre. E dizendo: Se tu és o Rei dos Judeus, salva-te a ti mesmo. E também por cima dele, estava um título, escrito em letras gregas, romanas, e hebraicas: ESTE É O REI DOS JUDEUS. E um dos malfeitores que estavam pendurados blasfemava dele, dizendo: Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo, e a nós. Respondendo, porém, o outro, repreendia-o, dizendo: Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação? E nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam; mas este nenhum mal fez. E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino. E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso.  E era já quase a hora sexta, e houve trevas em toda a terra até à hora nona, escurecendo-se o sol; E rasgou-se ao meio o véu do templo. E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isto, expirou”. (Lc 23,34-46)
       
“E perto da hora nona exclamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni; isto é, Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Mt 27,43)
O Divino Mestre nos ensina que a oração foi sempre a alma de Seu ministério messiânico e do termo pascal da Sua vida
Ele de fato, “nos dias de Sua vida terrestre, dirigiu preces e súplicas, com forte clamor e lágrimas, Àquele que era capaz de salvá-lo da morte. Foi atendido por causa de Sua entrega a Deus” (Hb 5,7)
Com sua oblação perfeita no altar da cruz, “levou à perfeição definitiva os que Ele santifica” (Hb 10,14).
Finalmente, ressuscitado dentre os mortos, vive e ora constantemente por nós:
“Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles”. (Hb 7,25)
A oração da fé salvará o doente, e o 
Senhor o levantará; e, se houver cometido
pecados, ser-lhe-ão perdoados

Jesus mandou que também fizéssemos o que Ele mesmo fez: “Orai”, disse muitas vezes, “rogai”, “pedi” “em meu nome”

“E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei” (Jo 13-14)
“Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus” (Mt 5,44)     
“Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á”. (Mt 7,7)
“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca”. (Mt 26-41)     
“Olhai, vigiai e orai; porque não sabeis quando chegará o tempo”. (Mc 13,33)
“E eu vos digo a vós: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis;batei, e abrir-se-vos-á” (Lc, 11,9)  
“E quando chegou àquele lugar, disse-lhes: Orai, para que não entreis em tentação” (Lc 22,40)     
“E disse-lhes: Por que estais dormindo? Levantai-vos, e orai, para que não entreis em tentação”. (Lc 22,46)    
“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca”. (Mc 14,38)   
“Bendizei os que vos maldizem, e orai pelos que vos caluniam”. (Lc 6,28)    
“E dizia-lhes: Grande é, em verdade, a seara, mas os obreiros são poucos; rogai, pois, ao Senhor da seara que envie obreiros para a sua seara”. (Lc 10,2)
“E eu vos digo a vós: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis;batei, e abrir-se-vos-á” (Lc 11,9)
    
Deixou-nos também uma forma de rezar: a oração dominical
“Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu; O pão nosso de cada dia nos dá hoje; E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores; E não nos induzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém”. (Mt 6,9-13)
Insistiu na necessidade da oração
“E contou-lhes também uma parábola sobre o dever de orar sempre, e nunca desistir de orar” (Lc 18,1)
Oração e penitência no combate à subjugação das trevas
Jesus não recomenda sabedoria ou conhecimento no combate à subjugação das trevas, perpetrado pelos espíritos do mal, mas sim a oração e a penitência:
“Mas esta casta de demônios não se expulsa senão pela oração e pelo jejum”  (Mt 17:21)
Ensinou que a oração deve ser humilde
“E disse também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros: Dois homens subiram ao templo, para orar; um, fariseu, e o outro, publicano. O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano. Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo. O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador! Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado” (Lc 18-14)
Jesus ensinou que a oração deve ser vigilante
“Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem” (Lc 21,36)
“Olhai, vigiai e orai; porque não sabeis quando chegará o tempo”. (Mc 13,33)

Que a oração deve ser perseverante e confiante na bondade do Pai

“Pois se vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?” (Lc 11,13)   
“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre” (Jo 14,16)
“Mas esta casta de demônios não se expulsa senão pela oração e pelo jejum” (Mt 17:21)




Jesus ensinou que a oração deve ser pura e conforme a vontade de Deus
“E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente. E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes” (Mt 6,5-8)
“Guardai-vos dos escribas, que querem andar com vestes compridas; e amam as saudações nas praças, e as principais cadeiras nas sinagogas, e os primeiros lugares nos banquetes; Que devoram as casas das viúvas, fazendo, por pretexto, longas orações. Estes receberão maior condenação” (Lc 20,46-47)
“Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem” (Jo 4,23)
A oração no Espírito Santo
Os Apóstolos, por sua vez, que em suas cartas nos transmitiram muitas orações, sobretudo de louvor e ação de graças, exortam-nos a respeito da oração no Espírito Santo:
“Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai”. (Rm 8,15)
“Portanto, vos quero fazer compreender que ninguém que fala pelo Espírito de Deus diz: Jesus é anátema, e ninguém pode dizer que Jesus é o SENHOR, senão pelo Espírito Santo” (ICor 12,3)
“E, porque sois filhos, Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai” (Gl 4,6)
“Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo” (Jd 20)
A oração era ensinada pelos Apóstolos em nome de Cristo
“Porque todas quantas promessas há de Deus, são nele sim, e por ele o Amém, para glória de Deus por nós” (Cor 1,20)
“E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai” (Cl 3,17)
A oração deve ser oferecida a Deus
“Portanto, ofereçamos sempre por ele a Deus sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o seu nome” (Hb 13,15)
“Portanto, vos quero fazer compreender que ninguém que fala pelo Espírito de Deus diz: Jesus é anátema, e ninguém pode dizer que Jesus é o SENHOR, senão pelo Espírito Santo” (ICor 12,3)


A oração deve ser oferecida com insistência e assiduidade
“Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação,perseverai na oração” (Rm 12,12)    
“Não vos priveis um ao outro, senão por consentimento mútuo por algum tempo, para vos aplicardes ao jejum e à oração; e depois ajuntai-vos outra vez, para que Satanás não vos tente pela vossa incontinência” (1Cor 7,5) 
“Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos” (Ef 6,18)
“Perseverai em oração, velando nela com ação de graças” (Cl 4,2)  
“Orai sem cessar” (Ts 5,17)
“A que é verdadeiramente viúva e desamparada espera em Deus, epersevera de noite e de dia em rogos e orações” (1Tm 5,5)
“E já está próximo o fim de todas as coisas; portanto sede sóbrios evigiai em oração” (1Pd 4,7)
Sobre a eficácia santificadora da oração
“Porque pela palavra de Deus e pela oração é santificada” (1Tm, 3,5) 
“E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados. Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos. Elias era homem sujeito às mesmas paixões que nós e, orando,pediu que não chovesse e, por três anos e seis meses, não choveu sobre a terra. E orou outra vez, e o céu deu chuva, e a terra produziu o seu fruto” (Tg 5,15s) 
“E qualquer coisa que lhe pedirmos, dele a receberemos, porque guardamos os seus mandamentos, e fazemos o que é agradável à sua vista” (1Jo 3,22)  
“E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve” (1Jo, 5,14)
“Vigiai, pois, em todo o tempo, orando”

A oração como um ato de louvor a Deus

“Falando entre vós em salmos, e hinos, e cânticos espirituais; cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração. Dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo; sujeitando-vos uns aos outros no temor de Deus” (Ef 5,19-21)
“Portanto, ofereçamos sempre por ele a Deus sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o seu nome” (Hb 13,15)
“E saiu uma voz do trono, que dizia: Louvai o nosso Deus, vós, todos os seus servos, e vós que o temeis, assim pequenos como grandes” (Ap 18,5)
A oração como ação de graças
“E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai” (Cl 3,17)
“Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petiçõessejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças” (Fl 3,6)    
“Orai sem cessar” (1Ts 5,17)
“Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam súplicas, orações, intercessões, e ações de graças, por todos os homens” (1Tm 2,1)
A oração como petição
“E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis” (Rm 8,26)
A oração como intercessão em favor de todos
“E rogo-vos, irmãos, por nosso Senhor Jesus Cristo e pelo amor do Espírito, que combatais comigo nas vossas orações por mim a Deus” (Rm 15,30)
“Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos” (Ef 6,18)  
“Irmãos, orai por nós” (1Ts 5,25) 
“Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, eorem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor; 15  Ea oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados” (Tg 5,14-15)
“A multidão dos fiéis era um só coração
e uma só alma” (At 4,14)

Os Atos dos Apóstolos, quando pela primeira vez se fala da comunidade dos fiéis, esta aparece reunida em atitude de oração

O exemplo e o preceito do Senhor e dos Apóstolos de orar sempre e com insistência não devem ser considerados como regra meramente legal, mas derivam da essência íntima da própria Igreja, que é comunidade e deve expressar seu caráter comunitário também ao orar. Por isso, os Atos dos Apóstolos, quando pela primeira vez se fala da comunidade dos fiéis, esta aparece reunida em atitude de oração:
“Junto com algumas mulheres, entre as quais Maria, mãe de Jesus e com os irmãos de Jesus” (At 1,14)
        
A unanimidade da igreja primitiva, desde o seu início, apoiava-se na palavra de Deus, na comunhão fraterna, na oração e na Eucaristia
“E perseveravam na doutrina dos Apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações” (At 2,42)      
“E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão (a Eucaristia, conforme Jesus recomendara) em casa,comiam juntos com alegria e singeleza de coração”  (At 2:46)    
“E no primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão (Eucaristia), Paulo, que havia de partir no dia seguinte, falava com eles; e prolongou a prática até à meia-noite”  (At 20:7) 
“Porventura o cálice de bênção, que abençoamos, não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é porventura a comunhão do corpo de Cristo?” (ICor 10:16)    
“Porque nós, sendo muitos, somos um só pão e um só corpo, porque todos participamos do mesmo pão”  (ICor 10:17) 
“Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice.”  (ICor 11:28)
A oração da comunidade tem dignidade especial
Mesmo a oração no quarto, a portas fechadas (3) , sempre necessária e recomendável, os membros da Igreja a fazem por Cristo no Espírito Santo. Mas a oração da comunidade tem dignidade especial, já que o próprio Cristo disse:
“Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou ali, no meio deles” (Mt 18,20)
Cristo estabeleceu
“É preciso orar sempre e nunca desistir de orar” (Lc 18,1).

Perene sacrifício de louvor

Por isso a igreja, atendendo fielmente a essa exortação, jamais cessa de elevar suas preces, e nos exorta com estas palavras
“Por meio de Jesus, ofereçamos a Deus um perene sacrifício de louvor” (Hb 13,15)

“E contou-lhes também uma parábola sobre o dever de orar sempre, e nunca desistir de orar”

    
A Igreja preserva e dá continuidade a oração de Cristo

Como podemos ver, a Igreja preserva e dá continuidade a oração de Cristo.
Tudo o que o ser humano tem, deve a Deus, e por isso precisa reconhecer e confessar essa dependência diante do seu Criador. Assim, homens piedosos de todos os tempos o fizeram por meio da oração.
Mas por ser dirigida a Deus, a oração deve necessariamente ser vinculada a Cristo, Senhor de todos e único Mediador
“Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem” (1Tim 2,5)
“Mas agora alcançou ele ministério tanto mais excelente, quanto émediador de uma melhor aliança que está confirmada em melhores promessas” (Hb 8,6)
“E por isso é Mediador de um novo testamento, para que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia debaixo do primeiro testamento, os chamados recebam a promessa da herança eterna” (Hb 9,15)
“E a Jesus, o Mediador de uma nova aliança, e ao sangue da aspersão, que fala melhor do que o de Abel” (Hb 12,24)
No dia de Pentecostes a Igreja
de Cristo nascia com
Maria e os Apóstolos
reunidos em oração no cenáculo,
em Jerusalém

Unicamente por Ele temos acesso a Deus

“Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo; Pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus” (Rm 5,1-2) 
“Porque por ele ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito” (Ef 2,18)   
“Para que agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus, segundo o eterno propósito que fez em Cristo Jesus nosso Senhor, no qual temos ousadia e acesso com confiança, pela nossa fé nele” (Ef 3,10-12)
    
De tal maneira Jesus incorpora a si toda a comunidade humana, que existe íntima relação entre a oração de Cristo e a oração de todo o gênero humano. Em Cristo, e só nEle, é que a religião humana alcança seu valor salvífico e sua finalidade. 
    
Abalando a unidade da Igreja de Cristo, as trevas privam a humanidade do verdadeiro culto a Deus e do divino poder e proteção que se encontram na oração comunitária e na prática das demais virtudes cristãs
Eis o motivo pelo qual todas as doutrinas esotéricas/ocultistas, orquestradas pelo governo oculto do mundo, conforme pudemos apreender neste estudo, empenham-se em desfigurar qualquer coisa que diga respeito a Jesus, à Sua Igreja e a Seus discípulos.

Abalando a unidade da Igreja de Cristo, a religião aquariana da “nova era” priva a humanidade do verdadeiro culto a Deus e do divino poder e proteção que se encontram na oração comunitária e na prática das demais virtudes cristãs
    
Com atitude orgulhosa e soberba todo adepto da “nova era” rejeita o alimento espiritual deixado pelo próprio Cristo
“Porque há um só Deus,
e um só Mediador entre Deus e os homens,
Jesus Cristo homem” (1Tim 2,5)

Todo livre-pensador, adepto de alguma doutrina aquariana da “nova era”, qualquer que seja a doutrina, aventura-se em práticas obscuras e duvidosas, rende oferendas e se devota submissamente a espíritos desconhecidos que, muitas vezes, dizendo agirem em nome do Cristo, autoproclamam-se superiores ou divinos… mas nenhum deles, adeptos e espíritos-guia, possuem a humildade de partilhar da ceia do Senhor, nas figuras do Pão e do Vinho, por ocasião da Eucaristia, por Ele mesmo deixadas como sinal de plenitude de comunhão com Deus:

“A minha carne é verdadeira comida e o meu sangue verdadeirabebida. Aquele que come a minha carne e bebe o meu sanguepermanece em mim e Eu nele” (Jo 6,55-56)
“Fazei isto em memória de mim” (Lc 22 : 19)
Assim, relevam o Seu dramático testamento e voltam às costas ao Seu prometido penhor com a alegação de que isso não é importante (embora se submetam às mais insanas práticas ocultas e se tornem arautos e capachos de seus gurus e espíritos-guias decaídos).

Com atitude orgulhosa e soberba todo adepto da “nova era” rejeita o alimento espiritual deixado pelo próprio Cristo, esquecido de que nesse sagrado Pão vindo do Céu todos os santos e mártires da cristandade souberam e ainda sabem nutrir sua fé e verdadeiramente saciarem seus espíritos.

A humanidade tem fome do Deus Vivo… mas não tem olhos para enxergar sua indigência espiritual.

É a fome desse Pão espiritual que tem atormentado o mundo em nossos tempos. Destruído famílias, pervertido a juventude, desnorteado crianças e criado o caos…
A Revelação Divina se opõe frontalmente a todas as práticas da “nova era”
Dentro desse contexto de discernimento de Verdade e espírito de doutrina Cristã, contido nas Sagradas Escrituras —imperceptível para a maioria— vemos que a Revelação Divina se opõe frontalmente a todas as práticas da “nova era”:
“Quando entrares na terra que Iahvéh, teu Deus, te dá, não aprendas a fazer as abominações daquelas nações. Não se achará em ti quem faça passar seu filho ou sua filha pelo fogo; nem encantador, nem feiticeiros, nem agoureiro, nem cartomante, nem bruxo, nem mago e semelhante, nem quem consulte o necromante e o adivinho, nem quem evoque a presença dos mortos”. (Deuteronômio 18:9-11, em uma tradução fiel ao hebraico)
Em uma única recomendação, todas as práticas da “nova era” são condenadas veementemente. E a Revelação ainda prossegue:
“Porque o Senhor, teu Deus, abomina aqueles que se dão a essas práticas, e é por causa dessas abominações que o Senhor teu Deus, expulsa diante de ti essas nações” (Dt 18,12).
Por mais radical que soe aos adeptos das doutrinas orientalistas, esotéricas e espiritualistas, o motivo é bem óbvio ao bom entendedor, porque o Deuteronômio finaliza essa passagem com o convite paternal que Jesus ofereceu a Seus discípulos e que também Ele próprio seguiu à risca:
“Serás inteiramente do Senhor, teu Deus” (Dt 18,10-13).
Fontes de consulta:
1 – Catecismo da Igreja Católica. Cap. III, A vida de oração, 2744.
2 –  Constituição do Vaticano II sobre a Liturgia, Sacrosanctum Concillium, n.º 83.
3 – Cf. Mt 6,6.
4 – Ofício Divino. Oração das Horas. pp 14-16. Renovado conforme o decreto do Concílio Vaticano II e promulgado pelo Papa Paulo VI. Editora Vozes, Paulinas, Paulus, Editora Ave-Maria. 2005

Fonte: http://www.espirito.org
http://despertardegaia.blogspot.com/