O PARADIGMA HOLÍSTICO DA TRANSIÇÃO PLANETÁRIA – As mudanças de conceito sobre Vida, Morte e Karma

A ideia do holismo não é nova. Ela está subjacente á várias concepções filosóficas ao longo de toda a evolução do pensamento humano. O termo holismo origina-se do grego holos, que significa todo. 

No século VI antes de cristo, o filósofo Heráclito de Efeso já dizia: “A  parte é diferente do Todo, mas também é o mesmo que o Todo. A essência é o Todo e a parte”.

Holística pode, também, ser designada pela força vital da Vida responsável pela formação de conjuntos; esta mesma força seria a formadora dos átomos e moléculas, no plano físico; da célula, no plano biológico; das idéias, no plano psicológico; e da personalidade, no plano espiritual. O próprio universo seria um conjunto em constante formação.

A palavra “holística” não é encontrada em nossos dicionários tradicionais de Língua Portuguesa. O que encontramos é a palavra holismo que significa “a tendência, que se supõe seja própria do Universo, a sintetizar unidades em totalidades organizadas”.

Por este e vários outros motivos aconteceu uma distorção no emprego e definição da mesma. A grande maioria das pessoas tem hoje uma relação errônea com esta abordagem sobre o sentido  da vida, através dos movimentos pseudo-esotéricos, que utilizaram esta palavra, desconhecida pela maioria da população, para divulgar e buscar aceitação dos mesmos.

Porém a sua realidade é científica e muito lógica.A abordagem holística da Vida é praticada no oriente nas ciências e filosofias, há milênios, como é o caso da medicina com utilização da acupuntura, da yoga, medicina ayurvédica, do taoísmo, etc.

No ocidente é que essa prática é relativamente nova, pois, sómente agora é que esta abordagem vem ganhando campo entre as ciências e filosofias ocidentais.

O Todo e Parte-Um novo conceito de encarar a Vida

Na verdade, partes de todos em sentido absoluto não existem. Tudo o que há na natureza, seja o homem, um minúsculo inseto, uma molécula, ou até mesmo  as grandiosas galáxias que brilham na noite, são considerados

Todos, em relação às suas partes  constituintes, mas também são partes de Todos maiores. E tudo isso, Todos e Partes, são interligados, são interdependentes, numa totalidade harmônica e funcional, uma perpétua oscilação onde o Todo e as Partes se esclarecem mutuamente.

Essa concepção holística da Vida e do Universo mostra a existência viva de uma relação dialética entre os fenômenos e sua essência, entre o particular e o universal, entre a base material e consciência, entre a imaginação e razão.

 Uma forma de ver e compreender o mundo

A holística não é uma ciência e nem uma filosofia. Não é uma religião nem uma disciplina mística. Também não constitui um paradigma científico.

É tão somente uma visão de mundo que vem se contrapor à visão dualista, fragmentadora e mecanicista que despojou o ser humano da sua Unidade, ao longo desses séculos de civilização tecnológicas e racionalismo exacerbado.

A holística básicamente é uma atitude diante da realidade, uma forma de ver,viver e compreender o mundo, um espaço onde é permitido um intercâmbio dinâmico entre Ciência, Arte Filosófica e as Tradições Espirituais, sendo exatamente esse intercâmbio que se propõem como uma das mais criativas formas de enfrentamento dos desafios desta Transição Planetária.

É UMA OUTRA FORMA DE VIVER E VER A VIDA MAIS EVOLUÍDA.

Sendo uma ATITUDE diante da vida,é uma forma de compreender e de estar no mundo. O pensamento holístico permeia todos os níveis de atuação do indivíduo.

Admite todas as crenças; Admite todos os sistemas filosóficos. Mas não os mescla, não os mistura. Respeita o que cada um tem de importante e entende que a diversidade é não sómente aceitável, como até recomendável e essencial para a riqueza e a fertilização do pensamento.

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AS TRANSFORMAÇÕES DOS VALORES-MAIS REAIS E MAIS DINÂMICOS

Não exclui, não condena, não separa. Não nega nem afirma. Trata, tão somente de construir pontes, de estabelecer nexos e correlações entre campos até então considerados inconciliáveis como entre a Ciência e a Espiritualidade, a Arte e Filosofia.

Considera que, em cada coisa está representado o Todo, e que este transcende a simples soma de suas partes. Dessa forma, fica claro que a visão holística não se coloca como a única ou a melhor visão, pois isso seria incorrer na mesma “ilusão messiânica” das ideologias políticas ou religiosas.

Por isso não se contrapõem á nenhum sistema de idéias, a nenhuma teoria.

O pensamento holístico no modo de encarar a Vida é profundamente ecológico, e de acordo com ele, o indivíduo e a natureza não estão separados, mais formam um conjunto impossível de ser dissociado. Por isso é que qualquer forma de agressão à natureza e ao meio ambiente, para abordagem holística, é pura e simplesmente uma forma de suicídio.

Apesar de baseado em idéias muito antigas que se confundem com as origens do pensamento humano, o movimento holístico nasceu nos movimentos contraculturais e filosóficos da década de sessenta.E logo em seguida, começamos a adentrar o Cinturão de Fótons, sinalizando o vento das mudanças no planeta e na raça humana.

Dessa forma, encontramos pontos de contato com o movimento antinuclear, o surgimento da consciência feminista, o movimento de simplicidade voluntária, o renascimento das tradições espirituais a medicina alternativa, as lutas de libertação étnica, a consciência ecológica.

Todas essas bandeiras de luta tem um caráter comum, que reside na resistência aos padrões predominantes na nossa sociedade dominada pelo paradigma mecanicista, onde o ser humano torna-se o predador do seu semelhante e que finalmente está nos seus capítulos finais.cada vez mais avançamos para o Universo de Luz e Vida, onde a semente já foi plantada e começa a dar seus frutos, ainda tímidos, mas com grandes perspectivas positivas.

Esses padrões antigos,que estão caindo sempre foram calcados na tendência à auto-afirmação excessivas, implicam em poder, controle e dominação dos outros pela força, numa classe organizada dominante, em posições de poder mantidas de acordo com hierarquias sexistas e racistas, na ênfase da competição e não da cooperação, e no “endeusamento” de uma tecnologia que tem por meta o controle, a produção em massa e a padronização.

Holística e Conhecimento

Um dos aspectos mais importantes da abordagem holística de vida é que, sendo um forma de encarar a realidade, seus conceitos podem ser aplicados às mais diferentes áreas do conhecimento.

Ao mudar nosso olhar sobre o mundo, começamos a ver a possibilidades novas, impossíveis de serem visualizadas antes.

Vislumbramos uma forma diferente de encarar a saúde e a doença, o processo de cura, e a Morte. Alcançamos um maior entendimento do que  passa durante o processo de ensino–aprendizagem, e de quais estratégias são mais adequadas para obter um melhor rendimento de nossas escolas, revolucionando o ensino todo, aproveitando de maneira mais criativa as infinitas potencialidades do nosso cérebro.

Despertamos para novas abordagens do Ser Humano, que  extrapolam os limites do pessoal e nos mergulham em níveis chamados trans pessoais, e nos damos conta da importância existencial e terapêutica dos estados ampliados de consciência.

Descobrimos também maneiras inusitadas de se administrar a vida, com a possibilidade de progredir e sobreviver com tranquilidade e abundância mesmo em épocas de crise, e mais, dentro de uma relação harmônica com o meio ambiente.

E podemos também participar de uma prática política instigante, repleta de significado, amor ao próximo, e realização enquanto ser humano, além de estarmos prontos para relacionamentos com humanos mais prazerosos e criativos, onde haja um clima de alegria, respeito, amor e compreensão e sobretudo, de liberdade.

E, finalmente, uma vez despertada a Consciência Holística de Vida, descobrimos que a Arte deve estimular o respeito à vida, à sensibilidade e à beleza, garantindo-se como uma forma consciente de assumir as novas visões, como elemento importante do Homem na busca e entendimento de si mesmo.


O CONCEITO DE KARMA – Uma nova visão para a Nova Era

A primeira coisa vital que fazemos na vida é tomar ar. Então, temos de devolvê-lo.Esse é o ritmo da vida.

Essa é uma lei natural de reciprocidade,na qual tudo e todos são afetados.Você começa pegando o que termina por dar.Essa é a lei de causa e efeito e essa lei que não foi escrita engloba cada ação quedesempenhamos.Essa é a lei da justiça perfeita e nós sempre recebemos o retorno de tudo o que damos.

O que é o Karma?

O Karma é uma lei espiritual natural ou o princípio que governa todas as nossas interações. Ele começa com uma semente de pensamento que se desenvolve e cresce ao longo do tempo, através de nossos sentimentos, atitudes, palavras, ações e relacionamentos.

Ele finalmente se estabelece em nossas almas como traços de personalidade, apenas para surgir de novo na forma de outro pensamento.

A Lei do Karma pode ser entendida como o equivalente espiritual da Terceira Lei do Movimento de Newton, a qual enuncia que para cada ação (em um plano físico) há uma reação igual e oposta.

Na Física, o entendimento da exatidão da Lei de Newton trouxe tanto esclarecimento para um mundo antes envolto em mistério, que hoje ela está na base de muitos avanços da ciência e da tecnologia.

A Lei do Karma é igualmente indubitável na dimensão espiritual. Ela diz que “para cada ação no plano espiritual há uma reação igual e oposta”. Isso significa que quando se dá felicidade, em retorno, experimenta-se felicidade, e quando a tristeza é dada, a tristeza será experimentada em igual medida.

Em outras palavras, qualquer emoção que eu leve outra pessoa a sentir deve, em algum momento, tornar-se minha própria experiência.

Entender a Lei do Karma me torna consciente de que cada ação (ou Karma) provoca um retorno, uma conseqüência; da mesma forma, eventos (e seus efeitos) só podem ocorrer quando há uma causa correspondente.

Isso significa que, não importa em que circunstâncias eu esteja no momento – quem ou o que quer que esteja me levando ou me afastando e qualquer experiência que eu tenha –, isso é conseqüência de meus próprios pensamentos, decisões e ações prévias.

Entender a Lei do Karma dá um significado profundo á conceitos como responsabilidade e justiça. Às vezes, a Lei do Karma é entendida apenas em parte.

Alguém pode se sentir desencorajado e pensar: “Se tudo o que está me acontecendo agora é em virtude de minhas ações passadas, não há nada que eu possa fazer a respeito”.

Mas se o passado criou o presente, o presente também cria o futuro. Ao invés de sermos escravos do passado, entender a Lei do Karma nos inspira a participar ativamente em criar nosso próprio caminho.

OS PENSAMENTOS E AS NOSSA AÇÕES/ESCOLHAS CRIAM A REALIDADE E MUDAM NOSSO KARMA

Usando uma metáfora simples,o pensamento é uma semente; a ação é seu fruto. A qualidade do fruto é determinada pela qualidade de sua semente. Os bons pensamentos levam á boas ações que beneficiam os outros e também a nós mesmos.

A Lei do Karma começa a trabalhar a meu favor, quando eu paro as ações habituais que são prejudiciais, ASSUMO a responsabilidade para enfrentar positivamente as conseqüências de tais ações desempenhadas no passado e PRESTO ATENÇÃO em desempenhar ações positivas desse momento em diante.

A Lei do Karma é uma lei em transformação para consciências elevadas, cujos longos braços alcançam fácilmente, de uma vida para a próxima, permitindo que a alma colha os frutos de quaisquer sementes que tenha plantado , mas tenha o direito de  criar  o destino que quiser e mudar situações sem gerar consequências danosas á ninguém.

Afinal, o livre arbítrio é incontestável e faz parte deste Universo.Então, escolhemos situações para vivenciar,pois isso faz parte da nossa evolução e nem sempre o erro gerará Karma negativo.

Tudo depende de nossa escolhas conscientes,pois sentimos e sabemos o que precisamos experienciar;

Temos responsabilidades sobre essas escolhas, mas não podemos achar que tudo o que nos acontece provém de um Karma infalível e punitivo/compensatório.

ANALISANDO O FENÔMENO DA MORTE SOB O PONTO DE VISTA DA VIDA

Medo ancestral, recorrente, misterioso. Difícil quem não tem, mais difícil ainda quem já o superou. É um treinamento da mente, das emoções, dos conflitos internos, das crenças.

Passar pela morte com a mesma naturalidade com que se passa pela vida deve ser a nossa meta. A morte é um evento tão natural quanto o nascimento, mas a encaramos ainda como tabu, sofrimento e falta de compreensão.

Se olharmos a natureza e tudo à nossa volta, perceberemos que nada é estável, que tudo é impermanente e contínuo.

Assim também somos nós: impermanentes e contínuos. Seguiremos de onde paramos. Por isso, é tão importante ressignificar os medos em torno desse momento para que se prossigamos da melhor maneira possível.

À medida que desconhecemos a nós mesmos, isto é, a nossa verdade essencial, alimentamos nossos medos internos e entre eles, o mito da morte.

Portanto, nada mais “normal” quando definimos através de nossos dicionários o conceito de morte como sendo “fim”, porque tudo o que desconhecemos, tememos, e o que tememos por causar-­nos sofrimento á sua lembrança, esquecemos ou apagamos da memória.

Nós, ocidentais civilizados, não estamos preparados para as mortes repentinas ou para os desaparecimentos prematuros. Esses fatos nos chocam e nos comovem. Sentimos a “perda” como algo abstrato que não compreendemos e, que muitas vezes, atribuímos à fatalidade ou ao azar.

Portanto, dependentes da cultura do medo da morte que nos acompanha desde os mais remotos tempos como sendo um trauma a bloquear a passagem do conhecimento, impedindo um melhor nível de compreensão, permanecemos órfãos e ignorantes de seu profundo significado, vindo buscar na religião e na filosofia, algo que explique a nossa angústia.

E para compreendermos a MORTE, temos que compreender o significado da VIDA porque, ciclicamente, uma coisa está relacionada à outra. 

E compreender o significado da vida requer perceber o nosso verdadeiro papel inserido nela, porque apesar de sermos parecidos não somos iguais, pois representamos capítulos à parte na história da Humanidade.

Quando começarmos a compreender o verdadeiro significado da vida como sendo o exercício do AMOR em todos os seus níveis humanamente possíveis, estaremos, naturalmente, processando e, acima de tudo, sentindo o que a vida representa para o espírito e que a evolução é a nossa meta.

Nós, ao contrário, evitamos conversas sobre a morte, o que reforça ainda mais os obstáculos que cada pessoa carrega.

Naturalmente porque fomos educados de outra forma.

Mas hoje é possível encarar a vida com mais franqueza, verdade, simplicidade, objetividade.

Podemos a cada dia, a cada instante, experimentar um tipo de morte em nós.

Sentir a morte de várias maneiras, a morte de uma mente, de uma emoção, de um apêgo, de uma crença.

Deixar morrer opiniões, formas de ver a vida, entendimentos, conhecimentos, julgamentos, distorções, críticas, desequilíbrios.

Morrer para a tristeza, a derrota, o pessimismo, o preconceito. Morrer e morrer para aquilo que não serve mais, deixar ir, viver aqui, acordar.

Abrir os olhos, ver a vida em tudo, a beleza, o colorido, o pulsar inesgotável, a energia constante. Sentir que isso não cessa e, se não cessa, não há o que temer. É um sopro, um suspiro, uma brisa leve. Inspira, expira, aqui e agora. Assim, logo após a morte, será AGORA novamente.

É a vida que segue, sempre segue, não há morte então. Se há vida sempre, a morte é a nossa grande ilusão.

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ALGUNS CONSELHOS PRÁTICOS PARA APLICARMOS NO DIA Á DIA, PARA OTIMIZAR AS MUDANÇAS

1. Mudança no padrão de sono

Perturbações durante o sono, pés quentes, acordar duas ou três vezes durante a noite. Sentir-se cansado e com sono depois de acordar. Adormecer e acordar durante o dia. O Padrão de 3 Sonos, que acontece freqüentemente a muitas pessoas caracteriza-se por: dormir cerca de 2-3 horas, acordar, voltar a adormecer mais 2-3 horas, acordar de novo, voltar a adormecer mais 2-3 horas. Outras pessoas viram alterar-se as suas necessidades de sono, passando a dormir menos. Ultimamente, algumas pessoas sentem enormes ondas energéticas percorrendo o seu corpo a partir do coronário (centro energético no alto da cabeça). Estas ondas podem afetar o sono.

Conselho: Habitue-se. Pacifique-se com essa energia e não se preocupe se não dormir o suficiente (preocupação que, por vezes, pode causar mais insônia). Será capaz de suportar bem o dia se pensar que tem a quantidade certa do que necessita. Também pode pedir ao seu Eu Superior que, de vez em quando, lhe dê um intervalo para poder ter um sono reparador. Se, durante a noite, não conseguir adormecer, aproveite esse tempo para meditar, ler poesia, escrever o seu diário ou olhar para a Lua. O seu corpo ajustar-se-á ao novo padrão.

2. Atividade do chakra coronário – (alto da cabeça)

Sensações de tilintar, comichão, formigamento e arrepios no couro cabeludo e/ou na coluna. Sensação de vibração energética no topo da cabeça, como se a energia jorrasse em chuveiro. Poderá sentir pressão na coroa, como se alguém estivesse a pressionar um dedo contra o centro da cabeça. Como referido no ponto 1, vivemos enormes carregamentos de energia através do chakra coronário. Podemos sentir uma pressão mais generalizada, como se a cabeça estivesse dentro dum aparelho muito suave.

Conselho: Não se assuste. Trata-se da abertura do chakra da coroa. Tais sensações dizem-lhe que você está aberto a receber a energia da fonte.

3. Repentinas ondas de emoção

Choro convulsivo ou inesperadamente, sente-se zangado, deprimido, triste ou muito infeliz à mínima provocação. Emoções à solta. Muitas vezes a pressão ou as emoções congestionadas são sentidas no chakra do coração (no centro do peito), o que não deve ser confundido com o coração, localizado à esquerda do chakra do coração.

Conselho: Aceite os seus sentimentos como surgem, abençoe-os e deixe-os partir. Sinta a conteúdo emocional da energia no chakra do coração. Expanda-a para todos os seus campos e respire profundamente, desde o umbigo até a parte superior do peito. Sinta a emoção e deixe-a evaporar-se. Não dirija as emoções para ninguém. Você está limpando o passado. Se necessitar de ajuda, diga em voz alta que pretende largar todo esse velho material e peça ajuda ao seu Eu Superior. Também pode pedir aos Anjos da Graça (energia branco cristal) que o ajudem a soltar estas emoções, fácil e suavemente. Agradeça por o seu corpo estar soltando estas emoções, não as retendo dentro de si, o que poderia provocar danos. Uma das nossas fontes sugere que a depressão está ligada às relações de “deixar ficar como está”, de relações pessoais, profissionais, etc. que já não servem nem a nós, nem às nossas frequências.

4. Clarificação de Karma

Velhos conteúdos parecem estar ressurgindo, como descrito acima, ressurgindo em sua vida as pessoas envolvidas nesses episódios. Casos de encerramento de processo. Ou talvez você precise trabalhar o seu amor-próprio, abundância, criatividade, apegos, etc. Começarão a aparecer os recursos ou as pessoas de que necessita para auxiliar neste trabalho.

Conselho: O mesmo do que para Ponto 3. E ainda: não se envolva demasiado na análise destas situações, pois isso fará com que volte para eles, novamente, cada vez a níveis mais profundos. Peça ajuda de um terapeuta, se necessitar, e avance. Não tente evitar nem «passar ao lado» destas «memórias». Abrace o que aparecer e agradeça por isso contribuir para o seu desenvolvimento. Agradeça ao seu Eu Superior por lhe dar a oportunidade de se livrar destes “resíduos”. Lembre-se, você não quer que eles continuem no seu DNA.

5. Alternância entre vigor e cansaço

Episódios de energia intensa que o fazem querer saltar da cama e agir, seguidos por períodos de letargia e cansaço. O cansaço, normalmente, segue-se a grandes mudanças. Aceite, pois este é um tempo de integração.

Conselho: Flua com a natureza da energia. Não a combata. Seja gentil consigo. Durma a sesta, se estiver cansado. No caso de sentir muita energia e não conseguir dormir, escreva pensamentos ou um romance. Tire vantagem do tipo de energia.

6. Ondas de energia

De repente, sente-se percorrido por energia da cabeça aos pés. É uma sensação momentânea e pouco confortável. Por outro lado, algumas pessoas sentem um frio inexplicável. Se você for um trabalhador de energia, deve ter reparado que o calor que corre nas suas mãos aumentou considerávelmente. Isto é bom.Tornar-se-á cada vez mais leve à medida que for limpando o material emocional, libertando crenças limitadoras assim como bagagem pesada do passado. A sua freqüência aumentou. Ama-se mais, assim como ama mais a vida. Comece a mostrar a perfeição que você realmente é.

7. Sonhos vivos

Por vezes, os sonhos são tão reais que acorda confuso. Também pode ter sonhos lúcidos, nos quais está no controle: você sabe que não está “sonhando”; o que está acontecendo é de alguma forma real. Muitos sonhos poderão ser místicos ou trazer mensagens. Lembrar-se-á daquilo que for importante para si. Não force nada. Acima de tudo, não tenha medo.

8. Acontecimentos que alteram completamente a sua vida

Morte, divórcio, mudança no trabalho ou de emprego, perda de casa, doença, e/ou outras catástrofes – por vezes, várias de uma só vez. Trata-se de forças que o obrigam a desacelerar, simplificar, mudar, reexaminar o que você é, assim como o que a sua vida lhe diz. Forças que não pode ignorar, que o obrigam a desapegar-se, que o acordam para o amor e compaixão por tudo.

9. Libertação

Desejo de cortar com todos os padrões restritivos: empregos, estilos de vida consumistas e pessoas ou situações tóxicas. Necessidade de “se encontrar” e de encontrar o propósito da sua vida – Agora.Quer ser criativo e livre para ser aquilo que é, na verdade. Apetência para as artes e a natureza. Desejo de cortar com coisas e pessoas que já não lhe dizem nada.

Conselho: FAÇA-O!

10. Confusão mental e emocional

Sentimento de que precisa arrumar a sua vida, pois está uma confusão. Mas, ao mesmo tempo, sente-se caótico e incapaz de o fazer, de se concentrar.

Conselho: Concentre-se no seu coração e ouça o seu próprio discernimento.

11. Introspecção, solidão e perda de interesse por atividades no exterior.

Este estado apareceu de surpresa a muitos extrovertidos que, antes, se viam envolvidos em diversas atividades. Agora dizem: “Não sei porquê, mas já não gosto tanto de sair como antes”.

12. Manifestações de criatividade

Recepção freqüente de imagens, idéias, música e outras inspirações criativas.

Conselho: Pelo menos registre estas inspirações, porque o Espírito está falando com você sobre como poderá preencher o seu propósito e contribuir para a regeneração do planeta.

13. Percepção de que o tempo está acelerando

Tem essa impressão porque sofreu muitas e freqüentes alterações na sua vida.

A quantidade de alterações parece estar aumentando.

Conselho: Repartir o dia em encontros e segmentos temporários, aumenta o sentido de aceleração. Pode abrandar o tempo relaxando no momento presente e prestando atenção ao que tem em mãos, sem antecipar os acontecimentos. Abrande e diga para si mesmo que tem bastante tempo. Peça ajuda ao seu Eu Superior. Mantenha-se atento ao presente. Tente passar de uma atividade a outra. Centre-se no seu guia interior.

14. Premonição

Um sentimento de que algo vai acontecer, que pode criar ansiedade.

Conselho: Não há nada com que se preocupar. As coisas acontecem mesmo, mas a ansiedade só lhe criará mais problemas. Não há nada a temer.

15. Impaciência

Sabe o que fazer, mas, por vezes, isso não ajuda. Quer resolver o que lhe parece estar no seu caminho. Reconhece que as incertezas são desconfortáveis.

Conselho: Aprenda a viver com incertezas sabendo que nada lhe aparecerá à sua frente, se não estiver pronto. A impaciência é, na realidade, uma falta de confiança, especialmente no seu Eu Superior. Quando focar o presente, verá milagres acontecerem.

16. Despertar

Talvez um interesse pelo Espírito surja, pela primeira vez, na vida. Uma chamada profunda para o significado da vida, para o seu propósito. Ligação espiritual e revelação. Um “constante desejo ardente” . A vida mundana não preenche este vazio.

Conselho: Siga o seu coração, e o caminho ser-lhe-á mostrado.

25. Ser diferente dos outros

Um sentimento estranho de que tudo na sua vida parece novo e alterado, que deixou o seu eu antigo para trás. E deixou. Está muito maior que pode imaginar. E há mais para vir.

17. Ajudas de vários tipos

Aparecem “professores” em todo o lado, no momento certo, para ajudar à sua caminhada espiritual – pessoas, livros, palestras, filmes, acontecimentos, Mãe Natureza, etc. Estes “professores” podem parecer negativos ou positivos, mas, de uma perspectiva transcendente, são sempre perfeitos. Surgirá, precisamente, o que tiver que aprender.

Conselho: Lembre-se de que nunca receberemos mais do que aquilo que estamos preparados para lidar. Cada desafio apresenta-nos uma oportunidade para provarmos a nossa mestria na superação.

18. Compreensão súbita

Encontro de uma pista espiritual, que faz sentido para si e que lhe “toca” nos mais profundos níveis. Repentinamente, obtém uma perspectiva que nunca tinha considerado. Tem fome de mais. Lê, partilha os conhecimentos com outros, faz perguntas e vai ao fundo para descobrir quem é e porque está aqui. Corre o risco filosófico de se perguntar “Por que Existo?”.

19. Rapidez de aprendizagem

Aprende depressa. Sente que está “captando” muito rápidamente.

Conselho: Lembre-se que as coisas lhe chegarão quando estiver pronto para lidar com elas. Não antes. Lide corajosamente com o que for surgindo e, assim, avançará rápidamente.

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20. Intensificação de integridade

Reconhece que é tempo para viver e falar a sua verdade. Súbitamente, parece-lhe importante ser mais autêntico, mais você mesmo. Talvez tenha que dizer “não” a pessoas a quem tentou agradar no passado. Achará intolerável manter-se num casamento, emprego ou lugar, que já não se coaduna com o que você é atualmente. Igualmente, talvez se dê conta de que já não tem nada a esconder ou segredos a manter. A honestidade torna-se importante em todos os seus relacionamentos.

Conselho: ouça o seu coração. Se o seu interior lhe disser para não fazer algo, fale alto e aja.

Diga “não”. Da mesma forma deverá dizer “sim” àquilo que considera válido.
Deve arriscar-se a não agradar aos outros, sem culpas, de forma a atingir a soberania espiritual.

21. Harmonia com épocas e ciclos

Sente-se mais sintonizado com as estações do ano, fases da lua e ciclos naturais.
Maior entendimento sobre o seu lugar no mundo. Uma forte ligação à Terra.

22. Aumento da sincronicidade

Se ocorrem muitos pequenos “milagres”… espere por mais.

Conselho: Situações sincronizadas dizem-lhe que está agindo na direção certa ou fazendo as escolhas acertadas. O espírito usa a sincronicidade para se comunicar com você. Começou a viver os milagres diários.

23. Desenvolvimento das habilidades intuitivas e alteração de estados de consciência

Pensar em alguém e imediatamente saber desse alguém. Mais sincronismo. Ter percepções internas sobre padrões ou acontecimentos passados. Ver o futuro, ter experiências fora do corpo e outros fenômenos físicos. Intensificação da sensibilidade e do conhecimento. Entender a sua própria essência e a dos outros.

24. Comunicação com o Espírito

Canalizar informação. Cada vez mais pessoas parecem estar recebendo esta oportunidade. Sentir inspiração e obter informação, que toma a forma de escrita, pintura, idéias, comunicações, dança, etc.

25. Sentimento de Unidade

Experiência direta de União. Conhecimento transcendente. Compaixão e amor por tudo o que vive. Compaixão desligada ou amor incondicional por tudo, o que nos leva a mais altos níveis de consciência e júbilo.

26. Alegria e benção

Um profundo e permanente sentido de paz e acompanhamento.

27. Integração

Torna-se mais forte e mais leve emocional, psicológica, física e espiritualmente.
Sensação de alinhamento com o Eu Superior.

28. Viver o seu propósito

Sabe que está, finalmente, fazendo aquilo que o trouxe à Terra. Novas aptidões e dons estão emergindo, especialmente os de recuperação da saúde. A sua vida/trabalho está, agora, convergindo e começando a fazer sentido. Vai usar, finalmente, todas estas aptidões.

Conselho: ouça o seu coração. A sua paixão leva-o para onde deve estar. Deixe-se ir e pergunte ao seu Eu Interior: «O que queres que eu faça?» Preste atenção às sincronicidades. Ouça.

29. Sentir-se mais perto dos animais e plantas

Para algumas pessoas, os animais parecem ser mais «humanos» no seu comportamento. Os animais selvagens mostram menos medo. As plantas respondem ao amor e à atenção que você lhes dá, agora mais que nunca. Algumas até podem ter mensagens para você.

30. Visualização de seres de outras dimensões

O véu entre dimensões é cada vez mais fino, pelo que este fato não surpreende. Mantenha-se no seu posto. Dado que você tem mais poder do que imagina, não receie nada. Peça ajuda aos seus guias, no caso de sentir que escorrega para o medo.

31. Manifestação física de pensamentos e desejos

Tudo isto passa a ocorrer de forma mais rápida e eficiente.

Conselho: Controle os seus pensamentos. Pois todos eles são orações. Tenha cuidado com o que pede.

32. Hemisfério esquerdo confuso

As suas habilidades físicas, o seu saber intuitivo, os seus sentimentos e compaixão, a sua forma de sentir o corpo, a sua visão, a sua expressão, todos emanam do lado direito do cérebro. Para que esta parte do cérebro se desenvolva melhor, o lado esquerdo do cérebro deve “abrandar”. Normalmente, a capacidade do hemisfério esquerdo de ordenar, organizar, estruturar, alinhar, analisar, rever, precisar, concentrar, resolver problemas e aprender matemática domina o nosso menos valorizado cérebro direito.

Daqui resultam: lapsos de memória, colocação de palavras na seqüência errada, falta de habilidade ou falta de vontade de ler durante muito tempo, falta de concentração, esquecer-se do que ia dizer, impaciência com formas lineares de comunicação (áudio ou escrita), dispersão, perda de interesse em investigar ou em informação complexa; sentimento de ser bombardeado com palavras, conversas e informação. Relutância em escrever.

Por vezes sente-se “obtuso” e não tem interesse em analisar, viver discussões intelectuais ou investigar. Por outro lado, pode se sentir inclinado ao que tem significado: vídeos, revistas com fotografias, trabalhos artísticos, filmes, música, escultura, pintura, estar com pessoas, dançar, jardinagem, andar a pé e outras formas de esforço muscular. Pode procurar informação espiritual ou até ficção científica.

Conselho: Se permitir que o seu coração e o lado direito cerebral o orientem, o cérebro esquerdo será ativado apropriadamente para o ajudar. Um dia, estaremos bem equilibrados, usando ambos os hemisférios com maestria.

CONCLUSÃO:

Os avanços desses conceitos, vão passar pelo nosso upgrade dimensional e o nosso contato com outros Orbes das galáxias e sistemas planetários com outros seres, com outras visões e circunstâncias evolutivas e isso, não podemos deixar de considerar quando falamos desses assuntos tratados aqui.

À medida que a nossa consciência evolui espiritualmente, ela se eleva em frequência.

Cada passo que aumenta a consciência, traz com ele uma visão mais expandida da realidade.

Hoje, a Humanidade está processando o conceito de expansão da mente, de vida em outros planetas. Cada passo nesta direção encontra a resistência intolerante e o ceticismo e, no entanto, estes passos continuam sendo dados por aqueles que ousam se aventurar para longe da “visão paroquial” de nosso pequeno planeta.

Os seres humanos físicos podem viver em reinos mais iluminados da quarta dimensão, bem como em nossa existência atual, da terceira dimensão.

Na Terra, estivemos trabalhando através da experiência de terceira dimensão e usando o mundo na quarta dimensão como o espaço em que iremos na vida após a morte. Isto está prestes a mudar.

A maior mudança da Mudança será quando a Terra “elevar-se aos Céus Dimensionais” e todos nós mudaremos para uma frequência da existência física na quarta dimensão. As coisas ainda parecerão as mesmas após esta mudança de frequência, embora a consciência seja vista como tendo uma influência mais perceptível na realidade.

Assim, não desconsideremos a existência de vida física na quarta dimensão em qualquer destes 500 milhões de planetas ou mais.

Uma visão que engloba um universo povoado, ao invés de apenas um planeta, explicaria também o mistério de onde vieram todas as almas que vivem hoje. De onde vieram todos estes bilhões de almas?

Hoje, há mais pessoas encarnadas na Terra do que a soma de todas as encarnações já registradas em toda a história, assim estamos recebendo mais pessoas de outros lugares.

Quando expandimos o nosso ponto de vista para uma concepção cósmica, podemos apreciar que A Mudança é uma onda de ascensão reverberando através desta parte da Galáxia.

Poderia ser que, como os surfistas que procuram a próxima onda boa, as pessoas vieram de outros planetas para ser uma parte da ação aqui na Terra?

A verdade é que a Terra é um “acontecimento local” agora. Encarnar na Terra durante a era da Mudança é uma imensa experiência para qualquer alma que explore a realidade física em qualquer lugar do universo.

Apenas ser uma parte das mudanças que estão levando à grande mudança, é algo que fica gravado na experiência de qualquer pessoa viva hoje, seja em um corpo físico ou no mundo da vida após a morte.

Vamos encarar isto: estamos experienciando uma onda de ascensão histórica que nos levará da terceira dimensão para a quarta dimensão.

Quando começamos a compreender que toda a vida é Sagrada, começamos a ver a vida de uma maneira diferente. Começamos a ver as cores e os padrões da vida e isto é porque não estamos tendo toda a nossa atenção tomada pela necessidade incessante de ganharmos e consumirmos.

Temos tempo para percebermos a grande sinfonia da vida e o nosso espaço nela.Podemos começar a nos conectarmos com o Círculo Sagrado da Vida, estamos também aqui para compartilharmos do sonho comum da Vida e da Criação, e apreciarmos a Grande Criação do Planeta e de todos os seus seres.

Quando abordamos a vida e o planeta a partir de uma perspectiva de admiração e de gratidão, começamos a ver coisas que não veríamos de outra forma.E começamos a apreciar o nosso espaço na Terra e a nossa parte nesta Grande Transição.

Podemos também começar a sentir que precisamos “viver o nosso discurso” e começarmos a ver como podemos mudar as nossas vidas para nos alinharmos com as novas energias que chegam. Estas novas energias nos levarão de volta ao projeto original e então, para um Planeta com Harmonia e Equilíbrio.

Mas devemos dar estes passos para a harmonia e o equilíbrio, e observarmos as maneiras com que as nossas vidas estão ainda conectadas ao contínuo sistema do consumismo. Neste momento de mudança, é inevitável que vivamos com um pé em cada mundo, por assim dizer, mas deveríamos estar trabalhando para garantir que nos movamos mais e mais para um mundo de harmonia e de equilíbrio, e que façamos estas escolhas.

Isto cabe a nós. É para isto que estamos aqui. Precisamos fazer as escolhas de vida que nos alinhe com uma Terra do Futuro que seja rica e harmoniosa e que apóie toda a Vida.

Fonte: http://portal2013br.wordpress.com

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COMO ENCONTRAR O SEU PROPÓSITO NA VIDA

A fim de encontrar o seu propósito na vida, todos os conflitos em seu mundo interior devem ser resolvidos. Nem todos de uma vez só, mas ao longo do tempo. 

E o seu propósito na vida vai surgir naturalmente. Isto significa uma viagem imperdível para o âmago do seu ser onde irá experimentar a sua verdadeira natureza, e poderá viver de uma maneira que é uma expressão autêntica de quem você é.


Resolver os conflitos internos e viver na sua natureza autêntica é como descobrir seu propósito de vida, pois todos os conflitos internos são simplesmente uma manifestação de sua resistência e ignorância do seu propósito na vida.
Descobrir qual o seu propósito na vida não é algo para você encontrar, mas é um lugar dentro de si mesmo onde você pode escolher como viver a vida.

Tudo Tem Um Propósito

“Deus não joga dados com o Universo” – Albert Einstein
No espírito de Einstein a famosa declaração, nada no universo é por acaso.

Se você não é por acaso e se você é um aspecto do Universo olhando sobre si mesmo, isto significa que o Universo destinou você aqui para uma finalidade específica, um destino se você assim quiser.

A fim de encontrar o seu propósito na vida, então você tem que descobrir quem você é.

Você não precisa viajar para a Índia ou a China para fazer isso (embora você possa se sentir chamado a fazê-lo como parte do seu propósito, sempre se desenvolvendo na vida), você só precisa olhar para o seu interior e contemplar a sua conexão com o Universo/EU superior, em silêncio.
Quando você se aproximar deste ponto, você vai sentir paz interior, amor divino e pura felicidade, porque essas são as energias do Universo/EU superior.

Quando você sentir estas energias dentro de si mesmo saiba que o seu propósito na vida vai se revelar a você claramente como um desdobramento natural da expressão destas energias dentro de você.

A mente universal imagina e cria com a energia e a energia dentro de nós que chamamos de emoção é a mais pura expressão da nossa divindade, porque está em alinhamento com a mente universal.
A emoção é a linguagem da mente universal, porque é a única língua em que não há dolo.
Todos os Conflitos no Mundo São Resultado da Ignorância

Todos os conflitos em nossa vida e no mundo, surgem quando interferimos com a expressão natural de nossa verdadeira natureza divina.

Todos os conflitos no mundo são o resultado da nossa ignorância sobre o nosso verdadeiro EU e nossa conexão com todas as coisas no Universo.


Não tenha ódio, não tenha ganância, não tenha medo, não tenha nem a simples ignorância. 

Temos ódio, temos medo e temos ganância, porque somos ignorantes do que realmente somos, seres divinos manifestados diretamente da mente universal. 

Se fôssemos conscientes, perceberíamos que somos todo-poderoso, todo-amoroso, criaturas felizes, eternos e infinitos, que vivemos em um Universo de abundância.

Não haveria nenhum medo, nem ódio, nem cobiça, se estivéssemos cientes da verdadeira natureza de nós mesmos e do Universo, que temos esquecido quase totalmente. Quase inteiramente.
O nosso conflito interior é a nossa consciência superior nos guiando para o nosso propósito na vida. O conflito interno não é uma maldição, mas uma bênção, é uma bússola do nosso caminho de volta para a nossa verdadeira natureza, de volta para o nosso propósito na vida.

É simples de usar: se houver conflito interno, então estamos fora do propósito, se nos sentirmos em paz, então estamos no caminho certo.

O Caminho Para o Nosso Propósito na Vida é a Paz Interior

Se aprendermos a tomar as nossas decisões na vida baseados na paz (e emoções semelhantes em consonância com os princípios universais, como a paixão, bondade, amor, alegria, e assim por diante), então o único destino possível é viver o nosso propósito na vida, porque estaremos alinhando com o que somos.
Temos de aprender a viver a partir desse silêncio que sabemos estar dentro de nós mesmos, usando a nossa intuição para guiar nossas ações e nossas emoções para verificar que estamos no nosso propósito. 

Qualquer outra coisa que mantemos ou usamos para nos guiar, em última análise nos desviará do caminho, porque é fundamentalmente uma criação da mente, o que significa que é uma ilusão e, portanto, não pode nos levar a verdade.

“O que é real é o que nunca muda” – Muktananda
Encontrando o Seu Propósito na Vida

Se você não sabe qual é o seu propósito, então não há nada com o que se preocupar.

Se o universo está no propósito, então você também deve estar no propósito, e, portanto, sua vida agora, neste momento, é exatamente como deveria ser.

Saiba que você está exatamente onde você precisa estar agora, você vai perceber que se continuar a seguir em frente, sempre crescendo, você se moverá em direção a sua natureza autêntica.

Se você tem conflito interno, eu sugiro que você entre em sintonia com este conflito interno um pouco mais de perto para ver sobre o que ele é.

Examine suas circunstâncias de vida atuais e descubra as lições que a sua vida está lhe ensinando, porque isso vai refletir o seu propósito na vida.

Toda a sua experiência está levando-o em direção ao seu destino, se você resolver o conflito neste momento, então você estará um passo mais perto de realizar o seu propósito na vida.

Você não tem que se preocupar com a paz no futuro, cultive a paz agora que você irá aprender, e você vai crescer.
Cada um de nós sabe inerentemente a nossa missão neste planeta desde o nascimento, só que todas as energias de baixa frequência e as informações que estão nos distraindo desde o início nesta encarnação “física” obscureceram temporariamente esta parte natural de quem somos.
Se você está começando a procurar a paz interior, então isso significa você está se preparando para uma transformação, por isso fique feliz com o fato.

Para se preparar para o seu despertar interior e vir a conhecer a força da intenção diretamente eu recomendo aprender a meditar e acompanhar essa arte maravilhosa com a prática de ioga, ou tai chi, ambos cultivam a energia e trazem equilíbrio para o corpo, mente e espírito, já que eles são meditação em movimento.

Isso ajudará você a aprender o processamento emocional de modo que você pode limpar o que está desordenando a sua mente, corpo e espírito, que é a fonte do seu conflito interno.
Ao limpar todos os bloqueios dentro de si mesmo, você vai se ver claramente. Isso vai ajudar você a descobrir o seu propósito na vida e reconectá-lo com a paz interior que está no âmago do seu ser.
O conflito interno é apenas a maneira da nossa alma nos chamar a atenção. Assim como o mecanismo da dor no nosso corpo funciona como um lembrete de que o nosso corpo precisa de atenção, a agitação interna é a maneira dos espíritos nos deixar saber que a nossa atenção é extremamente necessária no nosso interior. 

Nós só podemos ignorá-la por algum tempo até que somos obrigados a olhar para o nosso interior e buscarmos a paz.

Isto é o Universo chamando por você, encorajando-o a se lembrar da sua natureza infinita e a realizar o seu potencial magnífico. É o seu convite pessoal a um plano superior de ser e de uma vida melhor.

Tudo o que você precisa fazer é olhar para o seu interior e você vai encontrar tudo o que você estiver à procura e seu propósito na vida vai se revelar a você, naturalmente, quanto mais profundo você for.

Vivendo o Seu propósito na Vida

Depois de ter começado a olhar para dentro de si mesmo, viver o seu propósito é fácil. Basta fazer as coisas que fazem você se sentir bem.

Quanto mais você estiver se sentindo bem, mais você está em alinhamento com o seu propósito na vida, porque, acima de tudo, a vida é sobre se sentir bem.

Trata-se de desfrutar a vida, fazendo o que você ama, e sendo feliz, não deixe ninguém jamais convencê-lo de outra forma.

Você está no seu melhor quando você está feliz e quando você está no amor. Você não tem que estar apaixonado por uma pessoa específica.

Um relacionamento ou se casar não vai resolver os seus problemas. Em muitos casos, só vai agravá-los.

Em vez disso, aprenda a amar o que você faz, e quem você é. 

Então você vai começar a aceitar a si mesmo e abrir-se internamente para a intenção da força universal transmitir através de você e inspirá-lo no curso certo da ação de sua vocação.

Você pode estar pensando agora que isso é muito fantástico para trabalhar, que você precisa de algo mais prático ou aplicável para trabalhar.

Bem, é assim que você aprendeu a pensar como um adulto, e é precisamente a linha de pensamento que o levou a perder o seu senso de propósito, em primeiro lugar !

Você já viu uma criança com um senso de propósito ? É claro, o tempo todo ! Sempre que sai de casa para ir explorar a floresta, eles têm um senso de propósito. Quando eles estão jogando, eles jogam com propósito, porque eles jogam com cada grama de si mesmos e eles estão vivos e bem-aventurados em cada momento.
Seu propósito na vida não é complicado, é simples. É o que você decidir que ele deve ser, e é toda a aspiração ou ideia onde você pode unir o seu coração e a mente a fim de alcançar.

Nem sequer pense se tudo vai dar certo no final, basta fazer uma coisa hoje com um propósito absoluto, que no final vai acontecer.

Aqueles poucos momentos de propósito vão ampliar e se aprofundar, e um dia ou um mês, talvez um ou dois anos na estrada, o senso de propósito será como você gasta cada um dos seus momentos de vigília.

Não é uma coisa específica que é o seu propósito na vida, como eu disse antes, é um lugar dentro de si mesmo em que você pode escolher viver, é uma filosofia de vida que diz que em essência você vai agir com todo o seu coração, com toda a sua paixão, com entusiasmo desenfreado em tudo.

Seu objetivo na vida é brincar com seus filhos, conviver com sua amada, caminhar no parque, mudar o mundo com a sua verdade… Se você fizer isso de forma consciente e com tudo de si.
Então eu pergunto a você, quando você se sentou aqui lendo estas palavras sobre paixão, propósito, felicidade e paz interior, o que você estava pensando em fazer ?
©Brandon West
Fonte: http://portal2013br.wordpress.com

É PRECISO QUE A VIDA TENHA UM FIO…


Texto de Pedro Reis

É preciso que a vida tenha um fio

A vida é uma trama infinita onde todas as coisas, visíveis ou não estão entrelaçadas. Pessoas, situações e coisas formam um cipoal imenso e muito além da nossa capacidade de compreensão e absolutamente coerente com o Propósito Supremo de todas as coisas.
Não existe portanto ação, seja de que ordem for, que não traga conseqüência. Não existe gesto inocente, pelo menos no sentido literal da palavra.

Do mesmo modo não existem meias verdades, meias mentiras, ou qualquer outro nome ou figura que se use para justificar nossa necessidade de manipular os resultados da vida. 

Cada gesto gera uma conseqüência, infalivelmente, hoje ou daqui a cem anos.

Desse modo tudo aquilo que é feito no correr de um dia, determina o momento seguinte e assim por diante. Se queremos que determinada coisa aconteça, devemos trabalhar direta e deliberadamente para isso, sem jogos, sem dissimulação. Caso contrário ou estamos nos enganando ou não queremos de verdade e aí estaremos nos enganando duplamente.
Deus “perdoa” as crianças, porque vivem o recomeço e as conseqüências de seus gestos são amortecidas temporariamente, mas não esquecidas, porque no futuro o desenho de sua própria trama, haverá de ser reavaliado.
Não podemos aceitar conviver com pessoas, situações e coisas e do mesmo modo, não podemos limitar outras, para atender aos nossos caprichos e medos. A vida ou é um exercício de alto risco, ou não é nada.
Os limites na vida, não são impedimento, mas muito mais, visualização de território.
Aquilo que não é feito, não produz resultado, nunca. O comprometimento que não se torna explícito é um laço frouxo, é porta para o desvio, aquilo que o ser humano mediano focado apenas na matéria chamaria de acaso ou fatalidade, porque não enxerga a fina trama que une todos os gestos.
Entre os que dormem desculpável, que venham as sucessivas reencarnações, que venham os altos e baixos da vida e aquele “dar de ombros” de quem diz “coisas da vida”.
Entre despertos, por pouco que seja, inconcebível, porque nesses o peso será maior. Sujeitos sim às mesmas leis, terão mais trabalho, sofrerão mais fundamente as inconseqüências de suas ações.
Aos que dormem é dado o direito de repisar comportamentos, a massa só pode ir ao forno se for homogênea. Aos despertos não, porque a evolução é constante e não se assa duas vezes o mesmo pão e é obrigação portanto dar soluções mais elevadas, para os mesmos problemas.
Estar desperto, não significa ser perfeito ou superior, porque o edifício evolutivo é interminável, mas já é motivo suficiente para não ser medíocre, já oferece base adequada para perguntas mais sólidas e comportamentos levemente diferenciados.
O desperto sabe que as coisas não são finitas, que a experiência abandonada hoje voltará necessariamente amanhã e sempre em condições menos favoráveis na proporção do grau de abandono.
O desperto sabe que se tentar viver como medíocre, terá sucesso no mundo dos medíocres e ficará em débito com o mundo dos despertos.
Será o máximo (em terra de cego quem tem um olho é rei) e será idolatrado, porque os medíocres se espantam e admiram de tudo, mas estará invariavelmente acumulando fardos que teria de carregar para o mundo dos despertos.
O desperto enfim não dissimula, à espera do melhor resultado, à espera do que lhe seja conveniente para dessa forma poder sempre ter uma desculpa ou uma válvula de escape.
O desperto assume posturas e quando erra pede perdão e automaticamente se propõe a não cometer o mesmo erro. Os outros despertos perdoam e sabedores de que são suscetíveis de erro, (quem não erra?) retomam a caminhada. Os que dormem são os que atiram pedras e viram as costas, apoiados na visão embaçada que uma ida à igreja no domingo já lhes garantirá um terreninho no céu.
Os despertos enfim, sofrem mais, porque não é fácil viver cercado de medíocres, mas sabedores que a vida é uma trama infinita, conscientes de que também estão evoluindo e que também tem débitos acumulados, ainda no tempo de sua mediocridade, levantam a cabeça e seguem, porque a vida não para nunca.
Os medíocres, dão de ombro e mudam de gente e lugar como quem troca de roupa. Atravessam a rua ou viram a cara para não cruzar com o inconveniente. Mudam de comportamento em função do ambiente em que se encontram e vivem com a cabeça ocupada em pensar histórias mirabolantes para justificar os passos de sua vida. 

E não percebem que há despertos em volta (sempre há) que lhes vislumbram as tentativas sabidamente infrutíferas que estes fazem para enganar o mundo e a si mesmo de que estão sempre certos e que nunca serão descobertos nas suas mediocridades.

E fazem muitas coisas mais, para disfarçar o tormento interior que lhes consome até o dia em que certamente despertarão.

Enquanto isso lançam a dúvida, mãe das paixões de larga prole e se comportam de maneira subjetiva dando margem à suspeita, mãe de todas as tragédias, achando que assim garantirão um lugar nesse mundo pequeno das aparências, levantando muros de palha atrás dos quais se sentem seguros esquecendo que venta.

Aceitando favores condicionados e ferindo friamente os corações que lhes são próximos apenas para saciar seus desejos pequenos de progresso e conforto, esquecendo que a trama da vida é uma fina renda por onde as almas despertas passeiam e as almas medíocres se enroscam como quem entra numa casa abandonada cheia de teias de aranhas. Aliás penso que a aranha existe exatamente para nos mostrar isso, a necessidade da leveza dos passos.

Aos despertos cabe enfim, conscientes de que também são pequenos diante das leis superiores, amá-los, confiando verdadeiramente que haverão de despertar. 

E permanecer próximos para estender-lhes as mãos tão logo seus olhos se abram para que os primeiros raios da luz da vida renovada os alcance e corajosamente quietos e impassivos até que o último segundo de escuridão se dissipe. 

Porque para tudo existe um tempo (Eclesiastes 3:1/21) que nem é curto, nem longo, mas absolutamente executável se quisermos aqui e agora, pelo simples poder da nossa vontade.

A vida é uma trama infinita onde todas as coisas, visíveis ou não estão entrelaçadas. Pessoas, situações e coisas formam um cipoal imenso e muito além da nossa capacidade de compreensão e absolutamente coerente com o Propósito Supremo de todas as coisas. Se estou desperto é minha obrigação lembrar disso em cada ato, pensamento e palavra em minha vida e na vida dos que estão ao meu redor neste tempo momento e lugar.

Vida após a Morte – Parte I – Vida Futura

“Tornou pois a entrar Pilatos no pretório, e chamou a Jesus, e disse-lhe: Tu és o Rei dos Judeus? Respondeu-lhe Jesus: O meu reino não é deste mundo” (João – cap. XVIII, 33-34)

Com estas palavras, Jesus se refere claramente à vida futura, fim a que se destina a humanidade.

Sem a vida futura, a maior parte dos seus preceitos de moral não teriam razão de ser.

A continuidade da vida, após a morte do corpo físico, é o ponto central do ensino do Cristo.

Sem compreendermos a continuidade da vida, depois da morte do corpo material, não há como entender as afirmativas de Jesus no Sermão da Montanha.

As compensações prometidas aos sofredores em geral, não se cumprem nesta dimensão física.

Em algumas passagens do Evangelho, Jesus fala da felicidade que, no plano espiritual, aguarda os que fizerem o bem na Terra, e do sofrimento reservado aos que viveram no egoísmo, sem se preocuparem com o seu semelhante.

No quadro do juízo final, o Mestre afirma que todo aquele que ajudou o próximo necessitado: deu de comer ao faminto, vestiu o nu, visitou o encarcerado, enfim todo bem praticado aos irmãos necessitados seria como se a Ele tivesse feito.

E estes usufruirão felicidades.

E os que agiram de modo contrário, deixando de dar assistência aos necessitados, seria como se a Ele mesmo tivessem negado o socorro.

E estes sofrerão as conseqüências de sua omissão, da falta de amor e solidariedade.

Também na Parábola do rico e Lázaro, Jesus informa a desigualdade de situações em que se acham no plano espiritual, as duas personagens, em conseqüência do modo como viveram aqui na Terra.

As pessoas, no tempo de Jesus, tinham idéias vagas e imprecisas sobre a vida futura. Acreditavam na sobrevivência da alma, mas não sabiam como isto podia acontecer.

Considerando o estado evolutivo das pessoas daquele tempo, Jesus não podia falar toda a verdade com relação a vida futura, pois não tinham condições de compreender.

Conformando o seu ensino ao estado dos homens da época, Jesus evitou lhes dar o esclarecimento completo, que os deslumbraria em vez de iluminar, porque eles não o teriam compreendido.

Ele se limitou a colocar, de certo modo, a vida futura como um princípio, uma lei da natureza, à qual ninguém pode escapar.

Todo cristão, portanto, crê forçosamente na vida futura, mas a idéia que muitos fazem dela é vaga, incompleta, e por isso mesmo falsa em muitos pontos.

O Espiritismo traz grande contribuição para melhor compreendermos a vida após a morte do corpo físico.

Não são hipóteses; não são apenas crenças baseadas em suposições.

São fatos produzidos pelos Espíritos, aqueles mesmos que viveram aqui no plano físico e que, agora, na outra dimensão, vêm nos esclarecer o que passou e o que passa com eles.

Esses fatos estão bem documentados em muitos livros, amplamente comprovados, e continuam acontecendo.

Todo estudioso e observador sem preconceito constatará esta realidade. Com o estudo dos fenômenos produzidos pelos Espíritos, através dos médiuns, passamos a saber, efetivamente, que a vida continua depois da morte do corpo material, e, inclusive, como as coisas podem acontecer.

Em conseqüência, a idéia clara e precisa que se faz da vida futura dá uma fé inabalável no porvir.

E isto produz modificações enormes sobre a moralização das criaturas porque muda o ponto de vista pelo qual se encara a vida terrena.

No subtítulo “O Ponto de Vista”, cap. II, do Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec nos dá uma bela aula sobre a questão dos valores.

Valor é o que orienta a nossa vida. Conforme a tabela de valores que adotamos é o modo como administramos nossa vida.

A pessoa que tem uma crença vaga na imortalidade tende a seguir o ditado popular: “Vale mais um pássaro na mão do que dois voando”.

Ante uma expectativa duvidosa sobre a vida futura, trata de gozar o presente, buscando a satisfação dos seus apetites, custe o que custar.

É o mundo competitivo que vivemos. A lei humana que deveria disciplinar e organizar a vida em sociedade acaba não sendo obstáculo aos astuciosos, bastante espertos e inteligentes para burlar essas regras sociais, só sendo pegos em atividades lesivas ao bem comum, em raras oportunidades.

A pessoa pode ostentar um rótulo religioso, aparentar crença na imortalidade até por conveniência, mas a maneira como efetivamente vive demonstra a falta de sinceridade, ou de convicção nessas crenças.

Quem sabe que a vida continua, após a morte do corpo físico, e que a Justiça Divina, a Lei de Causa e Efeito, não dormem, e que ninguém transgride impunemente essas Leis, por certo se orientará por outra tabela de valores.

Os bens do Espírito – o saber e as virtudes – passam a ser considerados, e mesmo buscado como os bens maiores.

O presente é resultado do passado, assim como no presente estamos construindo o futuro.

O Criador nos dá liberdade para escolher caminhos, e nos faz responsáveis por tudo que realizamos.

É uma questão de inteligência evitar aquilo que nos causa algum prazer no presente, mas que compromete o futuro.

“Essa visão de conjunto os homens do tempo do Cristo não podiam compreender, e por isso o seu conhecimento foi reservado para mais tarde”.

Continua parte 2…

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Vida após a Morte – Parte 2 – Do Outro Lado da Vida

Do Outro Lado da Vida
É verdade que existem pessoas que sequer acreditam na existência na alma. Para estas, quando o corpo físico cessa sua existência, tudo acabou. Mas a grande maioria da população do planeta acredita que, após a morte, a vida continua em outros planos de existência, tão ou mais intensa do que na Terra.

É bem possível que nunca na História tenha se discutido tanto o tema “vida após a morte” quanto agora. A facilidade com que as idéias são expostas e divulgadas ajuda muito.

Parece que, quanto mais a sociedade se volta para o materialismo – seja pelo consumo desenfreado ou devido às necessidades básicas da vida –, mais as pessoas procuram saber a respeito desse mundo invisível e desconhecido para a maioria dos humanos.

É verdade que as descrições das dimensões superiores são tão (ou mais) antigas quanto as religiões. Mas após a detalhada descrição fornecida por André Luiz através de Chico Xavier, a quantidade de relatos a respeito do mundo espiritual aumentou muito.

Alguns médiuns dizem que hoje o mundo espiritual encontra-se mais próximo do mundo material, daí a facilidade com que os relatos têm sido transmitidos, captados, canalizados.

Nem todas as pessoas concordam com o que é dito sobre o mundo após a morte, e ocorrem disputas até mesmo acirradas. Mas a discussão é sempre interessante, desde que bem educada.

Para muitos pensadores, não há dúvida de que os conceitos cristãos de Céu e Inferno ainda estão muito presentes principalmente na cultura ocidental, mas de maneira geral as noções sobre a vida após a morte têm se estendido para além dessa visão, considerada insuficiente para explicar a complexidade da existência em outros níveis.

Essas descrições surgem das mais diferentes correntes de pensamento, às vezes com origens tão antigas quanto a humanidade, outras tão recentes que têm dificuldade em encontrar a credibilidade necessária – para muitos estudiosos do assunto, a credibilidade é uma das questões centrais aqui. Com o crescimento no número de relatos e canalizações, o tema correu o risco de ser banalizado ou transformado em simples veículo para pessoas mal-intencionadas.

Sendo assim, estamos numa pista com duas direções: de um lado, nunca tivemos tantas mensagens e com tantos detalhes; de outro, nunca foi tão necessário ter um pé atrás com relação a essas mensagens, ou melhor, aos mensageiros.

Não há dúvida de que o ego atrapalha em muito, e grande parte das disputas já citadas se dá nesse terreno pegajoso, correndo o risco de se deturpar as mensagens em nome de interesses puramente materiais, mesmo quando isso ocorre de forma quase inconsciente.

História

As noções sobre o mundo após a morte que prevalecem ultimamente começaram a ser moldadas há milhares de anos, nas culturas mais antigas do planeta, e foram sofrendo modificações com o passar do tempo.

Nas antigas civilizações do Oriente Médio a vida depois da vida era vista como algo sem muitos atrativos, prevalecendo assim a idéia de que o ideal mesmo era aproveitar ao máximo a vida na Terra.

Caronte

Segundo os historiadores, os sumérios acreditavam que a alma simplesmente entrava no kur, uma espécie de inferno, onde ficava eternamente vagando sem objetivo; para chegar ao kur, ela precisava atravessar um rio, conduzida por uma barca, visão que posteriormente ressurgiu na Grécia: o rio era o Estige; e o condutor da barca, Caronte.

Alguns pesquisadores entendem que muito do que foi escrito na Bíblia teve início, na verdade, entre os sumérios, como a idéia do dilúvio.

Dessa forma, é possível que para eles a vida após a morte fosse mais complexa.

As civilizações da Assíria e Babilônia também são apresentadas como tendo uma visão semelhante sobre a vida no além, com as almas de humildes e poderosos indo igualmente para o arallu, um mundo subterrâneo sem ar ou alimentos, do qual nenhuma alma retornava.

Demônios vigiavam as sete barreiras que separavam o arallu do mundo dos vivos, e as recompensas para uma vida correta e de obediência aos deuses eram distribuídas em vida. Dizem que os fenícios viam as almas como sombras que viviam num mundo sem prazeres, ainda que tomassem todo o cuidado para sepultar os corpos com seus objetos pessoais.

sheol

Vários historiadores entendem que a imagem da vida após a morte que os patriarcas da religião judaica tinham era de uma existência sem atrativos numa religião subterrânea chamada sheol, o país das trevas, do caos e do silêncio.

A partir do século I a.C., já se ouve mencionar a felicidade que era reservada aos justos e, também nessa época, surge a idéia da ressurreição dos mortos e da eficácia das orações às almas para libertá-las dos pecados, noção que posteriormente impregnou o pensamento cristão.

No entanto, muitos historiadores afirmam que a noção de um inferno e um paraíso, assim como da ressurreição, já estavam presentes na região num período bem anterior com o zoroastrismo, que se desenvolveu na Pérsia a partir do séc. VI a.C.

O Outro Mundo

É difícil dizer com exatidão qual a mais antiga visão de um mundo após a morte. Segundo as próprias origens lendárias do zoroastrismo, a religião em si teria mais de dez mil anos, uma vez que tem origem entre os arianos que viviam no norte da Sibéria e migraram para a região da Pérsia e Índia há vinte mil anos.

Muitos pesquisadores entendem que a visão egípcia é mais antiga do que a hindu, e os mais ousados afirmam que as religiões do mundo nada mais são do que um reflexo de um conhecimento ainda anterior, remontando às civilizações da Atlântida e Lemúria, com datas que vão de quinhentos mil até dezoito milhões de anos.

Atlântida

  

Lemuria

O conhecimento da dimensão espiritual seria, portanto, anterior às civilizações hoje conhecidas pela história e arqueologia, e teria sido trazido até nós por seres de outros planetas, que possuiriam informações científicas sobre as demais dimensões da existência. Esse pensamento é rechaçado pela maioria das religiões, doutrinas ou linhas de pensamento espiritual, encontrando resistência até mesmo dentro do espiritismo, apesar de Kardec ter citado a existência após a morte em outros planetas.

Esteriótipo Céu e Inferno

As descrições católicas da vida após a morte que se sobrepuseram às demais noções européias apresentavam um inferno, um purgatório, um limbo e um paraíso, e acabaram se tornando clássicas e preponderantes…

Incorporando as dos gregos, por exemplo, que também acreditavam em um julgamento e numa espécie de paraíso, os Campos Elísios.

Costuma-se dizer que as noções de reencarnação e de um mundo extrafísico bastante ativo propagaram-se no Ocidente a partir de meados do séc. XIX, com a teosofia e, especialmente, com o espiritismo.

II Concílio de Constantinopla

Outros insistem que a Igreja Católica defendia a crença na reencarnação até a realização do II Concílio de Constantinopla, em 553, quando teria sido proibida e considerada heresia. Os estudiosos cristãos não concordam com isso, afirmando que o assunto tratado era a preexistência da alma.

No entanto, o tema é discutido ainda hoje, e existem inúmeras passagens da Bíblia e palavras de Jesus que são apresentadas como prova de que ele se referia à reencarnação.

O que muitos especialistas afirmam é que, de fato, as idéias de reencarnação e de uma vida após a morte estavam quase que totalmente abafadas na Europa do séc. XIX, esquecidas, até que o mundo espiritual entendeu ser o momento de se manifestar.

Irmãs Fox

O interesse público pelo assunto começou a aumentar depois de 1848; quando as irmãs Fox afirmaram ter estabelecido contato com os espíritos dos mortos, uma verdadeira mania pelos espíritos tomou conta do mundo, especialmente da Europa.

Essa situação se fixou com a publicação de O Livro dos Espíritos, em 1857, por Allan Kardec.

Em 1875, Helena Petrovna Blavatsky deu a sua contribuição com a fundação da Sociedade Teosófica, que, apesar de muito combatida ainda hoje, teve o mérito de mais uma vez despertar o Ocidente para inúmeras tradições orientais sobre o mundo espiritual e a vida pós-morte.

Mudanças

A verdade é que depois dessa época, as coisas nunca mais foram as mesmas. O que era considerado uma visão restrita do catolicismo cedeu cada vez mais espaço para idéias extremamente bem organizadas a respeito do mundo espiritual.

Mesas Girantes

Muitos disseram que a tentativa de se comunicar com os espíritos era, no final do séc. XIX, apenas um modismo e que por isso tantas pessoas interessaram-se pelo assunto.

Outros, entretanto, entendem que essas tentativas de contato com o mundo espiritual representavam um verdadeiro anseio das pessoas, que não era atendido pelas demais religiões ou linhas de pensamento espiritual.

A reação das demais religiões ao espiritismo foi óbvia, uma vez que a nova doutrina praticamente dispensava os intermediários entre o mundo material e o mundo espiritual, ainda que a utilização de médiuns fosse, e ainda seja, uma constante.

As pessoas começaram a perceber que elas mesmas tinham um dom que, em determinados casos, as possibilitava de entrar em contato com essa outra dimensão, sem que fosse preciso o aval de um padre ou pastor.

William Crookes

De uma maneira ou de outra, esse tipo de consciência parece ter impregnado o pensamento espiritual do século seguinte, e até mesmo a ciência, que passou a pesquisar as manifestações mediúnicas de forma nunca antes vista, especialmente na Inglaterra, onde cientistas famosos como William Crookes dedicaram-se aos estudos.

As descrições sobre o mundo após a vida física fornecidas pelos espíritos tornaram-se cada vez mais detalhadas, complexas e numerosas.

Kardec referiu-se a espíritos desencarnados vivendo em Júpiter e em outros planetas do sistema solar, ainda que numa dimensão diferente daquela em que vivemos – uma noção difícil de ser aceita e discutida pela ciência da época, mas que hoje já se tornou tão comum que as pessoas chegam a desconfiar das chamadas “canalizações”, tamanha sua quantidade e variedade.

Mais recentemente, as pesquisas em torno das chamadas experiências de quase-morte também abriram um novo campo de estudos e especulações sobre o mundo do além, especialmente a partir dos trabalhos de Raymond Moody e Elizabeth Kubler-Ross.

Raymond Moody e Elizabeth Kubler-Ross

Tem sido demonstrado que pessoas tidas como clinicamente mortas por alguns minutos – especialmente em meio a cirurgias – chegaram a ter visões dessa dimensão, ainda que sem a riqueza de detalhes que os médiuns apresentam. Tratava-se de uma indicação de que um fenômeno estava ocorrendo.

A ciência ortodoxa ainda resiste a essas explicações e continua tentando apresentar alternativas para os fenômenos, mas as mensagens dos espíritos continuam acontecendo – e cada vez mais.

Parece, realmente, que a dimensão espiritual encontra-se mais próxima da nossa, facilitando o contato e estabelecendo uma ponte mais segura para a comunicação e entendimento dos encarnados.

Algumas técnicas que vêm sendo desenvolvidas, especialmente na chamada transcomunicação, parecem indicar um caminho novo para as pesquisas, com a utilização de moderna tecnologia sendo cada vez mais necessária para que se obtenha uma maior credibilidade para as comunicações.

A tentativa de se saber mais sobre a vida depois da vida continua sendo um tema apaixonante, e relativamente abandonado pela ciência, que não consegue encontrar ou definir o instrumental adequado para sua exploração.

O fato é que cabe a cada um saber até que ponto confiar nas mensagens enviadas pelo mundo espiritual, separando as informações válidas daquelas fornecidas por pessoas que apenas querem se aproveitar de uma curiosidade que vem acompanhando a humanidade ao longo de sua existência no planeta.

 Continua parte 3…

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